sábado, 20 de fevereiro de 2016

Voltando Para os Braços do Pai

Lucas.15:11-24   VOLTANDO PARA OS BRAÇOS DO PAI
ü  1- V.12 PORQUE ELE SAIU DE CASA?   (Suas prioridades) Mt.6.33
a- Herança-Dinheiro:   1-Tm.6.10  O amor ao dinheiro é a raiz de todo mal
b-Seu próprio caminho-  Pv.14.12 A caminhos que parecem ser bom mas leva a morte
c- Desvalorizou a presença do pai- Salmos.84.10 um dia nos átrios do senhor,vale mais q mil. d- Desprezou os conselhos do pai- Pv.3.1 Filho meu,não te esqueças dos meus ensinos   SL.119.11
ü  2-V.13- AS  CONSEQUÊNÇIAS : GL.6.7  o q plantarmos colheremos
14-padecendo necessidades-fome- longe do pai  Is.59.2 o pecado  separa
15-Humilhação: Foi em busca de trabalho, cuidou de porcos (ninguém queria na época)
16-Estava só: longe da família,ñ tinha ninguém pra conversar,
(O PECADO TIRA A DIGNIDADE,A PAZ,CONFIANÇA E NOS AFASTA DAS BENÇAOS DE DEUS..)
ü  3-V.17- O QUE FEZ ELE VOLTAR PRA CASA? A necessidade de está com o pai
A - Caindo em si. Abriu os olhos 1-Co-11.28 examine o homem a si mesmo
b - Lembra da casa do pai. Saudades da comida, do carinho, conselhos, amor( eu era feliz e ñ sabia)
V.18- levantar-me-ei- DECIDE MUDAR: o pecado nos deixa prostrados -
A -Voltar para o pai e confessar tudo o que fez contra ele   pv.28.13
V.19.que meu pai me receba ao menos como um escravo(vergonha)

ü 4- O ENCOTRO COM O PAI     V.20 e levantando-se foi para o pai, ele vai pensando,meu pai sempre teve razão,eu o magoei, fiz ele sofrer como será que ele está?  será que me receberá de volta como seu filho? Se pelo menos me receber como um escravo já está bom( eu não posso ficar longe do meu pai)

ü 5-REAÇÕES DO PAI AO VER O FILHO V.20

ü  1 ABRAÇOU E BEIJOU : o amor do pai era o mesmo de antes- hb.13.8

ü  2 A melhor Roupa: Restaurou sua posição de filho e herdeiro

ü  3 um anel: a aliança é renovada com o pai
ü 4-Sandalías : nova caminhada,novas experiências,novas conquistas


Ev.Robério Oliveira   

sábado, 16 de janeiro de 2016

JOSÉ TIPO E FIGURA DE JESUS

                         JOSÉ  FIGURA E TIPO DE JESUS
Para vencermos precisamos seguir o plano de Deus para cada um de nós. José do Egito é um exemplo bíblico de vitória, pois foi um homem que seguiu os planos de Deus e triunfou. José era filho de Jacó, que após lutar com o anjo de Deus prevaleceu, não deixando fugir-lhe as bênçãos das mãos e por isso tornou-se Israel (aquele que lutou com o próprio Deus e venceu). Creio que o pai foi um bom exemplo a ser seguido por seu filho. havia rivalidade e ódio de todos os outros irmãos para com José, pois viam que o pai tinha preferência por ele. (Gênesis 37:4 e 5) Em sonhos Deus colocou em seu coração que ele seria grande e que reinaria sobre os seus irmãos e também sobre toda a sua família. Não tardou a contar tudo a eles, o que logicamente aumentou ainda mais a raiva e a inveja que já nutriam por José e tramavam matá-lo.  Gênesis 37:6 a 11. Quando o mundo se coloca entre você e os sonhos que Deus lhe reserva quem acaba perdendo é você porque pode se influenciar com opiniões alheias, se fechar para Deus e acabar desistindo: abriu a boca para as pessoas erradas, perdeu! Aprenda a aguardar a salvação do Senhor em silêncio, nada de ficar contando para todo mundo o que Deus lhe revelou, pois isto pode causar inveja alheia e muitos aborrecimentos para você, pois não há como prever a reação das pessoas ao nosso redor, mesmo as mais chegadas. Não conte os seus sonhos para os outros, isso é assunto exclusivo entre você e Deus, não fique abrindo a boca demais: seu sonho é entre você e Deus! No caso de José, revelar o plano de Deus que seria concretizado no futuro quase lhe custou a vida e resultou na sua escravidão no Egito!
1ª lição: Os planos que Deus lhe revela são entre você e Ele! Nada de sair por aí contando para todo mundo.
Você tem um sonho, todos nós os temos: casar-se, ter o casamento restaurado, constituir uma família feliz, livrar-se dos vícios, prosperar nos negócios, mas não consegue realizá-los porque sempre haverá alguém para lutar contra: o inimigo que usa as pessoas ao redor para matar, roubar e destruir. Nosso adversário tenta de todas as formas para acabar conosco. Portanto precisamos ficar atentos e não permitir o avanço dessa investidas malignas. Jesus veio para nos dar uma vida de verdade, ou seja, viver bem, saudáveis, felizes, realizados e não é só vida, é a vida abundante de Deus, aquela que merece ser vivida por cada um de nós: sem preocupação, sem medo do futuro! Vida em Cristo é vida com abundância, isto é, somos muito bem supridos de tudo e até as sobras são muito grandes!
2ª Lição: Aconteça o que acontecer não desista do plano divino traçado para você, não se revolte e nem perca o temor a Deus. Agora essa era a vida de José: escravo em terra estrangeira, mas mesmo aquela dura situação não foi capaz de acabar com o seu desejo de ser grande, plantado em seu coração por Deus. Viemos para estar por cima e não por baixo, se você anda por baixo, aconteceu, passou, sua vida é daqui para frente, nada de ficar olhando para o passado e muito menos com amargura. Esse jovem manteve o temor a Deus, nunca desistiu e tampouco se revoltou contra Deus. Em vez de ficar perguntado: “Por que tudo isso, meu Deus”; “Por que é que eu estou sofrendo tanto, Senhor” ele ocupou o seu tempo crendo no plano de Deus para ele. Não perca tempo murmurando, aconteça o que acontecer, continue confiando em Deus. Foi tentado pela mulher de seu senhor egípcio e não cedeu por temor a Deus (Gênesis 39:9b), chegou ao cárcere por causa das mentiras apregoadas por ela e nem por isso se desviou ou se revoltou com a injustiça que foi feita contra ele. Ficou esquecido durante dois anos pela pessoa a quem ele havia feito o bem e mesmo assim não guardou qualquer rancor.
3ª Lição: Aconteça o que acontecer, ande com o Senho r!O segredo mais importante que fazia com que José prosperasse onde quer que fosse era o fato de que o Senhor era com ele. (Gênesis 39:2 e 23) Soube ser humilde, sabendo que o dom de interpretar os sonhos e a sabedoria não eram dele e sim uma dádiva pertencente a Deus entregue em suas mãos. José passava por um terrível deserto em sua vida, mas mesmo assim não perdeu a posição de príncipe de Deus. Da mesma forma Deus está com você, apesar de todos os contratempos. Não importa o que as pessoas vejam, pensem ou digam sobre você. Qual é o segredo para Deus ser com você? Estar com Jesus, ou seja, andar de acordo com a Palavra fazendo aquilo que ela vai lhe orientando: perdoar, sair do vício, não ter medo, não temer a má notícia, só falar o que é útil, necessário e verdadeiro, e assim por diante... Deus falou, faça sem demora! Lembra-se de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego? Eles não se dobraram diante da imagem do rei, foram jogados na fornalha, mas não se queimaram, porque mantiveram a fidelidade a Deus, obedecendo-o, ou seja, não se curvaram diante de outro além do Senhor. Não se curve ao problema seguindo o caminho errado. Vale a pena ser fiel a Deus, pois o único que pode te proteger é o Senhor. Não perca o seu tempo com coisas inúteis se quiser que a porta de entrada do plano de Deus se abra. Lembra-se do caso do cego em que os discípulos perdiam tempo em saber quem havia pecado? Jesus não demorou a dizer que ninguém havia pecado, nem seus pais e nem ele, e que ainda permanecia daquele jeito porque ninguém havia feito a obra de Deus (a cura) nele. Quando a obra de Deus é feita, tudo muda e o sucesso de Deus vem para você! José seguiu isso à risca e venceu. Você também vai triunfar, em Nome de Jesus!
4ª Lição Existe um intervalo de tempo entre a revelação de Deus e a concretização da Sua promessa em nossas vidas. Vemos a volta por cima que José deu relatada a partir de Gênesis 41:40 a 45 quando o faraó o fez o segundo homem mais importante do Egito. Um ponto que chama a atenção é que isso não ocorreu de uma hora para outra: entre o sonho e a sua primeira vitória passaram-se mais de treze anos! José tinha em torno de 17 anos quando sonhou (Gênesis 37:2) e só se iniciou a concretização da meta divina aos 30 anos. (Gênesis 41:46) Os propósitos de Deus para nós se cumprem, mas não existe passe de mágica para que isso ocorra e requer um período de tempo para que se concretizem. Não se impaciente, siga firme e confiante, mantendo os seus olhos em Deus, no lugar onde estiver, pois Deus é com você. Continue andando com Deus, paute a sua vida na Palavra e será próspero e bem sucedido em tudo o que fizer!Em Nome de Jesus.
SEMELHANÇA ENTRE JOSÉ E JESUS (Gen 37-50)
JOSÉ......SEMELHANÇA......................................JESUS
Gen 37.3.       Seus pais o amavam profundamente. .Mateus 3.17
Gen 37.2.       Pastores das ovelhas de seus pais..... João10.11,27
Gen 37.13,14. Enviados pelos pais para os irmãos. Hebreus 10.11
Gen 37.4.       Odiados pelos irmãos............................... João 7.5
Gen 37.20.     Outros conspiraram para prejudicá-los. João 11.53
Gen 39.5.       Tentados.................................................Mateus 4.1
Gen 37.25.      Levados ao Egito.............................Mateus 2.14,15
Gen 37.23.      Suas Capas Foram tiradas.....................João 19.23
Gen 37.28.      Vendidos pelo preço de escravo........Mateus 26.15
Gen 39.20.      Presos em cadeias...............................Mateus 27.2
Gen  39.16,18. Falsamente acusados....................Mateus 26.59,60
Gen 40.2,3 .    Colocados c/ dois prisioneiros, um foi salvo         o
outro perdidoLucas 23.32
Gen 41.41 .     Ambos tinham 30 anos de idade no início          do
reconhecimento público..Lucas3.23
Gen 41.41.      Exaltados após o sofrimento.........Filipenses 2.9-11
Gen 45.1-15.   Perdoaram seus opressores.................Lucas 23..24
Gen 45.7 .      Salvaram uma nação............................Mateus 1.21
Gen 50.20.     Deus reverteu em bem o que fizeram   para ferílos.
 I Corintios 2.7,8
Com a ajuda de Deus, qualquer situação pode ser usada para
o bem, mesmo quando as pessoas desejam utiliza-la para o mal.                

Por:Aparecido Sales





JOSÉ E JESUS  - FIGURA E TIPO

INTRODUÇÃO
Muitos estudantes da Bíblia têm notado as semelhanças entre a vida de José e a vida do nosso Salvador. A Bíblia nunca diz que José era uma figura de Cristo, mas muitas das semelhanças são mais do que a mera chance. Note algumas das mais chocantes semelhanças entre José e o Senhor Jesus:
I. O Pai amou tanto José como Cristo [Gênesis 37:3; João 3:16].
II. Tanto José como Cristo Jesus foram mandados pelo seu Pai numa missão de amor para os seus irmãos [Gênesis 37:13; João 3:16].
III. Tanto José como Cristo vieram aos seus irmãos e foram rejeitados [Gênesis 37:18; João 1:11].
IV. Tanto José como o Senhor foram vendidos por prata [Gênesis 37:28; Mateus 27:3].
V. Tanto José como o Senhor Jesus foram entregues aos Gentios [Gênesis 37:36; Mateus 27:2].
VI. Tanto José como Cristo Jesus foram tentados [Gênesis 39; Mateus 4:1-11].
VII. José e o Senhor foram contados com pecadores [Gênesis 39:20; Isaías 53:12].
VIII. José e Cristo Jesus foram exaltados [Gênesis 41:38-40; Filipenses 2:9].
IX. José e Jesus Cristo salvaram os seus povos [Gênesis 50:20-21; Mateus 1:21].
X. José e Cristo perdoou os seus perseguidores [Gênesis 50:19-21; Lucas 23:34].
XI. O Senhor Jesus, como José, terá uma noiva dos Gentios [Gênesis 41:45].
CONCLUSÃO
Um pouco de pensamento revelará muitas outras semelhanças entre Cristo e José. A.W. Pink menciona mais de cem semelhanças.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

ELEMENTOS PARA UM MATRIMÔNIO BEM SUCEDIDO

Texto: Hb 13.4 a
Introdução
– “Digno de honra entre todos seja o matrimônio …” (Hb 13.4 a) – enfatizar!
– Deus celebrou o primeiro casamento.
– Jesus realizou o seu primeiro sinal em uma festa de casamento.
Transição
– O casamento foi estabelecido por Deus, agrada a Deus, se bem administrado trás honra a Deus
– A Bíblia nos mostra alguns elementos – princípios ensinados na Palavra de Deus – que se aplicados ao casamento farão deste um empreendimento muito bem sucedido:
I.) Edificar a Casa na Rocha – Mt 7.24-27
“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína” (Mt 7.24-27)
– Vivemos em um tempo onde tudo é questionável, relativismos
– Precisamos de absolutos, onde nos ancorar, um porto seguro
– Cristo e Sua Palavra é o de que precisamos
II.) Exercitar a Paciência e a Perseverança – Tg 1.2-4; 5.7,8; Hb 12.1c
“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1.2-4).
“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes” (Tg 5.7,8 a)
“ … corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta” (Hb 12.1c)
– Ao longo da jornada vão surgir muitas situações de provação
– Vontade de desistir
– Será necessário paciência e perseverança!
III.) Agir com Sabedoria – Tg 1.5; Pv 3.13,14; 14.1
“Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida (Tg 1.5).
“Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino” (Pv 3.13,14).
“A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv 14.1).
IV.) Priorizar o Amor – 1 Co 13.4-8 a
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba” (1 Co 13.4-8 a).
V.) Praticar a Humildade – Pv 22.4; 1 Pe 5.5c
“O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida” (Pv 22.4).
“Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (1 Pe 5.5c).
– Alguém precisa romper o ciclo da não graça
– Pedir perdão
– “não se ponha o sol sobre a vossa ira” – Ef 4.26
Pr. Ronaldo Guedes Beserra – SP, 05.09.2015.

O MILAGRE EXIGE: FÉ,DETERMINAÇÃO,AJUDA E O FAVOR DE DEUS

Texto: Marcos 2.1-12
Introdução
> O homem paralítico dessa história conquistou uma grande vitória: passou a andar!
> Muitos, hoje, estão paralisados por uma série de circunstâncias: problemas financeiros, conjugais, familiares, emocionais, profissionais, etc.
> Tal como este homem obteve a vitória sobre sua paralisia, nós também podemos obter a vitória sobre aquilo que nos paralisa.
Transição
> O texto nos mostra alguns detalhes importantes na busca da vitória sobre a “paralisia” que nos afeta:
I.) Devemos ter consciência de que para alcançarmos a vitória necessitamos de cooperação, necessitamos da ajuda de outras pessoas – v. 3
> O paralitico precisou da ajuda de 4 homens para levá-lo ao local onde Jesus estava e para baixá-lo pelo telhado.
> A vitória muitas vezes começa quando admitimos que precisamos de ajuda!
> Não somos autossuficientes, precisamos uns dos outros!
> A cooperação sustenta em tempos de fraqueza (Ex 17.12), realiza grandes obras (Ne 4.16,17) e adiciona poder em oração (Mt 18.19).
II.) Devemos ter consciência de que para alcançarmos a vitória necessitamos de determinação e fé para vencer os obstáculos – v. 4
> Eles não se deixaram vencer pela multidão que os impedia de entrar; foram determinados, demonstraram fé e encontraram uma solução!
> Inúmeras situações querem nos paralisar, temos que encontrar uma saída, um caminho, uma solução!
> “Vendo-lhes a fé …” (v. 5).
> Outros exemplos: Mulher com fluxo de sangue (Mc 5.25-34), o cego de Jericó (Lc 18.35-43), a mulher Cananéia (Mt 15.21-28).
III.) Devemos ter consciência de que a primeira vitória que devemos buscar é a vitória interior – v. 5
> Aparentemente Jesus frustra as expectativas de muitos, até mesmo as do doente que esperava ser imediatamente curado!
> A vitória interior é a salvação, é o perdão dos nossos pecados. Essa vitória é mais importante do que uma cura física, do que a solução de um problema financeiro ou do que a restauração de um lar.
> Qualquer outra vitória “exterior” deve se iniciar com uma vitória “interior”.
> Antes de curar a pele de Naamã, Deus o curou de seu orgulho!
> Deus pode permitir situações que nos paralisem por determinado tempo para nos curar de certas enfermidades interiores das quais precisamos nos libertar!
> No processo de busca para a cura exterior, Deus pode nos curar interiormente! Às vezes, se não fosse por uma situação exterior que nos aflige, não buscaríamos a Deus e não lhe daríamos a oportunidade de nos curar interiormente!
IV.) Devemos ter consciência de que sempre existirão aqueles que vão ficar questionando a ação de Deus em nossas vidas – v. 6,7
> O alvo principal das críticas dos escribas era Jesus. Todavia, indiretamente questionavam a ação de Deus na vida do paralitico!jesus-cura-al-paralitico-del-techo
> É importante que você creia que Deus está agindo em sua vida, não importa o que outros digam!
> Não nos cabe provar nada a ninguém, descansemos nas mãos de Deus!
> Aplicar Romanos 12.19.
V.) Devemos ter consciência de que Deus é poderoso para mudar toda e qualquer situação – v. 8-12
> Elucidar os versos 8 a 12.
> Jesus não só curou o interior como também o exterior daquele homem!
> Ele é poderoso para fazer isso em sua vida: curá-lo interiormente e também daquilo que o paralisa atualmente!
Pr. Ronaldo Guedes Beserra

CARACTERÍSTICA DE UMA PESSOA DE GRANDE FÉ

Texto: Mateus 15.21-28
Introdução
> Pensar no exemplo de alguém que seja uma pessoa de grande fé.
> Pessoas que moram longe da igreja e mesmo assim são muito determinadas em participar dos cultos, inclusive na semana.
> Contraste com outras pessoas que são quase vizinhos da igreja e são inconstantes!
Transição
> Todos nós devemos desejar que o Senhor nos considere pessoas de grande fé.
> O texto nos mostra algumas características de uma pessoa de grande fé.
I.) Ação – v. 22
> A ação desta mulher envolveu ousadia e mobilização.
> Ousadia, pois era Cananéia e corria o risco de não ser atendida. Mesmo assim não se acovardou, não temeu, não se apequenou, não se deixou sentir inferiorizada, decidiu fazer uma tentativa – v. 22
> Mobilização, pois ela saiu de sua casa, de sua região e foi até onde Jesus estava – v. 22
> Somos pessoas de ação, ou ficamos de braços cruzados esperando as coisas acontecerem!
II.) Clamor Humilde – v. 22, 23, 25, 27
> Sem se importar com o que os outros pudessem falar ou pensar, ergueu a voz e começou a clamar, gritar atrás de Jesus – v. 22,23.
> Continuou mantendo sua atitude de clamor humilde ainda nas duas próximas vezes em que se dirigiu a Jesus – v. 25, 27.
> Muitos pedem, mas não pedem com a intensidade necessária. Intensidade aqui não no sentido de gritar ou fazer barulho, mas intensidade de alma. Ex. de Ana quando clamava por um filho – 1 Sm 1.10-16.
> Outros pedem sem a devida humildade, com arrogância, achando que Deus tem a obrigação de atendê-los e abençoá-los.
> Nosso clamor tem sido dirigido ao Senhor? Como o temos dirigido? Com a intensidade e a humildade necessárias?
III.) Suportar a Indiferença – v. 23
> Os discípulos de Jesus a desprezaram, talvez por não ser judia e certamente por estar incomodando-os.
> Se você é uma pessoa de fé, muitas vezes as pessoas não irão se importar com você, serão egoístas e demonstrarão indiferença para com a sua causa. Suporte a indiferença, pois esta é uma característica das pessoas de grande fé!
IV.) Persistência – v. 23-27
> A mulher não desfaleceu, não desanimou, não se entregou, ela insistiu, importunou, lutou até o fim!
> Ex de persistência: Cego de Jericó – ver Lc 18.35-43.
> Temos sido persistentes? Ou temos nos abatido, desanimado, se entregado, desfalecido diante das dificuldades que surgem em nosso caminho?
V.) Suportar a Provação da Fé – v. 23-28
> A aparente rudeza com que Jesus estava tratando a mulher, na verdade era um teste à sua fé.
> Jesus sabia até onde podia ir no teste com esta mulher. Se sua fé não fosse tão firme, talvez Jesus tivesse concedido a ela o seu pedido logo de cara!?
> Jesus que conhecia o coração daquela mulher e a qualidade de sua fé, foi provando-a para que a qualidade de sua fé fosse se demonstrando. Certamente Ele desejava que o seu exemplo fosse registrado e ficasse para nós como um desafio a ser praticado.
> Quando Deus fica em silêncio quando lhe pedimos algo (v. 23) ou quando não nos responde como gostaríamos (v. 24, 26), será que o Senhor não está testando a qualidade de nossa fé? Como temos reagido? Com humildade e perseverança, para que nossa fé seja provada e aprovada, ou temos nos revoltado contra Deus e desistido?
> Será que depois de testar a nossa fé o Senhor poderá dizer a nós o que disse àquela mulher (v. 28)?
Pr. Ronaldo Guedes Beserra

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Deus supre todas as necessidades

                      Deus supre todas as necessidades

“ O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus” (Fp 4.19)

*
Por um lado temos o apóstolo Paulo prometendo aos filipenses que Deus supriria todas as necessidades deles; por outro, temos o próprio Paulo admitindo que aprendera a “passar necessidade” (v. 12). E ele realmente passou por necessidade de dormir, de comer, de abrigo (2Co 11.27) e escrevera a carta aos filipenses de dentro de uma prisão. Como podia um homem que tinha passado por tantas necessidades prometer aos filipenses que Deus supriria todas as necessidades deles? Será que ele não tinha fé suficiente ou não confiou em Deus.

Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas ( Mt 6.32).

I. Deus supriu todas as necessidades de Israel

a) Ele supriu todas as necessidades do seu povo durante os 40 anos no deserto.

-Deus enviava o maná a cada manhã (Êx 16.4, 31 - 35)

-Deus fazia a água jorrar da rocha todos os dias (Êx 17.6; I Co 10. 4)

b) Deus supre todas as nossas necessidades físicas, psicológicas, emocionais e espirituais.

c) Você pode possuir tudo a nível de riquezas, porém, nunca se sentirá pleno até que conheça
 

a Deus e seja cheio de Sua presença.

II .DEUS TRABALHA PARA AQUELES QUE n’Ele esperam (Is 64.4).

a) Se o obedecermos e praticarmos todos os Seus princípios e mandamentos Ele nos abençoará em tudo o que fizermos.
 

Deus só ordena a bênção se você for obediente à aliança que Ele estabeleceu (Dt 28.1-14).
A obediência à ordem divina passa a ser a justiça daquele que obedece (Dt 6.25).

b) Deus supriu as necessidades da viúva do profeta (2 Re 4.1-8).

c) Deus trabalha para nós mesmo quando estamos dormindo (Sl 127.2).

d) Deus cuida de todas as coisas para o seu povo quando o obedecemos em tudo, a bênção é condicional à obediência

e) Jesus nos diz que não devemos ficar ansiosos, pois Deus cuida de nós em cada detalhe até mesmo nas mínimas coisas (Mt 6.25-33).

f) Deus é por mim. Deus está comigo. Deus está em mim. (Sl 56:9; Rm 8:31; Js 1:7-9; Mt 28.20; Jo 14.23).

III. OS TERMOS DA PROMESSA

A. "MEU DEUS".
Paulo fala a partir de sua experiência pessoal, de quem teve suas necessidades supridas por este Deus. Paulo não está só: a expressão aparece 136 vezes na Bíblia. No caso específico dos filipenses, eles agiram por causa da graça que os alcançara. Eles agindo era Deus agindo.

É assim que devemos pensar em Deus: meu Deus, meu Senhor, meu Pai. Um Deus pessoal quer dizer um Deus que se relaciona. Podemos falar com Ele. Podemos ouvi-lO falar conosco. Podemos crer num Deus inefável, ou num Deus afável. Podemos crer num Deus distante, ou num Deus próximo.
 

O Deus inefável e distante não pode fazer nada por nós. O Deus afável e próximo é o Deus que, de fato, existe como revelado por Jesus Cristo. Há um único Deus, mas Ele se relaciona conosco individualmente, o que quer dizer que se revela a nós como nós somos, no lugar onde estamos no modo como nos sentimos. Só precisamos estar atentos.

B. "SUPRIRÁ".

Deus é ativo. Onde há uma necessidade, Ele entra em ação. Ele tira dos seus depósitos os dons que reparte. E seus depósitos são inesgotáveis.
É com o verbo "suprir" que Ele sustenta o universo. É com este verbo que Ele supre a cada um de nós. Suprir é encher de novo; é acrescentar o que falta. Deus faz mesmo isto conosco.

Quando o povo de Israel peregrinava pelo deserto, para suprir suas necessidades de água, Deus fez com que ela brotasse e jorrasse em torrentes de uma rocha. Mesmo assim, pouco depois o povo perguntou: nosso Deus "conseguirá também dar-nos de comer? Poderá suprir de carne o seu povo?” (Sl 78.20). Que não tenhamos a mesma atitude dos hebreus antigos. Precisamos saber que "Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça" (2 Co 9.10).
 

C. "NECESSIDADES".
 

Deus nos supre as necessidades que Ele considera como sendo necessidades. Nós confundimos desejos com necessidades; Ele, não. Deus, então, supre as necessidades que passam pelo seu crivo. Ele sabe do que precisamos; do que não podemos viver sem e nos supre.
 

Segundo aprendemos na Bíblia, "os leões podem passar necessidade e fome, mas os que buscam o Senhor de nada têm falta" (Sl 34.10). Por isto, "aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade" (Hb 4.16).

D. "DE ACORDO".

Ele nos supre "de acordo" com suas riquezas em glória. Ele não nos dá de acordo com o que pedimos, mas DE ACORDO COM as suas riquezas, que vão além do material e do físico, para que olhemos para suas bênçãos espirituais. Por isto, "bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo" (Ef 1.3).
 

E. GLORIOSAS RIQUEZAS.

Há quatro tipos de riquezas divinas.

a. Há a riqueza da sabedoria de Deus. O apóstolo Paulo canta-a assim: " O profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!" (Rm 11.33). Esta é, como percebeu o profeta Isaías, "uma grande riqueza de salvação, sabedoria e conhecimento; o temor do Senhor é a chave desse tesouro" (Is 33.6). Ah se nos lembrássemos sempre que Deus é sábio!

b. Há a riqueza da bondade divina disponível para todos os seres humanos. Ele faz que o sol e a chuva venham sobre todos, indistintamente. A natureza é expressão da bondade de Deus para todos. Diante da imensidão do mar, quem passeia por uma praia não tem como não pensar neste cuidado de Deus: Ele não só construiu o mundo, mas o construiu de modo que possamos desfrutar dele.

c. Há a riqueza da graça de Deus, manifesta em Jesus Cristo (Efésios 2.7) e disponível para todos aqueles que se reconhecem pecadores e confessam os seus pecados. A graça se expressa em perdão e purificação. A história de Jesus é a historia de Deus se entregando a si mesmo. Sua riqueza é Ele mesmo e Ele se dá a si mesmo. Jesus é Deus conosco sempre. Jesus é Deus preparando uma casa definitiva para nós no céu.

d. Há a riqueza da glória de Deus em Cristo Jesus. Esta riqueza está disponível para todos aqueles que conhecem pessoalmente a Deus. Em outras palavras, a glória e a plenitude da Sua divindade estão disponíveis para todo aquele que crê em Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Quem assim crê tem Cristo e quem tem Cristo tem tudo.

Quando oramos por algo a Deus, Ele nos dá mais do que pedimos. As riquezas de sua glória estão além de sua nossa compreensão. Jamais conseguiremos pedir algo que Ele não tenha para nos dar. Ele "é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós" (Efésios 3.20).

Afinal, tudo pertence a Ele. A glória que lhe damos, com os lábios e com a vida, é a glória que Ele já tem. Quando vamos a Deus em busca da satisfação de uma necessidade genuína, Ele inevitavelmente faz mais do que pedimos, pois Ele, diferentemente de nós, não tem limites.
 

IV. ATITUDES DIANTE DE UM DEUS QUE SUPRE

Que fazer diante desta promessa?

A. Receba as bênçãos como bênçãos de Deus, não como fruto do acaso, nem como fruto do seu esforço pessoal. Bênção é bênção. Vem da graça. Lembre-se: Deus supre as necessidades dos que crêem nEle.

B. Peça a Deus que abençoe você. A recomendação paulina neste mesmo capítulo é clara: Não ande ansioso por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresente seus pedidos a Deus (Fp 4.6). Lembre-se: Deus supre as necessidades dos que vão a Ele confiantemente.

C. Abençoe os outros. Doem aos outros, como sacrifícios (ofertas) apresentados a Deus como cheiro suave. Faca isto com prazer, não por necessidade, não como se fosse uma troca. Recebeu de graça? Dê de graça. Lembre-se: Deus supre as necessidades dos que suprem os outros.

D. Fortaleça-se no poder de Deus.
Em Deus, você pode todas as coisas, todas as coisas que exaltarão a glória de Deus. Desenvolva a sua confiança. Deixe que Deus, "com as suas gloriosas riquezas", fortaleça você "no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito" (Efésios 3.16). Lembre-se: Deus supre as necessidades dos que se acham fracos diante dEle.

V. Exemplos bíblicos de como Deus supre as necessidades
 

A. Deus "Fendeu rochas no deserto, e deu-lhes de beber abundantemente como de grandes abismos. Da penha fez sair fontes, e fez correr águas como rios" (Sl. 78.15-16).

B. Deus proveu por certo tempo tanto o pão como a carne ao profeta Elias enviando-lhos através dos corvos conforme está escrito: "Veio a ele a palavra do Senhor, dizendo: Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.

E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem. Foi, pois, e fez conforme a palavra do Senhor; porque foi, e habitou junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão. E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro" (1 Re 17:2-6).

Quando depois o ribeiro secou por não chover, Elias foi enviado por Deus a uma pobre viúva de Sarepta que tinha somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija, mas que Deus fez que não acabasse enquanto não enviou a chuva sobre a terra: "Então veio a ele a palavra do Senhor, dizendo: Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente.
 

Então ele se levantou, e foi a Sarepta; e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou, e lhe disse: Traz-me, peço-te, num vaso um pouco de água que beba. E, indo ela a trazê-la, ele a chamou e lhe disse: Traz-me agora também um bocado de pão na tua mão.
 

Porém ela disse: Vive o Senhor teu Deus, que nem um bolo tem, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos.
 

E Elias lhe disse: Não temas; vai, faz conforme à tua palavra; porém faz dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traz-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho. Porque assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará até ao dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra.
 

E ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias. Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou; conforme a palavra do Senhor, que ele falara pela boca de Elias" (1 Re 17:8-16).

C. Deus operou um milagre a favor da viúva de um discípulo dos profetas que corria o risco de ficar sem os seus filhos por causa de uma dívida, multiplicando o pouco de azeite que tinha em casa.

Eis o relato: "E uma mulher, das mulheres dos discípulos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o seu credor, para levar os meus dois filhos para serem escravos.

E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Diz-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. Então disse ele: Vai, peça emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.

Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia. Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.
 

E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traz-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou. Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto" (2 Re 4:1-7).

D. Deus deu um filho a Ana que era estéril em resposta à sua oração: "Houve um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita. Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra Penina.

Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. De ano em ano este homem subia da sua cidade para adorar e sacrificar ao Senhor dos exércitos em Siló. Assistiam ali os sacerdotes do Senhor, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli. No dia em que Elcana sacrificava, costumava dar quinhões a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos e filhas; porém a Ana, embora a amasse, dava um só quinhão, porquanto o Senhor lhe havia cerrado a madre.

Ora, a sua rival muito a provocava para irritá-la, porque o Senhor lhe havia cerrado a madre. E assim sucedia de ano em ano que, ao subirem à casa do Senhor, Penina provocava a Ana; pelo que esta chorava e não comia. Então Elcana, seu marido, lhe perguntou: Ana, por que choras? E porque não comes? e por que está triste o teu coração? Não te sou eu melhor de que dez filhos? Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava sentado, numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor.

Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito, e fez um voto, dizendo: ó Senhor dos exércitos! Se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha.

Continuando ela a orar perante e Senhor, Eli observou a sua boca; porquanto Ana falava no seu coração; só se moviam os seus lábios, e não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada, e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Mas Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o Senhor. Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.
 

Então lhe respondeu Eli: Vai-te em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. Ao que disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher se foi o seu caminho, e comeu, e já não era triste o seu semblante.

Depois, levantando-se de madrugada, adoraram perante o Senhor e, voltando, foram a sua casa em Ramá. Elcana conheceu a Ana, sua mulher, e o Senhor se lembrou dela. De modo que Ana concebeu e, no tempo devido, teve um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor. Subiu, pois aquele homem, Elcana, com toda a sua casa, para oferecer ao Senhor o sacrifício anual e cumprir o seu voto. Ana, porém, não subiu, pois disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então e levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre. E Elcana, seu marido, lhe disse: faze o que bem te parecer; fica até que o desmames; tão-somente confirme o Senhor a sua palavra.

Assim ficou a mulher em casa, e amamentou seu filho, até que o desmamou. Depois de o ter desmamado, ela o tomou consigo, com um touro de três anos, uma efa de farinha e um odre de vinho, e o levou à casa do Senhor, em Siló; e era o menino ainda muito criança. Então degolaram o touro, e trouxeram o menino a Eli; e disse ela: Ah, meu senhor! Tão certamente como vive a tua alma, meu senhor, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao Senhor.
 

Por este menino orava eu, e o Senhor atendeu a petição que eu lhe fiz. Por isso eu também o entreguei ao Senhor; por todos os dias que viver ao Senhor está entregue. “E adoraram ali ao Senhor” (1 Sm. cap. 1).

E. Deus mandou a chuva em Israel, após três anos e seis meses de seca, em resposta à oração de Elias: "Orou outra vez, e o céu deu a chuva, e a terra produziu o seu fruto" (Tg 5.18).

VI. DEUS REVERTE EM NOSSO BENEFÍCIO TUDO QUANTO APLICAMOS EM SEU REINO

A . Notamos que a mulher estava vivendo em profunda miséria. Não haveria solução para o seu caso, Vs. 12, "Ela, porém, respondeu: Vive o Senhor teu Deus, que não tenho nem um bolo, senão somente um punhado de farinha na vasilha, e um pouco de azeite na botija; e eis que estou apanhando uns dois gravetos, para ir prepará-lo para mim e para meu filho, a fim de que o comamos, e morramos".

B . O profeta ofereceu receita para que ela saísse de sua miséria, para viver uma vida abundante. Deveria sacrificar a Deus o pouco que tinha e então receber o muito de Deus, Vs. 13-14,
 

"13 Ao que lhe disse Elias: Não temas; vai, faze como disseste; porém, faze disso primeiro para mim um bolo pequeno, e trazes-mo aqui; depois o farás para ti e para teu filho.
 

13 Ao que lhe disse Elias: Não temas; vai, faze como disseste; porém, faze disso primeiro para mim um bolo pequeno, e trazes-mo aqui; depois o farás para ti e para teu filho.
 

14 Pois assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da vasilha não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até o dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra.14 Pois assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da vasilha não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até o dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra".

C. Este é o princípio que determina a nossa fartura como filhos de Deus "é dando que se recebe":

a) No V.T.:

• Ml 3.10-12, "10 Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança. 11 Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos.12 E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos".
 

• Pv 3.9-10, "9 Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; 10 assim se encherão de fartura os teus celeiros, e trasbordarão de mosto os teus lagares".

• Pv 22.9, "Quem vê com olhos bondosos será abençoado; porque dá do seu pão ao pobre".

• Is 58.10, "e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia".

b. No N.T.:
• Lc 6.38, "Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós".

• 2 Co 9.6, "Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará".

• At 20.35, "Em tudo vos dei o exemplo de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos, recordando as palavras do Senhor Jesus, porquanto ele mesmo disse: Coisa mais bem-aventurada é dar do que receber".

4. Por outro lado, vejamos o que acontece com aquele que retém sua contribuição:

a) Pv 11.24, "Um dá liberalmente, e se torna mais rico; outro retém mais do que é justo, e se empobrece".

b) Pv 21.13, "Quem tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, também clamará e não será ouvido".

c) Pv 28.27, "O que dá ao pobre não terá falta; mas o que esconde os seus olhos terá muitas maldições".

5. O princípio de ter está intimamente relacionado ao princípio de dar.

Quando buscamos satisfazer nossas necessidades através de nossos relacionamentos humanos, encontramos muita decepção. Devemos em primeiro lugar satisfazer nossas necessidades em Deus. Quando assim fazemos, mesmo que encontremos tristeza no trato com as pessoas, ficaremos tranqüilos por saber que nada nos faltará. Afinal de Contas o Senhor é o nosso pastor.

Que Deus nos ajude a crer piamente nas promessas dEle pois só assim poderemos alcançar as suas bênçãos em nome de Jesus, amém!


A GRAÇA DE DEUS

  •                                         A Graça De Deus

  • A GRAÇA DE DEUS

  • Contam que C.S. Lewis chegou ao auditório de um congresso religioso e observou acalorado debate. Perguntou ao sujeito ao lado qual a razão de tanta discussão. Estão discutindo qual é a distinção do Cristianismo em relação às outras religiões, esclareceu o homem. Simples, comentou Lewis, sem hesitar, a graça de Deus. 

  • De fato, todas as religiões estão baseadas no esforço pessoal e no princípio da justiça retributiva. Somente o Cristianismo apresenta a possibilidade de um relacionamento entre Deus e os homens além das fronteiras do mérito e demérito. Infelizmente as palavras de Lewis, dos pais do protestantismo, e, pior, uma das afirmações mais categóricas e fundamentais do Novo Testamento se perderam na poeira do fenômeno religião de consumo, onde os deuses disputam melhores lugares nas prateleiras do mercado religioso. Poucos cristãos, ou que se dizem cristãos, compreendem o que seja a graça de Deus. Arrisco, portanto, algumas sugestões.

  • A graça de Deus é o favor imerecido de Deus para com a humanidade. [Mateus 5.45; Efésios 2.8-10; Tiago 1.17,18; 2Pedro 1.3]

  • A graça de Deus é a disposição de Deus em tratar bem aqueles que o rejeitam e dar coisas boas a quem não lhe quer bem ou mesmo sequer reconhece sua existência. [Mateus 5.41-48]

  • A graça de Deus é a boa vontade de Deus, a pré-disposição positiva de Deus, o desejo de abençoar, a intenção constante de fazer o bem e agir com bondade em relação ao universo criado e toda a humanidade. [Êxodo 33.19; Salmo 100.5; 2Crônicas 16.9; Jeremias 29:11; 33:3; Hebreus 4:16] 

  • A graça de Deus é a interpelação, o apelo, o chamamento, o convite, a insistente convocação de Deus para que a humanidade se renda à sua bondade. [Hebreus 1.1,2; 3.7; 3.15; 4.7; Atos 14.16,17; 26.14]

  • A graça de Deus é o fluxo constante de amor e vida divinos que sustentam o universo e toda a humanidade. [Isaías 18.4; Atos 17.28; Romanos 11.33-36; Hebreus 1.3] 

  • A graça de Deus é a energia ativa, o poder abençoador, a força, o empurrão que Deus imprime no universo e na humanidade para que o bem e o bom possam existir. [1Coríntios 15.10; Filipenses 2.13,14; Colossenses 1.29]

  • A graça de Deus é a ação e o trabalho de Deus em favor do universo e de toda a humanidade. [Salmo 37.5; Isaías 64.4; Mateus 6.25-34; Filipenses 4.19; 1Pedro 5.7]

  • A graça de Deus é a oportunidade, chance, concessão, permissão, autorização que Deus concede à humanidade para que experimente sua bondade e participe de seus atos bondosos. [Isaías 55.6; 2Coríntios 8.1]

  • A vida não se explica sem a graça de Deus: Deus tudo criou, tudo sustenta e a todos concede vida e fôlego para que existam, inclusive em rebeldia e de maneira contrária ao seu caráter três vezes Santo. O Deus cristão é o Deus de toda a graça [Isaías 6.1-5; Atos 17.24,25; 1Pedro 5.10], e o seu evangelho não é outro senão o evangelho da graça de Deus [Atos 20.24].

  • A graça de Deus está presente inclusive onde a igreja ainda não está e aonde o evangelho ainda não chegou. [Atos 10.31; 14.16,17]

  • O mundo, a humanidade e o futuro são viáveis pelo fato de estarem sob a graça de Deus. Vale a pena fazer o bem, vale a pena semear para a justiça e a paz, pois a mão de Deus está promovendo e agindo em cooperação para trazer à existência o que é bom. [Romanos 8.28-30]

  • Toda e qualquer experiência humana do amor; todos os atos de justiça, compaixão, e solidariedade; todas as expressões da ética e da estética; a arte e a cultura; a ciência, a tecnologia e o trabalho; as filosofias e sabedorias; a ordem, a estrutura inteligente e a coerência lógica da realidade física, orgânica e social; o prazer, a alegria e o contentamento; a superação, a possibilidade de começar de novo, e a inovação; a rebeldia contra a morte e tudo quanto a promove, sustenta ou representa; as possibilidades utópicas em relação ao futuro; a fé, a esperança e a paz, se explicam pela graça de Deus.

  • A expressão máxima da graça de Deus é a presença de Jesus Cristo no mundo, e tudo quanto, como fruto de sua vida, morte e ressurreição, irrompe como possibilidade para a natureza criada e toda a humanidade. Como bem disse o apóstolo João [1.14], Jesus é a verdade cheia de graça. 


  • Ed René Kivitz.