Estudos sistemáticos
sábado, 21 de março de 2015
devocionaisdoprebjaniosdeoliveira: As 6 promessas bíblicas de Deus para o seu povo
devocionaisdoprebjaniosdeoliveira: As 6 promessas bíblicas de Deus para o seu povo: Por: Jânio Santos de Oliveira Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias- Rio de Janeiro ja...
quinta-feira, 19 de março de 2015
Nisto Cremos - Sermões e Artigos Teológicos: O SEU NOME SERÁ MARAVILHOSO
Nisto Cremos - Sermões e Artigos Teológicos: O SEU NOME SERÁ MARAVILHOSO: INTRODUÇÃO: MARAVILHAS DESTE MUNDO Existem muitas maravilhas em nosso mundo. Maravilhas do passado e do presente. A antiga muralha de ...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
MATERIASDETEOLOGIA.COM: OS DOIS CONSTRUTORES - por Leonardo Dâmaso
MATERIASDETEOLOGIA.COM: OS DOIS CONSTRUTORES - por Leonardo Dâmaso: TEXTO BASE: Mateus 7.24-27 INTRODUÇÃO Perto de concluir o seu sermão no monte, Jesus conta a ilustração dos dois caminhos, cuj...
MATERIASDETEOLOGIA.COM: AS SETE BEM-AVENTURANÇAS DO APOCALIPSE - Henandes ...
MATERIASDETEOLOGIA.COM: AS SETE BEM-AVENTURANÇAS DO APOCALIPSE - Henandes ...: As sete bem-aventuranças do apocalipse O número sete tem uma grande importância no livro de Apocalipse. Ele é o número da perfei...
MATERIASDETEOLOGIA.COM: A HUMILHAÇÃO E EXALTAÇÃO DE CRISTO _ Hernandes D. ...
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
PROJETO DSF: VOCÊ QUE ENTENDER APOCALIPSE HOJE, ANTES DA VINDA ...
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Eternidade: .Casamento - MELHORAR A COMUNICAÇÃO
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
.: AS CINCO DESCULPAS DE MOISÉS
.: AS CINCO DESCULPAS DE MOISÉS: AS CINCO DESCULPAS DE MOISÉS Êx 3:1,10...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Ministerio Pregai: A CHAMADA DE MOISÉS E A SUA MISSÃO
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IEPAUT: A VIDA DE MOISÉS - ESBOÇO
IEPAUT: A VIDA DE MOISÉS - ESBOÇO: ESBOÇO DA VIDA DE MOISÉS A. Família 1. Pai, Anrão; Mãe, Joquebede, Êx 6:20 2. Da tribo de Levi, Êx 2:1 3. Irmão, Arão, Êx 4:14 4. ...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
JEREMIAS E SUA BIOGRAFIA
Jeremias (Jr)
Autor: Jeremias
Data: Entre 626—586 aC
Autor
Jeremias, filhos de Hilquias, foi um profeta da cidade leveita de Anatote e talvez tenha sido descendente de Abiatar. O significado do seu nome é incerto, mas “O SENHOR exalta” e “O Senhor lança” são possibilidades. A vida pessoal desse profeta é mais conhecida do que a de qualquer outro profeta do AT porque ele nos deixou muitas marcas de seus pensamentos, preocupações e frustrações.
Jeremias recebeu a ordem de não se casar ou ter filhos para ilustrar a sua mensagem: o julgamento era iminente, e a próxima geração seria exterminada. Seu companheiro e amigo chegado era o seu escriba Baruque. Jeremias tinha poucos amigos além dele. Ao que parece, são qualificados como amigos apenas Aicão, Gedalias, filho de Aicão e Ebede-Meleque. Isso de deve em parte por causa da mensagem de ruína proclamada por ele, uma mensagem contrária à esperança do povo e que incluía um sugestão de rendição aos babilônios. Apesar dessa mensagem de ruína, da sua severa repreensão aos líderes e do desprezo pela idolatria, o seu coração doía pelo povo, pois abia que a salvação de Israel não esta desassociada da fé em Deus e de um relacionamento de aliança correto, expresso pela obediência.
Jeremias, filhos de Hilquias, foi um profeta da cidade leveita de Anatote e talvez tenha sido descendente de Abiatar. O significado do seu nome é incerto, mas “O SENHOR exalta” e “O Senhor lança” são possibilidades. A vida pessoal desse profeta é mais conhecida do que a de qualquer outro profeta do AT porque ele nos deixou muitas marcas de seus pensamentos, preocupações e frustrações.
Jeremias recebeu a ordem de não se casar ou ter filhos para ilustrar a sua mensagem: o julgamento era iminente, e a próxima geração seria exterminada. Seu companheiro e amigo chegado era o seu escriba Baruque. Jeremias tinha poucos amigos além dele. Ao que parece, são qualificados como amigos apenas Aicão, Gedalias, filho de Aicão e Ebede-Meleque. Isso de deve em parte por causa da mensagem de ruína proclamada por ele, uma mensagem contrária à esperança do povo e que incluía um sugestão de rendição aos babilônios. Apesar dessa mensagem de ruína, da sua severa repreensão aos líderes e do desprezo pela idolatria, o seu coração doía pelo povo, pois abia que a salvação de Israel não esta desassociada da fé em Deus e de um relacionamento de aliança correto, expresso pela obediência.
Data
Jeremias profetizou a Judá durante os reinados de Josias, Jeoaqui, Jeconias e Zedequias. O seu chamado é datado de 626 aC, e o seu ministério continuou até pouco tempo depois da queda de Jerusalém, em 586 aC. O profeta Sofonias precedeu ligeiramente a Jeremias e Naum, Habacuque e Obdias forma contemporâneos seus. Ezequiel foi um contemporâneo mais jovem, profeizando na Babilônia de 593 aC a 571 aC.
Jeremias profetizou a Judá durante os reinados de Josias, Jeoaqui, Jeconias e Zedequias. O seu chamado é datado de 626 aC, e o seu ministério continuou até pouco tempo depois da queda de Jerusalém, em 586 aC. O profeta Sofonias precedeu ligeiramente a Jeremias e Naum, Habacuque e Obdias forma contemporâneos seus. Ezequiel foi um contemporâneo mais jovem, profeizando na Babilônia de 593 aC a 571 aC.
Contexto Histórico
Jeremias iniciou seu ministério no reinado de Josias, um rei bom que adiou temporariamente o juízo de Deus prometido por causa do governo terrível de Manassés. Os acontecimentos estavam mudando rapidamente o Oriente Próximo. Josias tinha iniciado uma reforma, a qual incluía a destruição dos lugares altos pagãos em Judá e Samaria. Entretanto, a reforma teve um efeito pouco duradouro sobre o povo. Assurbanipal, o último grande rei assírio, morreu em 627 aC. A Assíria estava enfraquecendo, e Josias expandindo o seu território para o norte. A Babilônia, sob o domínio de Nabopolasar, e o Egito, sob Neco, estavam tentando sustentar sua autoridade sobre Judá.
Em 609 aC, Josias foi morto em Megido ao tentar impedir o Faraó Neco de ir contra o que restava da Assíria. Três filhos de Josias (Joacaz, Jeoaquim e Zedequias) e um neto (Joaquim) sucederam-no no trono. Jeremias viu a insensatez da linha de ação política desses reis e alertou-os sobre os planos de Deus para Judá, mas nenhum deles deu atenção à advertência. Jeoaquim foi abertamente hostil a Jeremias e destruiu um rolo enviado a ele, cortando-o em algumas colunas e jogando-as no fogo. Zedequias foi um governante fraco e vacilante, buscando às vezes os conselhos de Jeremias, outras vezes permitindo que os inimigos de Jeremias o maltratassem e o aprisionassem.
Jeremias iniciou seu ministério no reinado de Josias, um rei bom que adiou temporariamente o juízo de Deus prometido por causa do governo terrível de Manassés. Os acontecimentos estavam mudando rapidamente o Oriente Próximo. Josias tinha iniciado uma reforma, a qual incluía a destruição dos lugares altos pagãos em Judá e Samaria. Entretanto, a reforma teve um efeito pouco duradouro sobre o povo. Assurbanipal, o último grande rei assírio, morreu em 627 aC. A Assíria estava enfraquecendo, e Josias expandindo o seu território para o norte. A Babilônia, sob o domínio de Nabopolasar, e o Egito, sob Neco, estavam tentando sustentar sua autoridade sobre Judá.
Em 609 aC, Josias foi morto em Megido ao tentar impedir o Faraó Neco de ir contra o que restava da Assíria. Três filhos de Josias (Joacaz, Jeoaquim e Zedequias) e um neto (Joaquim) sucederam-no no trono. Jeremias viu a insensatez da linha de ação política desses reis e alertou-os sobre os planos de Deus para Judá, mas nenhum deles deu atenção à advertência. Jeoaquim foi abertamente hostil a Jeremias e destruiu um rolo enviado a ele, cortando-o em algumas colunas e jogando-as no fogo. Zedequias foi um governante fraco e vacilante, buscando às vezes os conselhos de Jeremias, outras vezes permitindo que os inimigos de Jeremias o maltratassem e o aprisionassem.
Conteúdo
O livro consiste principalmente em uma breve introdução (1.1-3), uma coleção de oráculos contra Judá e Jerusalém, que Jeremias ditou ao seu escriba Baruque (1.4-20.18), oráculos contra nações estrangeiras (25.15-38; caps 46-51), acontecimentos sobre Jeremias escritos em terceira pessoa, provavelmente por Baruque (caps 26-45), e um apêndice histórico (cap 52), que é quase idêntico a 2Rs 24-25. As profecias do livro não estão em ordem cronológica.
Jeremias tinha um coração compassivo para com o seu povo e orou por ele mesmo quando o Senhor lhe disse que não fizesse isso. Ainda assim, condenou os governantes, os sacerdotes e os falsos profetas por levar o povo à perdição. Atacou também o povo por sua idolatria e proclamou um juízo severo a menos que o povo se arrependesse. Conhecendo as intenções de Deus, defendeu a rendição à Babilônia e escreveu aos que já estavam no exílio para que se estabelecessem e vivessem suas vidas normalmente. Foi estigmatizado por muitos como traidor por causa da sua pregação. Entretanto, Jeremias tinha em seu coração o melhor para o povo. Sabia que a nação seria destruída caso a aliança de Deus não fosse honrada. Mas Deus também se interessava pelos indivíduos e seu relacionamento para com ele. Como Ezequiel, Jeremias enfatizou a responsabilidade individual.
Jeremias era apenas um jovem quando foi chamado para carregar uma severa mensagem de ruína ao seu povo. Tentou evitar essa tarefa, mas foi incapaz de permanecer calado. O povo tornara-se tão corrupto sob Manassés que Deus resolveu dar um fim à nação. Derrotado e levado ao exílio, o povo iria refletir sobre o que lhe acontecera e por quê. E depois do castigo e arrependimento apropriados, Deus traria uma remanescente de volta a Judá, puniria as nações que os havia punido e cumpriria a sua antiga aliança com Israel, Davi e os levitas. E ainda lhes daria uma nova aliança e escreveria a sua lei em seus corações. O trono de Davi seria novamente estabelecido, e sacerdotes fiéis serviriam ao povo.
Os oráculos contra as nações estrangeiras ilustram a soberania de Deus sobre todo o mundo. Todas as nações pertencem a ele e todas devem a ele por sua conduta.
O livro consiste principalmente em uma breve introdução (1.1-3), uma coleção de oráculos contra Judá e Jerusalém, que Jeremias ditou ao seu escriba Baruque (1.4-20.18), oráculos contra nações estrangeiras (25.15-38; caps 46-51), acontecimentos sobre Jeremias escritos em terceira pessoa, provavelmente por Baruque (caps 26-45), e um apêndice histórico (cap 52), que é quase idêntico a 2Rs 24-25. As profecias do livro não estão em ordem cronológica.
Jeremias tinha um coração compassivo para com o seu povo e orou por ele mesmo quando o Senhor lhe disse que não fizesse isso. Ainda assim, condenou os governantes, os sacerdotes e os falsos profetas por levar o povo à perdição. Atacou também o povo por sua idolatria e proclamou um juízo severo a menos que o povo se arrependesse. Conhecendo as intenções de Deus, defendeu a rendição à Babilônia e escreveu aos que já estavam no exílio para que se estabelecessem e vivessem suas vidas normalmente. Foi estigmatizado por muitos como traidor por causa da sua pregação. Entretanto, Jeremias tinha em seu coração o melhor para o povo. Sabia que a nação seria destruída caso a aliança de Deus não fosse honrada. Mas Deus também se interessava pelos indivíduos e seu relacionamento para com ele. Como Ezequiel, Jeremias enfatizou a responsabilidade individual.
Jeremias era apenas um jovem quando foi chamado para carregar uma severa mensagem de ruína ao seu povo. Tentou evitar essa tarefa, mas foi incapaz de permanecer calado. O povo tornara-se tão corrupto sob Manassés que Deus resolveu dar um fim à nação. Derrotado e levado ao exílio, o povo iria refletir sobre o que lhe acontecera e por quê. E depois do castigo e arrependimento apropriados, Deus traria uma remanescente de volta a Judá, puniria as nações que os havia punido e cumpriria a sua antiga aliança com Israel, Davi e os levitas. E ainda lhes daria uma nova aliança e escreveria a sua lei em seus corações. O trono de Davi seria novamente estabelecido, e sacerdotes fiéis serviriam ao povo.
Os oráculos contra as nações estrangeiras ilustram a soberania de Deus sobre todo o mundo. Todas as nações pertencem a ele e todas devem a ele por sua conduta.
Cristo Revelado
Através de sua ação e atitude, Jeremias retrata um estilo de vida similar ao de Cristo e, por esta razão, pode ser considerado um tipo de Cristo no AT. Ele demonstrou grande compaixão pelo seu povo e chorou por ele. Sofreu muito nas mãos do povo, mas perdoou. Jeremias é uma das personalidades mais parecidas com Cristo no AT.
Diversas passagens de Jeremias são aludidas por Jesus em seu ensino: “é, pois, esta casa, que se chama pelo meu nome, um caverna de salteadores aos vossos olhos?” (7.11; Mt 21.13); “que tendes olhos e não vedes, que tendes ouvido e não ouvis” (5.21; Mc 8.18); “achareis descanso para a vossa alma”(6.16; Mt 11.19); “ovelhas perdidas forma o meu povo” (50.6; Mt 10.6).
Através de sua ação e atitude, Jeremias retrata um estilo de vida similar ao de Cristo e, por esta razão, pode ser considerado um tipo de Cristo no AT. Ele demonstrou grande compaixão pelo seu povo e chorou por ele. Sofreu muito nas mãos do povo, mas perdoou. Jeremias é uma das personalidades mais parecidas com Cristo no AT.
Diversas passagens de Jeremias são aludidas por Jesus em seu ensino: “é, pois, esta casa, que se chama pelo meu nome, um caverna de salteadores aos vossos olhos?” (7.11; Mt 21.13); “que tendes olhos e não vedes, que tendes ouvido e não ouvis” (5.21; Mc 8.18); “achareis descanso para a vossa alma”(6.16; Mt 11.19); “ovelhas perdidas forma o meu povo” (50.6; Mt 10.6).
O Espírito Santo em Ação
Um símbolo do ES é o fogo. Deus assegurou a jeremias: “converterei as minhas palavras na tua boca em fogo” (5.14). Em certo momento, Jeremias quis parar de mencionar a Deus, mas “isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer e não posso” (20.9). Hoje, chamaríamos a isso a obra do ES em Jeremias.
Além do trabalho normal de inspirar o profeta e revelar-lhe a mensagem de Deus, também é o ES quem cumpre a promessa do novo concerto que irá colocar a lei de Deus na mente de seu povo e escrevê-la no seu coração.
Esboço de JeremiasUm símbolo do ES é o fogo. Deus assegurou a jeremias: “converterei as minhas palavras na tua boca em fogo” (5.14). Em certo momento, Jeremias quis parar de mencionar a Deus, mas “isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer e não posso” (20.9). Hoje, chamaríamos a isso a obra do ES em Jeremias.
Além do trabalho normal de inspirar o profeta e revelar-lhe a mensagem de Deus, também é o ES quem cumpre a promessa do novo concerto que irá colocar a lei de Deus na mente de seu povo e escrevê-la no seu coração.
I.
O chamado de Jeremias 1.1-9
II. Coleção de discursos 2.1-33.26
II. Coleção de discursos 2.1-33.26
Primeiro oráculos 2.1-6.30
Sermão do templo e abusos no culto 7.1-8.3
Assuntos diversos 8.4-10.25
Eventos na vida de Jeremias 11.1-13.27
Seca e outras catástrofes 14.1-15.21
Advertência e promessas 16.1-17.18
A santificação do sábado 17.19-27
Lições do oleiro 18.1-20.18
Oráculos contra leis, profetas e povo 21.1-24.10
O exílio babilônico 25.1-29.32
O livro de consolação 30.1-35.19
Sermão do templo e abusos no culto 7.1-8.3
Assuntos diversos 8.4-10.25
Eventos na vida de Jeremias 11.1-13.27
Seca e outras catástrofes 14.1-15.21
Advertência e promessas 16.1-17.18
A santificação do sábado 17.19-27
Lições do oleiro 18.1-20.18
Oráculos contra leis, profetas e povo 21.1-24.10
O exílio babilônico 25.1-29.32
O livro de consolação 30.1-35.19
III.
Apêndice histórico 34.1-35.19
Advertência a Zedequias 34.1-7
Revogada a libertação de escravos 34.8-22
O exemplo dos recabitas 35.1-19
Revogada a libertação de escravos 34.8-22
O exemplo dos recabitas 35.1-19
IV. Julgamentos e
sofrimentos de Jeremias 36.1-45.5
Jeoaquim e os rolos 36.1-32
Cerco e queda de Jerusalém 37.1-40.6
Gedalias e o seu assassinato 40.7-41.18
A fuga para o Egito 42.1-43.7
Jeremias no Egito 43.8-44.30
Oráculos para Baruque 45.1-5
Cerco e queda de Jerusalém 37.1-40.6
Gedalias e o seu assassinato 40.7-41.18
A fuga para o Egito 42.1-43.7
Jeremias no Egito 43.8-44.30
Oráculos para Baruque 45.1-5
V. Oráculos contra
nações estrangeiras 46.1-51.64
Contra o Egito 46.1-28
Contra os filisteus 47.1-7
Contra Moabe 48.1-47
Contra os amonitas 49.1-6
Contra Edom 49.7-22
Contra Damasco 49.23-27
Contra Quedar e Hazor 49.28-33
Contra Helão 49.34-39
Contra a Babilônia 50.1-3
Contra os filisteus 47.1-7
Contra Moabe 48.1-47
Contra os amonitas 49.1-6
Contra Edom 49.7-22
Contra Damasco 49.23-27
Contra Quedar e Hazor 49.28-33
Contra Helão 49.34-39
Contra a Babilônia 50.1-3
VI.
Apêndice histórico 52.1-34
O reinado de Zedequias 52.1-3
Cerco e queda de Jerusalém 52.4-27
Sumário de três deportações 52.28-30
Libertação de Joaquim 52.31-34
Cerco e queda de Jerusalém 52.4-27
Sumário de três deportações 52.28-30
Libertação de Joaquim 52.31-34
Fonte: Bíblia Plenitude
RobérioOliveiraEDUCAÇÃO FÍSICA.2014: LEVANTA-TE E DESCE A CASA DO OLEIRO
RobérioOliveiraEDUCAÇÃO FÍSICA.2014: LEVANTA-TE E DESCE A CASA DO OLEIRO: LEVANTA-TE E DESCE A CASA DO OLEIRO LEVANTA-TE E DESCE A CASA DO OLEIRO Jr 18:1-6 Introdução: Em toda a história ...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
JEOVÁ NISSI minha bandeira(VITÓRIA)
JEOVÁ NISSI - O SENHOR é a Minha Bandeira
INTRODUÇÃO:
Moisés depois de uma brilhante vitória ergueu um altar a Deus e em seguida atribui-lhe um nome:Jeová Nissi – “O Senhor é a minha bandeira”.
Assim sendo, não somente o altar passa a ser algo muito significativo como também este nome passa a revelar uma característica importante de Deus, como acontece em outros nomes que pelos quais Deus se dá a conhecer ao longo das Escrituras e se faz conhecido.
Os nomes de Deus sempre estão enquadrados com a necessidade que o Homem tem de Deus, procurando receber d’Ele algum suprimento e assim sendo Deus se revela por esta mesma necessidade.
A IMPORTÂNCIA DA BANDEIRA
Para a expressão bandeira encontramos nas Escrituras pelo menos mais 3 termos identificativos:
- Pendão,
- Estandarte
- Insígnia
Desde a história mais remota o homem sempre procurou identificar-se com uma bandeira, ou ter uma bandeira que o identificava. Os países têm bandeiras, os distritos têm bandeira, as freguesias têm bandeiras, as instituições têm bandeiras, etc, etc.
A atitude de Moisés prova esta importância! Se a bandeira fosse algo desprezível, sem valor; Moisés nunca aplicaria tal distinção a Deus – Àquele que acabava de dar ao povo de Israel tamanha vitória, sobre seu inimigo Amaleque.
Maioria das vezes o valor de algo, não está no valor monetário mas sim no grande valor sentimental que algo tem para nós, ainda que outros não valorizem do mesmo modo que nós.
Neste aspecto, o Deus que Moisés valorizava e amava era o Deus que lhe concedeu vitória, e era desprezada pelas demais nações, inclusive por Amaleque.
O Deus que nós amamos e valorizamos, não por aquilo que Ele nos dá, mas por aquilo que Ele é, poderá ser o Deus que não é compreendido nem valorizado pela nossa família, amigos, colegas de trabalho, colegas de escola etc. Mas que importa isso?
O Deus que nós amamos e valorizamos, não por aquilo que Ele nos dá, mas por aquilo que Ele é, poderá ser o Deus que não é compreendido nem valorizado pela nossa família, amigos, colegas de trabalho, colegas de escola etc. Mas que importa isso?
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| Fonte |
Acredito que há muitos portugueses que não sabem o significado de sua bandeira, respectivas cores e símbolos. A bandeira do nosso país é tão importante que o desrespeito à bandeira nacional é contemplado com punição perante a lei portuguesa. Se quiser saber mais sobre os significados da bandeira portuguesa. Aceda AQUI
No aspecto espiritual também há muitos crentes que hoje não conhecem a sua bandeira espiritual, não conhecem a Deus, apesar de proferirem o Seu nome. Porém Moisés conhecia bem o Deus a quem servia. Somos alertados a prosseguir a cada dia em conhecer ao Senhor.(Os.6:3)
Quando um povo saía à guerra sempre levava consigo, os seus objectos de sorte, para que a batalha fosse realmente ganha. O povo de Deus como um exército que é, e estando numa guerra espiritual, também necessita de levar consigo aquilo que lhe pode garantir a sorte, a guarda, a segurança. A presença do Deus vivo, a bandeira, o estandarte, a insígnia, é Ele que guarda nossa dianteira e retaguarda (Is.52:12).
Há pessoas para onde quer que vão, sempre levam objectos que segundo dizem: “São objectos de sorte, amuletos”. O povo de Deus sabe que é Ele que “sustenta a nossa sorte” (Slm.16:5), onde quer que possamos ir. Aos salvos é-lhes dado uma bandeira, para estar de contínuo com eles(Slm.60:4)
As bandeiras aparecem em momentos de grande importância tais como:
- Em discursos importantes do país
- Em funerais de pessoas importantes do governo e não só, a bandeira muitas vezes cobre a urna.
- Nos aviões está presente a bandeira
- No serviço militar é prestado muitas vezes honras à bandeira, nomeadamente no conhecido: Juramento de Bandeira
- Em certos desfiles nacionalistas sempre encontramos a bandeira a tomar a frente do desfile
Algo que não podemos esquecer que para além de sermos portugueses, somos do céu e por isto a primeira pátria a ser defendida é a pátria celestial (Flp.3:20)
O QUE TRANSMITE UMA BANDEIRA
1) A BANDEIRA TRANSMITE UMA IDENTIFICAÇÃO (Nm.1:51,52; 2:2,3,10,17,18,25)
Quando surge os mundiais de futebol, e não só, não é nada raro as pessoas mostrarem o apoio ao seu país identificando-se com este colocando a bandeira em suas casas.
Vemos que cada grupo de 3 tribos tinham uma bandeira identificativa, para assim desta forma melhor de identificarem em termos da sua posição no arraial. Assim sendo a bandeira passava a ser a identificação destas tribos
A Tradição Judaica acredita que as insígnias das tribos estavam relacionados com os 4 animais de Ezequiel (1:10) e de Apocalipse (4:7) e eram da seguinte forma:
Judá, Issacar e Zebulom – ao Leste com 186 400 homens (Leão de ouro com fundo escarlate).
Efraim, Manassés e Benjamim – ao Oeste108 100 homens (Boi negro em fundo dourado).
Rúben, Simeão e Gade – ao Sul com 151 450 homens (Homem em dourado).
Dã, Aser e Naftali – ao Norte com 157 600 homens (Águia dourada em fundo azul). Este número totalizava 603 550 homens acima dos 20 anos, não incluindo a tribo de Levi.
Perante tanto povo haveria realmente ter algo que a uma certa distância considerável identificasse cada tribo. Pergunto:
Perante tanto povo haveria realmente ter algo que a uma certa distância considerável identificasse cada tribo. Pergunto:
Será que estamos a identificarmo – nos com o nosso Deus, e Ele connosco? Será que as pessoas olhando para nós facilmente vêem Cristo em nós?
Querer ocultar sua bandeira é ocultar seu patriotismo. Há muitos que em certos lugares tem vergonha de revelar sua identificação celestial, não querendo identificar-se com Deus. Porém sabemos que “quem se envergonhar d’Ele neste mundo Ele se envergonhará diante do Pai” (Mc.8:38). Paulo também dizia que “não se envergonhava do Evangelho, pois era salvação” (Rm.1:16)
Espiritualmente se Deus for a nossa bandeira de identificação, então com certeza Deus se vai identificar connosco. Lembremo-nos que Jesus se identificava com a Igreja primitiva, pois cooperava com eles com sinais prodígios e maravilhas. (Mc.16:20)
Aquele que se identifica com Deus jamais será confundido (Rm.9:33;10:1)
Os cristãos do passado identificavam-se com um símbolo do peixe
Por vezes diz-se acerca de determinadas pessoas que são: "Pessoas sem bandeira", ou seja, não se identificam com nada.
2) A BANDEIRA TEM UM GRANDE VALOR QUANDO ERGUIDA (Is.18:3; 49:22; 62:10, Jr.4:6)
Arvorar significa: Plantar árvore, levantar alto na vertical, erguer num sítio bem visível
As pessoas fazem grande questão de levantarem suas bandeiras quando a felicidade está em seus corações – Quanto mais alta estiver, melhor.
Podemos comparar uma bandeira a uma luz. Jesus disse que a luz tinha a sua importância mas sim colocada no velador (Mt.5:15). Este velador era um lugar relativamente alto para que pudesse iluminar a casa o mais possível. O mesmo se passa com a luz de um farol num porto – Quanto mais alto estiver mais visível ao longe se tornará.
Um dos faróis que ganhou bastanta fama pela sua altitude (135 metros) foi o de Alexandria, ficava situado na ilha de Faros, no Egipto mandado construir por: Alexandre Magno. Podia ser visto a mais de 50 km. Considerado como o primeiro farol do mundo e uma das sete maravilhas do mundo.
Uma bandeira arrumada não tem valor algum, pois aí não é vista por ninguém que está em casa ou passa no local.
Para bandeiras importantes sempre procura-se uma haste bem elevada. A bandeira nacional sempre deve ficar na haste mais elevada, segundo o que diz na instituição portuguesa.
O nosso Deus sendo tão importante para nós, deverá ser erguido em nossas vidas para que em qualquer lugar que estejamos todos possam vê-Lo.
O porta-bandeiras sempre ergue a bandeira acima de sua cabeça. De igual modo nós devemos tomar a mesma atitude: o importante não somos nós, é Ele que deve ser visto, é Ele que deve ser glorificado não nós. (At.3:12)
É necessário que Ele cresça e que nós diminuamos, como disse João Baptista (Jo.3:30)
Judeus usam o quipá para demonstrar entre outras coisas que Deus está acima de sua cabeça e Ele dever ser lembrado a cada momento.
Num discurso, se a bandeira está fixa na parede e não colocada num mastro sempre fica acima da pessoa que vai discursar, a pessoa nunca pode tapar com o seu corpo a bandeira.
Há um artigo que diz que a bandeira português quando é erguida deverá estar em condições perfeitas para não manchar a honra do país. Espiritualmente sabemos que somos nós que muitas vezes não estamos em condições de erguer esta bandeira. Muitos por assim proceder provocam escândalos ao nome de Deus e àqueles que os rodeiam. “Ai do homem por quem o escândalo vem” (Mt. 18:7 comp. IICor.6:3)
3) A BANDEIRA TRAZ DISTINÇÃO (Cnt.5:10)
É exactamente por alguém levar a bandeira que a pessoa se distingue das outras. O “mérito” está na bandeira e não na pessoa. Levar uma bandeira é um sinal de honra. Reparemos que a amada distingue o seu amado de entre milhares, tudo isto por causa da bandeira, é a bandeira que marca toda a diferença.
O Senhor também tem um povo distinto dos outros, um povo separado, santo, especial e é exactamente este que deve erguer o nome de Deus. Os outros não possuem condições para tal.
O Senhor também fez questão de lembrar a Israel que quem o tornava um povo especial era realmente Deus (Is.12:6, Ex.33:3,15,16;13:21;34:9, Nm.14:14, Dt.4:7, IISm.7:23)
Neste tempo de grande confusão espiritual somente a observância de uma forma sincera e fiel da Palavra de Deus e do Deus da Palavra é que pode marcar a diferença entre aquele que O serve e o que não o faz (Ml.3:18). É algo de muito privilégio mas também de muita responsabilidade, afinal estamos separados[Ekklesia] exactamente com este propósito.
Isto deve atrair nossa atenção para a graça de Deus que foi ela que nos fez participantes da Sua presença em nós. Podemos trazer Cristo em nós porque foi Ele que aprouve salvar-nos, “foi Ele que nos fez ovelhas de Seu pasto” (Slm.100:3; 79:13)
4) A BANDEIRA PODE SER OU MARCAR UM PONTO DE ENCONTRO (Is.5:26; 11:10-12; 13:2)
Pelos textos depreendemos que a bandeira funcionaria como um ponto de encontro, onde todos concorreriam para a mesma.
No aspecto espiritual Cristo é realmente também o nosso ponto de encontro. Quando nos reunimos na casa de oração fazemo-lo à volta da Sua pessoa. Ele é realmente a bandeira a qual os fiéis correm para lá. Quando estamos em nossas casas e estamos no nosso momento devocional, é à volta d’Ele que nós nos reunimos. Se não tivéssemos esta certeza de nada nos aproveitará toda esta devoção.
Segundo entendo pelas Escrituras será apenas enquanto a Igreja permanecer neste mundo que Jesus, pelo Seu Espirito estará presente. (Apoc.22:17, IITess.2:2,3,6,7)
Podemos também relembrar que o povo de Israel reunia-se à volta do tabernáculo para aí Deus falar, assim sendo o tabernáculo se tornava um lugar de encontro, o lugar da presença de Deus.
5) A BANDEIRA PODE REVELAR UM ESTADO DE ESPÍRITO (Slm.20:5, Jr.4:21)
Tomemos com exemplo uma bandeira a meia haste. Isto pode significar a morte de alguém (luto), ou um acto comemorativo. Também pode significar que a entidade referente está a trabalhar fora das normalidades, tenho como exemplo um quartel em fim de semana.
Podemos com certeza afirmar que quanto mais alto Deus estiver colocado em nossa vida, melhor irá ser o desenvolvimento da mesma. Se Deus não preencher tudo em nós, não teremos vidas cheias da Sua alegria, do Seu amor, da Sua paz, etc.
Nós vemos crentes desiludidos e frustrados com sua vida e relação com Deus, isto porque não deixam que a cada dia Deus preencha mais um pouco de seu ser. A cada dia como sentia o Salmista Davi, há uma necessidade extrema de Deus renovar-nos pelo Seu Espírito (Slm.51:10).
O crente que possui uma vida com Deus a “meia haste” é um crente infeliz. Uma das coisas que revela a infelicidade de alguém assim é realmente a busca, a procura de uma felicidade fictícia nas coisas que o mundo oferece.
Nota: Segundo o Decreto-Lei n.º 150/87, de 30 de Março, Artigo 7.3, antes de uma bandeira ser posta a meia haste sempre deverá ir ao topo e quando é para retirar a bandeira do mesmo modo deverá ocorrer. Para saber mais sobre este e mais assuntos sobre como proceder com a bandeira, aceda AQUI
6) A BANDEIRA DEIXA UMA MARCA DE PODEROSOS (Jr.50:2, Slm.74:3,4)
Outra tradução do Slm.74:3,4 diz: “Os vossos adversários rugiram contra no lugar das vossas assembleias, arvoraram, como troféus, as suas bandeiras”.
Podemos subentender e deduzir que um povo, uma nação quando ganhava uma batalha, uma guerra tinham por costume fixar como sinal de poder, força, superioridade, vitória, fixar a sua bandeira de identificação. Isto também revela a preocupação que havia em criar a sua bandeira.
Há imensas manifestações políticas que a atitude destas pessoas é realmente queimarem a bandeira do país inimigo.
No dia 20 Julho de 1969, Neil Armstrong, ficou para a história como o primeiro homem a pisar a lua. Como marca de poder e vitória ele fixou na lua uma bandeira do seu país – a América.
Espiritualmente o mesmo tem de acontecer. Temos o dever de onde quer que passemos deixar bem fixado a marca da nossa bandeira – Cristo em nós! Este Deus tem que ser manifesto em todo o lugar que passamos.
É por meio de nós, da Sua Igreja, que Deus se revela ao mundo como o Deus de Glória e Poder na vida daqueles que simplesmente deixam-se guiar por Ele.
Infelizmente muitos querem e deixam suas marcas para a posteridade lembrar deles; Nós como Igreja devemos e temos a responsabilidade de deixar marcas de testemunho neste mundo para que Cristo seja glorificado.
7) A BANDEIRA REVELA UM ESPÍRITO DE ACORDO, ABNEGAÇÃO, HUMILHAÇÃO E RENDIÇÃO
Podemos usar como exemplo algo que acontecia por vezes em uma guerra: Erguer uma bandeira branca, como sinal de rendição.
Quando Cristo foi erguido, levantado na cruz do calvário Ele tornou-se a bandeira da nossa reconciliação com Deus (Ef.2:12,13,16)
Assim como erguer uma bandeira branca em meio a uma guerra era sinónimo de paz, também diz-nos as Escrituras que “Ele[Jesus] é a nossa paz” (Ef.2:13,14). É por Ele que Deus olha para nós e aceita nossa condição como pecadores justificados. Sendo Cristo levantado por nós perante Deus, Deus aceita nossa condição de rendidos, de rendição, assim como acontece numa guerra.
Jesus disse: "E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim." (Jo. 12:32)
Jesus disse: "E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim." (Jo. 12:32)
Também neste aspecto de humilhação e rendição temos em Cristo o exemplo máximo, quanto a render-se à vontade de Seu Pai celestial, foi Ele que disse: "...todavia não se faça a minha vontade, mas a tua." (Lc. 22:42)
Muitos olham para a cruz de Cristo e Sua morte como um sinal de derrota porém vemos em toda a Escritura que de outra forma não teríamos paz com Deus (Flp.2:5-11)
8) A BANDEIRA É UM MEIO DE COMUNICAÇÃO E AVISO (Is.59:19,20)
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Nas praias as bandeiras são sinais de aviso. Através das cores consegue-se perceber o estado do mar, sem linguagem oral, consegue-se comunicar. De igual modo podemos ver este tipo de linguagem quando observamos os carros da presidência, trazendo a bandeira do(s) país(es) em duas pequenas hastes, na parte da frente do mesmo.
Podemos assim afirmar a partir destes pensamentos que a bandeira é sem dúvida um meio de comunicação transmitindo uma mensagem. É exactamente isto que Cristo tem que ser para nós – A nossa mensagem, o que é realmente importante de ser falado e dito. (ICor.2:2)
Hoje em dia as muitas palavras de pouco têm valido, porém creio que a nossa própria vida sendo é aquela que fala mais alto.
As pessoas precisam ver Cristo em nós, através da mudança que Ele está a efectuar a cada dia em nossa vida em nosso carácter.
É importante que as pessoas fiquem inescusáveis, sem desculpa diante de Deus, sendo nós o meio pela qual Deus usa (Rm.1:20).
CONCLUSÃO:
Rogo a Deus para que nós a cada dia possamos levantar um altar a Deus, sendo a nossa própria vida este mesmo altar, e ergamos sem vergonha, sem receio, a nossa bandeira - Jeová Nissi.
Nota: Quero deixar meus agradecimentos pela imagem de apresentação(Jeová Nissi) à minha amiga e irmã na fé, Débora Barcelos, mais conhecida entre os amigos e na blogosfera por "Abelha10"; Entre os inimigos não sei, perguntem a eles(risos). Visitem seu blog AQUI.
CONCLUSÃO:
Rogo a Deus para que nós a cada dia possamos levantar um altar a Deus, sendo a nossa própria vida este mesmo altar, e ergamos sem vergonha, sem receio, a nossa bandeira - Jeová Nissi.
Nota: Quero deixar meus agradecimentos pela imagem de apresentação(Jeová Nissi) à minha amiga e irmã na fé, Débora Barcelos, mais conhecida entre os amigos e na blogosfera por "Abelha10"; Entre os inimigos não sei, perguntem a eles(risos). Visitem seu blog AQUI.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
A TENDA NA ROCHA: Graciosos detalhes da arca de Noé
A TENDA NA ROCHA: Graciosos detalhes da arca de Noé: Wilma Rejane Vamos fazer um passeio pelos dias de Noé? A Bíblia nos diz que aquela foi uma época de corrupção, onde os homens não ou...
A TENDA NA ROCHA: Graciosos detalhes da arca de Noé
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domingo, 31 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
AS GUERRAS E VITÓRIAS DO CRISTÃO
As guerras e vitórias do cristão
Quem não tem luta é soldado morto
Os israelitas foram escravos no Egito até que Deus os libertou por intermédio de Moisés. Israel venceu Faraó sem lutar. A vitória foi conquistada pelo sangue do cordeiro (Ex.12). Entretanto, quando chegaram a Canaã, encontraram os gigantes, contra os quais deveriam pelejar (Nm 13).
“Nosso problema era com os egípcios. Agora, precisamos lutar contra os cananeus. Não esperávamos por isso”.
Quando começamos a buscar o propósito de Deus, encontramos novos problemas, até maiores do que os antigos. São novos desafios. Algumas situações são resolvidas por Deus, mas outras são de nossa responsabilidade e ele nos ajudará.
Isso acontece também no plano natural. Quando éramos recém-nascidos, nossos pais resolviam tudo para nós, mas, na medida em que fomos crescendo, precisamos aprender a resolver problemas, e eles são cada vez maiores. Isso faz parte do processo de desenvolvimento e amadurecimento.
Os hebreus ficaram decepcionados com Deus e com Moisés. Ao verem os cananeus, sentiram “saudade” dos egípcios.
“Então toda a congregação levantou a voz e gritou; e o povo chorou naquela noite. E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e Arão; e toda a congregação lhes disse: Antes tivéssemos morrido na terra do Egito, ou tivéssemos morrido neste deserto” (Nm 14.1-2).
Muitos cristãos também se decepcionam porque alimentaram uma expectativa errada em relação ao Cristianismo. Esperavam uma vida tranquila, mas encontraram muitos gigantes pela frente. Nesses momentos, nossa fé é desafiada. Precisamos continuar crendo que, se os inimigos são grandes, a vitória será ainda maior. Temos condições de enfrentá-los e vencê-los pelo poder de Deus, em nome de Jesus!
Somos soldados
O propósito do Senhor para Israel era transformar escravos em guerreiros. Eles não se tornariam turistas.
Após a conversão, podem surgir muitas lutas na vida do cristão. Isto é normal. Afinal de contas, somos soldados.
“Sofre comigo como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra” (2Tm 2.2-3).
Somos guerreiros, mas queremos viver em paz. É um paradoxo. Fazemos parte do exército de Deus e nenhum cristão está dispensado deste serviço militar.
Podemos ter paz interior, paz com Deus, com o próximo etc, mas não com Satanás. Estamos em constante guerra espiritual.
O escravo tem muitos problemas e dificuldades. O soldado tem outros tipos de problemas. Ninguém está livre deles.
Alguém pode perguntar qual é, afinal, a vantagem de ter se convertido. Você continua na guerra, mas agora está do lado certo.
Em nossas orações, estamos pedindo vitória ou cancelamento da guerra? Devemos pedir armas e munição: conhecimento, sabedoria, prudência etc. Devemos usar as armas que Deus já nos deu. Entram nesse contexto as virtudes e valores reunidos na “armadura de Deus” citada por Paulo (Ef 6.10-18).
O livro de Josué narra as batalhas e conquistas de Israel. Depois da peregrinação no deserto, decidiram assumir seu papel de guerreiros, sabendo que a luta era inevitável.
O livro de Juízes mostra um período conturbado em que os inimigos oprimiram Israel e Deus levantou líderes para libertá-los repetidas vezes. Nesse tempo, os israelitas estavam divididos, chegando, inclusive a lutarem contra os próprios irmãos.
Erros de guerra
Alguns exemplos seriam: desertar; ir para a batalha desarmado; não saber usar as armas; enganar-se na identificação do inimigo ou usar estratégia ineficaz.
Entre as ocorrências bíblicas, podemos citar:
Js 7– Acã cobiçou os bens do inimigo, os quais Deus havia proibido. Isso foi causa de derrota para Israel.
Js 9– Josué foi enganado pelos gibeonitas, que fingiram ser amigos, e fez aliança com eles.
Jz 12 – Os gileaditas combateram os efraimitas, embora todos eles pertencessem à nação israelita.
Jz 13 – Sansão dormiu com a inimiga Dalila. Intimidade com o inimigo é algo inadmissível. Entram aqui os pecados sexuais.
Os erros de guerra acarretam muitas derrotas que poderiam ser evitadas.
Identifique seu inimigo
Em qualquer guerra, é fundamental que as partes combatentes sejam bem identificadas.
Quando se diz que determinado país está em guerra, a pergunta imediata é: “contra quem”?
Nos casos de guerra civil, o inimigo é interno. Os cidadãos do mesmo país matam-se uns aos outros. Será que isso acontece entre irmãos?
Identifique seu inimigo! Está escrito que “não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade nas regiões celestiais.” (Ef 6.12).
Seu inimigo não é a sogra, marido, esposa, vizinho, colega de trabalho ou de escola.
Quando os inimigos do homem são seus próprios familiares, conforme está escrito (Mt 10.36), verifica-se uma distorção causada pelo pecado, pois este não é o propósito de Deus para a família.
Existe uma realidade espiritual por trás de muitos problemas e conflitos naturais. Satanás e seus demônios estão agindo, embora não possamos generalizar e espiritualizar tudo. Quantas vezes deixamos de lutar contra os poderes das trevas e investimos contra os seres humanos a quem deveríamos amar?
Podemos denunciar heresias para que não avancem em nosso meio, mas não fomos chamados para lutar contra os irmãos nem para combater igrejas ou denominações cristãs.
Quando os gileaditas combatiam seus irmãos efraimitas, faziam um teste. Pediam que o suspeito falasse a palavra “sibolete” , palavra hebraica que significa “rio”. Se ele, por uma dificuldade de pronúncia, dissesse “chibolete”, ficaria provado que era um efraimita. Nesse caso, era imediatamente executado (Jz 12).
Pequenas diferenças entre os irmãos não devem ser suficientes para que nos tornemos adversários. Enquanto lutamos uns contra os outros, o verdadeiro inimigo, que é Satanás, prospera em muitos dos seus intentos.
Lutas desnecessárias
Algumas vezes, entramos em guerras que não são nossas. Isso pode ser correto, como fez Abraão para libertar seu sobrinho Ló (Gn 14). Entretanto, é preciso discernimento para não vivermos assumindo problemas alheios. Em outra ocasião, quando Ló precisou sair de Sodoma, Abraão não foi lá buscá-lo, mas apenas intercedeu de longe.
O pecado nos coloca em lutas que não faziam parte do propósito de Deus para nós. São guerras desnecessárias. Por exemplo, o sexo fora do casamento, a prostituição e o adultério podem trazer doenças venéreas, gravidez indesejada, divórcio, pensão alimentícia e outras situações que poderiam ser evitadas. Algumas delas, depois de estabelecidas, não podem ser eliminadas.
Nossas armas
Em nossas pelejas, podemos estar utilizando armas erradas. Se alguém nos maldiz, maldizemos? Se alguém nos calunia, caluniamos? Não podemos usar as armas do inimigo (Satanás), pois ele as domina muito melhor do que nós.
Paulo disse:
“Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e o suportamos” (1Co 4.12b).
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21).
“As armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas” (2Co 10.4).
Uma das nossas armas é a Palavra de Deus. Foi com ela que Cristo venceu Satanás no deserto (Mt 4). Precisamos conhecer a Bíblia para utilizá-la com êxito. Quem não sabe usar uma arma, pode ferir-se com ela, ou ferir outras pessoas indevidamente.
Outra arma que temos a oração. Diante de qualquer luta, nossa primeira providência deve ser orar.
Que Deus nos ajude a lutar corretamente, sabendo que, em Cristo, nós já somos mais do que vencedores.
:: Pr. Anísio Renato de Andrade - Colaborador do Portal Lagoinha.com E-mail: www.anisiorenato.com
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
O Pregador: Três símbolos do sucesso espiritual
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TEÓLOGANDO
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O Pregador: Lute as suas batalhas de joelhos
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domingo, 20 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Ministério Flávio Alves: O Poder da Oração e a Resposta Divina- Esboço
Ministério Flávio Alves: O Poder da Oração e a Resposta Divina- Esboço: O PODER DA ORAÇÃO E A RESPOSTA DIVINA Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a ...
quarta-feira, 25 de junho de 2014
O SILENCIO DE DEUS
O SILÊNCIO DE DEUS
"Até quando, ó verdadeiro e santo dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram". Apocalipse 6:10-11.
"Virá o nosso Deus, e não se calará; um fogo se irá consumindo diante dele, e haverá grande tormenta ao redor dele". Salmo 50:3.
A primeira das passagens acima nos dá o clamor das almas mártires que João viu debaixo do altar do templo celestial. Seus apelos são para justiça contra os seus assassinos. Aqui temos prova de que a alma não existe numa forma inconsciente durante o período intermediário. Estas almas estão conscientes. Elas clamam pelo julgamento da terra.
Em resposta aos seus clamores, eles recebem vestes brancas; sinal de que seus clamores pelo julgamento dos ímpios são justificados. Enquanto vivo, o santo deve orar pelos seus inimigos, mas após a morte ele ora contra seus inimigos. Estas almas mártires são avisadas que devem esperar pelas outras almas que serão mortas pela causa de Cristo. Tudo isto indica que esta dispensação de misericórdia findará em cruel perseguição dos filhos de Deus. Parece que os dias de martírio estão tanto no futuro quanto foram no passado para os santos. E ninguém sabe quando será chamado para confirmar sua fé com seu próprio sangue. Quem sabe se num futuro breve veremos algum decreto do governo que nos provará para ver se obedeceremos a Deus ou ao homem?
O próximo trecho é seqüência deste. Veremos nele o tempo quando o clamor dos mártires será ouvido e a vingança será executada. Nosso Deus virá, e não permanecerá em silêncio; um fogo devorador virá diante dEle e haverá tempestade em seu redor. O trecho fala do tempo quando a longanimidade de Deus findará, e Cristo vem com julgamento, mesmo em chama ardente, vingando-se dos que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho. 2 Tessalonicenses 1:8.
O PROBLEMA DUM DEUS SILENCIOSO
Queremos significar com o termo, "silêncio de Deus", que Deus não está Se manifestando publica e abertamente como fez em outros tempos. Isto é, Ele não está operando milagres em público como antigamente. O dicionário diz que milagre é um acontecimento que não pode ser atribuído às forças da natureza, sendo, portanto, atribuído à força sobrenatural. E nós indicamos com o termo milagre público, em milagre que prova sem sombra de dúvida a existência de Deus. Robert Anderson diz que desde os tempos apostólicos não houve milagre público que provasse a existência de Deus. Um céu silencioso é o maior mistério de nossa existência. Um céu em silêncio é a maior prova à fé dum santo. O ateu não crê na possibilidade de milagres, pois ele não crê na existência dum Deus pessoal e poderoso. O problema do crente é a ausência de milagres. Como crente num Deus pessoal, poderoso, e que ama, ele não entende porque os milagres não são comuns em nossos dias.
Se existe um Deus, porque Ele permite as coisas serem como as vemos hoje? Por que Ele não se ergue e põe abaixo o erro e a rebelião desta terra? Por que Ele permite que os ímpios oprimam aos justos? Se há um Deus Todo-Poderoso, por que Ele não age? São estes os clamores de mães que vêem seus filhos na miséria das guerras. Como pode um Deus bondoso e poderoso ficar em silêncio diante de tal desprezo dos inimigos e do clamor de Seus filhos? Se há um Deus Todo-Poderoso e pessoal por que sofrem os justos, ao passo que os perversos prosperam? Em face destas questões é que os ímpios estabelecem suas vidas e os crentes enchem-se de frustração e perplexidade.
Nos dias de Moisés Deus estava abertamente operando milagres de maneira que mesmo os perversos mágicos egípcios tinham que confessar: "Isto é o dedo de Deus". Êxodo 8:19. E nos dias do ministério de Cristo aqui na terra, os milagres eram comuns e nem sequer eram questionados pelos Seus adversários. Seus milagres O fizeram famoso, mas não ganharam nenhum verdadeiro adepto. Em João 2:23 lemos que "estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos vendo os sinais que fazia, creram no seu nome. Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia; e não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem". Os que confiavam pelos sinais que viam não eram de confiança.
Os milagres continuaram através dos dias dos apóstolos, mas tornavam-se mais raros ao fim da era apostólica. O dom de milagres foi divinamente entregue e distribuído entre os membros das primeiras igrejas.
A AUSÊNCIA DE MILAGRES PÚBLICOS HOJE
É óbvio que não temos os milagres públicos hoje, pelo menos não da mesma inconfundível maneira como em outros tempos. Sei que hoje alguns dizem ter a capacidade de operar milagres de cura e de falar em línguas (geralmente seus limites são estes dois), mas algo está tão manifestadamente faltando nestes seus ditos milagres que encontramos logo muita desconfiança. E quando investigados há lugar para interrogação, que não era o caso nos dias de Cristo e dos apóstolos.
Há um problema com o silêncio de Deus. Quando Pedro encontrava-se na prisão esperando a morte, Deus mandou um anjo para livrá-lo. E Paulo foi milagrosamente libertado em Filipos. Mas desde estes tempos milhões de santos já foram martirizados, e seus clamores pelo livramento não foram ouvidos até o momento presente. Os céus acima são como metal que reflete os pedidos.
Nos dias da escravidão de Israel, Faraó disse: "Quem é este Senhor a quem ouvirei"? Deus aceitou o desafio desta monarca soberba e demonstrou Seu poder de maneira terrível; mas nos dias presentes os homens desafiam a Deus e até mesmo ridicularizam a idéia dum Deus pessoal; e os céus nada dizem. Carlos Smith e outros ateus teóricos quase desgastaram todas as palavras más condenando a religião, negando a Deus, e empilhando os abusos contra a Bíblia; e a todos estes ataques, Deus continua em silêncio.
EXPLICAÇÃO DO SILÊNCIO DIVINO
O silêncio de Deus, diante de Seus desafiadores que O querem combater, pode ser explicado. O silêncio de Deus aos Seus filhos suplicantes tem explicação. Qual é a explicação?
RESPOSTAS NEGATIVAS
1. Não é por falta de poder que Deus permanece no silêncio. Ele nunca se encontra incapacitado diante da oposição. Não há crise com Deus. "O que a sua alma quiser, isso fará". Jó 23:13. Ele pode livrar Seus filhos de todos os perigos. Com fé podemos cantar:
2. Não é por falta de interesse. O Pai celestial é o mais sábio e o melhor dentre os pais. Ele nunca comete erro no cuidar de Seus filhos.
Recebemos a ordem de colocar todos os nossos cuidados sobre Ele, sendo que Ele cuida de nós. Quando clamamos a Ele em nossas angústias, e Ele não responde como queremos que Ele responda, não pense que Ele não se importa. É por causa de Seu cuidado por nós que muitas vezes não recebemos o que pedimos. Ele é mais sábio do que nós em nossos pedidos. É o nosso amor e interesse em nossos filhos que nos fazem negar certos pedidos. Quando estamos doentes e pedimos que Deus nos cure, e isto não acontece, fiquemos certos que é melhor estarmos doentes. Deus nos ensina certas coisas na cama da enfermidade que de outra maneira jamais aprenderíamos. Algumas lições são melhores aprendidas com enfermidades do que com saúde. A Bíblia é um livro mais doce no quarto do doente que na oficina. Se orarmos pelo nosso livramento dos nossos inimigos, e Ele não livra, é para que o ouçamos Ele dizer: "Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é reino dos céus". A maior honra que a perversidade pode prestar à justiça é persegui-la. É dom de Deus podermos sofrer pelo Seu nome. Spurgeon escreve: "Não por nenhuma falta pessoal, mas simplesmente por causa do caráter temente a Deus, que os Daniéis de Deus são desprezados: mas são abençoados pelo que parece ser uma maldição".
3. Não é por falta de conhecimento da parte de Deus. A onisciência de Deus é uma das verdades mais preciosas ao crente. Um dos mais belos salmos de Davi é o Salmo 139:1-3, onde é celebrada a onisciência de Deus: "Senhor, tu me sondas, e me conheces. Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos". Eis aqui uma ótima prova para minha espiritualidade. Será que me alegro no fato de que Deus conhece tudo ao meu respeito? É bom saber que Deus sabe do nosso desprezo e de nossa luta contra o mal. Ele sabe que Seu povo tem fome e sede de justiça, e Ele prometeu encher os Seus com retidão e justiça. Certamente Ele nos encherá de justiça, pois foi Ele que provocou em nós tal sede. Um dia todo santo será perfeito como deseja ser.
4. O silêncio de Deus não indica Sua ausência no trono. Deus ainda está no trono. Ele ainda opera todas as coisas segundo o conselho de Sua vontade. Mas Ele não está ainda governando abertamente diante do público. Ele está por detrás do palco dirigindo o drama da história humana. Seu reino é secreto e não público. Ele governa por intermédio da providência e esta é misteriosa. Seus julgamentos são insondáveis e além da nossa compreensão. Romanos 11:33. O dedo de Deus está operando no dia de hoje, mas o mundo não vê. Ele está operando milagre no presente século, mas não de forma pública.
5. O silêncio de Deus não é por falta de fé por parte do Seu povo. Este não é o motivo para a ausência de milagres ao público nos dias atuais. Muitas vezes ouvimos dizer que se o povo de Deus tivesse hoje a fé de Pedro e de Paulo, veríamos também milagres públicos. Não cremos nisto. Não estamos argumentando que temos a fé que devemos ter, mas este não é o motivo para a falta de milagres. Os milagres foram objetos de testemunho a Israel como uma nação, e quando o Evangelho passou dos judeus para os gentios os milagres cessaram. Os milagres tinham como propósito confirmar a Jesus como o Messias. Os milagres eram a carteira de identidade de Cristo. Mencionaremos um caso como ilustração: Um dia um leproso veio ao Senhor e o louvou dizendo: "Se queres, bem podes limpar-me". O Senhor o curou com um toque, e advertiu que não dissesse a ninguém, mas que fosse ao sacerdote para ser pronunciado limpo. Marcos 1:44. Desta maneira ele estaria testificando, pelo sacerdócio, que havia um dentre eles que podia curar a lepra, sendo portanto o sacerdote. Mesmo com todos os milagres que testificavam da presença do Messias, a nação rejeitou o Cristo (o Messias) no Seu ministério pessoal e no ministério de Seus apóstolos: e assim cessaram-se os milagres.
RESPOSTAS À QUESTÃO DE MANEIRA POSITIVA
1. A natureza ou tipo de obra divina no século presente não requer milagres. Se fossem necessários, fique certo de que os teríamos. Ele é tão capaz de operar milagres nos dias de hoje quanto era nos dias dos apóstolos. Este é o dia de salvação, e os milagres não são necessários à fé. Isto é, milagres públicos, como o homem rico queria que fossem operados. Quando levantou os olhos do Hades e viu a Abraão rogou que mandasse Lázaro levantar-se dos mortos para pregar aos seus cinco irmãos que ainda viviam num mundo de incredulidade. Ele contendia que se alguém se levantasse dentre os mortos eles se arrependeriam. Mas a resposta foi que se eles recusavam a mensagem de Moisés e dos profetas... se não acreditavam na Palavra de Deus? não seriam convencidos da verdade ainda que alguém se levantasse dos mortos. Lucas 16:27-3. A fé vem pelo ouvir, e ouvir pela palavra de Deus. Romanos 10:17. Os milagres não são necessários para se haver fé. Uma certa senhora, que acreditava em muitas teorias contrárias às Escrituras, vendo a firmeza de D. F. Sebastian, grande homem de Deus, tentando convencê-lo disse: "Se pudesses ver o que já vi, crerias da mesma maneira que eu creio". Este homem perspicaz e grande servo de Deus, prontamente respondeu: "Se pudesses ouvir o que já ouvi, crerias como eu creio".
2. Os milagres não são necessários para provar o amor de Deus pelos pecadores. Não temos direito algum de pedir milagres de Deus como prova de Seu amor para conosco. Mesmo assim tal pedido seria prova de nossa incredulidade. Temos Sua Palavra de que Ele ama aos pecadores, e se tomarmos o lugar de pecador e confiarmos no Salvador que Ele providenciou, teremos certeza de que Ele nos ama. Deus já provou com grande evidência o Seu amor para com os pecadores na dádiva de Seu Filho para morrer por eles, e se Ele operasse um milagre para provar o mesmo, isto seria prêmio para a incredulidade. Os milagres nunca salvaram ninguém, mesmo nos dias quando eram comuns. Judas viveu com Cristo e viu a maioria de Seus milagres, porém, não foi salvo. Onde a maioria de Suas grandes obras foi feito, o povo era repreendido pela sua incredulidade. Está escrito concernente ao povo de Jerusalém: "E, ainda que tinha feito tantos sinais diante deles, não criam nele". João 12:37.
3. Os sinais ou milagres públicos, geralmente são associados ao julgamento. Os sinais do Egito foram milagres de julgamento. E os grandes sinais vindouros serão associados com o julgamento da terra. Quando Deus estiver pronto para julgar este mundo perverso, Ele começará a operar milagrosamente. O dedo de Deus será novamente visto sobre a terra. "Nosso Deus virá e não permanecerá em silêncio". Ele se manifesta agora aos Seus, eles vêem Sua mão milagrosa em seus a fazeres, mas Deus se esconde dos incrédulos. Sua Palavra satisfaz aos Seus filhos e Ele não pretende satisfazer à curiosidade néscia dos incrédulos através de milagres.
4. A Bíblia revela que haverá sinais ou milagres públicos nos últimos dias desta dispensação, mas serão do diabo e não de Deus. Nosso Senhor, falando sobre os sinais de Sua vinda, disse que falsos cristos e falsos profetas levantar-se-iam e mostrariam grandes sinais e maravilhas: de maneira que se fosse possível, até os eleitos seriam enganados. Mateus 29:24. A palavra "sinal" na passagem é a mesma que geralmente traduz-se como milagre. Em Apocalipse 13 lemos que o falso profeta fará grandes prodígios e maravilhas, e que ele fará descer fogo do céu sobre a terra à vista dos homens, e enganará aos que vivem sobre a terra por estes sinais. Em 2 Tessalonicenses 2:9, lemos que a vinda do "homem do pecado" será após as obras satânicas de poder e sinais (milagres) e de maravilhas mentirosas. Se alguém está atualmente operando milagres, tal dom é de Satanás e não de Deus, e é sinal do fim dos tempos.
Há um clamor no dia de hoje no setor religioso pelo miraculoso, o sensacional e o espetacular. Isto é porque o povo está cansado da Palavra de Deus. O povo que busca milagres como sinal ou prova do favor e da presença de Deus estão se colocando em boa posição para ser enganado. O que é sobrenatural não é necessariamente divino.
ESTE NÃO É O DIA DE JULGAMENTO
Este é o dia da salvação e não de julgamento. Este é o dia da paciência de Deus. A única pessoa com direito de julgar é Cristo, e Ele está sobre o trono da graça, em amor e graça, enquanto espera o fim dos tempos. Quando Ele romper novamente o silêncio, será com palavras de ira, e serão derramados os julgamentos que cobrirão o mundo. "Nosso Deus virá e não permanecerá em silêncio". Ele hoje Se encontra silencioso, neste dia da graça, quanto à Sua manifestação pública, mas breve vem o dia quando falará em Sua ira aos Seus inimigos para serem Seu pedestal. Ele já falou Sua última palavra de desprazer. Salmo 2.
UM CÉU SILENCIOSO!
Sim, mas este não é o silêncio dum Deus fraco e vencido. Um céu silencioso! Certamente, mas não é o silêncio dum Pai calado e indiferente. Um céu silencioso! Certamente, mas não o silêncio dum Pai que esquece os Seus filhos. É um silêncio que prova e promete que para o mais vil pecador ainda o caminho para o céu está aberto. É a segurança de que ainda vivemos no dia da salvação. Quando o crente esmorece e o ímpio se revolta, e homens pedem a Deus que Ele rompa o silêncio e mostre Sua mão sobre a terra, pouco sabem o que isto implica. Isto significará o fim da misericórdia; significará o fim do reino da graça; significará o fim do dia da misericórdia; será o fechar da porta da arca da salvação; significará o romper do dia da ira? o dia da revelação do justo julgamento de Deus.
"Conhecendo o terror do Senhor", como Paulo, persuadimos aos homens. Porque existe ira, avisamos aos homens para que escapem da ira vindoura. Sabendo que não há outro nome pelo qual somos salvos, rogamos que os homens confiem no Senhor Jesus Cristo.
Deus nos falou pelo Seu Filho. Temos a mensagem de Seu Filho na Bíblia. Ela nos diz que vida eterna está em Jesus Cristo. Ela nos diz que o Filho foi punido para que o pecador não perecesse. Despreze esta mensagem, rejeite o Filho, e quando Deus falar novamente, ouvirá Sua voz em tom de julgamento.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
A multiplicação do azeite
1. O milagre da multiplicação do azeite da viúva
INTRODUÇÃO: uma viúva de um discípulo de Eliseu estava em apuros financeiros, e os credores estavam batendo em sua porta constantemente, e ela não tinha com o que pagar as suas dívidas, e a ameaça de seus credores era de levarem os dois filhos dela como escravos para que a dívida fosse paga. Agora:
O que podemos aprender com esta história?
1-QUE TE HEI DE FAZER?
Elizeu ao ser chamado pela viúva faz esta pergunta a ela. Essa pergunta Deus faz a nós, hoje, Ele quer que venhamos expressar o que se passa no nosso coração, o que desejamos, o que necessitamos, pois devido a liberdade que o livre arbítrio nos dá, decidimos o que queremos para nossas vidas.
Essa mulher tinha a necessidade de sanar as suas dívidas. Temos que expressar para Deus a verdadeira necessidade que temos.
“Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver.” Mc10.51.
2-DIZE-ME QUE É O QUE TENS EM CASAPossuímos dons, talentos, e Deus quer nos capacitar e aprimorar mais, o Senhor quer nos usar, quer fazer de nós vasos de benção nas mãos Dele. Esta mulher tinha uma botija de azeite. Devemos valorizar o que temos, e fazer das oportunidades a alavanca para o sucesso. Sempre teremos algo para fazer, algo para oferecer, um escape, uma saída, por mais difícil que possa parecer.
3-NÃO TEM NADA EM CASA
Qual tem sido a nossa resposta a Deus. Temos valorizado tudo o que Ele tem nos dado? Devemos deixar o pessimismo, a incredulidade, o negativismo. Sempre existe um escape, um livramento, uma alternativa para sairmos de uma situação difícil. Esta mulher tinha uma botija de azeite. Deus sabe o que precisamos em nossas vidas, conhece a verdadeira necessidade que temos, e nós mesmos, muitas vezes estamos perturbados e não sabemos direito o que precisamos realmente.
4-PEDE EMPRESTADAS VASILHAS VAZIASDevemos nos ajudar uns aos outros, emprestar e não ter orgulho de pedir: seja um conselho, uma ajuda, uma oração, o ombro amigo para chorar. O orgulho de nos acharmos superiores, ou melhores, ou querer manter uma máscara demonstrando que esta tudo bem, que não nos falta nada, quando que na verdade estamos feridos por dentro, magoados, chateados, precisando de uma cura, de uma libertação, de uma transformação, de um milagre. Devemos expressar a nossa necessidade. Esta mulher teve que pedir a ajuda de seus vizinhos, teve que bater nas portas das casas para pegar vasilhas obedecendo a instrução do profeta.
5-FECHA A PORTA SOBRE TI
Há momentos que temos que nos resguardar, nos calar, nos aquietar, e aguardar o milagre, a transformação. Há tempo para nos expressar, mas também há tempo para nos calar, para ficarmos quietos, somente orando, meditando, buscando a Deus em secreto. Quando o milagre estava acontecendo, foi sem exibicionismo, foi com a porta fechada da sua casa.
6-E ELA AS ENCHIA
Precisamos agir com fé, pois a fé sem obras, sem atitudes, sem ação, é morta. A mulher pegou as vasilhas e começou a enchê-las a partir da botija de azeite que ela tinha em sua casa. Ela foi que encheu as vasilhas e não o profeta. Este somente deu a orientação. Da mesma forma, Deus nos orienta, conforme as nossas forças e os nossos recursos, a agirmos e buscarmos a solução para os nossos problemas. Mas nós que temos que correr atrás, que buscar, que agir.
7-CHEGA-ME AQUI MAIS UMA VASILHA
Os filhos da viúva já haviam percorrido todas as casas próximas e pegado todas as vasilhas que haviam para levar para a sua mãe encher de azeite. Elas estavam todas cheias de azeite, e ainda não havia acabado o azeite da botija que eles tinham em sua casa.
8-VIVEI DO RESTO
Com as vasilhas que foram cheias de azeite dava para pagar a dívida com o credor e ainda sobraria recursos para que ela e seus dois filhos pudessem viver bem. Jesus pagou a dívida que tínhamos para com Deus por causa do pecado, e esta é a melhor e maior benção que poderíamos receber em nossas vidas. Mas Deus tem muito mais a nos dar.
CONCLUSÃO: as soluções para os problemas e as dificuldades que temos em nossas vidas estão sempre ao nosso lado. Temos talentos, dons, habilidades, e Deus vai usar o que temos para que nos tornemos vitoriosos, bem sucedidos, felizes e realizados.
2. ELISEU: sucessor de Elias; profeta do norte (Israel); pré-anunciou o castigo (assírios – 722 a.C)
3. FATO narrado
4. O AZEITE NA BÍBLIA
Iluminar; alimentar; ungir (reis, profetas, sacerdotes – símbolo de autoridade, força e honrra); símbolo do Espírito (Is 61:1-3)
5. Linha interpretativa
I – CONSCIÊNCIA DA NECESSIDADE
1. PERFIL DA MULHER
a)Sem nome (v. 1), viúva (v. 1), pobre, falida, coagida a oferecer os filhos como pagamento de dívidas, sem perspectiva, PORÉM, CLAMOU...
b) Uma mulher que foi influenciada pelo marido que tiver aliança com Deus (v. 1)
2. O azeite do espírito é para os insatisfeitos; a igreja tem sido marcada pela incredulidade, carnalidade, acomodação, indiferença, desapego à Palavra, insensibilidade – mas vive como se tudo fosse bem, não tem consciência de que precisa urgentemente do azeite do Espírito...
II – CONSCIÊNCIA DA POSSIBILIDADE
1. POSSIBILIDADE POR CAUSA DO QUE SE TEM
a) A pergunta de Eliseu demonstra que ela seria abençoada a partir do que já tinha em casa (v. 2)
b) Todo crente só pode ficar cheio do Espírito porque já tem o Espírito
· Mt 25 – virgens néscias não tinham o Espírito pois não conheciam o Senhor
· I Co 12:13 – “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito”
· Rom 8:9 – “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”
2. POSSIBILIDADE POR CAUSA DA PALAVRA
a) Elizeu dá à viúva uma promessa de provisão (v. 3-4)
b) Jesus nos deu uma palavra de promessa sobre o Espírito Santo
* Jo 7:37b-39 “se alguém tem sede, venha a mim e beba; quem crer em mim,
crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva; isto ele disse com respeito ao Espírito.....”
· Jô 14:16-18 “eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, afim de que esteja para sempre convosco; o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós; não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros”
· Lc 11:13 “se vós que sois maus sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos quanto mais o Pai Celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem?”
3. A.: “recebestes o Espírito Santo pelas obras da lei ou pela pregação da Fé...”? O Espírito Santo não é uma exclusividade pentecostal, não é privilégio de um seleto grupo de crentes, Ele se derrama sobre qualquer botija, independente do rótulo....
III – DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER
1. UMA OBEDIÊNCIA SEM QUESTIONAMENTO (v. 3-5)
“Será que os vizinhos têm vasilha? Se têm, vão emprestar? Para que tanta vasilha? Para que envolver os filhos? Para que fechar a porta?
2. A OBEDIÊNCIA É O PRÉ-REQUISITO DA UNÇÃO
a) Lc 24:49 “eis que eu envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”
b) At 5:32 “...o Espírito Santo que Deus outorgou aos que lhe obedecem”
3. O ESPÍRITO SANTO SE DERRAMA SOBRE QUEM ESTÁ DISPOSTO A CUMPRIR SUA AGENDA
a) Filipe troca o avivamento samaritano pelo caminho solitário de Jerusalém para Gaza... “disse o Espírito a Filipe: aproxima-te desse carro e acompanha-o... (At 8:29)
b) Paulo e Barnabé – trocam o conforto e a estabilidade da equipe pastoral da Igreja P. de Antioquia, para serem missionários...”disse o Espírito Santo – separai-me agora, Paulo e Barnabé para a obra que os tenho chamado” (At 13:2)
c) Paulo e Silas – foram impedidos, pelo Espírito, de pregar na Bitínia; depois receberam a visão de pregar na Macedônia.... e obedeceram (At 16:6-10)
d) Paulo – recebe do Espírito a tarefa de seguir para Jerusalém com uma grande certeza – “o Espírito Santo me assegura que de cidade em cidade me esperam cadeias e tribulações...” (At 20:23)
e) Rom 8:13 - “se viverdes segundo a carne, caminhais para morte; mas, se pelo Espíríto, mortificardes os feitos do corpo, certamente, viverei”
f) Gl 5:16 – “andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne”
4. A.: unção não para emoção.., ostentação, divisão. Unção é para levar nosso pensamento cativo ao Senhor..... e equipar para a missão...
CONCLUSÃO
1.O Espírito só pode encher VASILHAS VAZIAS 9v. 2)
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