segunda-feira, 21 de outubro de 2013
ESCALOGIA-SISTEMATICA
DISCIPULADO SEM FRONTEIRAS
Orientando Vidas em Amor
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APOSTILA 5 – ESCATOLOGIA: PROPÓSITO, PROVIDÊNCIA E PROFECIA:
vrd darash rpo cepher hwhy Y@hovah arq qara’
dxa ‘echad hnh hennah rde ‘adar hva ‘ishshah twer r@‘uwth dqp paqad
hp peh hwu tsavah xwr ruwach Ubq qabats
“Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma destas coisas faltará,
ninguém faltará com a sua companheira; porque a minha boca tem
ordenado, e o seu espírito mesmo as tem ajuntado.” (Isaías 34:16).
AULA 4: CONTINUANDO A CONTROVÉRSIA:
CONTESTAÇÃO OU CONVICÇÃO? (Parte 4)
APOSTILA 5 – ESCATOLOGIA:PROPÓSITO,PROVIDÊNCIA E PROFECIA:
1) A INTERPRETAÇÃO DA LEITURA BÍBLICA NO CONTEXTO HISTORIOLÓGICO (PARTE 2):
Entendamos que para demonstrarmos a importância das Profecias, relacionando os
propósitos e providências de Deus, temos que demonstrar o motivo de valorizarmos a Bíblia,
como revelação autêntica divina, mostrando que sua própria existência e o modo correto de sua
interpretação são temas importantes para validar a continuidade do assunto o qual estamos
dispondo neste site, que exigem “4Ps”: Paciência, perseverança, prioridade e pesquisa!
a) QUANTO À IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO TEOLÓGICO E SUA APLICAÇÃO:
Em aulas passadas, relacionamos os fatos da realidade arqueológica com a possibilidade
criativa humana, bem como as questões sobre individualidade/coletividade e seus elementos
filosóficos e relativistas pós-modernos que combatem contra o absoluto da interpretação bíblica.
Além disso, falamos sobre temas importantes como subjetividade, leitura, aprendizado, mudança
comportamental, propósitos da revelação divina e critérios de análise e vantagens da interpretação
bíblica, aonde iniciamos um questionamento sobre “a Bíblia como só Livro ou O LIVRO e algo mais”.
Vimos que na História humana, houve progressivas mudanças na produção textual,
interferindo na propagação da Palavra de Deus ao longo dos séculos; por isso a necessidade de
um bom preparo teológico que falta em muitas igrejas e grupos, numa falta de conhecimento que
impede novas experiências com Deus.
Aonde há simples leitura e mera observação textual, sem transpor do texto numa acurada
disciplina espiritual, ocasionará práticas isoladas, intransigentes, estranhas, obscuras e a falta de
edificação, onde um aparente crescimento espiritual será meras regras ou teorias, querendo impor algo
como espiritual, em exclusivismo e acepção de pessoas, numa interpretação direcionada a
necessidades pessoais e superficialidade.
Verificamos que o conhecimento especializado de uma teologia fundamentada na
originalidade da doutrina ética do cristianismo se diferencia muito de leituras divergentes e
condicionamentos forçados, sem obediência e fé, sem desejo pela essência da consideração,
atenção e reverência devida ao Estudo do Texto Sagrado, aonde métodos e contraditórios
promovem apenas debates infrutíferos e intermináveis sobre opiniões e “achismos” pessoais.
Para entendermos com clareza e nitidez a essência clara da mensagem, precisamos aprofundar
nossa vida espiritual com Cristo para que possamos compreender o que está prefigurado nas
Escrituras, mostrando o que é necessário quanto à sua pessoa e obra, fazendo-nos crescer na graça de
seu conhecimento, aspectos diferentes de uma mesma obra em nosso favor (Cristo conosco).
Assim, a partir desta aula, estaremos desenvolvendo a base lógica de nossa apologética
(defesa) da Bíblia como direito de citar a temática profética dos atos providenciais e propositais
de Deus (que iremos explicar ao decorrer de nossa pesquisa, conforme nos propusemos a
fazer), ou seja, veremos o desenvolvimento do propósito providencial bíblico referente à própria
Escritura, ao analisarmos os trechos referentes ao livro e suas variantes.
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b) QUESTIONAMENTOS SOBRE A BÍBLIA, COMO REALIDADE HISTÓRICA:
Quando se diz que todas as partes da Bíblia são igualmente inspiradas e os escritores não
foram usados inconscientes, mas cooperava com eles o Espírito Santo, que os capacitava, ou
seja, que homens santos escreveram a Bíblia com as palavras de seu vocabulário, mas numa
influenciante presença do Espírito Santo, escrevendo a PALAVRA DE DEUS, surgem outras
grandes Questões, visando nos propiciar ”inspiração” ao assunto da “Revelação” Bíblica:
* O que levou, durante muitos séculos, antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis
e poetas do povo hebreu a manterem registros de sua história e de seus escritos?
* O que nos leva a confiar em cópias de cópias de cópias da Bíblia se não existe nenhuma
versão original de seus manuscritos?
* Por que estes registros bíblicos têm grande significado e importância, sendo copiados
muitas e muitas vezes e passados de geração em geração?
* Por que estes escritos do Antigo e Novo Testamentos reunidos na Bíblia têm sido
solicitados, fazendo da Bíblia - o livro mais lido, traduzido e distribuído do mundo?
* Por que, desde as suas origens, foi considerada sagrada e de grande importância, sendo
traduzida hoje em mais de 2.000 línguas diferentes?
* Por que foi o primeiro livro de grande porte produzido em latim pela prensa de Johannes
Gutemberg, que desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis?
* Por que foi escrita em Pedra, Barro, Papiro, Couro, Cacos de Louça e Linho produzida no
oriente antigo, escrita num período de mais de 1.500 anos em mais de 40 gerações, por mais de
40 autores de diferentes atividades?
Por que muitos afirmam que ela traz respostas, esclarecendo sobre a fé e que ela enriquece
a consciência, escrita em três continentes (Ásia, África e Europa), em três idiomas (hebraico,
aramaico e grego), traduzida para o latim, moldando o mundo ocidental moderno, traduzida para
240 dialetos, 739 idiomas, 1.280 línguas com 3000 traduções?
Por que tem resistido aos tempos, perseguições de queima, proibição, ilegalidade e às
críticas de quem não a crêem?
Por que influencia a literatura, inspirando dicionários, enciclopédias, léxicos, atlas e
geografia, além de muitos outros trabalhos de pesquisa importantes como o que desenvolvemos
neste site?
Haveria alguma Revelação Inspirada, declarada nela e por ela, que trouxesse na sua divisão
interna, um significado maior, motivo da existência desse livro?
Assim, sendo, teria que ser essa verdade revelada dentro de si, algo inerrante, numa clara
autoridade de Deus de modo que seja suficiente ao seu propósito revelatório à humanidade?
* Por que os homens atuais que se dizem mais evoluídos e sábios que os antigos, não têm a
mesma capacidade de criarem uma literatura tão sincronizada e em sintonia, envolvendo seus
assuntos e seus livros, como a Bíblia?
* Se entende que houve uma ação de Deus a dar-se a conhecer aos Escritores bíblicos, que,
sozinhos, nada podiam saber, seria essa a GRANDE QUESTÃO da impossibilidade do
entendimento da Bíblia por parte desses bilhões de seres humanos e da impossibilidade da
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criação de um novo texto semelhante com as mesmas características pela humanidade atual, o
afastamento e desconhecimento de Deus?
* Será que as declarações bíblicas incomodam as sociedades atuais detentoras do
relativismo pós-moderno pelo fato de ter um ABSOLUTO TEMA CENTRAL, Jesus Cristo, como
tema Central da Bíblia?
* Tendo as escrituras uma autoridade divina, tema-chave para a igreja cristã, tanto desta
como de qualquer outra época, por que muitos que professam fé em Jesus Cristo como Senhor e
Salvador e que se dizem chamados a demonstrar essa realidade em seu discipulado, são
desobedientes, orgulhosos, arrogantes, presunçosos e infiéis a essa Palavra escrita de Deus nas
sociedades e na história?
* Será que o afastamento, a falta de seriedade e lealdade de alguns grupos religiosos
inviabiliza que outras pessoas procurem a compreensão plena e a confissão correta da
autoridade das Sagradas Escrituras, buscando um essencial reconhecimento da sua total
veracidade e confiabilidade com Cristo?
* Como uma revelação profética, haveria na Bíblia a própria descrição desta realidade de
que muitos rejeitariam a busca do entendimento a respeito dela e será que ela advertiria sobre a
negação e ignorância sobre o testemunho dado por Jesus Cristo e pelo Espírito Santo, naquilo
que caracteriza a verdadeira fé cristã?
* Será que o testemunho de Deus sobre si mesmo, escrito por homens preparados e
supervisionados por seu Espírito, confirma o testemunho de uma igreja que age de forma
limitada e que desconsidera os desvios e sérias perdas tanto para os indivíduos quanto para ela
mesma?
Se a Palavra oficial de Deus só provém da Igreja Institucional, da tradição cultural, oriunda
de credos, concílios ou declarações doutrinárias que somente se tornam revelação mediante
encontros, ou que dependa das reações dos homens para ter validade, não estaríamos através
da corrupção, através do pecado, da cultura e linguagem humana impedindo a obra divina de
inspiração de um Deus que fez a humanidade à sua imagem e que utilizou a linguagem como um
meio de revelação?
* Quando se nega ou quando se quer corrigir o mistério revelatório da Palavra para nós, não
estaríamos reduzindo Deus a uma mera intuição humana, afinal, será que erros e discrepâncias
que ainda não tenham sido solucionados invalidarão as declarações da Bíblia quanto à verdade
de Cristo?
* Se aceitarmos aparentes legitimidades de quaisquer abordagens de textos ou buscas de
fontes que conduzam a uma minimização e rejeição das afirmações quanto à autoria divina das
escrituras, não acabaremos negando, também, a necessidade de termos conformidade pessoal
com Cristo e nossa própria salvação por Cristo?
* Se a autoridade das Escrituras significa que todas as palavras nas Escrituras são
palavras de Deus, então, quem não crer em alguma Palavra a Bíblia ou desobedecer a ela não
seria descrer em Deus ou desobedecer a Ele? Devemos ser presas fáceis de lobos religiosos?
* Como a Bíblia é a Palavra de Deus, escrita por homens, inspirada por Deus que foi
ordenada para que escrevessem de forma fiel aquilo que lhes foi dito, como diferenciar os
propósitos humanos dos que usam interpretações particulares, daquilo que o próprio Espírito
Santo pode falar aos nossos corações?
* Será que alguns pequenos itens errados em algumas traduções fazem de Deus um
mentiroso quanto às doutrinas fundamentais inseridas no padrão de verdade da sua Palavra?
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c) ANALISANDO A PROBLEMÁTICA DA FALTA DA ESSÊNCIA BÍBLICA:
O DESVIO DA VERDADE E O DESAFIO DA COMPREENSÃO DA DOUTRINA (PROPÓSITO
PROVIDENCIAL PROFÉTICO) BASEADA NOS QUESTIONAMENTOS ACIMA:
O aprofundamento de convicções pessoais, através desses debates pode provocar uma nova
reforma da igreja no que tange à fé, vida e missão, desde que haja consciência da falta de confissão da
doutrina, freqüentemente negada em meio a pensamentos, orações, tradições e costumes, não sujeitos
verdadeiramente à Palavra divina; se não há a confissão e arrependimento, e sim, uma contínua meiaverdade,
só há mais meias-verdades, passíveis de duras críticas.
* O PROPÓSITO PROVIDENCIAL PROFÉTICO:
Ainda que não expusemos mais aprofundadamente o assunto, conceituemos o propósito
providencial da profecia bíblica, para que possamos entender este significado no Livro Sagrado.
Propósito é algo que se pretende fazer ou conseguir; intenção, intento, projeto; uma deliberação,
determinação, decisão, resolução, que, de modo prudente, relaciona tudo a uma finalidade.
Providência é um ato divino por sua suprema sabedoria com que Deus conduz todas as coisas,
pois pela presciência do futuro opera nos acontecimentos, de forma a alcançar previamente um fim,
remediar qualquer necessidade ou prevenir outras segundo sua vontade.
Profecia é uma predição do futuro feita por um profeta, segundo Deus.
Propósito Providencial Profético é um projeto previamente predito por Deus, que
pretendemos aprender nesta apostila, ainda que conscientes que a plenitude desse
conhecimento só pertence a Deus, de QUEM esperamos sua graça reveladora mediante estudo.
* O EVANGELHO FAZ PARTE DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO: E A BÍBLIA É
NECESSÁRIA PARA SE CONHECER ESSE EVANGELHO DE BOAS-NOVAS DA PARTE DE DEUS:
(Rm 10:13-17): “porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Como,
pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram
falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?
Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!”No entanto, nem
todos os israelitas aceitaram as boas novas. Pois Isaías diz: “Senhor, quem creu em nossa
mensagem?”Conseqüentemente, a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida
mediante a palavra de Cristo.” É fundamental para o homem que ele invoque ao Senhor para que
seja salvo, só invocamos em quem cremos ou que sabemos que existe e que é poderoso para
fazer alguma coisa por nós.
Não podemos crer se não conhecemos ou se não sabemos se ele existe.
E nem ouviremos falar nele se alguém não nos falar, e finalmente alguém para falar dele vai falar
da Palavra DELE, ou seja, a Palavra é necessária para as nossas vidas e é necessária para a
SALVAÇÃO, que implica em sustento da fé espiritual e para conhecer a vontade de Deus e seu plano.
* A BÍBLIA É NECESSÁRIA PARA SE CONHECER A VONTADE DE DEUS (SEU PROPÓSITO):
Sem a Palavra escrita, de maneira alguma, poderíamos conhecer a vontade de Deus para os
homens e para as nossas vidas. Somente através da Bíblia temos os ensinos e as direções que o
Senhor quer para as nossas vidas.
Na Palavra de Deus temos expressões claras da vontade de Deus para os homens, vejamos (Dt
29: 29) que diz: ““As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, o nosso Deus, mas as reveladas
pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei.
Deus quer que sejamos irrepreensíveis por vivermos de acordo com a Palavra de Deus (Sl
119:1), ele quer que o homem seja bem aventurado, pois o homem bem aventurado, não anda no
conselho dos ímpios e sim medita na lei do Senhor de dia e de noite (Sl 1:1,2).
Diz ainda que amar a Deus é guardar os seus mandamentos (1 Jo 5: 3), ou seja, se queremos ter
um conhecimento preciso da vontade de Deus, devemos então estudar as Escrituras para alcançarmos
um conhecimento seguro da Palavra de Deus.
* EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA QUANTO À DEFESA DA BÍBLIA (PROPÓSITO PROVIDENCIAL
PROFÉTICO):As palavras das Escrituras são auto-corroborantes; se confirmam e se comprovam
entre si mesmas; e Deus, em sua onisciência tem muitos meios de tirar nossas dúvidas quanto à
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escritura, usando meios para falar conosco, afinal Deus influencia os rumos da História humana,
muda a vida de milhões de pessoas, que encontram a salvação por seu intermédio, usando de
quem quer para comprovar a sua Palavra Escrita.
OBSERVAÇÃO: (sugerimos a leitura da aula 3 – Sobre Deus, na apostila de teologia
sistemática no nosso site www.discipuladosemfronteiras.com):
* QUE EXPLICAÇÕES COM BASE BÍBLICA DAREMOS ÀS AUTORIDADES RELIGIOSAS
CONFLITANTES QUE USAM A BÍBLIA SEGUNDO SUAS FINANÇAS E NÃO SEGUNDO DEUS?
Deus não mente nem fala com falsidade (Hb 6:18) e o próprio Senhor fez questão de escrever,
registrar, para ser lembrado, para não ser alterado, quando escreveu as tábuas de Lei a Moisés, para
que fosse de fácil acesso e de mais fácil obediência e que como conhece o homem saberia de sua
facilidade de alterá-la se fosse apenas através da tradição oral, tanto é que as tábuas ainda estão
guardadas dentro da arca do concerto, que vai ser achada por nós quando da nossa reunião com o
Senhor (Ex 25:16; Ap 11:19).
A linguagem cotidiana (linguagem usual do povo), citações livres (como notas de rodapé),
não afetam nem destroem a fidedignidade das declarações e do conteúdo sagrado e verdadeiro
das Escrituras, como nossa única autoridade em questões de “fé e prática”.
Deus não erra nos seus propósitos divinos que estão relatados na Palavra; ainda que hoje
haja escritos com diferentes traduções, a Soberania de Deus, não permite que nenhuma mentira ou erro
sejam permanentes; muitas pessoas afirmam que a Bíblia contém vários erros, o maior problema é que
esses erros não conseguiram ser comprovados até hoje; a idéia de erros na Bíblia parte da visão de
cada uma das pessoas, por olharem a Palavra a partir dos seus conceitos e valores.
Deus não deixaria um texto que não pudesse ser entendido aos seus servos: A Bíblia foi
escrita de forma que todas as informações que interessam ao homem para a sua salvação, encontro,
intimidade e relacionamento com Deus encontram-se bem claramente expostas nas Escrituras e
podemos ainda definir da seguinte forma: afirmar que as escrituras são claras é dizer que a Bíblia está
escrita de modo que seus ensinamentos podem ser compreendidos por todos os que a lerem em
relacionamento com Deus e aplicando a sua vida, pois a Bíblia Palavra, quando ela é dirigida, é dirigida
aos povos, e não a determinadas pessoas; a todos os que estão querendo aprender a Lei de Deus.
* AS QUALIDADES ESPIRITUAIS E MORAIS NECESSÁRIAS PARA A COMPREENSÃO
CORRETA DA PALAVRA:
Temos que compreender que a compreensão correta da Palavra é mais moral e espiritual do
que intelectual “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, pois lhe
parecem loucura, e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1Co 2:14).
A Escritura é clara sim, mas ela só será bem compreendida por quem se dispuser a receber os
seus ensinamentos, até por que não é um livro de homens e sim o Livro de Deus para os homens. (1 Co
1. 18 – 3:4; 2Co 3:14-16; 4:3-4,6; Hb 5:14: Tg 1:5-6: 2 Pe3:5; Mc 4:11-12: Jo7:17; 3:43.)
As Escrituras podem e devem ser lida por todos os que buscam sinceramente a salvação e
por todos os crentes que a leiam buscando o auxílio de Deus para a sua compreensão, pois
nestes casos o Espírito Santo está a agir fazendo as transformações necessárias, trazendo a
mudança e fazendo a verdade prevalecer. (Rm 4: 1-25;1: 18-25; Tg1: 5-6, 22-25)
* POR QUE AS PESSOAS NÃO COMPREENDEM CORRETAMENTE AS ESCRITURAS?
Muitas vezes não compreendemos as escrituras por falta de fé ou por dureza de nossos corações
(Lc 24: 25), porém para interpretar de maneira correta a Palavra temos que trazer o entendimento
através de princípios corretos de interpretação, por meio da hermenêutica, que averigua os métodos
corretos de interpretação e ainda através do estudo e da explicação de um texto bíblico; a exegese.
A grande vantagem desta característica da Palavra é que diante de grandes
questionamentos e dos grandes embates que o homem faz em torno da Palavra duas coisas
apenas podem acontecer: a primeira é querermos afirmar verdades em torno do que a Bíblia se
cala e aí muitas vezes queremos ser maiores que a Palavra e o outro é no que a Bíblia fala se
erramos é por que não interpretamos de forma correta e coerente.
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d) A PROBLEMÁTICA DAS IGREJAS E LÍDERES MODERNOS QUE AFIRMAM DITAR A
PALAVRA DE DEUS, MAS NEGAM A REAL TEOLOGIA BÍBLICA:
DEZ ACUSAÇÕES CONTRA AS IGREJAS-EMPRESAS MODERNAS(QUE VISAM SÓ LUCRO):
FATO 1: NEGAÇÃO PRÁTICA DA SUFICIÊNCIA DAS ESCRITURAS (Atividades nas igrejas
não são fundamentadas na Palavra de Deus, como por exemplo, campanhas, cultos de vitória e festas
dos estados e outras);
FATO 2: DESCONHECIMENTO SOBRE OS ATRIBUTOS DE DEUS (Aparentes teologias
pessoais elaboradas por líderes hereges que contaminam e deturpam o verdadeiro discipulado);
FATO 3: FALHA AO FALAR DA DEPRAVAÇÃO DO HOMEM (Aparentes esperanças aos
homens de se chegarem a Deus envolvendo dinheiro, mensagens superficiais com aparência de
evangelho e obediência cega aos ministérios, esquecendo-se de preparar os corações dos homens
para a ação salvífica pelo Espírito Santo).
FATO 4: IGNORÂNCIA DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO (Aparente decisão sem
regeneração, não falando da realidade do sacrifício vicário de Jesus, substituindo por truques de
mercado para tentar converter as pessoas).
FATO 5: IGNORÂNCIA DA DOUTRINA DA REGENERAÇÃO (Pela falta de conhecimento quanto
à ressurreição de Jesus, pela presença e ação do Espírito Santo, agindo os pastores agiotas em uma
manipulação que nega o verdadeiro nascimento, chamado e eleição, afinal apenas uma decisão sincera
não basta, mas uma comunhão com o Espírito Santo), pela idolatria do “aceitar a Jesus como salvador”
e não uma vivência de confissão diária. A prova da conversão é o fruto contínuo de sua vida para Deus.
FATO 6: APELO EVANGELÍSTICO SEM FUNDAMENTO BÍBLICO: (Vemos meramente diversão
carnal sem arrependimento e necessidade de fé: Todo mundo quer ir para o céu, mas quantos
verdadeiramente querem assumir um real compromisso com Cristo e com sua obra?) APÓS A
PREGAÇÃO É QUE O TRABALHO COMEÇA...
FATO 7: IGNORÂNCIA EM RELAÇÃO À NATUREZA DA IGREJA (Precisamos plantar igrejas
bíblicas; pessoas carnais e ímpias estão andando dentro da Igreja que não é a mesma coisa que
ministérios. Só porque algumas pessoas afirmam ser da IGREJA, não significa que são igrejas, mas
freqüentadores de prédios enfeitados com slogan religioso, permissivo a bodes no meio das ovelhas.,
ou seja, no meio de toda a esculhambação, há igreja querendo adorar a Deus e aprender a Bíblia. A
evidência de que Deus fez uma aliança com você é o temor que você deveria ter dEle no seu coração e
se você se afastar dEle e não te disciplinar é porque você não tem aliança com Ele.
FATO 8: FALTA DE AMOR E MISERICÓRDIA NA DISCIPLINA ECLESIÁSTICA (Pastores que
administram a igreja carnalmente; basta você obedecer a Deus que o mal vai te odiar. Ou você se autodisciplina
para Deus ou vai chegar o dia em que Ele Vai fazer isso em sua vida. Não criemos métodos
mundanos para manter as pessoas nas igrejas sem convertê-las.
FATO 9: SILÊNCIO ACERCA DA SANTIFICAÇÃO: A disciplina e a correção de Deus nos traz
santidade. Precisamos colocar tudo de nossa vida debaixo do senhorio de Jesus Cristo, envolvendo
mentes, olhos, ouvidos, línguas, nosso corpo que não deve refletir sensualidade, mas a glória de Deus
em nosso corpo. Devemos saber quem somos e o que evitar para não entristecermos o Espírito Santo.
Algo deve ser abandonado e separado para Deus nos encher de sua presença e de seu poder, ficando
a sós com Deus, pertencendo a Ele, saindo do mundanismo dos descrentes.
FATO 10: CASA, EVIDÊNCIA E FAMÍLIA DEVEM SER EXEMPLOS DA FÉ – Falta de
testemunho e de alimentar familiares constantemente da Palavra da Fé e da Doutrina.
e) CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES DAS IGREJAS-EMPRESAS COMO EMPRESAS:
- A Igreja passou a ser uma pessoa jurídica independente do corpo de Cristo que não
pode ser responsabilizada , mas tem todos os direitos dos cristãos;
- O interesse dos seus donos (pastores, líderes, padres, sacerdotes), não mais Cristo, está
acima dos interesses dos outros e da Obra de Deus;
- Querem crescer e serem lucrativas exteriorizando os custos à comunidade;
- Cortam custos ao serviço cristão e se omitem deixando que quem se sinta atingido e
incomodado é que queira resolver os problemas sociais;
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- Querem resultados imediatos e diferentes das pessoas, querem ser imortais,
indestrutíveis e inquestionadas por seus atos”sem pecado”;
- Intimidam os grupos de cristãos internos enviando espiões às reuniões para delatar e
expulsar pensadores das comunidades;
- Se colocam como enviados de Deus, mas só deixam misérias e escândalos aonde
passam, querendo, apenas, explorar financeiramente;
- Por competição, modificam a dourtrina bíblica oferecendo meias-verdades de promessas
vazias descontextualizadas aos alienados membros, que têm a frequência ao culto exclusivo
denominacional, como dependentes químicos de oratórias sensacionalistas de auto-ajuda ao
Ego.
f) DIAGNÓSTICO DE PERSONALIDADE DE CORPORAÇÕES, TENDO UMA SEMELHANÇA
NOTÁVEL COM AS IGREJAS-EMPRESAS ATUAIS (SÓ LUCRO):
FATO 1: INDIFERENÇA, NEGLIGENTE COM SEGURANÇA ALHEIA – aonde o membro é
apenas mais um, como capim, doador financeiro anônimo descartável e o que ocorre dentro e fora do
templo e culto é problema apenas de quem veio, aonde a “Igreja” se exime de qualquer
responsabilidade (não podendo ser responsabilizada juridicamente).
FATO 2: MENTIR REPETIDAMENTE E ENGANAR OS OUTROS POR GANÂNCIA - Qual a
diferença entre negar a Deus e pregar um deus diferente da Bíblia? Porque o grande problema é
quando se confronta a Real Doutrina Bíblica com o que A IGREJA CRÊ, vemos que se formam
caráteres aleijados.
FATO 3: INCAPACIDADE DE SENTIR CULPA – Uma aparente naturalidade neutra que se
acha acima dos problemas do mundo e vive apenas para crescimento do ministério, enriquecimento
rápido dos líderes e fé morna;
FATO 4: INCAPACIDADE DE SE INSERIR NAS NORMAS SOCIAIS – Agindo muitas vezes
como alienada, ou mundana demais, levando as pessoas a não saberem mais o que deve ser
considerado Sagrado ou Profano Comercial e ainda, dependendo do lucro, considera fazer ou não
atos ilegais como lavagem de dinheiro, investir em outras áreas apenas para lucro futuro;Igreja
abusiva, desperdiçadora e abusiva da fé, do tempo, dos recursos, da força produtiva e das almas das
pessoas, “zumbis cristãos”.
FATO 5: TIRANIA DAS GERAÇÕES – Escândalos futuros e mundanismo esotérico deixado
como herança para os futuros crentes e novos convertidos?;
FATO 6: FALTA DE BASE BÍBLICA RACIONAL NAS OPINIÕES DOS LÍDERES,
IRRESPONSABILIDADE MORAL, SOCIAL, ESPIRITUAL, não dos prédios ou das instituições legais
artificiais, mas de pastores-presidentes, sacerdotes-chefes e padres dirigentes que operam o mal
encobertamente.
FATO 7: ILUSÃO DOS LÍDERES de que têm todo poder para fazerem o que quiserem nas suas
Igrejas que eles pensam que fundaram, esquecendo-se da onipresença e onisciência do cabeça da
Igreja, que é Jesus Cristo. Não é que eles queiram deliberadamente servir ao diabo e causar males às
vidas, mas como amam primeiro o dinheiro com todas as suas forças, com toda a sua alma e
entendimento, acabam agindo por instinto, sendo verdadeiros monstros, ainda que educados,
amigáveis e religiosos elaborando artifícios falsos para escravizar almas, mentes e colaboradores aos
seus projetos imperialistas com fachada de avivamento, abraçando e apertando mãos para atrair com
falso carisma.
FATO 8: LIDERANÇAS QUE NÃO GOSTAM DE SER QUESTIONADAS pelo que deixam de
fazer em prol do Reino de Deus e sim por suas lucrativas empresas de bolotas de porcos que
engordam os bolsos a cada dia e ainda dizem que vivem por fé, sem salário, comparando-se aos
apóstolos antigos, agindo com falta de inspiração, por causa da leitura Bíblica, da releitura ao redor e
da experiência fundamental com Deus, por isso a falta de mudança de atitude.
FATO 9: LIDERES ESPECULADORES “REZANDO OU ORANDO A dEUS” POR CRISES
PARA AS PESSOAS PROCURAREM AS IGREJAS PARA DESPEJAREM DINHEIRO EM
CAMPANHAS POR BÊNÇÃOS FABRICADAS – Líderes excitados pela oportunidade de perseguição
ao lucro em meio ao sofrimento de pessoas em crise procurando ajuda espiritual e respostas
espirituais que nem os líderes sabiam o que fazer. A coletividade e igualdade sociais que deviam ser
ensinadas pela Igreja, acabam sendo particularizadas dádivas divinas pelos ministérios eclesiais
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loteando o céu e retalhando o corpo de Cristo no Varejo, criando pedágios no Caminho, artificializando
a verdade e clonando a vida na usura, pela privatização eclesial do direito de Interpretação Bíblica e
acesso à presença de Deus, institucionalizando os ritos e doutrinas.
FATO 10: AS IGREJAS-EMPRESAS QUEREM PRIVATIZAR A FÉ E O ACESSO A DEUS –
Através da imposição de seus ritos e campanhas visando extorquir a vontade de Deus, num marketing
de enaltecimento de Ego aos “fiéis” infieis tornados “fiéis” pelo pagamento mensal do dízimo, como
carnê de bênçãos resgatados ao final das campanhas, aonde Deus é apenas o abençoador.
Nas corporações, os presidentes não temem os governos e se denominam como os novos
pastores; nas igrejas os pastores e padres não temem ao governo de Deus e se intitulam como os
novos empresários.
As igrejas querem ser transformadas nas escolhas e caminhos, para a verdade e a vida, no
sentido de que defendem um aparente avivamento para serem desejadas e vistas como líderes
conscientes e espirituais, responsáveis teologicamente e espiritualmente diante de Deus, sem que
ninguém possa julgá-los, numa tática comercial, religiosa, capitalista.
Um exemplo disso é que as denominações sempre defendem um avivamento para a Glória de
Deus em crescimento, mas massacrando as outras menores, sempre se colocando como as únicas
corretas e de sucesso.
2) HISTORIOLOGIA BÍBLICA E SUAS CONSIDERAÇÕES:
a) INTRODUÇÃO:A BÍBLIA COMO LIVRO (CONHECIMENTO ESCRITO ORGANIZADO) E
SUAS VARIANTES DESCRITAS NELA MESMA (EM SEUS TEXTOS):
Uma vez que a leitura bíblica envolve (testemunho oral da palavra escrita em diversos idiomas,
impressa na Bíblia, como LIVRO, verifiquemos o que a própria Bíblia tem a dizer sobre LIVRO, para,
depois, podermos entender sobre as possibilidades potenciais do uso da Bíblia como livro sagrado
cristão, servindo de apoio ao estudo de interpretação das Profecias Bíblicas.
Para nós, cristãos, cremos que homens escreveram a Bíblia inspirados por Deus e por isso
consideramos a Bíblia como a Escritura Sagrada. No entanto, nem todos os seguidores da Bíblia
a interpretam de forma literal, e muitos consideram que muitos dos textos da Bíblia são
metafóricos ou que são textos datados que faziam sentido no tempo em que foram escritos, mas
foram perdendo seu sentido dentro do contexto da atualidade.
Para muitos cristãos, como nós, que cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, ela é mais do que
apenas um bom livro, é a vontade de Deus escrita para a humanidade. Nela se encontram, acima de
tudo, as respostas para os problemas da humanidade e a base para princípios e normas de moral.
Sabemos que Não-cristãos de um modo geral vêem a Bíblia como um livro comum, com
importância histórica e que reflete a cultura do povo que os escreveu.
Em regra os não-cristãos recusam qualquer origem divina para a Bíblia e a consideram como de
pouca ou de nenhuma importância na vida moderna, ainda que na generalidade se reconheça a sua
importância na formação da civilização ocidental (apesar de a Bíblia ter origem no Médio Oriente).
A comunidade científica tem defendido a Bíblia como um importante documento histórico,
narrado na perspectiva de um povo e na sua fé religiosa.
Muito da sua narrativa foi de máxima importância para a investigação e descobertas
arqueológicas dos últimos séculos. Mas os dados existentes são permanentemente cruzados com
outros documentos contemporâneos, uma vez que é a história religiosa do povo de Israel.
Independente da perspectiva que determinados grupos tem da Bíblia, muitas pessoas têm visto na
Bíblia como influente em toda história da sociedade ocidental e mesmo mundial, face ao entendimento
dela nações nasceram (Estados Unidos da América etc.), povos foram destruídos (Incas, Maias,
etc), o calendário foi alterado (Calendário Gregoriano), entre outros fatos que ainda nos dias de hoje
alteram e formatam nosso tempo.
Sendo também o livro mais lido, mais pesquisado e mais publicado em toda história da
humanidade, boa parte das línguas e dialetos existentes já foram alcançados por suas
traduções. Por sua inegável influência no mundo ocidental, cada grupo religioso oferece a sua
interpretação, cada qual com compreensão peculiar, que nos leva a indagar o que “ela diz de si
mesma”.
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Sabemos que a interpretação dos textos bíblicos, ainda que usando o mesmo Texto-Padrão,
varia de religião para religião, de teólogo para teólogo, e mesmo de um crente para outro, dependendo
do idealismo e da filosofia religiosa defendida, entretanto, quanto aos fatos e às narrações históricas,
existe uma unidade.
Crendo que "Deus se fez presente na elaboração da Bíblia", como carta de Deus para os
homens, e crendo que Deus usou personalidades e talentos individuais, para registrar por
escrito os seus pensamentos e a revelação progressiva dos seus propósitos em suas palavras,
esperamos ela nos traga algo novo e divino que transforme nossas vidas e destino eterno.
OBSERVAÇÃO: No início do texto, lemos em Isaías 34:16, que afirma “Buscai no livro do
SENHOR, e lede; nenhuma destas coisas faltará, ninguém faltará com a sua companheira;
porque a minha boca tem ordenado, e o seu espírito mesmo as tem ajuntado”.
Através da exegese do texto no grego, entendemos que numa investigação minuciosa, buscando
a Deus por meio da oração e da adoração, o registro da escritura, dos livros do Canon, resultará no
conhecimento da verdade divina.
Por causa do direcionamento visando a busca, as combinações resultantes de ênfases
aparentemente não encontradas ou inquiridas e determinadas particularidades serão
“encaixadas” ao sermos instruídos por Ele, que nos fará descobrir e elucidar seus enigmas mais
profundos e propósitos providenciais a nós.
Mas afinal, o que a Bíblia tem a dizer sobre si mesma como livro, escritura e palavra? A ação
divina referente ao assunto, pela “exegese” das palavras no original, nos darão a resposta e a
harmonização do que for constatado, se referirá ao termo “livro” em questão:
b) EXEGESE:
Exegese é a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário. A exegese como
todo saber, tem práticas implícitas e intuitivas.
A tarefa da exegese dos textos sagrados da Bíblia tem uma prioridade e anterioridade em relação
a outros textos. Isto é, os textos sagrados são os primeiros dos quais se ocuparam os exegetas na
tarefa de interpretar e dar seu significado. A palavra exegese deriva do grego exegeomai, exegesis; ex
tem o sentido de ex-trair, ex-ternar, ex-teriorizar, ex-por; conduzir, guiar.
O termo exegese significa, como interpretação, revelar o sentido de algo ligado ao mundo
do humano, mas a prática se orientou no sentido de reservar a palavra para a interpretação dos
textos bíblicos. Exegese, portanto, é a denominação que se confere à interpretação das
Sagradas Escrituras desde o século II da Era Cristã.
Orígenes, cristão egípcio que escreveu nada menos que 600 obras, defendia a interpretação
alegórica dos textos sagrados, afirmando que estes traziam, nas entrelinhas de uma clareza aparente,
um sentido mais profundo. O termo exegese restou ligado à interpretação alegórica, ensejando abusos
de interpretação, a ponto de alguns autores afirmarem, ironicamente, que a Bíblia seria um livro onde
cada qual procura o que deseja e sempre encontra o que procura.
Ser exegeta é aplicar o texto no contexto cultural da época do texto lido e extrair os
princípios morais e culturais para o tempo presente. Obs.: A Exegese Bíblica aplica-se na correta
interpretação dos manunscritos sagrados, tendo como princípio básico a correta interpretação
de uma palavra a partir da língua original em que a mesma fôra escrita, abrangendo inúmeras
vertentes e variantes de uma mesma palavra em seus variados sentidos e aplicação. (Veremos
abaixo o exemplo de exegese em algumas palavras nos originais biblicos):
c) A EXEGESE E A SUFICIÊNCIA BÍBLICA:
As Escrituras são suficientes; a Palavra que Deus deixou escrita é suficiente e o bastante
para que possamos alcançar a salvação, e para que possamos confiar em Deus e obedecê-lo e o
mais que necessitamos para uma vida com Deus em todos os aspectos. E mais ainda ela não
precisa de acréscimos, nem de ajustes, nem de reparos ou concertos e adequações. (Dt 4:2; Dt
12:32; Pv 30:5-6; Ap 22: 18-19).
* Na Bíblia está contido tudo o que Deus quer que pensemos e façamos; (Dt 29: 29);
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* Na Bíblia nada devemos acrescentar e ainda, nada devemos equiparar a Ela. Ex: livros de
outras religiões que afirmam crer na Bíblia, mas dão igual valor ou até mesmo superior valor a esses
livros em relação a Bíblia.
* Deus não exige que creiamos em nada sobre si mesmo ou sobre sua obra redentora que
não se encontre na Palavra; Nenhuma revelação moderna de Deus deve ser equiparada a Bíblia no
tocante à autoridade.
* Não existe pecado que não seja proibido pelas Escrituras. Quer explicitamente, quer
implicitamente, temos que ser irrepreensíveis (Sl 119: 1).
* Deus não exige nada de nós que não esteja escrito e determinado explícita ou
implicitamente na sua Palavra. Obedecerei constantemente à tua lei, para todo o sempre. “Andarei em
verdadeira liberdade, pois tenho buscado os teus preceitos. Os que amam a tua lei desfrutam paz, e
nada há que os faça tropeçar”. (Sl 119: 44-45, 165).
* Devemos enfatizar o que a Bíblia enfatiza e nos contentar com aquilo que Deus nos disse
nas Escrituras. (Dt 29: 29);
Pela hermenêutica, uma ciência que trata da interpretação dos textos, tem sido utilizada pelos
teólogos para se conseguir entender os textos bíblicos, cremos que o contexto não isolado do texto ,
analisando o idioma original (hebraico, aramaico, grego comum), poderemos relacionar com fatos
históricos e outros dados científicos, comprovando verdades, confirmando as intenções dos autores
bíblicos e edificando vidas. Assim, veremos, o que ela trata sobre si; confirmações nos versos textuais:
d) CONCEITOS ENVOLVENDO O ASSUNTO LIVRO E SUAS VARIANTES NA BÍBLIA(AT/ NT):
Ainda que não falamos sobre os propósitos, providências e profecias de Deus, podemos
extrair do sentido original de determinados termos, alguns conceitos que elucidam o propósito
providencial da profecia Bíblica inseridas na Bíblia nos versos que tratam da palavra “Livro”;
neste caso, as palavras no hebraico concordam com as palavras no grego que as aprofundam:
Poderemos entender dentro dos versos, títulos que expressam características bíblicas:
A PALAVRA LIVRO E SUAS VARIANTES NO HEBRÁICO DO ANTIGO TESTAMENTO:
* Livro da Genealogia de Adão – hebráico - rpo cepher hdlwt towl@dah Mda ‘Adam – a
tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento,
decreto legal, como certificado, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias,
registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao
aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre as conseqüências,
condutas, gerações, narrativa acerca de homens e de seus descendentes, lista genealógica dos
descendentes contemporâneos no curso da história (referindo-se à criação, do primeiro homem
(Adão=vermelho) indicando genealogia genética (pelo sangue) da humanidade como a futura
genealogia do Cristo vindouro (Gn,5:1);
* Livro da Aliança – hebráico - rpo cepher tyrb b@riyth - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado,
contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de
poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler
(gerar conhecimento) sobre os frutos, acordo, aliança, compromisso entre Deus e os homens,
tratado, associação, constituição, ordenança (do monarca para os súditos), como a amizade, o
casamento pela ordenação divina com sinais ou promessas de Deus (Ex.24:7);
* Livro das Guerras do Senhor – hebráico - rpo cepher hmxlm milchamah hwhy Y@hovah -
carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal,
como certificado, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro
genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para
tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre as lutas, combates e guerras para fazer a
humanidade absorver o conhecimento da existência, permanência, continuidade e
acontecimentos históricos de Deus e sua existência (Nm.21:14);
* Livro da Lei – hebráico - rpo cepher hrwt towrah - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado,
contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de
poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler
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(gerar conhecimento) sobre lei, orientação, instrução, orientação (humana ou divina), conjunto de
ensino profético e instrução na era messiânica com o conjunto de orientações ou instruções
sacerdotais, orientações legais sobre oferta queimada, costumes, hábitos e a sobre a lei
(Dt.28:61);
* Livro da Lei de Moisés – hebráico - rpo cepher hrwt towrah hvm Mosheh - carta,
documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como
certificado, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico,
livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as
pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre lei, orientação, instrução, orientação (humana ou
divina), conjunto de ensino profético e instrução na era messiânica com o conjunto de orientações ou
instruções sacerdotais, orientações legais sobre oferta queimada, costumes, hábitos e a sobre a lei
deuteronômica ou mosaica (Dt.28:61);
* Livro dos Justos – hebraico - rpo cepher rvy yashar - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado,
contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de
poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas
a ler (gerar conhecimento) sobre o que é reto (como uma linha reta), honesto, correto, direito,
plano, direto, justo, honesto, conveniente, próprio diante de Deus (Js.10:13);
* Livro da Lei de Deus – hebraico - rpo cepher hrwt towrah Myhla ‘elohiym - a tradução
indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto
legal, como certificado, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro
genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para
tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre lei, orientação, instrução, orientação (humana
ou divina), conjunto de ensino profético e instrução na era messiânica com o conjunto de orientações ou
instruções sacerdotais, orientações legais sobre oferta queimada, costumes, hábitos e a sobre a lei de
Deus diferenciando das obras dos demônios e dos homens em honra aos falsos deuses
(Js.24:26);
* Livro da História de Salomão – hebraico - rpo cepher rbd dabar hmlv Sh@lomoh - a
tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento,
decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de
profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao
aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre discursos, palavras, falas,
coisas, negócios, ocupações, atos, assuntos, casos, maneiras sobre a paz, a sabedoria e os
louvores concernentes ao templo de Deus (1 Rs.11:41);
* Livro da História dos Reis de Israel – hebraico - rpo cepher rbd dabar Klm melek larsy
Yisra’el - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão,
requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal,
rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura,
escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre
discursos, palavras, falas, coisas,negócios, ocupações, atos, assuntos, casos, maneiras sobre
considerações, conselhos, governo e poderio do poder de Deus sobre todas as coisas e pessoas
(1 Rs.14:19);
* Livro da História dos Reis de Judá – hebraico - rpo cepher rbd dabar Klm melek hdwhy
Y@huwdah - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão,
requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal,
rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura,
escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre
discursos, palavras, falas, coisas,negócios, ocupações, atos, assuntos, casos, maneiras sobre a
supervisão do sacerdócio de louvor, envolvendo confissão, agradecimento e humilhação diante
de Deus (1 Rs.14:19);
* Livro do Testemunho – hebráico twde ‘eduwth – a tradução indica testemunho – oriunda da
palavra de ‘ed (evidência) + dwe ‘uwd – que significa circundar, ir ao redor procurando restaurar,
testificar, ,protestar, afirmar solenemente, avisar, exortar ou mandar solenemente, admoestar, acusar,
advertir (2 Cr.23:11);
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* Livro da História de Natã, o Profeta – hebraico rbd dabar Ntn Nathan aybn nabiy’ – a
tradução indica indicando discurso, palavra, fala, dito, declaração, palavra, palavras, negócio, ocupação,
atos, assunto, caso, algo, maneira (por extensão) sobre a doação, concessão, garantia, permissão,
atributo, emprego, garantia, consagração, comprometimento, confiança, presente e entrega sobre a
influência de espírito divino em relação aos falsos profetas (2 Cr.9:29);
* Livro da História de Semaías, o Profeta – hebraico rbd dabar hyemv Sh@ma‘yah aybn
nabiy’ – a tradução indica indicando discurso, palavra, fala, dito, declaração, palavra, palavras, negócio,
ocupação, atos, assunto, caso, algo, maneira (por extensão) sobre ouvir, escutar, obedecer, perceber
com atenção e interesse para ter compreensão, concordância, consideração visando proclamar a
convocação sobre a influência de espírito divino em relação aos falsos profetas (2 Cr.12:15);
* Livro da História do Profeta Ido – hebraico vrdm midrash aybn nabiy’wde ‘Iddow - a tradução
indica estudo, exposição, comentário, relato, estória, escritos de natureza didática (midrashtransliteração
da palavra hebraica) – oriunda da palavra vrd darash – que significa recorrer, procurar
com cuidado, inquirir, consultar a Deus, investigar, inquirir, perguntar, estudar, seguir, com cuidado,
preocupar-se sobre a influência de espírito divino em relação aos falsos profetas no sentido de passar
adiante, avançar, seguir, remover o que não pertence a Deus e seguir adiante naquilo que O glorifica. (2
Cr.13:22);
* Livro da História dos Reis de Judá e Israel – hebraico - rpo cepher rbd dabar Klm melek
hdwhy Y@huwdah larsy Yisra’el - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução),
ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra,
acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do
cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar
conhecimento) sobre discursos, palavras, falas, coisas,negócios, ocupações, atos, assuntos, casos,
maneiras sobre a supervisão do sacerdócio de louvor, envolvendo confissão, agradecimento e
humilhação diante de Deus e sobre considerações, conselhos, governo e poderio do poder de Deus
sobre todas as coisas e pessoas (2 Cr.16:11);
* Livro da Lei de Deus – hebraico - rpo cepher hrwt towrah hwhy Y@hovah - a tradução indica
carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal,
como certificado, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro
genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para
tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre lei, orientação, instrução, orientação (humana
ou divina), conjunto de ensino profético e instrução na era messiânica com o conjunto de orientações
ou instruções sacerdotais, orientações legais sobre oferta queimada, costumes, hábitos e a sobre a lei
de Deus para fazer a humanidade absorver o conhecimento da existência, permanência, continuidade e
acontecimentos históricos de Deus e sua existência (2 Cr.17:9);
* Livro da História dos Reis – hebraico - rpo cepher vrdm midrash Klm melek - a tradução
indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto
legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias,
registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao
aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento estudo, exposição, comentário,
relato, estória, escritos de natureza didática (midrash-transliteração da palavra hebraica) – oriunda da
palavra vrd darash – que significa recorrer, procurar com cuidado, inquirir, consultar a Deus, investigar,
inquirir, perguntar, estudar, seguir, com cuidado, preocupar-se, como tomar conselho e consideração (2
Cr.24:27);
* Livro dos Videntes (ou da visão) – hebráico rbd dabar hzx chozeh – a tradução indica
discurso, palavra, fala, dito, declaração, palavra, palavras, negócio, 0cupação, atos, assunto, caso, algo,
maneira ver, perceber, olhar, observar, profetizar, providenciar sobre a visão, observação como em
estado de êxtase sobre perceber com a inteligência, indicando experiência e providência (2 Cr.33:19);
* Livro de Moisés – hebraico - rpo cepher hvm Mosheh - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado,
contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de
poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler
(gerar conhecimento) sobre a lei deuteronômica ou mosaica (Dt.28:61);
* Livro das Lamentações – hebráico - hnyq qiynah – a tradução indica de lamentação, canto
fúnebre, elegia, oriunda da palavra Nwq quwn – salmodiar (2 Cr.35:25);
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* Livro das Crônicas de seus pais – aramaico - rpo c@phar Nwrkd dikrown ba ‘ab - a
tradução indica indicando um relato contado e recontado para ser anotado, reconhecido, declarado
como por um contador, oficial-inspetor, secretário, escriba, sábio, não desorganizado como registro,
memorando, no pensamento, trazendo à mente que Deus é nosso pai ,cabeça, fundador,
originador, produtor, gerador benevolente e protetor que merece respeito e honra como nosso
governante chefe (Ed.4:14);
* Livro da Genealogia – hebraico - rpo cepher shy yachas - a tradução indica carta,
documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como
certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro
genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para
tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre o livro de registro genealógico (Ne.7:5);
* Livro das Crônicas – hebraico - rpo cepher rbd dabar - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de
divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro
da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas
aptas a ler (gerar conhecimento) indicando discurso, palavra, fala, dito, declaração, palavra, palavras,
negócio, 0cupação, atos, assunto, caso, algo, maneira (por extensão) – (Ne.12:23);
* Livro dos Feitos “Memoráveis” – hebraico - rpo cepher Nwrkz zikrown rbd dabar Mwy yowm
- a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão,
requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal,
rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura,
escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre
memória, lembrança, registro no pensamento e à mente, indicando discurso, palavra, fala, dito,
declaração, palavra, palavras, negócio, 0cupação, atos, assunto, caso, algo, maneira (por
extensão) durante o tempo de vida, dando o melhor e tudo de si para Deus (Et.6:1);
* Livro da História dos Reis – hebraico - rpo cepher vrdm midrash Klm melek ydm Maday
orp Parac - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão,
requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal,
rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura,
escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento estudo,
exposição, comentário, relato, estória, escritos de natureza didática (midrash-transliteração da palavra
hebraica) – oriunda da palavra vrd darash – que significa recorrer, procurar com cuidado, inquirir,
consultar a Deus, investigar, inquirir, perguntar, estudar, seguir, com cuidado, preocupar-se, como
tomar conselho e consideração sobre a essência da pureza e do esplendor (Et.10:2);
* Livro dos Vivos – hebraico – rpo cepher yx chay - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de
divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro
da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas
aptas a ler (gerar conhecimento) sobre reavivamento, renovação, sustento, manutenção para
revigorar, reanimar e restaurar a vida em crescimento e perseverança (Sl.69:28);
* Livro Selado – hebraico - rpo cepher Mtx chatham - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de
divórcio, contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro
da lei, de poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as
pessoas aptas a ler (gerar conhecimento) sobre o que é autêntico de propriedade divina
(Is.29:11);
* Livro do Senhor – hebraico - rpo cepher hwhy Y@hovah - a tradução indica carta, documento,
escrito, livro (de instrução), ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado,
contrato de compra, acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de
poemas, dos reis, do cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler
(gerar conhecimento) sobre o conhecimento da existência, permanência, continuidade e
acontecimentos históricos de Deus e sua existência (Is.34:16);
* Livro da Visão de Naum, o elcosita – hebraico rpo cepher Nwzx chazown Mwxn Nachuwm
yvqla ‘Elqoshiy - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução), ordem escrita,
comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra, acusação
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escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do cânon,
escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento
sobre a comunicação divina e profética levando percepção à inteligência pela experiência
providencial do êxtase da presença do Senhor, que nos dá conforto, consolo, compaixão, onde
pelo arrependimento, Deus nos “laça” com sua graça do qual somos desmerecedores (Na.1:1);
* Livro – Aramáico sxy yachas – a tradução indica livro de registro genealógico (Ed.2:62);
* Livro – hebráico rpo cepher - a tradução indica carta, documento, escrito, livro (de instrução),
ordem escrita, comissão, requerimento, decreto legal, como certificado de divórcio, contrato de compra,
acusação escrita, sinal, rolo, livro de profecias, registro genealógico, livro da lei, de poemas, dos reis, do
cânon, escritura, escrita voltada ao aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento
(Ec.12:12);
* Livro – Aramáico rpo c@phar – a tradução indica um relato contado e recontado para ser
anotado, reconhecido, declarado como por um contador, oficial-inspetor, secretário, escriba, sábio, não
desorganizado (Dn.7:10);
* Livro – hebráico vrdm midrash - a tradução indica estudo, exposição, comentário, relato,
estória, escritos de natureza didática (midrash-transliteração da palavra hebraica) – oriunda da palavra
vrd darash – que significa recorrer, procurar com cuidado, inquirir, consultar a Deus, investigar, inquirir,
perguntar, estudar, seguir, com cuidado, preocupar-se (2 Cr.13:22);
* Livro – hebráico hnyq qiynah – a tradução indica lamentação, canto fúnebre, elegia, oriunda da
palavra Nwq quwn – salmodiar (2 Cr.35:25);
e) A PALAVRA LIVRO E SUAS VARIANTES NO GREGO DO NOVO TESTAMENTO:
* Livro da Genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão – Grego biblov biblos
genesiv Genesis Ihsouv Iesous Xristov Christos uiov huios dabid Dabid uiov huios Abraam Abraam
- a tradução indica pequeno livro, rolo, documento escrito como uma folha no qual algo foi escrito, como
uma carta de divórcio que trata do registro da linhagem do nascimento (grupo de pessoas muito
semelhantes uns com os outros nos dons, ocupações, caráter – gerações) sobre a salvação do
Senhor em relação ao ofício messiânico e a concessão dos poderes necessários para o
ministério pelo revestimento dos dons do Espírito Santo, designo como o cabeça da família
humana, o homem, aquele que forneceu o modelo do homem perfeito e agiu para o benefício de toda
humanidade, por causa do seu grande amor, fundador da nação judaica (Mt.1:1);
* Livro de Moisés – Grego biblov biblos Mwseuv Moseus – a tradução indica indicando um livro
escrito, registro, rolo que trata de Deus como aquele que nos tira do mal e tira nossos pecados e
que nos tirará do mundo (Mc.12:26);
* Livro das Palavras do Profeta Isaías – Grego - biblov biblos logov logos profhthv
prophetes Hsaiav Hesaias - a tradução indica um livro escrito, registro, rolo que expressa a
concepção e idéia dos decretos, mandados, ordens, preceitos de Deus como sentença para que
pensemos, meditemos, consideremos a nossa relação com o Messias e sobre seu poder com
sabedoria, causa de nossa salvação, pelo que movidos pelo Espírito Santo como seus
instrumentos, seremos cheios do Espírito de Deus, por sua autoridade e comando em palavras
de relevância defendendo a causa de Deus e estimulando os homens à salvação, discernindo e
fazendo o melhor pela causa cristã pelo falar, tendo capacidade e autoridade para instruir, confortar,
encorajar, repreender, sentenciar e motivar os ouvintes à vigilância e discernimento de eventos futuros,
esperando pela salvação do Senhor (Lc.3:4);
* Livro do Profeta Isaías - Grego - biblov biblos profhthv prophetes Hsaiav Hesaias - a
tradução indica um livro escrito, registro, rolo que trata do mover pelo Espírito Santo aonde como seus
instrumentos, seremos cheios do Espírito de Deus, por sua autoridade e comando em palavras de
relevância defendendo a causa de Deus e estimulando os homens à salvação, discernindo e fazendo o
melhor pela causa cristã pelo falar, tendo capacidade e autoridade para instruir, confortar, encorajar,
repreender, sentenciar e motivar os ouvintes à vigilância e discernimento de eventos futuros,
esperando pela salvação do Senhor (Lc.3:4);
* Livro dos Salmos – Grego biblov Biblos qalmov Psalmos - a tradução indica um livro escrito,
registro, rolo que trata da celebração de louvores a Deus, pelo contato; no caso de Cristo, pela
encarnação do verbo (Lc.20:4);
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* Livro dos Profetas – Grego biblov biblos profhthv prophetes - a tradução indica um livro
escrito, registro, rolo que trata do mover pelo Espírito Santo aonde como seus instrumentos, seremos
cheios do Espírito de Deus, por sua autoridade e comando em palavras de relevância defendendo a
causa de Deus e estimulando os homens à salvação, discernindo e fazendo o melhor pela causa cristã
pelo falar, tendo capacidade e autoridade para instruir, confortar, encorajar, repreender, sentenciar e
motivar os ouvintes à vigilância e discernimento de eventos futuros (At.7:42);
* Livro da Lei – Grego - biblion biblion nomov nomos - a tradução indica pequeno livro, rolo,
documento escrito como uma folha no qual algo foi escrito, como uma carta de divórcio que trata de
como se produzir um estado aprovado por Deus, pela observância do que é aprovado por Deus
no conteúdo da religião cristã: a lei que exige fé, a instrução moral dada por Cristo, esp. o
preceito a respeito do amor (Gl.3:10);
* Livro da Vida – Grego - biblov biblos zwh zoe - a tradução indica um livro escrito, registro, rolo
que trata da absoluta plenitude da vida, tanto em essência como eticamente, que pertence a Deus e,
por meio dele, que assumiu a natureza humana dando-nos nEle uma vida real e genuína, ativa e
vigorosa, devota a Deus, abençoada, em parte já aqui neste mundo para aqueles que colocam
sua confiança em Cristo, e depois da ressurreição a ser consumada por novas bênçãos (entre
elas, um corpo mais perfeito) que permanecerão para sempre (Fp.4:3);
* Livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos – Grego biblion biblion
grafw grapho eswyen esothen kai kai opisten opisthen katasfragizw katasphragizo epta hepta
sfragiv sphragis - a tradução indica pequeno livro, rolo, documento escrito como uma folha no qual
algo foi escrito, como uma carta de divórcio que instrui e informa como uma carta sobre a alma e
consciências humanas, bem como sobre a realidade dqauilo que a mente pode conhecer e
perceber, pela experiência, envolvendo confirmado, provado, autenticado, como por um selo (um
sinal ou prova), confirmado por Deus (Ap.5:1);
* Livro da mão direita daquele que estava assentado no trono – Grego biblion biblion ek ek
dexiov dexios kayhmai kathemai epi epi yronov thronos - a tradução indica pequeno livro, rolo,
documento escrito como uma folha no qual algo foi escrito, como uma carta de divórcio que provêm da
honra e da dignidade, amizade e aprovação daquEle que nos sustenta, carrega e suporta, como família,
ao longo de uma posição atribuída a Deus como juiz, governador todo poderoso, e o Cristo
(Ap.5:7);
* Livro que se acha aberto na mão do anjo que se acha em pé sobre o mar e sobre a terra –
Grego bibliaridion bibliaridion o ho anoigw anoigo en en ceir cheir aggelov aggelos o ho isthmi
histemi epi epi yalassa thalassa kai kai epi epi gh Ge - a tradução indica muito pequeno livro, rolo,
documento escrito como uma folha no qual algo foi escrito, como uma carta de divórcio que trata da
essência como instrumento imparcial definido num lugar, tempo ou estado, como símbolo da força,
atividade, poder criador do Universo de Deus, determinado a exaltar a si mesmo, diante do
destino dos homens, noticiando fortemente a justiça e o destino final, de forma permanente,
íntegra e segura, de modo superior envolvendo a conservação e salvação do mundo, bem como a tudo
aquilo que é oposto aos céus (Ap.10:8);
* Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo – Grego biblov
biblos zwh zoe arnion arnion sfazw sphazo apo apo katabolh katabole kosmov kosmos - a
tradução indica um livro escrito, registro, rolo que trata da absoluta plenitude da vida, tanto em essência
como eticamente, que pertence a Deus e, por meio dele, que assumiu a natureza humana dando-nos
nEle uma vida real e genuína, ativa e vigorosa, devota a Deus, abençoada, em parte já aqui neste
mundo para aqueles que colocam sua confiança em Cristo, e depois da ressurreição a ser consumada
por novas bênçãos (entre elas, um corpo mais perfeito) que permanecerão para sempre em relação ao
sacrifício de exaltação acima da morte, do abatimento pela violência, da separação e da
destruição da comunhão, quando da introdução no frágil e vago cuidado terreno (Ap.13:8);
* Livro da Vida desde a fundação do mundo – Grego biblion biblion zwh zoe apo apo
katabolh katabole kosmov kosmos - a tradução indica um livro escrito, registro, rolo que trata da
absoluta plenitude da vida, tanto em essência como eticamente, que pertence a Deus acima do
abatimento pela violência, da separação e da destruição da comunhão, quando da introdução no frágil e
vago cuidado terreno (Ap.13:8);
* Livro das Obras dos Mortos – Grego biblion biblion ergon ergon nekrov nekros –
(Observação: ainda que não haja neste caso a construção da frase no versículo, juntando o sentido das
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palavras no original, veremos o sentido do assunto – a saber, as palavras indicam livros escritos,
registros, rolos que tratam de relatórios completos sobre a destruição da comunhão com Deus
envolvendo ocupações, comprometimentos, pensamentos, ações, atos e idéias dos que estão agora
inoperantes e inativos, cujas transgressões e pecados os destituíram da vida com Deus, como a
palha seca jogada fora após a sacudida dos grãos (Ap.20:12);
* Livro da Vida do Cordeiro – Grego biblion biblion zwh zoe arnion arnion - a tradução indica
um livro escrito, registro, rolo que trata da absoluta plenitude da vida, tanto em essência como
eticamente, que pertence a Deus em relação ao sacrifício de exaltação acima da morte (Ap.21:27);
* Livro desta Profecia – Grego biblov biblos touto touto profhteia propheteia – a tradução
indica um livro escrito, registro, rolo que trata de conciliar e diferenciar tudo o que se relaciona às
mensagens de Deus reveladas aos que o consultavam, relacionadas ao futuro, à vida moral e religiosa,
emanada da inspiração divina, numa declaração de propósitos divinos de reprovar e admoestar os
errados, consolar os justos e à respeito do Reino de Cristo (Ap.22:19);
* Livro – Grego biblion biblion - pequeno livro, rolo, documento escrito como uma folha no qual
algo foi escrito, como uma carta de divórcio (Jo.21:25);
* Livro – Grego biblov biblos - um livro escrito, registro, rolo (At.19:19);
f) CARACTERÍSTICAS DA PALAVRA LIVRO E SUAS VARIANTES NO ANTIGO E NOVO
TESTAMENTOS:
* Deus quis registrar à posteridade, as bênçãos da criação da família humana e no NT em
relação à linhagem do Messias (Gn.5:1; Ne.7:5; Mt.1:1);
* Deus quis que se registrasse na memória do povo as advertências e conseqüências e
Cristo no NT confirma a veracidade do AT (Ex.17:14; Ne.8:1; Mc.12:26; );
* Deus quis registrar sua aliança para que houvesse obediência, atitude e reflexão (Ex.24:7);
* Há um livro escrito por Deus, cujos nomes só são riscados quando se pecar contra o
Senhor, implicando assim, como que Deus tivesse autenticando a posse de seus servos que no
NT denota que Verdadeiro companheirismo, trabalho no Evangelho e persistência de seguimento
em confissão a Deus como condição, são características daqueles escritos no Livro da Vida, de
Deus (Ex.32:32-33; Fp.4:3; Ap.3:5;Ap.20:12-15; Ap.21:27);
* O livro escrito com maldições indicava a seriedade do compromisso/advertência com
Deus, como se estivesse afirmando que Deus era testemunha fiel neste caso, que também é
anunciada a advertência no NT (Nm.5:23; 2 Cr.25:4; 2 Cr.34:30; Lc.3:4);
* Num livro, se associada a história e a geografia à teologia bíblica dando veracidade e
explicando os propósitos providenciais de Deus (Nm.21:24; Js.10:13-14; Js.18:19);
* Livro da lei denota aprendizado, guarda, temor e cumprimento para gerar estabilidade na
justiça (Dt.17:18-20; Et.6:1; Et.10:2; Sl.56:8);
* A falta de conhecimento e cuidado em aprender sobre o livro de Deus gera males
permanentes (Dt.28:58-61; Is.29:11-12);
* O desprezo e abandono ao que está escrito no livro da lei pelo ego exaltado e narcisismo,
gera falta de perdão e males permanentes como a destruição (Dt.29:20-21; 2 Rs.22:13-16; 2
Cr.34:21,24; Jr.25:13;Jr.36:8-32);
* Os motivos que levam ao abandono dos preceitos do Livro do Senhor são ídolos e levam
à destruição como também ao ensinos de Cristo (Dt.29:27-28; 2 Cr.33:19; At.1:20);
* Conversão implica em querer ouvir e guardar os mandamentos divinos escritos em seu
livro (Dt.30:10; 2 Cr.34:31);
* O acontecimento, propósito, da escrita serve de ordenação ao modo e tempo na
realização de atitudes para o Deus presente que é onipresente e onisciente, recompensador
(Dt.32:24-26; Is.29:11;);
* A prosperidade e o sucesso estão ligados ao cuidado de meditar e agir em conformidade
com as ordenanças de Deus escritas em seu livro (Js.1:8);
* O serviço ordenado em conformidade com o livro da lei trata de como instrumentalizar e
oferecer a oferta no altar do Senhor, em verdadeiro sacrifício de ofertar, promover a paz,
servindo tanto aos sacerdotes da Lei quanto aos pastores das igrejas (Js.8:31; 2 Cr.35:12;
Ed.6;18; Ne.7:64; Ne.12:23; Ne.13:1; Ap.1:11);
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* O uso do conhecimento do livro da Lei de Deus pode promover tanto a bênção da
edificação, autenticação e aprovação, quanto a maldição dos escândalos, heresias e outros
males (Js.8:34; 2 Cr.34:21);
* As promessas de Deus envolvem nosso esforço pessoal em guardarmos e vivermos os
mandamentos de Deus, que nos mostram o que Ele não se agrada e que devemos evitar (Js.23:6;
Ap.22:18-19);
* Os estatutos do direito à aliança divina estão escritos nas palavras do Livro da Lei do
Senhor (Js.24:26);
* No Livro também se registram os direitos e obrigações dos seus servos, derivados de
nossas escolhas pessoais e da graciosa presença divina (1 Sm.10:25);
* O livro envolve o ensino e utilização e propósito, usado para o amadurecimento
responsável da juventude (2 Sm.1:18; 2 Cr.17;9);
* O livro registra atos de sabedoria que podemos e devemos aprender sem ter que
vivenciarmos tudo, pois nossa vida é curta demais para aprendermos tudo (1 Rs.11:41);
* Os livros podem tratar de assuntos referentes à vitórias e obstáculos pessoais,
observando-se que geralmente se escreve sobre a ótica dos vencedores (1 Rs.14:19;
Ed.4:15;Et.9:32);
* Uma grande curiosidade que me chama a atenção nestes versos é que as pessoas
passam, mas os registros de seus feitos permanecem em livros; o que você tem deixado aos
outros? leia (1 Rs.14:29; 1 Rs.15:7; 1 Rs.15:23; 1 Rs.15:31; 1 Rs.16:5, 14, 20, 27; 1 Rs.22:39,46;2
Rs.1;18; 2 Rs.8:23; 2 Rs.10:34; 2 Rs.12:39; 2 Rs.13:8,12; 2 Rs.14:15,18,28; 2
Rs.15:6,11,15,21,26,31,36; 2 Rs.16:19; 2 Rs.20:20; 2 Rs.21:17,25; 2 Rs.22:8;2 Rs.23:28; 2 Rs.24:5; 2
Cr.9:29; 2 Cr.12:15; 2 Cr.16;11; 2 Cr.20:34; 2 Cr.24:27; 2 Cr.25:26; 2 Cr.27:7; 2 Cr.28:26; 2 Cr.32:32; 2
Cr.35:26-27; 2 Cr.36:8; Et.10:2);
* Escriba, sacerdote e rei; indicando estudo, vivência e submissão de vida à Lei de Deus,
como o livro foi aspergido com sangue e no NT diferencia a Lei do AT da Lei do NT, onde o livro
fala de outra aspersão de sangue do cordeiro (2 Rs.22:10; Gl.3:10; Hb.9:19;);
* Não há distinção nem acepção à necessidade de todos precisarem viver a palavra (2
Rs.23:2; Ne.8:5);
* Fazer aliança, seguir ao Senhor e guardar seus mandamentos, se confirma quando se
apóia o que está escrito na Palavra de Deus, tanto racional como conscientemente no que é
bom, reto e agradável diante de Deus (2 Rs.23:3);
* Nossa celebração diante de Deus deve ser em conformidade com sua Palavra, indicando
que nossa vivência e atitude diária pela salvação de Cristo deve ser em submissão à sua
Palavra, acima de tradições e vãs heresias humanas (2 Rs.23:21);
* Não basta apenas estar na casa de Deus e andar com sua palavra; deve-se também
expulsar de si tudo o que não o agrada (2 Rs.23:24; Ne.13:1);
* Os livros podem ser usados para registro genealógico, que hoje seria a logística (1 Cr.9:1);
* O livro trata de assuntos importantes, como oração, perdão e pecado (2 Cr.33:19);
* O livro deve ser preservado na Casa de Deus tanto quanto o bom uso das riquezas (2
Cr.34:14-16);
* A busca da espiritualidade divina deve estar relacionada ao conhecimento presente no
livro de Deus como prova de confirmação da autenticidade e da aprovação divina (2 Cr.34:21;
Is.29:11; Ap.22:7-10);
* O entendimento do livro deve ser buscado acima de apenas ouvi-lo (Ne.8:3,8);
* A leitura do livro deve estar inserido tanto na Assembléia como na celebração do povo de
Deus (Ne.8:18; Et.9:32; Ap.5:1-9);
* A leitura do livro deve ser perseverada e denota aplicar um bom tempo para isso, seja no
ensino, pesquisa ou leitura (Ne.8:18);
* A leitura do livro deve estar inserido tanto na confissão como na adoração do povo de
Deus (Ne.9:3; Ap.5:1-9);
* Deus pode permitir inquietação mental para que se busque a leitura do livro (Et.6:1);
* NA BÍBLIA, ESTÁ PROFETIZADA A PRÓPRIA IMPRESSÃO DA MESMA? (muito tempo
antes da invenção da Imprensa com Guttemberg) – (Jó.19:23-24; Ap.10:2-11);
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* Há livros escritos contrários ao livro de Deus, escrito pelos adversários de Deus, que não
têm valor algum diante de Deus, mesmo que sejam caríssimos aos homens (Jó.31:35; At.19:19);
* A Bíblia revela o conteúdo messiânico de sua escritura, trata do Cristo vindouro, como o
grande propósito providencial de Deus, que é revelar a profecia sobre o conhecimento de Deus,
de sua vontade que é o seu Plano Eterno, o qual o próprio Jesus autentica (Sl.40:7; Lc.4:17-20;
Lc.20:42; Hb.10:7);
* O Senhor tem registradas todas as coisas, sejam más ou boas a respeito de cada pessoa
para efetuar seu juízo vindouro (Sl.56:8; Sl.69:28; Sl.139:16; Ap.13:8;Ap.17:8; Ap.20:12-15);
* A Bíblia revela que muitos livros serão escritos pela multiplicação do conhecimento –
profetizando a impressão após Guttemberg, pois na época de Salomão não havia impressão
como se vê hoje em dia e os recursos para os escribas produzirem um único rolo longo era
caríssimo, daí a importância dessa profecia atual (Ec.12:12; Jo.21:25);
* A BÍBLIA PROFETIZANDO SUA TRADUÇÃO EM LINGUAGEM DE SINAIS E EM BRAILE?
(Is.29:18);
* A Bíblia profetiza do uso de livros para guarda e autenticidade de documentos e de ações,
o que denota o que hoje em dia se chama de registro notarial e de patentes, visando o registro
permanente, como ela afirma no NT (Is.30:8; Jo.20:30; Jo.21:25);
* A Bíblia profetiza que os céus seriam “enrolados como um rolo”, o que pode denotar um
cumprimento das coisas celestiais se cumprindo nos fatos materiais, como quem enrola o rolo
após a leitura ou pesquisa ou término de escrita como quem termina seu trabalho (Is.34:4;
Ap.6:14);
* Não basta apenas a busca pela leitura do Livro de Deus, mas a ajuda do Espírito Santo na
compreensão do entendimento da verdade revelada e cumprida pelo Senhor, como Paulo dizia
que precisava da Capa, Livros e Pergaminhos (Is.34:16; 2 Tm.4:13);
* Deus mandou o profeta Jeremias escrever num livro o que Ele cumpriria no futuro quanto
a Israel (Jr.30:2);
* Deus intentou registrar num livro acerca de males, visando que o povo se arrependesse e
se convertesse dos pecados para que Deus o perdoasse (Jr.36:2-4);
* Vemos nesse versículo como a inspiração da revelação era passada da transmissão oral
para a escrita ao povo da parte do Espírito Santo usando seus servos conforme 2 Tm.3:16
(Jr.36:4);
* Vemos nesse versículo que, naquela época, apesar da ação dos homens, algumas partes
das mensagens proféticas de Deus foram destruídas, Deus em sua graça, impulsiona à
confecção de novo texto, revelando mais profundidade profética aos seus servos (Jr.36:28,32);
* Observamos que Deus usava a palavra revelada escrita nos rolos através de seus
profetas para se comunicar com os seus servos, como os reis (Jr.45:1-5);
* Deus mandou o profeta Jeremias escrever num livro o que Ele cumpriria no futuro quanto
à Babilônia por causa do seu pecado diante dEle, como juízo vindouro (Jr.51:60-64);
* A revelação de Deus ao profeta Ezequiel foi manifestada na visão de um livro, como um
rolo no qual ele deveria comer, ouvir e falar a Palavra de Deus aos rebeldes, implicando também
que além do fato de Deus relevar sua palavra, quem não quiser obedecer, ouvir e acatar, será
tido como rebelde (Ez.2:7-10);
* A revelação de Deus ao profeta Daniel foi manifestada na visão de vários livros, diante do
trono diante do qual Deus assentou-se como Juiz, indicando que nossa história está também
registrada diante de Deus como nossos livros escritos a cada dia – É só comparar com os livros
de Ap.20:12 (Dn.7:10; Ap.5:1-9);
* Daniel estudou os livros (proféticos do AT) e pediu orientação de Deus quanto ao
cumprimento profético e chegou a uma conclusão) – indicamos que devemos ter a mesma
atitude de oração e pesquisa para que tenhamos a revelação profética do NT) – (Dn.9:2);
* Deus revelou a Daniel que a ciência se multiplicaria nos últimos dias e que a revelação do
conhecimento profético seria selada até o fim do tempo, indicando que depois (seria agora?)
Deus abriria a revelação do conhecimento aos servos futuros (seriam os atuais?) (Dn.12:4;
Ap.1:11;Ap.5:1-9; );
* No livro escrito pelo profeta Naum, certos atributos e propósitos de Deus foram revelados
ao seu povo (Na.1:1-9);
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* O livro do Senhor também geraria perseguição dos ímpios religiosos a quem dEle fizesse
uso, como Estevão (At.7:42);
3) PROPÓSITOS PROVIDENCIAIS DA PROFECIA BÍBLICA NO AT EM RELAÇÃO AO NOVO
TESTAMENTO, CONCERNENTES AOS SIGNIFICADOS DA PALAVRA LIVRO (VISTOS ACIMA):
Propósito Providencial Profético é um projeto previamente predito por Deus, que
pretendemos aprender nesta apostila, ainda que conscientes que a plenitude desse
conhecimento só pertence a Deus, de QUEM esperamos sua graça reveladora mediante estudo.
Vejamos, agora, indícios comprobatórios desse Propósito Providencial Profético inseridos
na hermenêutica exegética (entendimento dos originais) da comparativa conjunta dos versículos
onde a palavra LIVRO se faz presente, numa análise conjunta do Antigo e no Novo testamento:
a) INDÍCIOS DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO EXTRAÍDO DOS VERSÍCULOS COM
A PALAVRA LIVRO NO ANTIGO TESTAMENTO:
* Trata da lista genealógica dos descendentes contemporâneos no curso da história humana;
* Trata da aliança e do compromisso entre Deus e os homens;
* Trata da dificuldade humana para absorver o conhecimento da existência, permanência,
continuidade e acontecimentos históricos de Deus e sua existência;
* Trata do método da orientação (humana/divina) sobre o conjunto de ensino profético e instrução
na era messiânica com o conjunto de orientações ou instruções sacerdotais;
* Trata do objetivo de ensinar sobre o que é ser reto (como uma linha reta), honesto, correto,
direito, plano, direto, justo, honesto, conveniente, próprio diante de Deus;
* Trata da diferenciação entre a lei de Deus diferenciando das obras dos demônios e dos
homens em honra aos falsos deuses;
* Trata da percepção, observação da providência divina, como que por êxtase;
* Trata de como ter paz, sabedoria e sobre os louvores concernentes ao templo de Deus;
* Trata de como administrar considerações, conselhos, governo e poderio do poder de Deus
sobre todas as coisas e pessoas;
* Trata de sacerdócio de louvor, envolvendo confissão, agradecimento e humilhação diante
de Deus;
* Trata da influência de espírito divino em relação aos falsos profetas;
* Trata de trazer à mente que Deus é nosso pai ,cabeça, fundador, originador, produtor,
gerador benevolente e protetor que merece respeito e honra como nosso governante chefe;
* Trata da vida terrena, num aprendizado para tornar as pessoas aptas a ler (gerar conhecimento)
sobre memória, lembrança, registro no pensamento e à mente, indicando discurso, palavra, fala, dito,
declaração, palavra, palavras, negócio, ocupação, atos, assunto, caso, algo, maneira (por extensão)
durante o tempo de vida, dando o melhor e tudo de si para Deus;
* Trata sobre reavivamento, renovação, sustento, manutenção para revigorar, reanimar e
restaurar a vida em crescimento e perseverança;
* Trata sobre o que é autêntico de propriedade divina;
* Trata sobre o conhecimento da existência, permanência, continuidade e acontecimentos
históricos de Deus e sua existência;
* Trata sobre a comunicação divina e profética levando percepção à inteligência pela experiência
providencial do êxtase da presença do Senhor, que nos dá conforto, consolo, compaixão, onde pelo
arrependimento, Deus nos “laça” com sua graça do qual somos desmerecedores;
b) INDÍCIOS DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO EXTRAÍDO DOS VERSÍCULOS COM
A PALAVRA LIVRO E SUAS VARIANTES NO GREGO DO NOVO TESTAMENTO:
* Trata da salvação do Senhor em relação ao ofício messiânico e a concessão dos poderes
necessários para o ministério pelo revestimento dos dons do Espírito Santo;
* Trata de Deus como aquele que nos tira do mal e tira nossos pecados e que nos tirará do
mundo;
* Trata da nossa relação com o Messias e sobre seu poder com sabedoria, causa de nossa
salvação, pelo que movidos pelo Espírito Santo como seus instrumentos, seremos cheios do Espírito de
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Deus, por sua autoridade e comando em palavras de relevância defendendo a causa de Deus e
estimulando os homens à salvação;
* Trata de motivar os ouvintes à vigilância e discernimento de eventos futuros, esperando
pela salvação do Senhor;
* Trata de celebração de louvores a Deus, pelo contato; no caso de Cristo, pela encarnação
do verbo;
* Trata de como se produzir um estado aprovado por Deus, pela observância do que é
aprovado por Deus no conteúdo da religião cristã: a lei que exige fé, a instrução moral dada por
Cristo,especialmente o preceito a respeito do amor;
* Trata da vida real e genuína, ativa e vigorosa, devota a Deus, abençoada, em parte já aqui neste
mundo para aqueles que colocam sua confiança em Cristo, e depois da ressurreição a ser
consumada por novas bênçãos (entre elas, um corpo mais perfeito) que permanecerão para
sempre;
* Trata da realidade daquilo que a mente pode conhecer e perceber, pela experiência,
envolvendo o confirmado, provado, autenticado, como por um selo (um sinal ou prova),
confirmado por Deus;
* Trata da posição atribuída a Deus como juiz, governador todo poderoso, e o Cristo;
* Trata do símbolo da força, atividade, poder criador do Universo de Deus, determinado a
exaltar a si mesmo, diante do destino dos homens, noticiando fortemente a justiça e o destino
final;
* Trata da exaltação acima da morte, do abatimento pela violência, da separação e da
destruição da comunhão, quando da introdução no frágil e vago cuidado terreno;
* Trata dos que se destituíram da vida com Deus, como a palha seca jogada fora após a
sacudida dos grãos;
* Trata da absoluta plenitude da vida, tanto em essência como eticamente, que pertence a
Deus;
* Trata numa declaração de propósitos divinos de reprovar e admoestar os errados,
consolar os justos e à respeito do Reino de Cristo;
c) INDÍCIOS DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO EXTRAÍDO DA ANÁLISE
CONJUNTA DE DADOS PRESENTES NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTOS SOBRE A PALAVRA
LIVRO):
* Síntese da idéia central do Antigo Testamento pela exegese da Palavra Livro no A.T.:
No curso da história humana, houve aliança entre Deus e os homens, mas estes tiveram
dificuldade para absorver o conhecimento da existência que era a instrução e orientação sacerdotal,
pela observação da providência de Deus, como por êxtase profético revelado pelo Espírito Santo. Deus
que é reto, honesto, correto, direito, conveniente, ensinou a diferença entre suas obras, das obras dos
demônios e dos homens em honra aos falsos deuses e sobre como deveriam louvá-lo no seu templo,
por seu governo e poder sobre todas as coisas e pessoas. Ele queria ouvir do povo, confissão,
agradecimento e humilhação diante dEle e assim, a influência do seu Espírito Divino como nosso pai
,cabeça, fundador, originador, produtor, gerador benevolente e protetor, durante o tempo de vida, nos
daria o melhor e tudo de si, ou seja, um reavivamento, renovação, sustento, manutenção para revigorar,
reanimar e restaurar a vida em crescimento e perseverança; prova autêntica de nossa propriedade
divina. Deus quer que tenhamos o conhecimento de sua existência, permanência e continuidade e nos
acontecimentos históricos, deixando sobre nós a sua graça do qual somos desmerecedores = “GRAÇA
PROMETIDA”:
* (HÁ UM ESPAÇO VAZIO ENTRE ESTAS DUAS LACUNAS – RESPONDO LOGO ABAIXO*
* Síntese da idéia central do Novo Testamento pela exegese da Palavra Livro no N.T.:
Essa graça, a salvação do Senhor tem relação ao ofício messiânico e a concessão dos poderes
necessários para o ministério pelo revestimento dos dons do Espírito Santo enviado dAquele que nos
tira do mal e tira nossos pecados e que nos tirará do mundo. Ele nos exorta a defendermos sua causa,
estimulando os homens à salvação como ouvintes à vigilância e discernimento de eventos futuros,
esperando pela salvação do Senhor, que deve ser celebrada em louvores a Deus, por Cristo, em sua
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encarnação “do verbo”. Deus quer produzir em nós um estado no conteúdo da religião cristã: uma lei
que exige fé, cujo preceito é o amor, pois para aqueles que colocam sua confiança em Cristo, e depois
da ressurreição a ser consumada por novas bênçãos (entre elas, um corpo mais perfeito) que
permanecerão para sempre. Essa realidade precisa ser conhecida e percebida em nossa mente, sendo
confirmada, provada, autenticada, como por um selo (sinais ou provas, confirmadas por Deus, juiz,
governador todo poderoso, e o Cristo (símbolo da força, atividade, poder criador do Universo,
determinado a exaltar a si mesmo, diante do destino dos homens, noticiando fortemente a justiça e o
destino final. Em sua exaltação acima da morte, do abatimento pela violência, da separação e da
destruição da comunhão, quando da introdução no frágil e vago cuidado terreno, todos os que se
destituíram da vida com Deus não terão plenitude de vida, tanto em essência como eticamente, que
pertence a Deus, pois quando vier, declarará seus propósitos divinos, reprovando e admoestando os
errados e consolando os justos na implantação do seu Reino = “GRAÇA COMPROVADA”:
* Este espaço vazio é o tempo que se chama hoje, aonde o que veio virá mas ainda não é;
ou seja, o Jesus Histórico, Messias e servo sofredor do At que nasceu, morreu e ressuscitou,
virá como Messias Triunfante e Salvador, Juiz dos Vivos e dos Mortos; e você se encontra num
espaço de tempo, relativo entre estas duas vindas, precisando entregar sua Vida a Deus – Essa é
a grande profecia providencial e proposital inserida na Bíblia que iremos demonstrar neste
estudo. = “GRAÇA SUGERIDA”: A mesma mensagem de 2000 anos atrás continua válida:
(AT 17:23-31) PAULO PREGANDO NO AREÓPAGO DE ATENAS:- Porque, passando eu e
vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS
DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio. O
Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em
templos feitos por mãos de homens; Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que
necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas
as coisas; Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda
que não está longe de cada um de nós; Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando,
o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; Porque nele vivemos, e nos
movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também
sua geração. Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja
semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. Mas
Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em
todo o lugar, que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de
julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o
dentre os mortos.
SURGEM OUTRAS GRANDES QUESTÕES:
* Por que Ele (Jesus) ainda não veio?
* Quais são os sinais propositais dessa profecia providencial?
* Onde? Como? Porque? O que fará?
Enquanto isso, continua válida a seguinte proposição: “Buscai no livro do SENHOR, e lede;
nenhuma destas coisas faltará, ninguém faltará com a sua companheira; porque a minha boca tem
ordenado, e o seu espírito mesmo as tem ajuntado.” (Isaías 34:16).
4) POSSIBILIDADES POTENCIAIS DO USO DA BÍBLIA (LIVRO SAGRADO CRISTÃO):
a) INDÍCIOS ESCRITOS DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO INSERIDO EM SEUS
LIVROS, CAPÍTULOS E VERSÍCULOS:
Uma vez que aprendemos algumas características envolvendo a Bíblia como livro,
podemos enriquecer nossa pesquisa com algumas possibilidades potenciais da Bíblia, (ainda
que não falamos mais precisamente sobre propósitos, providências e profecias):
A Bíblia tem valor histórico e é atuante como aspectos da percepção Divina, que influem em
campos sociais e morais, agindo, mais precisamente nos instintivos humanos de uma forma dinâmica,
representativa e existencial, informando sua diretiva cultural num diálogo multicultural, envolvendo
aspectos econômicos, sociais, em várias comunidades e famílias neste mundo globalizado.
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Sua visão cristã de liderança política do Reino de Deus é empreendedora, visionária, tendo
Jesus Cristo como o grande organizador do gerenciamento psicológico das “massas”, levando o
“rebanho de almas” a uma pluralidade adaptativa e desenvolvimental, natural e inteligente como
membrezia acolhedora das promessas e leis judaico-cristãs.
A Bíblia tem sua validação prática acima das contradições aparentes porque consegue ser a base
de integração para o solucionamento de crises de milhões de vidas transformadas; (que é o fato que
iremos tentar explicar a seguir), pormenorizando o assunto na realidade do contexto/pretexto do texto:
b) A PROBLEMÁTICA DA INTERPRETAÇÃO DO PROJETO PROVIDENCIAL PROFÉTICO:
A REALIDADE DO FATO DE QUE ENTRE A LEITURA E O LIVRO EXISTE O TEXTO:
Pode parecer um contra-senso ou aparente paradoxo (contradição), mas o texto em si é a grande
questão:
* Qual será a escolha do leitor?
* Agir dentro do contexto ou exibir-se por pretexto?
CARACTERÍSTICAS TEXTUAIS (Explicando a problemática textual à interpretação):
FATO 1: Ainda que seja especial, o texto Bíblico não é autônomo, precisando do leitor:
Neste caso, não falamos de inspiração ou de revelação, mas de ação; afinal, uma Bíblia fechada
não modifica o mundo e sim, um cristão de coração e mente abertas, vivendo e ensinando a Biblia.
FATO 2: Ainda que o leitor não seja especial, contudo o texto é especialíssimo, pois se
adapta a qualquer leitor, respeitando os limites de profundidade de leitura: Ainda assim, Deus
requer dos seus servos, o prazer da leitura, aonde Deus vai aprofundando o entendimento à medida em
que a pessoa se predispõe a buscar a Deus e suplicar-lhe o entendimento;
FATO 3: Deus não deseja que o leitor fique preso ao texto, mas inserido no contexto, tenha
um bom pretexto: o de desenvolver suas habilidades e imaginações adquiridas na intimidade bíblica
em prol do Reino de Deus, precisando e querendo pensar em potencializar-se em várias direções,
segundo os propósitos de Deus, como profeta de sua providência, produzindo possibilidades do IDE.
FATO 4: Deus não deseja que o leitor deturpe o texto em mera oralidade ou espontaneidade
cultural irresponsável, chamada modernamente de relativismo ou diversidade: Deus, em sua
presciência, onisciência, onipresença, onipotência e perfeita justiça, age em simplicidade, não
suprimindo os problemas, mas capacitando-nos a enfrentá-los e para isso, nos dotou de inteligência
espiritual criativa, ou seja, nos enriquece o diálogo e as estratégias e por isso, muitas pessoas, mesmo
com pouca leitura, conseguem solidamente realizações plenas em seus propósitos ministeriais e
evangelísticos.
FATO 5: Devemos estimular nosso raciocínio e nossa capacidade de entendimento porque
a compreensão mais profunda é contínua, dinâmica, progressiva, processual e seletiva: A nossa
compreensão e sabedoria funcionais, promovidas por nossas relações não se constitui na base sólida
para promover o desenvolvimento espiritual da comunidade; é preciso a mediação de Deus, pelo seu
espírito, promovendo as três dimensões de nossa construção ou promoção da ética sacerdotal cristã,
na comunidade, afinal, somos enviados a amar o próximo, objetivo da Obra interpessoal e campo de
transformação intra-pessoal, que segundo a Bíblia é chamada de Aperfeiçoamento dos Santos ou
Edificação do Corpo de Cristo, ou Preparação da Noiva ou Amadurecimento da Seara ou Colheita:
* Primeira Dimensão – Desejo participativo de interagir o que se sabe com a vontade de
Deus, terminando na diferenciação entre o que é ser diferente espiritual e meramente novidade
religiosa – enquanto não houver uma definição reflexiva entre estas simbologias na mente de quem
deseja conhecer os absolutos de Deus e aprender dEle, tudo será um mistério indecifrável e sem valor;
* Segunda Dimensão – através de uma abertura de mente, pela consciência de que nada
sabe, a boa vontade e o arrependimento geram um estímulo pela fé de entregar-se a disposição
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da ocupação como instrumento diante de Deus, em tempo, modos e lugares carentes da plenitude
divina, seja na vida pessoal ou na vida de outras pessoas, conhecidas ou ainda a serem descobertas;
* Terceira Dimensão – a carência de atenção e enaltecimento do ego dá lugar a um
duradouro e importante plano de visão, envolvimento, ação e disponibilidade, que é adequar-se
aquilo que se constitui no caminho de Deus, o comprometimento com os valores e problemas
cristãos cria uma ampliação da expansão informacional e formacional dos direitos e deveres do Reino
Deus, gerando consciência da cidadania celestial sacerdotal e também do papel social, cultural, moral e
eclesial.* Qual será a escolha do leitor (motivações)? Agir dentro do contexto(avivamento) ou
exibir-se por pretexto (escândalos)?
FATO 6: Quando se trata da questão do chamado ou chamamento, não haverá uma
concordância plena entre todos os componentes do grupo: Sabemos que o AVIVAMENTO é tornar
dinâmico ou gerar ânimo no desejo de promover relacionamentos, desenvolvimentos geradores de uma
educação espiritual consistente que promova o domínio da literatura bíblica na vida cotidiana das
comunidades, tendo por finalidade gerar amor, entendimento, unidade, verdade de Cristo em nós.
Contudo, temos que entender que esse direito garantido pela Verdade Bíblica, que é um
desafio à cristandade atual, tem sido apenas uma fachada para um histórico processo de
exclusão denominacional, tradicional e rotulado de espiritualidade, com efeitos negativos que
ainda hoje permeiam os escândalos de novos convertidos e líderes religiosos despreparados e
conhecidos da mídia.
Temos, de forma generalizada, uma má formação doutrinária bíblica, falta de estímulo ao
aprendizado bíblico pela carência, destrato e falta de acompanhamento num discipulado crítico, aonde
as almas não encontram estímulo e suporte à leitura bíblica,gerando críticas e desvalorização eclesial.
Assim sendo, enquanto não houver uma consciência participativa, em parceria
denominacional, numa proposta conjunta de formação de uma escolarização bíblica em
potencial, só haverá uma irresponsabilidade descontínua entre o processo de criação, a crítica
construtiva e a consideração produtiva.
FATO 7: Devemos entender que mediante a falta de livre acesso à profundidade do material
teológico (muitas vezes proibidas às membrezias, taxando o fundamental como descartável), por
causa do capitalismo doutrinário religioso visando o lucro, qualquer tentativa seja quantitativa
ou qualitativa de contribuir na melhoria da qualidade na educação teológica dos membros é
válido: O desempenho, o reconhecimento, aprovação e confirmação de uma vocação genuína diante
de Deus e das lideranças eclesiais, bem como das comunidades, se verifica pela melhoria da busca da
qualidade do ensino teológico, envolvendo homilias, congressos ou diversas programações.
Se verifica ainda, também pela vontade de conjugar esforços, compromissos e responsabilidades
diante de Deus e dos homens para persistir na união das igrejas e seminários em melhorarem a
qualidade assistencial, apresentarem referências bíblicas atualizadas nos contextos atuais em seus
sermões, ensinos e atividades complementares, de forma comprometida com a Obra de Deus: Vidas.
FATO 8: Temos condições de construirmos e desenvolvermos um projeto de
desenvolvimento doutrinário, teológico e espiritual, que promova uma comunidade de cristãos
envolvidos com a Palavra de Deus, promovendo um ambiente eclesial mais justo, voluntário e
capaz de traduzir a essência da mensagem de Cristo numa grande obra de inclusão espiritual,
“ganhando os perdidos para Cristo”.
QUATRO ETAPAS:
* 1ª ETAPA PROPÓSITO (PREPARAÇÃO) - DEMOCRATIZAR O ACESSO À DEFESA
APOSTÓLICA E EVANGELÍSTICA (João Marcos) – Acompanhava a Jesus em toda parte
significando ensino de aprendizado espiritual a multidões, cooperando o Senhor com sinais,
baseando-se na constância da presença do Espírito Santo e da autoridade divina de Jesus
(Pregar o evangelho profundo e não uma mera auto-ajuda de falsa prosperidade).
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* 2ª ETAPA PROVIDENCIAL (INSPEÇÃO) - ESTIMULAÇÃO À DOAÇÃO GRACIOSA E
FORMAÇÃO DE DOADORES (MANTENEDORES OU COLABORADORES) (Mateus) – Levitas,
cobrador de impostos em Cafarnaum – significando saber ser compassivo em usar os recursos
impostos para alcançar os perdidos, ou seja – ser doador gracioso à obra evangelística,
disposto a usar tempo, recursos, talentos, dons e influências, disposto 24 horas a serviço de
Deus, numa responsável inquirição permanente, “Senhor, eis-me aqui, usa-me a mim”!(Doar por
ter consciência de que se é a bênção de Deus ao mundo e compartilhar o melhor em amor e não
barganhar falsamente uma aparente indulgência);
* 3ª ETAPA PROFÉTICO (CONFRONTAÇÃO) - VALORIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO
ACOMPANHAMENTO CURADOR (Lucas) – Médico e companheiro registrador dos atos apostólicos –
significando levar a luz(esclarecimento) pela gentileza, guiando e fortalecendo os seguidores de
Cristo em meio à consolação, confirmação, conversão, perseguição, pregação ou até execução),como
que visitação, adoção e ligação de famílias.
* 4ª ETAPA PREVISTO (ADOÇÃO) - DESENVOLVIMENTO DO DISCÍPULADO AMOROSO &
REVELATÓRIO – (João) – filho de Zebedeu e Salomé, irmão de Tiago – significando ser presente e
gerar paz, andar no encalço, persistência, ou seja, referencial.
FATO 9: Sempre haverá recursos a serem descobertos à missão do IDE: Lembremos que
esse plano a ser considerado é um plano de compromisso e com o debate dos temas, mais
participantes interessados se farão representar: aparecerão pessoas produzindo, administrando,
organizando, gerando iniciativas, muitos,contribuindo direta ou indiretamente para a criação de fóruns,
programa de formação, entidades sociais, palestras, eventos dentro e fora das igrejas, de diferentes
naturezas, sendo que todos irão contribuir para colher sugestões, debater conhecimentos e integrar
novas visões, aonde quer que Deus esteja efetuando, efetivando e influenciando seu AVIVAMENTO.
FATO 10: O envolvimento não deve ser apenas de pastores, líderes de comunidades,
sacerdotes, ministros, professores de teologia, personalidades importantes ou donos de
livrarias, seminários, faculdades, pessoas importantes, etc.) – Quem estiver moral, espiritual e
relacionalmente interessado em agir para preservar a Boa Doutrina da Palavra de Deus, irá querer
saber como usar recursos e esforços para transformar o LIVRO no FOCO, de forma unida, avivada e
amorosa.
c) A TRANSFORMAÇÃO DO LIVRO EM FOCO PELA PRESENÇA DO TEXTO:
* Vamos assumir e traduzir o que está escrito ao povo!
* Vamos transpor a leitura, amadurecendo e criando novos ambientes de (construção e
contribuição de algo concreto para a edificação, comunhão e consolação entre as pessoas;
* Vamos combinar instituições eclesiais com responsabilidades ministeriais, gerando
alteração, atualização e consolidação da consideração da Palavra de Deus na vida das pessoas;
* Vamos contemplar novo patamar espiritual, atingido pelo poder de Deus e nosso dispor;
d) PROBLEMAS A SEREM SUPERADOS A QUEM DESEJA A CONSTRUÇÃO DO SABER
PLENO ESPIRITUAL – CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO PROVIDENCIAL E PROFÉTICO:
* Enorme falta de respeito e de leitura ao textos sagrados;
* Muita ambição e riqueza envolvida na retenção do conhecimento bíblico;
* Poucos bons oradores e pensadores bíblicos autênticos que atingem grandes massas;
* Práticas politiqueiras e avarentas ocultas no câncer do seio eclesial, redacionalpublicitário
e teológico-universitário;
* Falta de dados concretos que traduzam o atual estado didático-pedagógico-doutrinário;
* Esfacelamento e dissolução de pequenos grupos e aumento progressivo de “currais”;
* Aumento crescente de analfabetos bíblicos, freqüentadores de igrejas, mesmo dizimistas;
e) TRÊS TIPOS DE ANALFABETOS BÍBLICOS:
* Os que apenas sabem versículos decorados e conhecem hinos;
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* Os que conseguem falar algo a respeito da Bíblia mas desconhecem verdades/visões
importantes a respeito do cristianismo, sendo mais imitadores de pregadores e cantores;
* Os que são capazes até de dirigir grupos, obras e congregações, mas o nível de
entendimento extra-denominacional, ou seja, quando o assunto está distante do âmbito do seu
ministério, não sabe tratar de temas mais profundos e abrangentes, mantendo-se mais ou menos no
mesmo nível dos seus liderados e rebanhos (com ou sem dons espirituais, tradicionais ou pentecostais)
e se for neo-pentecostal, liberal progressivo, erudito lingüístico sem real espiritualidade, fica muito pior...
f) ADVERTÊNCIA AOS QUE SE DIZEM CRISTÃOS QUANTO AO AFASTAMENTO DO ENSINO
BÍBLICO:Deus nos chama de uma forma diferente para um ministério especial. Devemos ser
dedicados como servos, sujeitos inteiramente às exigências da chamada divina.
Mas para sermos uma benção para a humanidade, precisamos sempre passar por problemas que
nos direcionam a Deus com aquele que nos fortifica a resistirmos contra as diversidades da vida.
Nos momentos mais aflitivos, é que lembramos do Senhor, por isso, a dor e o sofrimento
no caminho que nos direciona ao nosso Senhor.
Sozinhos, nós somos incapazes de compreender os desígnios de Deus e de sua vontade.
Pela falta do conhecimento da Palavra de Deus, o povo se corrompe, escolhendo pelo livre
arbítrio viver em pecado e em iniqüidade, levando o ser humano à perdição, provocando com
isso, a falta de temor a Deus causando desvios em suas ações.
É muito difícil voltar para o Senhor, depois de uma vida corrompida por ações não agradáveis a
Deus, apesar do Senhor estar sempre receptivo à volta de seus filhos que se perderam ou se
desencaminharam.
Assim, esta caminhada de retorno não é fácil para o ser humano, pois depois de
acostumar-se ao pecado, a lama moral e social, ele passa a achar que não merece o amor do Pai,
achando que seu caso não tem mais jeito.
Mas mesmo em meio às advertências e palavras de alerta contra os erros e fracassos do povo
que se afasta, o Senhor apresenta a sua face misericordiosa, falando da possibilidade do retorno de seu
amor e bondade, a fórmula para a sua salvação, sendo nosso advogado (1 Jo.2:1).
Muitas pessoas não consideram no seu coração que Deus se lembra de todas as suas
maldades, pois perderam a percepção bem nítida em seus corações. O povo de Israel pecava, e a
igreja, muitas vezes, faz também, a mesma coisa, sem atinar conscientemente que o Senhor
Deus a tudo assiste.
Mas quando fugimos do pecado, por um ato de misericórdia e generoso amor para conosco, o
Senhor Deus, infinito em poder e sabedoria, deliberadamente, esquece-se dos nossos pecados,
lavando-nos no sangue de Cristo e atirando-os às profundezas do mar e deles se esquecendo para
sempre, mas as conseqüências do afastamento do Senhor são sempre negativas e tristes.
Não sejamos como pombas insensatas; saibamos com segurança para onde vamos.
Deus nos adverte e nos chama à fidelidade.
* Como estamos vivendo os nossos dias?
* Semeando ventos (vivenciando pecados, experimentando tentações, fazendo os nossos
reis do mundo do esporte, da música, da literatura, dedicando o nosso ouro e a nossa prata ou
cultivo da idolatria dos deuses da modernidade, como o individualismo, o secularismo, o
egoísmo)?
Se assim estivermos procedendo, estaremos seguindo os passos do Israel do passado,
semeando os ventos que se transformarão amanhã em tempestades que se abatem sobre nós.
* Será que estamos correspondendo ao amor de Deus da mesma maneira? Pensemos!
OBSERVAÇÃO:
Nesta aula, pudemos diferenciar o denominacionalismo empresarial do Propósito
Providencial e Profético de Deus à Igreja, envolvendo o Livro (Bíblia), no grande projeto de
Avivamento; também questionamos sobre nosso papel como cristãos.
Na próxima aula, saberemos mais sobre a questão da Visão no Avivamento e teremos uma
maior profundidade sobre as possibilidades potenciais do uso da Bíblia, destacando o Livro
Texto como detentor da Palavra Escrita, da parte de Deus, envolvendo seus Propósitos,
Providências e Profecias. (SEGUE)
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
CEIA DO SENHOR(CONGRESSO)
A CEIA DO SENHOR E O AVIVAMENTO
TEXTO: 1 Co 11.23-26
INTRODUÇÃO: É apropriado dizer que a Santa Ceia produz avivamento
• Deve produzir avivamento
• Nos chama ao nosso Primeiro Amor
• Um tempo de nova dedicação
O que a Santa Ceia não é
• Não é meio de salvação
• Não é desta igreja apenas
I. A CEIA DO SENHOR É UM TEMPO DE OLHAR ATRÁS (V. 23-25)
1. Olhar atrás. A Cruz
2. A Cruz é a nossa mensagem (1Co 1.18)
a) Outras mensagens são temporais
b) A mensagem da cruz permanece
c) Lembra-te de tua experiência
d) Que significa para você a morte de Cristo?
II. A CEIA DO SENHOR É UM TEMPO DE OLHAR INTERNAMENTE (V. 27-32)
1. O caso de Corinto
a) Apressados ao participar a ceia
b) Doentes, dormindo e fracos
2. Tempo de examinar o coração
3. Como evitar o castigo
4. Tempo de derribar barreiras
III. A CEIA DO SENHOR É TEMPO DE OLHAR PARA FORA
1. A ceia é evangelizadora
2. O chamado dos pecadores a ver o evangelho nos símbolos da morte de Cristo
3. Depois da cruz veio a grande comissão (At 1)
4. A ceia deve nos enviar a alcançar os perdidos
IV. A CEIA DO SENHOR É TEMPO DE OLHAR ACIMA (V. 26)
1. Até que Ele venha!
2. Jesus vem!
3. A grande reunião no céu
CONCLUSÃO: Tempo para expressão;
Comunhão na família;
Como mudara sua vida esta comunhão.
Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso, mas o justo tem fundamento perpétuo
Pv 10.25
atitudes do bom samaritano(JESUS)
O BOM SAMARITANO Imprimir E-mail
TEXTO: Lc 10.25-37 – Seu sangue por ele. A mensagem. Se alguém aqui se sente roubado pelo pecado, pode também ser socorrido por Cristo.
INTRODUÇÃO:
a) Considerar o ensino por parábolas – mas este incidente é parábola ou história?
b) Se for histórico, mostra a importância de estudarmos os incidentes da vida para aprendermos liçãoes espirituais
c) Jesus achou melhor ensinar por meio de um incidente do que por um argumento
d) O caso pode ter uma importante aplicação para nós mesmos
I. A VIAGEM
a) Os pontos; partida e destino
b) O motivo; negócios, amizade ou distração
c) O sentido; uma descida
II. O ROUBO
Os ladrões (que podemos comparar com os poderes do mal que nos perseguem) privaram o viajante de:
a) Seus bens com que tinha saído de Jerusalém (inocência, um bom nome, a alegria da vida, a paz da consciência, uma esperança para o futuro)
b) Suas forças para poder seguir adiante
c) A metade da sua vida
Notemos certas circunstâncias favoráveis. O viajante compreendia seu perigo, reconhecia sua incapacidade, esperava um salvador
III. A SALVAÇÃO
1. O sacerdote e o levita puderam verificar seu estado, mas não o aliviaram. Eles passaram ali “por acaso”, mas o samaritano não.
2. O Samaritano
a) Viu
b) Teve compaixão
c) Aproximou-se
d) Tratou
e) Carregou
f) Pagou a estadia
g) Cuidou dele
3. O homem saiu só, mas segui acompanhado. O homem saiu a pé, mas segui montado. O homem saiu sem proteção, mas seguiu protegido.
4. O samaritano tratou de sustentá-lo ainda depois de salvá-lo
CONCLUSÃO
a) Podemos nós, achar, em nossa experiência, alguma coisa que é comparável com o caso relatado na parábola?
b) Podemos imaginar o reconhecimento do homem salvo, e compará-lo com o nosso?
c) Podemos entender que ele teria um ardente desejo de servir seu Salvador.
O que despreza a palavra perecerá, mas o que teme o mandamento será galardoado
Pv 13.13
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A CARREIRA CRISTÃ
PROMESSAS AOS QUE CORREM A CARREIRA Imprimir E-mail
I. SUA PRESENÇA A CADA DIA (Mt 28.20)
a) Refrigera a nossa alma (At 3.19-20)
b) Dá-nos abundante alegria (Sl 16.11)
c) Faz-nos descansar (Ex 33.14-15)
II. SEU AMPARO E AJUDA DIÁRIA (Hb 13.5; Rm 8.26)
a) Pelo ministério de seu anjo (Sl 34.7)
b) Pela intercessão do Espírito (Ef 3.16)
III. SEU DESCANSO E RENOVAÇÃO DE NOSSAS FORÇAS (Is 40.28-31; Mt 11.28)
a) As forças e o ânimo dos que esperam no Senhor é algo maravilhoso (2 Co 5.6)
IV. SUA VITÓRIA EM TODA JORNADA (Rm 8.31-39)
a) Por meio de Jesus somente (1 Co 15.57)
b) Somos conduzidos em triunfo (2 Co 2.14)
V. DERROTA DE TODOS OS NOSSOS INIMIGOS
a) Poder para pisar nos adversários (Lc 10.19-20)
b) Autoridade para expulsar demônios (Mc 16.17)
c) Cairá a direita e a esquerda (Sl 91.7)
VI. PROVISÃO DE TODAS AS NOSSAS NECESSIDADES, QUER SEJAM MATERIAIS OU ESPIRITUAIS (Ef 1.3; Fp 4.19; Mt 6.33; Sl 37.5)
VII. A ENTRADA TRIUNFAL NO REINO ETERNO (Mt 25.34-36)
VIII. O GOZO ETERNO NA PRESENÇA DE CRISTO, LIVRES DA ANGÚSTIA E SOFRIMENTO (Ap 7.13-17;21.1-4;22.1-5)
Todo prudente procede com conhecimento, mas o insensato espraia a loucura.
O PODER DA PALAVRA DE DEUS
44. LIVRE-SE DA ANSIEDADE!
Mt 6:25-34
• Os especialistas consideram a ansiedade como a emoção oficial de nossos dias e a fonte de todas as neuroses que atormemtam o homem.
• A Bíblia tem as respostas para este grande problema.
• A ansiedade consome o homem por dentro: Consome tempo, dinheiro, saúde, vida. Pv 12:25
• A ansiedade drena as nossas forças emocionais e espirituais.
• A ansiedade nos desvia do foco principal: Estar na presença de Deus. (Marta e Maria)
4 PRINCIPAIS CAUSAS DA ANSIEDADE
A. Tentativa de viver provando que você é melhor do o outro, e que você está bem, de que você é uma pessoa bem sucedida, não têm problemas...
• Remédio: Reconhecer que você não é um super-homem e nem uma mulher maravilha. Você é uma pessoa comum, limitada, carente do poder e da graça de Deus. Viva para agradar a Deus e não as pessoas.
B. Excesso de compromissos assumidos. Não saber dizer não! Lc 10:38-42
Remédio: Trabalhe com prioridades.
C. Consumismo, o materialismo, o desejo de sempre Ter e Ter mais e mais e a pessoa nunca está contente com nada.
Remédio: Estado de contentamento. Fp 4:11-12 (Não é acomodação. Contentamento é degrau).
D. Preocupações demasiadas quanto a subsistência e ao futuro. Mt 6:25-34
Remédio: Confiança plena em Deus e nos seus propósitos.
Lc 22:35; Fp 4:19; Nu 13:21-22.
AS GRANDES LIÇÕES DO SENHOR DOS SENHORES, DOS MÉDICOS DOS MÉDICOS, QUANTO A UM VIVER SAUDÁVEL, EQULIBRADO, LIVRE DOS TORMENTOS DA ANSIEDADE.
3 Grandes lições
1ª Precisamos aprender a ver o grande poder de Deus nas pequenas coisas.
• Mt 6:26,28
• 1 Pe 5:7
• Sl 19
• Is 40:12,15, 17, 22, 26, 29-31
2ª Precisamos organizar o nosso tempo, finanças, vida de forma que o Reino de Deus esteja em evidência, ou seja: em primeiro lugar. Mt 6:33; Cl 3:2,3.
3ª Precisamos aprender um dia de cada vez. Mt 6:34; Pv 27:1; Tg 4:13-15.
• Vivendo um dia de cada vez viveremos todos os dias de nossa vida.
• Você consegue comer um boi inteiro? Comendo um bife por dia dá!
Não sofra por antecipação; viva um dia de cada vez na presença de Deus.
O texto mostra oito razões para dizermos não a ansiedade:
1ª) Porque os bens deste mundo podem ser roubados ou deteriorados (v.19-21).
2ª) Porque os bens deste mundo podem poluir a vida com a cobiça (v.22-23). Os olhos são a lâmpada do corpo (vide Pv. 23:4-5).
3ª) Porque os bens deste mundo exigem do homem uma dedicação de servo, e o homem é colocado entre duas opções (v.24). A ansiedade é um sentimento dos escravos dos bens materiais.
4ª) Porque uma das estratégias do inimigo é fazer o homem lutar por coisas que não relação com aquilo que é a sua necessidade básica (v.25 e Pv. 30: 8). O Espírito em comunhão com Deus é quem determina a plenitude da vida, não o nosso organismo. Assim como não é uma roupa bem apresentada que prova o estado de saúde do corpo. Tem muitas pessoas gravemente enfermas e esconde através de uma aparência produzida.
5ª) A ansiedade impede o homem de possuir as coisas, quando elas lhe são dadas. Porque ele não acredita na promessa dAquele que sempre supre as nossas necessidades.
Busca conseguir por seus próprios meios e fica ansioso.
6ª) A ansiedade vem quando não crê no senso dos valores de Deus (v.26).
Creia que você tem valor para Deus, confiando em que Ele sabe o que é melhor para você.
7ª) A ansiedade não prolonga a vida, ela não pode aumentar os anos da existência humana (v.27).
8ª) A ansiedade não produz fé, porque ela não descansa na provisão diária de Deus (v.30; Sl. 37:25).
Conclusão: Deus sabe e conhece quais são as necessidades humanas, dando-nos o que precisamos e não o que queremos. (v.31-32).
Hoje não é o dia de nos preocuparmos com o amanhã (v.34). Se você pode solucionar ou impedir um problema que vai estourar amanhã, ou no próximo mês, faça algo no sentido de resolvê-lo.
Aprendendo o segredo do sustento:
- Trabalhando pela expansão do Reino de Deus.
- Colocando Deus como prioridade
- Vivendo a verdade do Reino de Deus (Pv. 12: 17).
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O Poder da Palavra e do Espírito de Deus.
Texto: Hebreus 4:12 – “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.
Tema: A Virtude da Palavra de Deus
Alvo: Demonstrar as virtudes e o poder da palavra de Deus quando posta em prática na nossa vida, a fim de realçar o poder, a natureza, a autoridade e a integridade da Palavra de Deus.
Introdução: Deus tem em grande conta a Sua palavra. O profeta Jeremias diz que o Senhor vela pela sua Palavra para a cumprir – Jer. 1:12. Por outro lado Isaías afirma que a palavra de Deus nunca volta para o Senhor vazia, mas que a faz prosperar para aquilo para que foi enviada – Is. 55:10.
Explicação: Assim, pelo exposto podemos ver que a Palavra de Deus, expressa nas páginas da Bíblia Sagrada tem poder e vida. Jesus diz que passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não passará – Mar. 13:31. Pedro diz que a Palavra de Deus é viva e permanece para sempre – I Ped. 1:23.
1 – O QUE É A PALAVRA DE DEUS
A Palavra de Deus é a expressão da essência da vontade Divina nas suas ordenanças e no Plano revelado para a redenção do ser Humano. Esta expressão Divina foi revelada aos profetas e reduzida a escrita nos Livros Sagrados (Cânon Protocanónico), a que se deu o nome de Bíblia (Conjunto de livros).
Os escritores sagrados à medida que iam recebendo as revelações divinas foram adjectivando ao Palavra de Deus pela sua natureza, pela sua substância, pelo seu poder, pelo seu valor e pela sua autenticidade. Assim, a Palavra de Deus é vista como mel, ouro puro, prata refinada, lâmpada, luz, verdade, recta, corre velozmente, pura, semente, espada do espírito, viva, espírito e vida, etc.
a) Viva e eficaz – Heb. 4:12
Viva – O apóstolo S. Pedro ensina que a Palavra de Deus é viva – I Pe. 1:23, isto é, tem vida própria que emana de Deus. Produz vida a quem se alimenta dela – Luc. 4:4.
Eficaz – A Palavra de Deus produz muito com qualidade. Tem poder e garante firmeza e segurança; pode penetrar em sítios onde mais nada poderá fazer e tem aptidões singulares para discernir os pensamentos e intenções do coração.
b) Verdadeira – Jo. 17:17.
A palavra de Deus é recta e fiel; podemos confiar nela. O seu autor não pode mentir – Rom 2:2.
c) Fundamento da fé – Rom. 10:17.
A Palavra é o alicerce da fé. A Palavra de Deus (Estatuto, Ordenança, Juízos, Mandamentos) deve ser observada e guardada no coração, para que a nossa fé permaneça firme.
d) Eterna e imutável – Mat. 24:35; I Pe. 1:25.
Jesus é a Palavra revelada; Ele é eterno e permanece para sempre – Heb. 7:24. Jesus é e permanece o mesmo – Heb. 13:8. Deus não muda – Mal. 3:6.
2 – A PALAVRA DE DEUS OPERA EM NÓS
a) Purificação – Jo. 15:3.
A Palavra de Deus exerce em nós uma lavagem espiritual eficiente – Ef. 5:26.
b) Regeneração – I Pe. 1:23.
Jesus veio restabelecer o que estava destruído e necessitava ser regenerado – Tito 3:4,5. Deus quer que a humanidade seja regenerada (salva e liberta – I Tim. 5:6).
c) Cura completa (física e espiritual) – Sal. 107:20. A palavra enviada não voltou para Deus vazia (Is. 55:11; O trabalho que Jesus efectuou no Calvário satisfez plenamente o propósito divino – Is. 53.11.
3 – A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS
a) É fiel e digna de toda a aceitação – I Tim. 1:15
Deus é um Deus fiel, recto, justo e santo; logo, a Sua Palavra não pode ser diferente, ela está impregnada do caracter divino.
b) Merece a vigilância de Deus – Jer. 1:12
Deus afirma que vela pela sua Palavra para a cumprir. Esta declaração vem na sequência duma visão que o profeta teve relacionada com uma vara de amendoeira. Ora, é sabido que a amendoeira a é a primeira árvore a florir. Deste modo, podemos estar certos que, quando Deus promete algo, o cumprimento da Sua palavra é processada como o afloramento da amendoeira – Deus coloca em primeiro lugar a sua fidelidade.
c) Deus considera o valor da Sua Palavra num grau muitíssimo elevado – Sal. 138:2b
O Senhor engrandeceu a Sua palavra acima de todo o Seu nome. Deus tem vários nomes; cada nome designa a sua acção divina. Nesta conformidade, entendemos que a Sua Palavra comanda e define a acção e a natureza dos nomes de Deus.
Na criação do mundo prevaleceu a Palavra muito antes de conhecermos o primeiro nome de Deus – Heb. 11:3.
Conclusão: A Palavra de Deus é o alicerce no qual se fundamenta toda a vida cristã. O cristão nunca poderá dispensar o poder da Palavra de Deus. Para isso deverá lê-la, ouvi-la e praticá-la.
Escrito por: Pr. Lucas da Silva (Maiores informações no final da página)
Outros artigos desta coluna:
A palavra de Deus exerce tremendo poder sobre os que a ouvem. Ela significa vida. Deus demonstrou a Israel, no ermo, que “o homem não vive somente de pão, mas que o homem vive de toda expressão da boca de Javé”. (De 8:3; Mt 4:4) Ela é a “palavra da vida”. (Fil 2:16) Jesus falou as palavras de Deus, e disse: “As declarações [rhémata] que eu vos tenho feito são espírito e são vida.” — Jo 6:63.
O apóstolo Paulo escreveu: “A palavra [ou mensagem (lógos)] de Deus é viva e exerce poder, e é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e da sua medula, e é capaz de discernir os pensamentos e as intenções do coração.” (He 4:12) Ela atinge o coração e revela se a pessoa realmente vive de acordo com princípios corretos. — 1Co 14:23-25.
A palavra de Deus é a verdade e pode santificar a pessoa para ser usada por Deus. (Jo 17:17) Pode tornar a pessoa sábia e feliz; pode realizar qualquer que seja a obra que Deus tenha em reserva para tal palavra. (Sal 19:7-9; Is 55:10, 11) Pode equipar a pessoa completamente para toda boa obra e habilitá-la a vencer o iníquo. — 2Ti 3:16, 17; compare isso com 1Jo 2:14.
Sobre a pregação de Jesus se diz: “Deus o ungiu com espírito santo e poder, e ele percorria o país, fazendo o bem e sarando a todos os oprimidos pelo Diabo; porque Deus estava com ele.” (At 10:38) O apóstolo Paulo realizou conversões, até mesmo de pagãos, ‘não em palavras persuasivas de sabedoria [de homens], mas numa demonstração de espírito e de poder’. (1Co 2:4) As palavras que ele proferiu pelo Espírito Santo de Deus, baseadas nas Escrituras, a Palavra de Deus, operaram de forma poderosa para efetuar as conversões. Ele disse à congregação em Tessalônica: “As boas novas que pregamos não se apresentaram entre vós apenas em palavra, mas também com poder e com Espírito Santo, e com forte certeza.” — 1Te 1:5.
João, o Batizador, veio “com o espírito e o poder de Elias”. Ele tinha o “espírito” de Elias, sua energia e força. O Espírito de Javé também dirigiu João, de modo que este falava as palavras de Deus, palavras que exerciam forte poder; ele conseguiu com muito êxito “retornar os corações dos pais aos filhos e os desobedientes à sabedoria prática dos justos, a fim de aprontar para YHWH um povo preparado”. — Lu 1:17.
Portanto, a mensagem das boas novas da Palavra de Deus, a Bíblia, não deve ser subestimada. Tais palavras são mais poderosas do que quaisquer palavras que os homens possam idear ou falar. Os antigos bereanos foram elogiados por ‘examinarem cuidadosamente as Escrituras’ para ver se o que o apóstolo ensinava era correto. (At 17:11) Os ministros de Deus, que falam a poderosa Palavra de Deus, são energizados e apoiados por “poder de Espírito Santo”. — Ro
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O CAMINHO DE ENOQUE
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TEXTO: Gn 5.21-24
INTRUDUÇÃO: Enoque significa “Dedicado”.
a) Assim foi sua vida, com e para Deus. A Bíblia o menciona em 3 livros. Sua geração foi má (Gn 6.2-5)
b) Vemos sua prática. “Caminhou pois Enoque com Deus” (Gn 5.24)
c) Vemos seu privilégio. “Teve testemunho de haver agradado a Deus” (Hb 11.5)
d) Vemos seu testemunho. “Vede, o Senhor vem com milhares de seus santos”
I. QUANDO COMEÇOU ENOQUE A ANDAR COM DEUS? (Gn 5.21-22)
a) Ao cumprir 65 anos nasceu Matusalém. Seu nome significa “ao morrer virá o juízo” o dilúvio
b) Vivendo 969 anos – constante aviso (2 Pe 3.9-14)
c) Nosso ponto de partida é a cruz
d) Assim Enoque ao crer (Hb 11.5-13)
e) Moisés fala de libertação!
f) Paulo fala de perdão!
g) João fala de limpeza e vitória!
h) Na cruz achamos comunhão e ali temos um encontro com o Senhor Jesus Cristo. Se quisermos andar bem, devemos começar bem (Am 3.3)
II. COMO CONTINUAR O CAMINHO ATÉ O FIM?
a) Em Hebreus, lemos que Enoque era estrangeiro e peregrino
b) Se for estrangeiro o mundo me olha como crucificado (Gl 6.14)
c) Se for peregrino o Senhor me guiará (Sl 23.3; 119.35) Nos ensinará (Sl 86.11; Jo 16.13)
III. A GLÓRIA DE ANDAR COM DEUS
a) As biografias terminam com a trágica palavra “morreu”
b) Enoque é uma exceção, a morte não triunfou sobre ele. Paulo diz: “Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Jesus diz: “Quem ouve a Minha palavra...tem a vida eterna...passou da morte para a vida!”
c) Caminhamos com Deus?
d) A glória de caminhar com Deus é quando o eu – humano se perde (Jo 3.30)
IV. O FIM DO CAMINHO COM DEUS
a) O sacrifício de Abel e o arrebatamento de Enoque falam sobre a vida da igreja
b) A igreja tem sua base na cruz
c) Quando Jesus Cristo a buscar, estará para sempre com Ele.
d) Na cruz somos justificados
e) Nos redimiu
f) Ande com o teu Deus
EXEMPLOS DOS FIÉIS
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TEXTO: 1 Tm 4.11-16
INTRODUÇÃO: Em toda criatura de Deus há sistemas, planos e organizações. “Sê exemplo”, é o plano para os jovens.
I. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA PALAVRA
a) A Palavra de Deus
b) Na honestidade
c) Na conversão
II. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NO TRATO
a) Delicadeza e tino
b) Graça para com Deus
c) E para com os homens
III. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA CARIDADE
a) Bom para com todos
b) No trabalho missionário
IV. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NO ESPÍRITO
a) Cooperação com Deus
b) Cooperação com os homens
c) Cooperação consigo mesmo
V. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA FÉ
a) Fé em Deus
b) Fé e confiança nos semelhantes
c) Fé e confiança e si próprio
VI. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA PUREZA
a) Pureza de coração e mente, pensamentos
b) Pureza de vida e alimentos, bebidas
c) Pureza, santidade, perfeição – Norma
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
PÃO E VINHO
PÃO E VINHO Imprimir E-mail
TEXTO: 1 Co 11.26
INTRODUÇÃO: Os emblemas dão ao crente uma visão retrospectiva e prospectiva da obra consumada de Cristo.
I. SIGNIFICAÇÃO DO PÃO
a) Flagelação do Corpo de Cristo – Pelo azorrague dos soldados; pela coroa de espinhos; pelos cravos; pelo ferimento da lança
b) A natureza de sua morte – É o Pão da Vida porque passou pela morte (Hb 2.9); passou pelo fogo; é precioso por causa do fogo (Purificação)
c) A natureza do novo homem – Cristo é: A origem da nova vida (Pv 8.35); o alimento da nova vida (Jo 6.35-37); a plenitude da nova vida (Jo 8.36; 10.10)
d) A futura união do corpo e da cabeça – são a substancia (Jo 17.21; Hb 2.11); serão uma união eterna (Ap 19.9)
II. SIGNIFICAÇÃO DO VINHO
a) Relembra a vida doada (Jo 10.18)
b) Relembra a vida derramada (Hb 9.22; Is 58.8-14)
c) Simboliza a vida recebida (Jo 6.)
d) Simboliza a plenitude da vida, da alegria e da vitória (Jo 15.11)
ESPERANÇA DE JÓ
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TEXTO: Jó 19.25
I. JÁ POSSUIA UM AMIGO VERDADEIRO NO MEIO DE SEUS AMIGOS CRUÉIS (ELIFAZ, BILDADE E SOFAR)
a) Seu parente – Jesus (Hb 2.11; Rm 8.35)
b) Seu defensor – Jesus (Ap 12.10)
II. JÓ ENCERRAVA POSSESSÕES NO MEIO DA SUA POBREZA – SEU REDENTOR
a) Sua vida está nas mãos dele
b) Ele é seu protetor
c) Ele é sua esperança na vida e na morte
III. JÓ DESFRUTAVA DE UM PARENTE VIVO NOP MEIO DA FAMÍLIA MORTA
a) Jesus, a cabeça da casa
b) Jesus, seu intercessor, para orar em seu favor no céu
c) Jesus, o advogado de defesa, para preservar seus direitos na terra
IV. JÓ FLUÍA DE UMA CERTEZA NO MEIO DE TANTA INCERTEZA, “EU SEI”
a) A sua fé lhe deu certeza (Hb 11.1)
b) As provas não o levaram, a duvidar
c) As dificuldades não perturbaram sua confiança no Redentor
d) Os amigos não destruíram sua confiança de que Deus haveria de livrá-lo
“Olho para os montes, de onde me virá o socorro” Sl 121.1
JESUS PASSOU POR JERICÓ
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TEXTO: Lc 19.1
INTRODUÇÃO: Penúltima semana de seu ministério, vem da Galiléia e vai para Jerusalém. Odor suave – Cidade das Palmeiras.
I. A PRESENÇA DE JESUS EM JERICÓ
a) Ele chegou
b) Sua presença nos faz descançar
II. JESUS EM JERICÓ – A GRANDE OPORTUNIDADE
a) De salvação, cura, solução dos problemas
b) Última vez que ele passava por ali
III. JESUS EM JERICÓ ERA
a) Benção da presença
b) Benção do perdão
c) Benção da vida
IV. JESUS EM JERICÓ ERA O PODER DO ALTO
a) Poder contra a carne
b) Poder contra o pecado
c) Poder contra as trevas
V. JESUS EM JERICÓ ERA A RESPOSTA AO CLAMOR DE BARTIMEU
a) Mendigo à beira da estrada
b) Pedindo o pão material
c) Ele está aqui
COMO VENSCER A TENTAÇÃO
COMO VENCER AS TENTAÇÕES Imprimir E-mail
Textos: Gênesis 3.1-6; Mateus 4.1-11
I - A TENTAÇÃO NÃO É PECADO
a) Cristo foi tentado (Mt 4.1-11; Hb 2.18; 4.15)
b) Deus permite que sejamos tentados(1Co 10.13)
II)EVITANDO AS TENTAÇÕES
a) Velar e orar (Mt 26.41)
b) Não ceder aos desejos da carne (Rm13.14)
c) Conservar o corpo em sujeição(1Co9.27)
III) VENCENDO AS TENTAÇÕES
a) Submeter-se a Deus (Tg 4.7)
b) Resistir ao diabo (Tg. 4.7)
c) Deixar morrer as obras da carne(Rm 8.13; Cl 3.5)
d) Associar-se a Deus e sua obra (Lc 19.13)
e) Usar a armadura de Deus (Ef.6.11-18)
IV) O VALOR DA TENTAÇÃO
a) Os que suportam são abençoados (Tg.1.12)
b) Produz paciência (Tg 1.3-5)
c) Nos torna dependentes de Deus (2Co 12.9)
GUARDA-SE DO ORGULHO
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Texto: Filipenses (2.1-11)
Introdução: “Aprendei de mim que sou... humilde de coração...”
I – O ORGULHO É PECADO
a) É rebelião contra Deus (Sl 73.6-9)
b) O pecado de satanás (Is.14.12-15; 1Tm 3.6)
c) É fechar o ouvido de Deus (Dt.8.11-20)
d) A soberba precede a contenda (Pv.13.10)
II – A HUMILDADE É NECESSÁRIA
a) Um requisito de Deus (Mq.6.8)
b) Chave para entrar no Reino de Deus (Mt. 18.2-4)
c) Necessário para encontrar o perdão (2Cr 7.14)
d) É a porta para riquezas espirituais (Pv.22.4)
e) Deus está na humildade (Tg.4.6-10)
III – CRESCIMENTO NA GRAÇA DA HUMILDADE
a) Relembrando o que devemos a Deus (Gl.6.14)
b) Aprendendo com Cristo(Mt.11.29)
c) Tendo a mente de Cristo (Fp.2.5-11)
d) O verdadeiro amor para com o próximo (Fp.2.3-4)
ele foi tentado(JESUS)
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Texto: Mateus 4.1-11; Hebreus 4.14-16
I - SATANÁS TENTA JESUS
a) Quarenta dias no deserto (Mt.1.13)
b) As três tentações
1a. Converter as pedras em pão (Mt.4.2-4)
2a. Jogar-se para baixo de um lugar alto (Mt.4.5-7)
3a. Adorar a satanás para obter glória terrena(Mt.4.8-10;Lc 4.5-8)
c) Os anjos lhes servem (Mt.4.11; Mc.1.13)
d) Homens maus lhe tentam (Mt.16.1,22; 15.22)
e) Pedro (Mt.16.21-23)
II – FOI TENTADO E AGORA É NOSSO AJUDADOR
a) Ora pelos que são tentados (Lc.22.31-32)
b) Ajuda aos que são tentados (Hb.2.17-18)
c) Compadece das nossas fraquezas (Hb.4.15-16)
d) Salva aos que lhe obedecem(Hb 5.8-9)
e) Intercede por nós (Hb.7.25)
f) Guarda os fieis na hora da tentação(Ap.3.10)
g) Ele venceu! E a vitória é certa (Jo16.33).
JESUS, O SALVADOR
JESUS, O SALVADOR
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Textos: Mateus 1.18-25; Atos 4.12 I – ENVIADO DE DEUS a) Portando devemos honra-lhe (Jo 5.23) b) Para cumprir a vontade do Pai (Jo5.30; Jo 4.34) c) Suas obras dão Testemunho dele (Jo5.36) II – PLANO DE SALVAÇÃO a) Deu a si mesmo (Gl.1.3-4 ; Tt.2.14) b) Sofreu o justo pelos injusto (1Pe 3.18; Rm. 5.6) c) Libertou o homem de seu pecado e de satanás(Jo8.36; Cl 1.13-14) d) Ele ressuscitou (Rm.1.4; Rm.4.25) e) Ele intercede por nós (Rm.8.31-34) III – JESUS NOS SALVA a) Nos concede perdão(1Jo 1.9) b) Do poder de satanás(At.26.18) c) Por meio do poder do Espírito Santo (Rm 8.12-14) d) Da ira vindoura(Rm.5.9) e) Para dar-nos uma herança(1Pe 1.3-5)
A ARMADURA DE DEUS
A ARMADURA DE DEUS
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: Efésios 6.10-18 Introdução: O diabo e seus aliados ruins (Ef.6.11-12-16).O mundo dominado pelo diabo (1Jo 2.15-17; 1Ts 5.4-5). I – NOMES DADOS A ARMADURA DO CRISTÃO a) Armas da Luz (Rm 13.12-14) b) Armas de Justiça (2Co.6.7) c) Armadura de Deus (Ef.6.11) II – SUAS PARTES ESPECIAIS a) Cinto da verdade: A couraça da Justiça (Ef.6.14) b) A couraça da fé e do amor(1Ts.5.8) c) Calçados... da paz(Ef.6.15) d) O escudo da fé (Ef.6.16) e) O capacete da Salvação(Ef.6.17) f) A Palavra: a espada do Espírito(Ef.6.17; Hb.4.12) g) A oraçaão revela a Palavra(Ef.6.18-20) III – ARMAS PARA BATALHA ESPÍRITUAL a) Em Deus (2 Co 10.4) b) A boa batalha da Fé (1Tm.6.12) c) Uma boa milícia (1Tm1.18; 2Tm 4.7)
O QUE É AVIVAMENTO?
O QUE É AVIVAMENTO?
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: 2 Crônicas 7.14
Introdução: Ouvimos muito nestes dias acerca de avivamento, porém temos a sensação de muitos dos que falam muito dele em realidade o conhecem muito pouco. Trataremos de analisar o que está implicado em um avivamento.
I – Que é avivamento? a) Não é evangelismo, ainda que muitos podem ser salvos como conseqüência.
b) Não é emocionalismo, ainda que haja manifestações emocionais conectadas com ele c) É uma renovação da vida espiritual em um individuo ou entre um grupo de pessoas. II – Quando se necessita um avivamento? 1.Sempre que há esfriado o amor do povo de Deus 2.Quais são os sintomas de sua necessidade?
a) O contentamento espiritual (Comodismo)
b) A ausência de interesse pelos perdidos
c) A proteção de pecados secretos
d) Animosidade contra outros cristãos
e) Um espírito implacável
f) Um espírito mundano
g) O crescimento do orgulho
3. Qualquer conduta espiritual em que hajamos perdido terreno em relação ao tempo passado.
4. Perigos em nossa necessidade de avivamento
a) A miúdo, a condição de nossos corações é que não estamos conscientes de nossa necessidade, precisamos quando esta é maior.
b) A carne luta contra ao avivamento.
III – Como podemos ter um avivamento? 1. Deus é soberano em seu conceder
a) Vem quando deseja.
b) É impossível planificar um avivamento. 2. Condições que devem cumprir para estabelecer a classe de situação em que Deus envia avivamento
a) Oração b) Afronta as realidades espirituais . Confrontar a nós mesmos . Afrontar a natureza de Deus . Afrontar a verdadeira natureza do pecado
c) A confissão do pecado( confessar “significa estar de acordo com Deus a respeito do pecado.
d) Buscar a vida em um plano superior ao que temos conhecido.
IV – O problema do desejo
a) Geralmente nosso desejo não é suficientemente intenso para um avivamento, para que signifique alguma diferença.
b) As vezes Deus tem que trazer-nos ao final de nossos recursos antes que nós verdadeiramente desejamos conhecer avivamento Conclusão: O avivamento não pode abrir ou fecha-se como uma fonte, porém sim há condições que devem se cumprir ao soberano Deus que há de outorgar o avivamento. ... Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. 2Cr.7.14.
MARIDO E MULHER
MARIDO E MULHER
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
INTRODUÇÃO: Em Mateus 25 – Cortejo. Em João 2 – Bodas de Caná. Entre os judeus podia ser feito o casamento núbil, i.e., 13 a +
1 dia para meninos e 12 a +
1 dia para meninas – O costume marcava 18 anos. Quanto às viúvas ou ”separadas”? Não antes de 3 meses. No sábado seguinte ao início da festa os novos esposos eram levados à Sinagoga no tempo do Novo Testamento, e o marido era convidado a ler e fazer uma exposição de uma passagem bíblica, após isto eram levados à sua casa. Havia muitas regalias para os nubentes (Dt 24.5).
I. DIREITOS E DEVERES A esposa podia exigir 10 coisas, 3, estipuladas na lei (Ex 21.10). 1. Manutenção 2. Vestido 3. Obrigação marital 4. Ajuda na enfermidade 5. Resgate para a remissão no cativeiro 6. Sepultura na morte 7. Permanência ao lado do marido 8. Casa na viuvez 9. Comida para os filhos 10.
Uma parte da herança e um dote para os filhos
II. OBRIGAÇÕES DA ESPOSA Submissão, como a igreja por Cristo (Sujeitar). 1. Por amor 2. Com alegria 3. Voluntariamente 4. Reverencia, respeito e fideleidade. Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças e nem te apartes das palavras da minha boca Pv 4.5
QUEM É ESTE?
QUEM É ESTE JESUS?
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Lc 8.25b I. QUEM DIZEM OS HOMENS SER O “FILHO DO HOMEM” a) João Batista – sua mensagem b) Elias – sua vida e ministério c) Jeremias – coragem e resignação Ele ensina com autoridade II. FOI UNGIDO COM PODER DO ESPÍRITO (Lc 4.18) a) Nunca um homem falou como este b) Chamou Lázaro pelo nome c) Sou eu! d) Dai-lhe vos de comer e) Quem me tocou III. QUANDO CHAMOU E CHAMA COM AUTORIDADE a) Os pescadores b) Mateus segue-me c) Zaqueu desce depressa d) O jovem rico – vai, vende tudo e dá e) O cenáculo. O Mestre te manda dizer: ”O meu tempo está próximo, em sua casa celebrarei a páscoa com meus discípulos”. Sua palavra é poder! Não há demônios, enfermidades, tormentos, tempestades, ventos que se levantem e o resista. QUEM É ESTE? ESTE É! Na sua mensagem há: Dois caminhos Duas portas Dois destinos Dois Senhores Dois lugares Duas opções Vida ou Morte
A CHAMADA
A CHAMADA
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: Mateus 5.21-26; Mateus 38.48. I – O chamado de Cristo para amar a) A Deus (Mt.22.37-38) b) A seus vizinhos (Mt.22.39) c) A seus inimigos (Mt.5.44) II – O chamado do Cristão a amar nas provas a) Nas perseguições (Mt. 5.11-12) b) Quando ser acusado falsamente (Mt.5.44) c) Quando se despeje seus bens ( 1Co 6.7; Hb.10.34) III – O chamado do Cristão para que pratique o amor a) Fazendo bem a todos (Mt.5.44; Gl.6.10) b) Orando pelos que te fazem mal (Mt.5.44-45) c) Perdoando as ofensas (Mt.6.14-15; Mt.18.21-22) d) Andando a segunda milha (Mt.5.41; Rm 12.20-21)
A ORAÇÃO O GRITO DA ALMA
A VOZ DA ORAÇÃO
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Sl 5.1-11 INTRODUÇÃO: Oração é o grito da alma I. A DIVERSIDADE DA ORAÇÃO a) Oração formal – escuta b) Oração mental – atende c) Oração vocal – atende a voz II. CONSIDEREM O PODER DA ORAÇÃO a) Dirige-se a Deus – meu Rei b) Dirige-se a Deus – meu Deus III. CONSIDEREM A REGULARIDADE (Dt 4.29) a) Oh! Senhor para manhã (v.3; Sl 55.16-17; 88.13) IV. CONSIDEREM A EXPECTATIVA NA ORAÇÃO a) Cheia da visão de fé (Hb 11.6) V. CONSIDEREM A CONFIANÇA a) Entrarei (v.7) b) Me prostrarei (v.7) VI. CONCLUSÃO: No que resulta; GOZO (v.11)
A ORAÇÃO O GRITO DA ALMA
A VOZ DA ORAÇÃO
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Sl 5.1-11 INTRODUÇÃO: Oração é o grito da alma I. A DIVERSIDADE DA ORAÇÃO a) Oração formal – escuta b) Oração mental – atende c) Oração vocal – atende a voz II. CONSIDEREM O PODER DA ORAÇÃO a) Dirige-se a Deus – meu Rei b) Dirige-se a Deus – meu Deus III. CONSIDEREM A REGULARIDADE (Dt 4.29) a) Oh! Senhor para manhã (v.3; Sl 55.16-17; 88.13) IV. CONSIDEREM A EXPECTATIVA NA ORAÇÃO a) Cheia da visão de fé (Hb 11.6) V. CONSIDEREM A CONFIANÇA a) Entrarei (v.7) b) Me prostrarei (v.7) VI. CONCLUSÃO: No que resulta; GOZO (v.11)
A CARREIRA CRISTÃ
DIFICULDADES NA CARREIRA CRISTÃ
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: At 14.22 INTRODUÇÃO: Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas (Sl 34.19). nem sempre a vida é um mar de rosas, Deus prometeu livrar-nos. I. AFLIÇÕES CAUSADAS PELO DIABO a) Sua oposição direta (Zc 3.1). Quer atrapalhar nosso relacionamento com Deus, é o nosso opositor b) Sua interferência na oração (Dn 10.12-13) c) Nos empreendimentos (1 Ts 2.18). Procura obstruir nossos alvos d) Suas acusações (Ap 12.10), ex: Jó e) Laços, redes, flechas, artimanhas, às vezes nos machucam, enlaçam e nos causam desânimo, isto quando estamos desapercebidos e descuidados (Mt 26.31-35) II. A FRAQUEZA DA CARNE (Mt 26.41) a) Jesus avisou a Pedro b) Quem escorar na carne terá dificuldades (Rm 8.4-8) III. O MUNDO COM SUAS ATRAÇÕES (Mt 6.24-25) a) Promessas: sexo, diversão, dinheiro, etc... IV. AS INCOMPREENSÕES DA FAMÍLIA (Mt 10.34-36) a) Maridos incrédulos b) Filhos rebeldes c) Mães desinteressadas d) Esposas que não cooperam V. MAU TESTEMUNHO DE MUITOS IRMÃOS (1 Co 5) “Quantas vezes nos sujamos na lama deixada por irmãos descuidados, carnais e apegados ao mundo. ” VI. SITUAÇÃO FINANCEIRA DIFÍCIL (Hb 12.3-12; 10.34) VII. OS FALSOS IRMÃOS QUE CAUSAM ESCÂNDALO E DESVIRTUAM O EVANGELHO DIANTE DOS INCRÉDULOS; PROMOVEM CONTENDAS E SEMEIAM HERESIAS (At 15.1-2,7) VIII. AS PERSEGUIÇÕES DE TODA NATUREZA (At 4.1-3) IX. A TRAIÇÃO DOS AMIGOS (Jo 13.18; Sl 41.9; 2 Tm 4.10-14) a) “Estas são algumas das aflições que encontramos na jornada, mas temos o nosso Deus que nos livrará de todas (Jo 6.33)”
3 FASES NA VIDA DE UM PECADOR
TRÊS FASES DA VIDA DO PECADOR
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Lc 15 I. FUGINDO DE DEUS (Rm 1.12) a) Pelo indiferentismo b) Pelos vícios c) Pecados e crimes II. NO DOMÍNIO DO PECADO a) Servindo ao diabo (Pv 5.22) b) Seguindo seus próprios caminhos (Rm 1.21-24) c) Sendo enganado e sofrendo nos hospitais III. VOLTANDO PARA DEUS a) Desenganado, procura a Deus b) Para conseguir chegar a Deus e vencer o mal, só de joelhos (Sl 50.15; Pv 28.13; Sl 51,17) c) Jesus e os anjos saem ao encontro do pecador que manqueja (Lc 15.20; Ef 2.11-19)
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Mundo do Futebol: CASEMIRO É INSCRITO PELO REAL PARA OITAVAS DA CHAM...: Foto: Band Inicialmente contratado para defender o time B do Real Madrid , o volante Casemiro foi inscrito pela equipe espanhola para ...
SANTA CEIA DO SENHOR
Por que precisamos participar da SANTA CEIA?
Leia Mateus 26.26-30 e veja que precisamos cear porque a SANTA CEIA é um momento de:
-v.26: PARTILHA;
-v.27: RENOVAÇÃO DA ALIANÇA;
-v.28: AÇÃO DE GRAÇAS ;
-v.29: ANUNCIAR A VINDA DE JESUS;
-v.30: PREPARAÇÃO PARA SAIR E VENCER O MUNDO;
-Quem deve participar da CEIA DO SENHOR?
O povo judeu celebrava a páscoa todos os anos e para isso sacrificavam um cordeiro que ao derramar o seu sangue representava o perdão dos pecados e a proteção Divina (Êxodo 12.21-23). Contudo a páscoa era algo muito sério e restrito apenas para o povo de Israel e nenhuma pessoa que não fosse judeu poderia participar (Êxodo 12.43-50).
Da mesma forma que a ceia judaica era somente para o povo de Deus, Jesus celebrou a Ceia apenas com seus discípulos (Leia Mateus 26.26) que prepararam a Ceia do jeito que Jesus mandou (Mateus 26.17-19).
Os critérios para participar da Ceia são:
SER DISCÍPULO DE JESUS: Aceitar a Jesus como seu Senhor e Salvador (Lucas 22.14);
SER BATIZADO: ter compromisso com Deus e com a Igreja (Marcos 16.16);
ESTAR EM COMUNHÃO: com Deus, com o próximo e consigo mesmo (Mateus 22.37-39);
CONFESSAR OS PECADOS: significa reconhecer nossa necessidade do perdão de Cristo e confirmar nosso compromisso com Ele (I João 1.9 e I Coríntios 11.28).
OBSERVAÇÕES:
- A igreja não é dona da MESA DO SENHOR, e sim ministros e participantes, por isso tem a função de orientar, não de julgar quem deve ou não participar (Mateus 7.7 e I Coríntios 11.31). Jesus disse que Ele mesmo separa o joio do trigo e na última ceia Jesus sabia que Judas o trairia e assim mesmo o deixou participar (João 13.21-30).
-Algumas igrejas consideram as crianças dignas de receber os elementos e se vê na função de orientá-las para viver o evangelho desde cedo. Jesus disse que devemos ser como as crianças (Mateus 18.3) e disse para deixarmos as crianças irem a Ele porque delas é o Reino de Deus (Mateus 19.14). Então, se Jesus disse que elas são exemplo de fé e que não podemos impedi-las de ir a Ele, significa que não podemos negar-lhes algo que Jesus mandou dizendo:“Bebei dele todos”(Mateus 26.27).
-Quando devemos participar da SANTA CEIA?
A igreja primitiva celebrava constantemente a CEIA (Atos 2.42). A igreja evangélica celebra a ceia uma vez por mês. A Ceia deve ser ministrada pelo pastor responsável pela comunidade. Jesus disse: “fazei isso todas as vezes que o beberdes em memória de mim, porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor até que ele venha” (I Coríntios 11.25,26), então não podemos perder nenhuma oportunidade de participar da ceia do Senhor e devemos fazer isso sempre até que Ele venha.
-Como se preparar para participar da Ceia do Senhor? I Coríntios 11.28
Jesus é ‘o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo’ (João 1.29), que fez um sacrifício muito maior do que o da páscoa judaica (Hebreus 9.11-14), por isso este momento deve ser levado bem a sério.
Leia I Coríntios 11.27-34 e veja que devemos participar da ceia com:
Consciência: “aquele que comer indignamente será réu do corpo e do sangue de Cristo” (v.27),
Em arrependimento:“examine-se o homem a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice” (v.28),
Com discernimento: “pois quem come e bebe sem discernir come e bebe juízo para si” (v. 29),
Temor:“eis a razão porque há entre vós muitos doentes e não poucos que dormem” (v.30),
Reflexão:“porque se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (v.31),
Disciplina: “mas quando julgados somos disciplinados pelo Senhor para não sermos condenados” (v.32),
Organização: “quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros” (v.33),
Respeitando as ordens do dirigente:“quanto às demais coisas eu as ordenarei quando for ter convosco” (v. 34).
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
O ESPIRITO SANTO
O ESPÍRITO SANTO
"Há muita confusão e erro correntes neste dia a respeito da personalidade, operações e manifestações do Espírito Santo. Eruditos conscientes mas extraviados têm sustentado idéias errôneas sobre esta doutrina. É vital a fé de todo cristão que o ensino escriturístico dela seja visto na sua verdadeira luz e sustentada nas suas corretas proporções" (Bancroft, Elemental Theology).
I. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO
"Ao atribuir personalidade ao Espírito pensamos que Ele não é uma energia impessoal, uma abstração, uma influencia, ou emanação. Ele é uma inteligência auto-cônscia, autodeterminada, voluntária, sensiente. Pode-se dizer que a personalidade existe onde se encontrem unidas numa combinação singular inteligência, emoção a volição, ou senso comum e autodeterminação" (Bancroft, Elemental Theology).
Que o Espírito é uma pessoa, está provado:
1. A MENÇÃO DELE JUNTAMENTE COM OUTROS MEMBROS DA TRINDADE.
Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14
2. SUA ASSOCIAÇÃO COM OUTRAS PESSOAS EM PARENTESCO PESSOAL.
Atos 15:28
3. A ATRIBUIÇÃO A ELE DE EMOÇÃO E VOLIÇÃO.
1 Coríntios 12:11; Efésios 4:30
4. ATRIBUIÇÃO A ELE DE ATOS PESSOAIS.
(1) Ele sonda as coisas profundas de Deus.
1 Coríntios 2:10
(2) Ele fala.
Mat 10:20; Atos 10:19,20; 13:2; Apocalipse 2:7. Vide também passagens sob a inspiração em que se diz que o Espírito falou pelos profetas e outros escritores da Escritura.
(3) Ele ensina.
Lucas 12:12; João 14:26; 1 Coríntios 2:13
(4) Ele conduz e guia.
João 16:13; Romanos 8:14
(5) Ele intercede.
Romanos 8:26
(6) Ele dispensa dons.
1 Coríntios 12:7-11
(7) Ele chama homens para o serviço.
Atos 13:2; 20:28
5. A REPRESENTAÇÃO DELE COMO SENDO AFETADO COMO UMA PESSOA PELOS ATOS DE OUTREM.
(1) Ele pode ser rebelado contra, incomodado e entristecido.
Isaías 63:10; Efésios 4:30
(2) Ele pode ser blasfemado.
Mateus 12:31
(3) Ele pode ser mentido (enganado).
Atos 5:3
6. O USO DO PRONOME MASCULINO EM REFERENCIA A ELE.
Em João 16:13, só o pronome masculino se aplica ao Espírito sete vezes. É isto muito significativo desde que a palavra grega correspondente a "espírito" (pneuma) é neutra. Vemos assim que a idéia da personalidade do Espírito é tão forte que na passagem supra ela tem precedência sobre a ordem gramatical. Em Romanos 8:16,26, numa construção mais próxima, prevalece a ordem gramatical, mas isto não anula a significação de na outra passagem arredar-se a ordem gramatical.
7. A APLICAÇÃO DO NOME MASCULINO "PARAKLETOS" AO ESPÍRITO.
"O nome "parakletos"... não pode ... ser traduzido por "conforto", ou ser tomado como nome de qualquer influencia abstrata. O Confortador, Instrutor, Protetor, Guia, Advogado, que este termo traz perante nós, deve ser uma pessoa" (Strong, Systematic Theology).
"Parakletos" é a palavra grega para "Consolador" em João 14:26; 15:26; 16:7.
II. A RELAÇÃO DE PENTECOSTES COM O ESPÍRITO SANTO
1. ESPÍRITO SANTO JÁ EXISTIA ANTES DO PENTECOSTES.
Gênesis 1:2; Neemias 9:20; Salmos 51:11; Isaías 63:10; 2 Pedro 1:21. Temos visto que o Espírito Santo, como um membro da Trindade, é co-eterno com o Pai.
2. ELE TEVE ACESSO À TERRA E OPEROU NO HOMEM ANTES DO PENTECOSTES.
Vide todas as passagens imediatamente antes que seguem a primeira passagem.
3. ELE VEIO NO DIA DE PENTECOSTES NUMA CAPACIDADE ESPECIAL.
Isto explica os significados da promessa de Cristo de mandar o Espírito. Esta capacidade especial foi:
(1) Talvez como o antítipo da Shequína.
Números 9:15-22; 2 Crônicas 7:1-3. A Shequína, no caso de tabernáculo, foi para liderança e, no caso do templo foi um símbolo de propriedade e possessão. A vinda do Espírito Santo no Pentecostes significou ambas as coisas à igreja.
(2) Em cumprimento de profecia e promessa.
Joel 2:28; Mateus 3:11. Não sustentamos, todavia, que o dia de Pentecostes marcou o cumprimento completo e ultimado da profecia de Joel. Este dia viu somente um cumprimento parcial e espiritual dessa profecia. Efetivamente, as palavras de Pedro precisam ser entendidas como significando não mais além que a coisa ora testemunhada nesse dia era a mesma em espécie como aquela da qual Joel predissera. O cumprimento literal, ultimado e completo de Joel 2:28-32 virá com a conversão da nação judaica na segunda vinda de Cristo. Vide Zacarias 12:9-11; 13:8,9; Romanos 11:26.
(3) Autorizar a igreja.
Atos 1:4,8
(4) Como o consolador residente e mestre dos crentes.
João 14:16,17; 1 João 2:20,27. Antes do Pentecostes, como indicado supra, o Espírito Santo teve acesso à terra, mas Ele veio e foi; não morou nos crentes constantemente. Durante a dispensação do Velho Testamento o Espírito Santo veio até mesmo sobre ímpios, tais como Balaão e o rei Saul. E Ele inspirou os escritores da Escritura. Também regenerou homens; mas uma união inseparável entre a alma do crente e o Espírito Santo não se formou então como acontece agora sob a presente dispensação. É a esta união indissolúvel entre a alma do crente e o Espírito Santo que o escritor aos Hebreus se refere quando ele fala de escrever a Lei de Deus no coração do crente. Vide Hebreus 8:10. O fato de o Espírito Santo não morar constante e inseparavelmente nos crentes antes do Pentecostes explica porque Davi orou: "Não tires o Teu Espírito Santo de mim" (Salmos 51:11). O pecado podia então afugentá-lo do peito, porquanto o Seu presente era transiente. Mas, não assim agora, como mais tarde veremos mais claramente; e essa oração é totalmente inadequada ao crente nesta dispensação.
(5) Para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
João 16:8-11. Sustentamos esta passagem como se referindo primariamente a uma obra indireta do Espírito, porque a diferença entre a obra direta e indireta do Espírito é para se ver mais tarde sob o exame do Seu trabalho nos perdidos.
4. SUA VINDA NO PENTECOSTES FOI DISPENSACIONAL E FINAL.
Não há absolutamente nada que justifique a crença que o Pentecostes é para repetir-se na experiência de cada crente. Ele veio em cumprimento de profecia e promessa definitas e particulares, marcou o princípio de uma dispensação especial do Espírito. O pentecostalismo é disparate dos mais absurdos. Podia alguém com a mesma razão falar de uma repetição da ressurreição e ascensão de Cristo como de uma repetição do Pentecostes, que nunca se repetiu e nunca se repetirá. A ocorrência na casa de Cornélio foi meramente suplementada ao Pentecostes (Atos 10:44-47) e aconteceu para que Pedro pudesse saber que os crentes gentios foram recebidos por Deus no mesmo nível como os crentes judeus.
5. DESDE O PENTECOSTES O ESPÍRITO SANTO ENTRA EM TODO O CRENTE NA CONVERSÃO E JAMAIS PARTE.
João 7:38,39; Atos 10:1; Romanos 8:9; Gálatas 3:2; 4:6; Efésios 1:13; 4:30; Judas 19. É loucura o crente orar pelo Espírito Santo, ainda que possa orar pelo Seu poder e plenitude. Tão pouco precisa o crente orar para que Deus não lhe tire o Espírito Santo; porque, ainda que o crente possa entristecer e apagar o Espírito (1 Tessalonicenses 5:19) - recusar Seus impulsos, o crente, não obstante, está permanentemente selado pela presença do Espírito (Efésios 1:13; 4:30).
6. O CRENTE, PORTANTO, NÃO DEVERÁ BUSCAR NEM A PRESENÇA NEM O BATISMO DO ESPÍRITO, MAS SUA PLENITUDE.
Efésios 5:18. Mostramos que cada crente tem o Espírito. Agora só resta ser observado que não há na Escritura garantia para afirmar-se um batismo do Espírito hoje tanto na regeneração como depois dela. A Escritura está calada sobre a noção de um batismo do Espírito para este tempo. A passagem costumeiramente referida para substanciar um batismo do Espírito na regeneração refere-se ao batismo na água. Vide seu exame sob batismo na água.
O crente tem tudo do Espírito Santo, mas o Espírito comumente não tem tudo do crente. Sua presença é expansiva: Ele enche tanto do crente do que estiver vazio de egoísmo e pecado. Assim, a exortação para encher-se do Espírito é uma exortação de completa rendição a Ele. Quanto mais Ele nos enche, maior será a manifestação do Seu poder em nossas vidas (Atos 6:3-5; 11:24).
III. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
1. SUA OBRA EM GERAL.
(1) Ele foi o agente de Deus na criação.
Gênesis 1:2
(2) Ele inspirou os escritores da Escritura.
2 Pedro 1:21. Vide outras passagens sob a discussão da inspiração verbal.
(3) Ele é, em geral, o agente de Deus em todas as obras de Deus.
Jó 33:4; Salmos 104:29,30; Isaías 40:7; Lucas 1:35; Atos 10:38.
2. SUA OBRA NOS PERDIDOS.
(1) Sua obra indireta nos perdidos.
Por obra indireta do Espírito nos perdidos queremos dizer tal obra como a que Ele executa mediatamente através da Palavra e não imediatamente por impacto pessoal sobre a alma. Qualquer obra produzida pela Palavra é uma obra do Espírito, porquanto Ele é o autor da Palavra. Está isto provado em Atos 7:51,52, onde resistência à palavra falada pelos profetas é dita como resistindo ao Espírito Santo.
Na obra indireta do Espírito nos perdidos Ele:
A. Luta com Eles.
Gênesis 6:3. Esta luta se faz por meio de homens, tais como Enoque e Noé, na pregação da Palavra.
B. Ele os convence do pecado, da justiça e do juízo.
João 16:8-11. A presença e as operações do Espírito no mundo, como um que veio tomar o lugar e levar adiante a obra de um rejeitado e crucificado Cristo, constitue um convencimento potencial do pecado. Tivesse Cristo sido um impostor, Sua promessa do Espírito não se teria cumprido. É como se a alma (espírito) de um homem voltasse a rondar seus assassinos e prosseguir a obra que eles tão vãmente tentaram acabar. Tal tenderia a convencer os assassinos de sua culpa e testemunhar da justiça do homem que mataram. Assim é com o Espírito Santo: O Espírito de Cristo (Romanos 8:9; Gálatas 4:6). E assim é que o Espírito Santo dá prova da justiça de Cristo, por manifestar que Ele foi para o Pai e por manifestar que Ele assim se vê ter triunfado sobre Satanás, o qual buscou por todos os meios impedir o propósito de Deus por meio de Cristo. Por este meio Ele convence os homens do pecado de rejeitarem a Cristo e da certeza do juízo a todos que permanecem ligados ao Diabo, porque Satanás já está julgado (João 12:31). "Este juízo de Satanás foi alcançado na Cruz e Satanás foi feito potencialmente impotente" (Bancroft).
Note-se que o Espírito Santo, na Sua obra de convencer ou convicção, "convicta, não primariamente do pecado de transgressão, mas do pecado de incredulidade, - do pecado, porque não crêem em mim?. Atos 2:36-37. Como todo pecado tem sua raiz na incredulidade, assim a forma mais agravada de incredulidade é a rejeição de Cristo. O Espírito, contudo, ao prender esta verdade sobre a consciência, não extingue, mas, pelo contrário, consuma e intensifica o senso de todos os demais pecados." (Bancroft, Elemental Theology).
Chamamos especial atenção para esta última sentença acima. Muitos entenderiam que a incredulidade é o único pecado danoso. Muitos mesmo diriam que isto é tudo por que os homens sofrerão no inferno. Semelhante noção está abundantemente contraditada pela Bíblia. Vide Romanos 2:5,6; 7:7-11; Gálatas 3:10,24; 1 João 3:4; Apocalipse 20:12. O Espírito não convence meramente do pecado de incredulidade, mas do pecado por causa da incredulidade. Isto é, Ele mostra aos homens sua condição pecaminosa por fazê-los ver que estão rejeitando ao Cristo de Deus, mostrando assim rebelião contra Deus. A incredulidade é o principal sintoma da doença do pecado, cuja essência é a anarquia.
A obra indireta do Espírito não só pode ser resistida, mas é resistida constantemente pelos pecadores. Os pecadores nada mais fazem que resistir ao Espírito até que o Espírito, por impacto direto e pessoal sobre a alma, vivifica o pecador cadáver á vista. Isto, como já indicado, explica Atos 7:51,52.
(2). Sua obra direta nos perdidos.
Referimo-nos aqui à regeneração. A regeneração é instantânea. Não pode ser doutra maneira, por não ser possível um homem estar em parte vivo e em parte morto sob um ponto de vista espiritual. É por essa razão que colocamos a convicção antes da regeneração. Os pecadores evidenciam vários graus de convicção através de períodos de extensão variável. É só no momento de regeneração, sem duvida, que a convicção alcança a intensidade mais elevada. A obra indireta do Espírito na convicção é trazida a cumprimento instantâneo no momento em que a alma cadáver é vivificada à vida. Mas a convicção existe antes da vivificação. Vide Paulo na sua experiência, Atos 26:14. Vide também e compare Atos 2:37. Notai que na parábola dos ossos secos no vale (Ezequiel 37:1-10) houve um efeito produzido pela pregação antes de Espírito (simbolizado pelo fôlego) vir sobre eles. Isto ilustra a obra indireta do Espírito na convicção antes da vivificação.
A obra direta do Espírito na regeneração é irresistível. Não quer isto dizer que o Espírito viole a vontade: Ele simplesmente opera posto-vontade. A regeneração tem lugar na "região da alma sob senso comum" (Strong). É o meio pelo qual nossas vontades se conformam à de Deus rigorosamente segundo as leis da vontade e sua ação. Vide o capítulo sobre a livre agencia do homem. A regeneração é irresistível porque é uma obra de Deus e não depende da vontade de homens (João 1:12,13). É na regeneração que Deus habilita os homens a virem a Cristo (João 6:65). É assim que ele entrega os seus eleitos a Cristo (João 6:37). A regeneração é a atração a que se refere em João 6:44,45, na sua consumação. O homem nada pode fazer agradável a Deus enquanto estiver espiritualmente morto, estando na carne (Romanos 8:7,8). Mas, quando vivificado à vida, ele está certo de agir em harmonia geral com a vontade de Deus (1 João 5:4; 3:9). Assim a regeneração é necessariamente irresistível.
3. SUA OBRA NOS SALVOS.
Já vimos que o Espírito habita em todo o crente. Esta moradia é para a realização de uma obra nos crentes. A obra consiste de:
(1) Dar garantia de salvação.
Romanos 8:16; 2 Coríntios 1:22; Efésios 1:14. O Espírito não só testemunha aos crentes da filiação atual, mas da garantia de salvação final. É neste ultimo sentido que a obra do Espírito é um "penhor", que quer dizer "hipoteca, uma parte do preço de compra adiantada como garantia de que a transação será completada". A presença do Espírito em nossos corações proporciona-nos uma prelibação do céu e é uma garantia de recebermos a herança "incorruptível e impoluta, que não fenece, reservada no céu" para nos "que somos guardados pelo poder de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no ultimo tempo" (1 Pedro 1:4,5).
(2) Confortando, ensinando e iluminando.
João 16:7; 1 Coríntios 2:9-12; Efésios 1:17; 1 João 2:20,27.
(3) Liderando em obediência e serviço.
Romanos 8:14; Gálatas 5:16; Atos 8:27,28.
(4) Chamando para serviço especial.
Atos 13:2,4. "O Espírito Santo não só dirige o teor geral da vida cristã, mas chama homens para trabalhos especiais, tais como missões, o ministério, ensino, etc."
"Esta passagem não nos conta como o Espírito chama homens, presumivelmente porque Ele não chama sempre homens do mesmo modo. Cabe-nos a nós estarmos prontos a ser chamado, desejá-lo e então esperar que o Espírito Santo nos chame. Ele não chama a todos para o trabalho missionário estrangeiro, ainda que todo cristão devera estar pronto a responder a esse chamado. Ele chama, contudo, todo cristão para algum campo de serviço e o conduzirá, se ceder, a esse campo especifico" (Bancroft).
(5) Distribuindo dons espirituais.
1 Coríntios 12:4-11. Notai que "a manifestação do Espírito é dada a todo o homem (Isto é, todo o homem salvo) para o que for útil" (1 Coríntios 12:7). Nenhum homem salvo pode dizer verdadeiramente, portanto, que está falto de habilidade espiritual no serviço do Senhor.
(6) Fortificando no serviço.
Atos 1:8; 1 Coríntios 2:4; 1 Tessalonicenses 1:5.
(7) Fazendo frutífero.
Gálatas 5:22-25.
(8) Ditando oração e intercedendo.
Romanos 8:26,27; Gálatas 4:6.
(9) Movendo a adorar.
Filipenses 3:3. Foi dito: "Em nossas orações somos tomados com as nossas necessidades, em nossas ações de graça somos tomados com as nossas bênçãos, mas em nossa adoração somos tomados com Deus mesmo".
(10) Finalmente, vivificando o corpo do crente.
Romanos 8:11-23.
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