Estudos sistemáticos
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
O PODER DA PALAVRA DE DEUS
44. LIVRE-SE DA ANSIEDADE!
Mt 6:25-34
• Os especialistas consideram a ansiedade como a emoção oficial de nossos dias e a fonte de todas as neuroses que atormemtam o homem.
• A Bíblia tem as respostas para este grande problema.
• A ansiedade consome o homem por dentro: Consome tempo, dinheiro, saúde, vida. Pv 12:25
• A ansiedade drena as nossas forças emocionais e espirituais.
• A ansiedade nos desvia do foco principal: Estar na presença de Deus. (Marta e Maria)
4 PRINCIPAIS CAUSAS DA ANSIEDADE
A. Tentativa de viver provando que você é melhor do o outro, e que você está bem, de que você é uma pessoa bem sucedida, não têm problemas...
• Remédio: Reconhecer que você não é um super-homem e nem uma mulher maravilha. Você é uma pessoa comum, limitada, carente do poder e da graça de Deus. Viva para agradar a Deus e não as pessoas.
B. Excesso de compromissos assumidos. Não saber dizer não! Lc 10:38-42
Remédio: Trabalhe com prioridades.
C. Consumismo, o materialismo, o desejo de sempre Ter e Ter mais e mais e a pessoa nunca está contente com nada.
Remédio: Estado de contentamento. Fp 4:11-12 (Não é acomodação. Contentamento é degrau).
D. Preocupações demasiadas quanto a subsistência e ao futuro. Mt 6:25-34
Remédio: Confiança plena em Deus e nos seus propósitos.
Lc 22:35; Fp 4:19; Nu 13:21-22.
AS GRANDES LIÇÕES DO SENHOR DOS SENHORES, DOS MÉDICOS DOS MÉDICOS, QUANTO A UM VIVER SAUDÁVEL, EQULIBRADO, LIVRE DOS TORMENTOS DA ANSIEDADE.
3 Grandes lições
1ª Precisamos aprender a ver o grande poder de Deus nas pequenas coisas.
• Mt 6:26,28
• 1 Pe 5:7
• Sl 19
• Is 40:12,15, 17, 22, 26, 29-31
2ª Precisamos organizar o nosso tempo, finanças, vida de forma que o Reino de Deus esteja em evidência, ou seja: em primeiro lugar. Mt 6:33; Cl 3:2,3.
3ª Precisamos aprender um dia de cada vez. Mt 6:34; Pv 27:1; Tg 4:13-15.
• Vivendo um dia de cada vez viveremos todos os dias de nossa vida.
• Você consegue comer um boi inteiro? Comendo um bife por dia dá!
Não sofra por antecipação; viva um dia de cada vez na presença de Deus.
O texto mostra oito razões para dizermos não a ansiedade:
1ª) Porque os bens deste mundo podem ser roubados ou deteriorados (v.19-21).
2ª) Porque os bens deste mundo podem poluir a vida com a cobiça (v.22-23). Os olhos são a lâmpada do corpo (vide Pv. 23:4-5).
3ª) Porque os bens deste mundo exigem do homem uma dedicação de servo, e o homem é colocado entre duas opções (v.24). A ansiedade é um sentimento dos escravos dos bens materiais.
4ª) Porque uma das estratégias do inimigo é fazer o homem lutar por coisas que não relação com aquilo que é a sua necessidade básica (v.25 e Pv. 30: 8). O Espírito em comunhão com Deus é quem determina a plenitude da vida, não o nosso organismo. Assim como não é uma roupa bem apresentada que prova o estado de saúde do corpo. Tem muitas pessoas gravemente enfermas e esconde através de uma aparência produzida.
5ª) A ansiedade impede o homem de possuir as coisas, quando elas lhe são dadas. Porque ele não acredita na promessa dAquele que sempre supre as nossas necessidades.
Busca conseguir por seus próprios meios e fica ansioso.
6ª) A ansiedade vem quando não crê no senso dos valores de Deus (v.26).
Creia que você tem valor para Deus, confiando em que Ele sabe o que é melhor para você.
7ª) A ansiedade não prolonga a vida, ela não pode aumentar os anos da existência humana (v.27).
8ª) A ansiedade não produz fé, porque ela não descansa na provisão diária de Deus (v.30; Sl. 37:25).
Conclusão: Deus sabe e conhece quais são as necessidades humanas, dando-nos o que precisamos e não o que queremos. (v.31-32).
Hoje não é o dia de nos preocuparmos com o amanhã (v.34). Se você pode solucionar ou impedir um problema que vai estourar amanhã, ou no próximo mês, faça algo no sentido de resolvê-lo.
Aprendendo o segredo do sustento:
- Trabalhando pela expansão do Reino de Deus.
- Colocando Deus como prioridade
- Vivendo a verdade do Reino de Deus (Pv. 12: 17).
•
O Poder da Palavra e do Espírito de Deus.
Texto: Hebreus 4:12 – “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.
Tema: A Virtude da Palavra de Deus
Alvo: Demonstrar as virtudes e o poder da palavra de Deus quando posta em prática na nossa vida, a fim de realçar o poder, a natureza, a autoridade e a integridade da Palavra de Deus.
Introdução: Deus tem em grande conta a Sua palavra. O profeta Jeremias diz que o Senhor vela pela sua Palavra para a cumprir – Jer. 1:12. Por outro lado Isaías afirma que a palavra de Deus nunca volta para o Senhor vazia, mas que a faz prosperar para aquilo para que foi enviada – Is. 55:10.
Explicação: Assim, pelo exposto podemos ver que a Palavra de Deus, expressa nas páginas da Bíblia Sagrada tem poder e vida. Jesus diz que passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não passará – Mar. 13:31. Pedro diz que a Palavra de Deus é viva e permanece para sempre – I Ped. 1:23.
1 – O QUE É A PALAVRA DE DEUS
A Palavra de Deus é a expressão da essência da vontade Divina nas suas ordenanças e no Plano revelado para a redenção do ser Humano. Esta expressão Divina foi revelada aos profetas e reduzida a escrita nos Livros Sagrados (Cânon Protocanónico), a que se deu o nome de Bíblia (Conjunto de livros).
Os escritores sagrados à medida que iam recebendo as revelações divinas foram adjectivando ao Palavra de Deus pela sua natureza, pela sua substância, pelo seu poder, pelo seu valor e pela sua autenticidade. Assim, a Palavra de Deus é vista como mel, ouro puro, prata refinada, lâmpada, luz, verdade, recta, corre velozmente, pura, semente, espada do espírito, viva, espírito e vida, etc.
a) Viva e eficaz – Heb. 4:12
Viva – O apóstolo S. Pedro ensina que a Palavra de Deus é viva – I Pe. 1:23, isto é, tem vida própria que emana de Deus. Produz vida a quem se alimenta dela – Luc. 4:4.
Eficaz – A Palavra de Deus produz muito com qualidade. Tem poder e garante firmeza e segurança; pode penetrar em sítios onde mais nada poderá fazer e tem aptidões singulares para discernir os pensamentos e intenções do coração.
b) Verdadeira – Jo. 17:17.
A palavra de Deus é recta e fiel; podemos confiar nela. O seu autor não pode mentir – Rom 2:2.
c) Fundamento da fé – Rom. 10:17.
A Palavra é o alicerce da fé. A Palavra de Deus (Estatuto, Ordenança, Juízos, Mandamentos) deve ser observada e guardada no coração, para que a nossa fé permaneça firme.
d) Eterna e imutável – Mat. 24:35; I Pe. 1:25.
Jesus é a Palavra revelada; Ele é eterno e permanece para sempre – Heb. 7:24. Jesus é e permanece o mesmo – Heb. 13:8. Deus não muda – Mal. 3:6.
2 – A PALAVRA DE DEUS OPERA EM NÓS
a) Purificação – Jo. 15:3.
A Palavra de Deus exerce em nós uma lavagem espiritual eficiente – Ef. 5:26.
b) Regeneração – I Pe. 1:23.
Jesus veio restabelecer o que estava destruído e necessitava ser regenerado – Tito 3:4,5. Deus quer que a humanidade seja regenerada (salva e liberta – I Tim. 5:6).
c) Cura completa (física e espiritual) – Sal. 107:20. A palavra enviada não voltou para Deus vazia (Is. 55:11; O trabalho que Jesus efectuou no Calvário satisfez plenamente o propósito divino – Is. 53.11.
3 – A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS
a) É fiel e digna de toda a aceitação – I Tim. 1:15
Deus é um Deus fiel, recto, justo e santo; logo, a Sua Palavra não pode ser diferente, ela está impregnada do caracter divino.
b) Merece a vigilância de Deus – Jer. 1:12
Deus afirma que vela pela sua Palavra para a cumprir. Esta declaração vem na sequência duma visão que o profeta teve relacionada com uma vara de amendoeira. Ora, é sabido que a amendoeira a é a primeira árvore a florir. Deste modo, podemos estar certos que, quando Deus promete algo, o cumprimento da Sua palavra é processada como o afloramento da amendoeira – Deus coloca em primeiro lugar a sua fidelidade.
c) Deus considera o valor da Sua Palavra num grau muitíssimo elevado – Sal. 138:2b
O Senhor engrandeceu a Sua palavra acima de todo o Seu nome. Deus tem vários nomes; cada nome designa a sua acção divina. Nesta conformidade, entendemos que a Sua Palavra comanda e define a acção e a natureza dos nomes de Deus.
Na criação do mundo prevaleceu a Palavra muito antes de conhecermos o primeiro nome de Deus – Heb. 11:3.
Conclusão: A Palavra de Deus é o alicerce no qual se fundamenta toda a vida cristã. O cristão nunca poderá dispensar o poder da Palavra de Deus. Para isso deverá lê-la, ouvi-la e praticá-la.
Escrito por: Pr. Lucas da Silva (Maiores informações no final da página)
Outros artigos desta coluna:
A palavra de Deus exerce tremendo poder sobre os que a ouvem. Ela significa vida. Deus demonstrou a Israel, no ermo, que “o homem não vive somente de pão, mas que o homem vive de toda expressão da boca de Javé”. (De 8:3; Mt 4:4) Ela é a “palavra da vida”. (Fil 2:16) Jesus falou as palavras de Deus, e disse: “As declarações [rhémata] que eu vos tenho feito são espírito e são vida.” — Jo 6:63.
O apóstolo Paulo escreveu: “A palavra [ou mensagem (lógos)] de Deus é viva e exerce poder, e é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e da sua medula, e é capaz de discernir os pensamentos e as intenções do coração.” (He 4:12) Ela atinge o coração e revela se a pessoa realmente vive de acordo com princípios corretos. — 1Co 14:23-25.
A palavra de Deus é a verdade e pode santificar a pessoa para ser usada por Deus. (Jo 17:17) Pode tornar a pessoa sábia e feliz; pode realizar qualquer que seja a obra que Deus tenha em reserva para tal palavra. (Sal 19:7-9; Is 55:10, 11) Pode equipar a pessoa completamente para toda boa obra e habilitá-la a vencer o iníquo. — 2Ti 3:16, 17; compare isso com 1Jo 2:14.
Sobre a pregação de Jesus se diz: “Deus o ungiu com espírito santo e poder, e ele percorria o país, fazendo o bem e sarando a todos os oprimidos pelo Diabo; porque Deus estava com ele.” (At 10:38) O apóstolo Paulo realizou conversões, até mesmo de pagãos, ‘não em palavras persuasivas de sabedoria [de homens], mas numa demonstração de espírito e de poder’. (1Co 2:4) As palavras que ele proferiu pelo Espírito Santo de Deus, baseadas nas Escrituras, a Palavra de Deus, operaram de forma poderosa para efetuar as conversões. Ele disse à congregação em Tessalônica: “As boas novas que pregamos não se apresentaram entre vós apenas em palavra, mas também com poder e com Espírito Santo, e com forte certeza.” — 1Te 1:5.
João, o Batizador, veio “com o espírito e o poder de Elias”. Ele tinha o “espírito” de Elias, sua energia e força. O Espírito de Javé também dirigiu João, de modo que este falava as palavras de Deus, palavras que exerciam forte poder; ele conseguiu com muito êxito “retornar os corações dos pais aos filhos e os desobedientes à sabedoria prática dos justos, a fim de aprontar para YHWH um povo preparado”. — Lu 1:17.
Portanto, a mensagem das boas novas da Palavra de Deus, a Bíblia, não deve ser subestimada. Tais palavras são mais poderosas do que quaisquer palavras que os homens possam idear ou falar. Os antigos bereanos foram elogiados por ‘examinarem cuidadosamente as Escrituras’ para ver se o que o apóstolo ensinava era correto. (At 17:11) Os ministros de Deus, que falam a poderosa Palavra de Deus, são energizados e apoiados por “poder de Espírito Santo”. — Ro
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O CAMINHO DE ENOQUE
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TEXTO: Gn 5.21-24
INTRUDUÇÃO: Enoque significa “Dedicado”.
a) Assim foi sua vida, com e para Deus. A Bíblia o menciona em 3 livros. Sua geração foi má (Gn 6.2-5)
b) Vemos sua prática. “Caminhou pois Enoque com Deus” (Gn 5.24)
c) Vemos seu privilégio. “Teve testemunho de haver agradado a Deus” (Hb 11.5)
d) Vemos seu testemunho. “Vede, o Senhor vem com milhares de seus santos”
I. QUANDO COMEÇOU ENOQUE A ANDAR COM DEUS? (Gn 5.21-22)
a) Ao cumprir 65 anos nasceu Matusalém. Seu nome significa “ao morrer virá o juízo” o dilúvio
b) Vivendo 969 anos – constante aviso (2 Pe 3.9-14)
c) Nosso ponto de partida é a cruz
d) Assim Enoque ao crer (Hb 11.5-13)
e) Moisés fala de libertação!
f) Paulo fala de perdão!
g) João fala de limpeza e vitória!
h) Na cruz achamos comunhão e ali temos um encontro com o Senhor Jesus Cristo. Se quisermos andar bem, devemos começar bem (Am 3.3)
II. COMO CONTINUAR O CAMINHO ATÉ O FIM?
a) Em Hebreus, lemos que Enoque era estrangeiro e peregrino
b) Se for estrangeiro o mundo me olha como crucificado (Gl 6.14)
c) Se for peregrino o Senhor me guiará (Sl 23.3; 119.35) Nos ensinará (Sl 86.11; Jo 16.13)
III. A GLÓRIA DE ANDAR COM DEUS
a) As biografias terminam com a trágica palavra “morreu”
b) Enoque é uma exceção, a morte não triunfou sobre ele. Paulo diz: “Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Jesus diz: “Quem ouve a Minha palavra...tem a vida eterna...passou da morte para a vida!”
c) Caminhamos com Deus?
d) A glória de caminhar com Deus é quando o eu – humano se perde (Jo 3.30)
IV. O FIM DO CAMINHO COM DEUS
a) O sacrifício de Abel e o arrebatamento de Enoque falam sobre a vida da igreja
b) A igreja tem sua base na cruz
c) Quando Jesus Cristo a buscar, estará para sempre com Ele.
d) Na cruz somos justificados
e) Nos redimiu
f) Ande com o teu Deus
EXEMPLOS DOS FIÉIS
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TEXTO: 1 Tm 4.11-16
INTRODUÇÃO: Em toda criatura de Deus há sistemas, planos e organizações. “Sê exemplo”, é o plano para os jovens.
I. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA PALAVRA
a) A Palavra de Deus
b) Na honestidade
c) Na conversão
II. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NO TRATO
a) Delicadeza e tino
b) Graça para com Deus
c) E para com os homens
III. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA CARIDADE
a) Bom para com todos
b) No trabalho missionário
IV. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NO ESPÍRITO
a) Cooperação com Deus
b) Cooperação com os homens
c) Cooperação consigo mesmo
V. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA FÉ
a) Fé em Deus
b) Fé e confiança nos semelhantes
c) Fé e confiança e si próprio
VI. SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS NA PUREZA
a) Pureza de coração e mente, pensamentos
b) Pureza de vida e alimentos, bebidas
c) Pureza, santidade, perfeição – Norma
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
PÃO E VINHO
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TEXTO: 1 Co 11.26
INTRODUÇÃO: Os emblemas dão ao crente uma visão retrospectiva e prospectiva da obra consumada de Cristo.
I. SIGNIFICAÇÃO DO PÃO
a) Flagelação do Corpo de Cristo – Pelo azorrague dos soldados; pela coroa de espinhos; pelos cravos; pelo ferimento da lança
b) A natureza de sua morte – É o Pão da Vida porque passou pela morte (Hb 2.9); passou pelo fogo; é precioso por causa do fogo (Purificação)
c) A natureza do novo homem – Cristo é: A origem da nova vida (Pv 8.35); o alimento da nova vida (Jo 6.35-37); a plenitude da nova vida (Jo 8.36; 10.10)
d) A futura união do corpo e da cabeça – são a substancia (Jo 17.21; Hb 2.11); serão uma união eterna (Ap 19.9)
II. SIGNIFICAÇÃO DO VINHO
a) Relembra a vida doada (Jo 10.18)
b) Relembra a vida derramada (Hb 9.22; Is 58.8-14)
c) Simboliza a vida recebida (Jo 6.)
d) Simboliza a plenitude da vida, da alegria e da vitória (Jo 15.11)
ESPERANÇA DE JÓ
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TEXTO: Jó 19.25
I. JÁ POSSUIA UM AMIGO VERDADEIRO NO MEIO DE SEUS AMIGOS CRUÉIS (ELIFAZ, BILDADE E SOFAR)
a) Seu parente – Jesus (Hb 2.11; Rm 8.35)
b) Seu defensor – Jesus (Ap 12.10)
II. JÓ ENCERRAVA POSSESSÕES NO MEIO DA SUA POBREZA – SEU REDENTOR
a) Sua vida está nas mãos dele
b) Ele é seu protetor
c) Ele é sua esperança na vida e na morte
III. JÓ DESFRUTAVA DE UM PARENTE VIVO NOP MEIO DA FAMÍLIA MORTA
a) Jesus, a cabeça da casa
b) Jesus, seu intercessor, para orar em seu favor no céu
c) Jesus, o advogado de defesa, para preservar seus direitos na terra
IV. JÓ FLUÍA DE UMA CERTEZA NO MEIO DE TANTA INCERTEZA, “EU SEI”
a) A sua fé lhe deu certeza (Hb 11.1)
b) As provas não o levaram, a duvidar
c) As dificuldades não perturbaram sua confiança no Redentor
d) Os amigos não destruíram sua confiança de que Deus haveria de livrá-lo
“Olho para os montes, de onde me virá o socorro” Sl 121.1
JESUS PASSOU POR JERICÓ
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TEXTO: Lc 19.1
INTRODUÇÃO: Penúltima semana de seu ministério, vem da Galiléia e vai para Jerusalém. Odor suave – Cidade das Palmeiras.
I. A PRESENÇA DE JESUS EM JERICÓ
a) Ele chegou
b) Sua presença nos faz descançar
II. JESUS EM JERICÓ – A GRANDE OPORTUNIDADE
a) De salvação, cura, solução dos problemas
b) Última vez que ele passava por ali
III. JESUS EM JERICÓ ERA
a) Benção da presença
b) Benção do perdão
c) Benção da vida
IV. JESUS EM JERICÓ ERA O PODER DO ALTO
a) Poder contra a carne
b) Poder contra o pecado
c) Poder contra as trevas
V. JESUS EM JERICÓ ERA A RESPOSTA AO CLAMOR DE BARTIMEU
a) Mendigo à beira da estrada
b) Pedindo o pão material
c) Ele está aqui
COMO VENSCER A TENTAÇÃO
COMO VENCER AS TENTAÇÕES Imprimir E-mail
Textos: Gênesis 3.1-6; Mateus 4.1-11
I - A TENTAÇÃO NÃO É PECADO
a) Cristo foi tentado (Mt 4.1-11; Hb 2.18; 4.15)
b) Deus permite que sejamos tentados(1Co 10.13)
II)EVITANDO AS TENTAÇÕES
a) Velar e orar (Mt 26.41)
b) Não ceder aos desejos da carne (Rm13.14)
c) Conservar o corpo em sujeição(1Co9.27)
III) VENCENDO AS TENTAÇÕES
a) Submeter-se a Deus (Tg 4.7)
b) Resistir ao diabo (Tg. 4.7)
c) Deixar morrer as obras da carne(Rm 8.13; Cl 3.5)
d) Associar-se a Deus e sua obra (Lc 19.13)
e) Usar a armadura de Deus (Ef.6.11-18)
IV) O VALOR DA TENTAÇÃO
a) Os que suportam são abençoados (Tg.1.12)
b) Produz paciência (Tg 1.3-5)
c) Nos torna dependentes de Deus (2Co 12.9)
GUARDA-SE DO ORGULHO
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Texto: Filipenses (2.1-11)
Introdução: “Aprendei de mim que sou... humilde de coração...”
I – O ORGULHO É PECADO
a) É rebelião contra Deus (Sl 73.6-9)
b) O pecado de satanás (Is.14.12-15; 1Tm 3.6)
c) É fechar o ouvido de Deus (Dt.8.11-20)
d) A soberba precede a contenda (Pv.13.10)
II – A HUMILDADE É NECESSÁRIA
a) Um requisito de Deus (Mq.6.8)
b) Chave para entrar no Reino de Deus (Mt. 18.2-4)
c) Necessário para encontrar o perdão (2Cr 7.14)
d) É a porta para riquezas espirituais (Pv.22.4)
e) Deus está na humildade (Tg.4.6-10)
III – CRESCIMENTO NA GRAÇA DA HUMILDADE
a) Relembrando o que devemos a Deus (Gl.6.14)
b) Aprendendo com Cristo(Mt.11.29)
c) Tendo a mente de Cristo (Fp.2.5-11)
d) O verdadeiro amor para com o próximo (Fp.2.3-4)
ele foi tentado(JESUS)
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Texto: Mateus 4.1-11; Hebreus 4.14-16
I - SATANÁS TENTA JESUS
a) Quarenta dias no deserto (Mt.1.13)
b) As três tentações
1a. Converter as pedras em pão (Mt.4.2-4)
2a. Jogar-se para baixo de um lugar alto (Mt.4.5-7)
3a. Adorar a satanás para obter glória terrena(Mt.4.8-10;Lc 4.5-8)
c) Os anjos lhes servem (Mt.4.11; Mc.1.13)
d) Homens maus lhe tentam (Mt.16.1,22; 15.22)
e) Pedro (Mt.16.21-23)
II – FOI TENTADO E AGORA É NOSSO AJUDADOR
a) Ora pelos que são tentados (Lc.22.31-32)
b) Ajuda aos que são tentados (Hb.2.17-18)
c) Compadece das nossas fraquezas (Hb.4.15-16)
d) Salva aos que lhe obedecem(Hb 5.8-9)
e) Intercede por nós (Hb.7.25)
f) Guarda os fieis na hora da tentação(Ap.3.10)
g) Ele venceu! E a vitória é certa (Jo16.33).
JESUS, O SALVADOR
JESUS, O SALVADOR
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Textos: Mateus 1.18-25; Atos 4.12 I – ENVIADO DE DEUS a) Portando devemos honra-lhe (Jo 5.23) b) Para cumprir a vontade do Pai (Jo5.30; Jo 4.34) c) Suas obras dão Testemunho dele (Jo5.36) II – PLANO DE SALVAÇÃO a) Deu a si mesmo (Gl.1.3-4 ; Tt.2.14) b) Sofreu o justo pelos injusto (1Pe 3.18; Rm. 5.6) c) Libertou o homem de seu pecado e de satanás(Jo8.36; Cl 1.13-14) d) Ele ressuscitou (Rm.1.4; Rm.4.25) e) Ele intercede por nós (Rm.8.31-34) III – JESUS NOS SALVA a) Nos concede perdão(1Jo 1.9) b) Do poder de satanás(At.26.18) c) Por meio do poder do Espírito Santo (Rm 8.12-14) d) Da ira vindoura(Rm.5.9) e) Para dar-nos uma herança(1Pe 1.3-5)
A ARMADURA DE DEUS
A ARMADURA DE DEUS
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: Efésios 6.10-18 Introdução: O diabo e seus aliados ruins (Ef.6.11-12-16).O mundo dominado pelo diabo (1Jo 2.15-17; 1Ts 5.4-5). I – NOMES DADOS A ARMADURA DO CRISTÃO a) Armas da Luz (Rm 13.12-14) b) Armas de Justiça (2Co.6.7) c) Armadura de Deus (Ef.6.11) II – SUAS PARTES ESPECIAIS a) Cinto da verdade: A couraça da Justiça (Ef.6.14) b) A couraça da fé e do amor(1Ts.5.8) c) Calçados... da paz(Ef.6.15) d) O escudo da fé (Ef.6.16) e) O capacete da Salvação(Ef.6.17) f) A Palavra: a espada do Espírito(Ef.6.17; Hb.4.12) g) A oraçaão revela a Palavra(Ef.6.18-20) III – ARMAS PARA BATALHA ESPÍRITUAL a) Em Deus (2 Co 10.4) b) A boa batalha da Fé (1Tm.6.12) c) Uma boa milícia (1Tm1.18; 2Tm 4.7)
O QUE É AVIVAMENTO?
O QUE É AVIVAMENTO?
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: 2 Crônicas 7.14
Introdução: Ouvimos muito nestes dias acerca de avivamento, porém temos a sensação de muitos dos que falam muito dele em realidade o conhecem muito pouco. Trataremos de analisar o que está implicado em um avivamento.
I – Que é avivamento? a) Não é evangelismo, ainda que muitos podem ser salvos como conseqüência.
b) Não é emocionalismo, ainda que haja manifestações emocionais conectadas com ele c) É uma renovação da vida espiritual em um individuo ou entre um grupo de pessoas. II – Quando se necessita um avivamento? 1.Sempre que há esfriado o amor do povo de Deus 2.Quais são os sintomas de sua necessidade?
a) O contentamento espiritual (Comodismo)
b) A ausência de interesse pelos perdidos
c) A proteção de pecados secretos
d) Animosidade contra outros cristãos
e) Um espírito implacável
f) Um espírito mundano
g) O crescimento do orgulho
3. Qualquer conduta espiritual em que hajamos perdido terreno em relação ao tempo passado.
4. Perigos em nossa necessidade de avivamento
a) A miúdo, a condição de nossos corações é que não estamos conscientes de nossa necessidade, precisamos quando esta é maior.
b) A carne luta contra ao avivamento.
III – Como podemos ter um avivamento? 1. Deus é soberano em seu conceder
a) Vem quando deseja.
b) É impossível planificar um avivamento. 2. Condições que devem cumprir para estabelecer a classe de situação em que Deus envia avivamento
a) Oração b) Afronta as realidades espirituais . Confrontar a nós mesmos . Afrontar a natureza de Deus . Afrontar a verdadeira natureza do pecado
c) A confissão do pecado( confessar “significa estar de acordo com Deus a respeito do pecado.
d) Buscar a vida em um plano superior ao que temos conhecido.
IV – O problema do desejo
a) Geralmente nosso desejo não é suficientemente intenso para um avivamento, para que signifique alguma diferença.
b) As vezes Deus tem que trazer-nos ao final de nossos recursos antes que nós verdadeiramente desejamos conhecer avivamento Conclusão: O avivamento não pode abrir ou fecha-se como uma fonte, porém sim há condições que devem se cumprir ao soberano Deus que há de outorgar o avivamento. ... Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. 2Cr.7.14.
MARIDO E MULHER
MARIDO E MULHER
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
INTRODUÇÃO: Em Mateus 25 – Cortejo. Em João 2 – Bodas de Caná. Entre os judeus podia ser feito o casamento núbil, i.e., 13 a +
1 dia para meninos e 12 a +
1 dia para meninas – O costume marcava 18 anos. Quanto às viúvas ou ”separadas”? Não antes de 3 meses. No sábado seguinte ao início da festa os novos esposos eram levados à Sinagoga no tempo do Novo Testamento, e o marido era convidado a ler e fazer uma exposição de uma passagem bíblica, após isto eram levados à sua casa. Havia muitas regalias para os nubentes (Dt 24.5).
I. DIREITOS E DEVERES A esposa podia exigir 10 coisas, 3, estipuladas na lei (Ex 21.10). 1. Manutenção 2. Vestido 3. Obrigação marital 4. Ajuda na enfermidade 5. Resgate para a remissão no cativeiro 6. Sepultura na morte 7. Permanência ao lado do marido 8. Casa na viuvez 9. Comida para os filhos 10.
Uma parte da herança e um dote para os filhos
II. OBRIGAÇÕES DA ESPOSA Submissão, como a igreja por Cristo (Sujeitar). 1. Por amor 2. Com alegria 3. Voluntariamente 4. Reverencia, respeito e fideleidade. Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças e nem te apartes das palavras da minha boca Pv 4.5
QUEM É ESTE?
QUEM É ESTE JESUS?
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Lc 8.25b I. QUEM DIZEM OS HOMENS SER O “FILHO DO HOMEM” a) João Batista – sua mensagem b) Elias – sua vida e ministério c) Jeremias – coragem e resignação Ele ensina com autoridade II. FOI UNGIDO COM PODER DO ESPÍRITO (Lc 4.18) a) Nunca um homem falou como este b) Chamou Lázaro pelo nome c) Sou eu! d) Dai-lhe vos de comer e) Quem me tocou III. QUANDO CHAMOU E CHAMA COM AUTORIDADE a) Os pescadores b) Mateus segue-me c) Zaqueu desce depressa d) O jovem rico – vai, vende tudo e dá e) O cenáculo. O Mestre te manda dizer: ”O meu tempo está próximo, em sua casa celebrarei a páscoa com meus discípulos”. Sua palavra é poder! Não há demônios, enfermidades, tormentos, tempestades, ventos que se levantem e o resista. QUEM É ESTE? ESTE É! Na sua mensagem há: Dois caminhos Duas portas Dois destinos Dois Senhores Dois lugares Duas opções Vida ou Morte
A CHAMADA
A CHAMADA
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
Texto: Mateus 5.21-26; Mateus 38.48. I – O chamado de Cristo para amar a) A Deus (Mt.22.37-38) b) A seus vizinhos (Mt.22.39) c) A seus inimigos (Mt.5.44) II – O chamado do Cristão a amar nas provas a) Nas perseguições (Mt. 5.11-12) b) Quando ser acusado falsamente (Mt.5.44) c) Quando se despeje seus bens ( 1Co 6.7; Hb.10.34) III – O chamado do Cristão para que pratique o amor a) Fazendo bem a todos (Mt.5.44; Gl.6.10) b) Orando pelos que te fazem mal (Mt.5.44-45) c) Perdoando as ofensas (Mt.6.14-15; Mt.18.21-22) d) Andando a segunda milha (Mt.5.41; Rm 12.20-21)
A ORAÇÃO O GRITO DA ALMA
A VOZ DA ORAÇÃO
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Sl 5.1-11 INTRODUÇÃO: Oração é o grito da alma I. A DIVERSIDADE DA ORAÇÃO a) Oração formal – escuta b) Oração mental – atende c) Oração vocal – atende a voz II. CONSIDEREM O PODER DA ORAÇÃO a) Dirige-se a Deus – meu Rei b) Dirige-se a Deus – meu Deus III. CONSIDEREM A REGULARIDADE (Dt 4.29) a) Oh! Senhor para manhã (v.3; Sl 55.16-17; 88.13) IV. CONSIDEREM A EXPECTATIVA NA ORAÇÃO a) Cheia da visão de fé (Hb 11.6) V. CONSIDEREM A CONFIANÇA a) Entrarei (v.7) b) Me prostrarei (v.7) VI. CONCLUSÃO: No que resulta; GOZO (v.11)
A ORAÇÃO O GRITO DA ALMA
A VOZ DA ORAÇÃO
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Sl 5.1-11 INTRODUÇÃO: Oração é o grito da alma I. A DIVERSIDADE DA ORAÇÃO a) Oração formal – escuta b) Oração mental – atende c) Oração vocal – atende a voz II. CONSIDEREM O PODER DA ORAÇÃO a) Dirige-se a Deus – meu Rei b) Dirige-se a Deus – meu Deus III. CONSIDEREM A REGULARIDADE (Dt 4.29) a) Oh! Senhor para manhã (v.3; Sl 55.16-17; 88.13) IV. CONSIDEREM A EXPECTATIVA NA ORAÇÃO a) Cheia da visão de fé (Hb 11.6) V. CONSIDEREM A CONFIANÇA a) Entrarei (v.7) b) Me prostrarei (v.7) VI. CONCLUSÃO: No que resulta; GOZO (v.11)
A CARREIRA CRISTÃ
DIFICULDADES NA CARREIRA CRISTÃ
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: At 14.22 INTRODUÇÃO: Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas (Sl 34.19). nem sempre a vida é um mar de rosas, Deus prometeu livrar-nos. I. AFLIÇÕES CAUSADAS PELO DIABO a) Sua oposição direta (Zc 3.1). Quer atrapalhar nosso relacionamento com Deus, é o nosso opositor b) Sua interferência na oração (Dn 10.12-13) c) Nos empreendimentos (1 Ts 2.18). Procura obstruir nossos alvos d) Suas acusações (Ap 12.10), ex: Jó e) Laços, redes, flechas, artimanhas, às vezes nos machucam, enlaçam e nos causam desânimo, isto quando estamos desapercebidos e descuidados (Mt 26.31-35) II. A FRAQUEZA DA CARNE (Mt 26.41) a) Jesus avisou a Pedro b) Quem escorar na carne terá dificuldades (Rm 8.4-8) III. O MUNDO COM SUAS ATRAÇÕES (Mt 6.24-25) a) Promessas: sexo, diversão, dinheiro, etc... IV. AS INCOMPREENSÕES DA FAMÍLIA (Mt 10.34-36) a) Maridos incrédulos b) Filhos rebeldes c) Mães desinteressadas d) Esposas que não cooperam V. MAU TESTEMUNHO DE MUITOS IRMÃOS (1 Co 5) “Quantas vezes nos sujamos na lama deixada por irmãos descuidados, carnais e apegados ao mundo. ” VI. SITUAÇÃO FINANCEIRA DIFÍCIL (Hb 12.3-12; 10.34) VII. OS FALSOS IRMÃOS QUE CAUSAM ESCÂNDALO E DESVIRTUAM O EVANGELHO DIANTE DOS INCRÉDULOS; PROMOVEM CONTENDAS E SEMEIAM HERESIAS (At 15.1-2,7) VIII. AS PERSEGUIÇÕES DE TODA NATUREZA (At 4.1-3) IX. A TRAIÇÃO DOS AMIGOS (Jo 13.18; Sl 41.9; 2 Tm 4.10-14) a) “Estas são algumas das aflições que encontramos na jornada, mas temos o nosso Deus que nos livrará de todas (Jo 6.33)”
3 FASES NA VIDA DE UM PECADOR
TRÊS FASES DA VIDA DO PECADOR
Esboços/Pr. Daniel Sales Acioli
TEXTO: Lc 15 I. FUGINDO DE DEUS (Rm 1.12) a) Pelo indiferentismo b) Pelos vícios c) Pecados e crimes II. NO DOMÍNIO DO PECADO a) Servindo ao diabo (Pv 5.22) b) Seguindo seus próprios caminhos (Rm 1.21-24) c) Sendo enganado e sofrendo nos hospitais III. VOLTANDO PARA DEUS a) Desenganado, procura a Deus b) Para conseguir chegar a Deus e vencer o mal, só de joelhos (Sl 50.15; Pv 28.13; Sl 51,17) c) Jesus e os anjos saem ao encontro do pecador que manqueja (Lc 15.20; Ef 2.11-19)
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Mundo do Futebol: CASEMIRO É INSCRITO PELO REAL PARA OITAVAS DA CHAM...
Mundo do Futebol: CASEMIRO É INSCRITO PELO REAL PARA OITAVAS DA CHAM...: Foto: Band Inicialmente contratado para defender o time B do Real Madrid , o volante Casemiro foi inscrito pela equipe espanhola para ...
SANTA CEIA DO SENHOR
Por que precisamos participar da SANTA CEIA?
Leia Mateus 26.26-30 e veja que precisamos cear porque a SANTA CEIA é um momento de:
-v.26: PARTILHA;
-v.27: RENOVAÇÃO DA ALIANÇA;
-v.28: AÇÃO DE GRAÇAS ;
-v.29: ANUNCIAR A VINDA DE JESUS;
-v.30: PREPARAÇÃO PARA SAIR E VENCER O MUNDO;
-Quem deve participar da CEIA DO SENHOR?
O povo judeu celebrava a páscoa todos os anos e para isso sacrificavam um cordeiro que ao derramar o seu sangue representava o perdão dos pecados e a proteção Divina (Êxodo 12.21-23). Contudo a páscoa era algo muito sério e restrito apenas para o povo de Israel e nenhuma pessoa que não fosse judeu poderia participar (Êxodo 12.43-50).
Da mesma forma que a ceia judaica era somente para o povo de Deus, Jesus celebrou a Ceia apenas com seus discípulos (Leia Mateus 26.26) que prepararam a Ceia do jeito que Jesus mandou (Mateus 26.17-19).
Os critérios para participar da Ceia são:
SER DISCÍPULO DE JESUS: Aceitar a Jesus como seu Senhor e Salvador (Lucas 22.14);
SER BATIZADO: ter compromisso com Deus e com a Igreja (Marcos 16.16);
ESTAR EM COMUNHÃO: com Deus, com o próximo e consigo mesmo (Mateus 22.37-39);
CONFESSAR OS PECADOS: significa reconhecer nossa necessidade do perdão de Cristo e confirmar nosso compromisso com Ele (I João 1.9 e I Coríntios 11.28).
OBSERVAÇÕES:
- A igreja não é dona da MESA DO SENHOR, e sim ministros e participantes, por isso tem a função de orientar, não de julgar quem deve ou não participar (Mateus 7.7 e I Coríntios 11.31). Jesus disse que Ele mesmo separa o joio do trigo e na última ceia Jesus sabia que Judas o trairia e assim mesmo o deixou participar (João 13.21-30).
-Algumas igrejas consideram as crianças dignas de receber os elementos e se vê na função de orientá-las para viver o evangelho desde cedo. Jesus disse que devemos ser como as crianças (Mateus 18.3) e disse para deixarmos as crianças irem a Ele porque delas é o Reino de Deus (Mateus 19.14). Então, se Jesus disse que elas são exemplo de fé e que não podemos impedi-las de ir a Ele, significa que não podemos negar-lhes algo que Jesus mandou dizendo:“Bebei dele todos”(Mateus 26.27).
-Quando devemos participar da SANTA CEIA?
A igreja primitiva celebrava constantemente a CEIA (Atos 2.42). A igreja evangélica celebra a ceia uma vez por mês. A Ceia deve ser ministrada pelo pastor responsável pela comunidade. Jesus disse: “fazei isso todas as vezes que o beberdes em memória de mim, porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor até que ele venha” (I Coríntios 11.25,26), então não podemos perder nenhuma oportunidade de participar da ceia do Senhor e devemos fazer isso sempre até que Ele venha.
-Como se preparar para participar da Ceia do Senhor? I Coríntios 11.28
Jesus é ‘o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo’ (João 1.29), que fez um sacrifício muito maior do que o da páscoa judaica (Hebreus 9.11-14), por isso este momento deve ser levado bem a sério.
Leia I Coríntios 11.27-34 e veja que devemos participar da ceia com:
Consciência: “aquele que comer indignamente será réu do corpo e do sangue de Cristo” (v.27),
Em arrependimento:“examine-se o homem a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice” (v.28),
Com discernimento: “pois quem come e bebe sem discernir come e bebe juízo para si” (v. 29),
Temor:“eis a razão porque há entre vós muitos doentes e não poucos que dormem” (v.30),
Reflexão:“porque se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (v.31),
Disciplina: “mas quando julgados somos disciplinados pelo Senhor para não sermos condenados” (v.32),
Organização: “quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros” (v.33),
Respeitando as ordens do dirigente:“quanto às demais coisas eu as ordenarei quando for ter convosco” (v. 34).
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
O ESPIRITO SANTO
O ESPÍRITO SANTO
"Há muita confusão e erro correntes neste dia a respeito da personalidade, operações e manifestações do Espírito Santo. Eruditos conscientes mas extraviados têm sustentado idéias errôneas sobre esta doutrina. É vital a fé de todo cristão que o ensino escriturístico dela seja visto na sua verdadeira luz e sustentada nas suas corretas proporções" (Bancroft, Elemental Theology).
I. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO
"Ao atribuir personalidade ao Espírito pensamos que Ele não é uma energia impessoal, uma abstração, uma influencia, ou emanação. Ele é uma inteligência auto-cônscia, autodeterminada, voluntária, sensiente. Pode-se dizer que a personalidade existe onde se encontrem unidas numa combinação singular inteligência, emoção a volição, ou senso comum e autodeterminação" (Bancroft, Elemental Theology).
Que o Espírito é uma pessoa, está provado:
1. A MENÇÃO DELE JUNTAMENTE COM OUTROS MEMBROS DA TRINDADE.
Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14
2. SUA ASSOCIAÇÃO COM OUTRAS PESSOAS EM PARENTESCO PESSOAL.
Atos 15:28
3. A ATRIBUIÇÃO A ELE DE EMOÇÃO E VOLIÇÃO.
1 Coríntios 12:11; Efésios 4:30
4. ATRIBUIÇÃO A ELE DE ATOS PESSOAIS.
(1) Ele sonda as coisas profundas de Deus.
1 Coríntios 2:10
(2) Ele fala.
Mat 10:20; Atos 10:19,20; 13:2; Apocalipse 2:7. Vide também passagens sob a inspiração em que se diz que o Espírito falou pelos profetas e outros escritores da Escritura.
(3) Ele ensina.
Lucas 12:12; João 14:26; 1 Coríntios 2:13
(4) Ele conduz e guia.
João 16:13; Romanos 8:14
(5) Ele intercede.
Romanos 8:26
(6) Ele dispensa dons.
1 Coríntios 12:7-11
(7) Ele chama homens para o serviço.
Atos 13:2; 20:28
5. A REPRESENTAÇÃO DELE COMO SENDO AFETADO COMO UMA PESSOA PELOS ATOS DE OUTREM.
(1) Ele pode ser rebelado contra, incomodado e entristecido.
Isaías 63:10; Efésios 4:30
(2) Ele pode ser blasfemado.
Mateus 12:31
(3) Ele pode ser mentido (enganado).
Atos 5:3
6. O USO DO PRONOME MASCULINO EM REFERENCIA A ELE.
Em João 16:13, só o pronome masculino se aplica ao Espírito sete vezes. É isto muito significativo desde que a palavra grega correspondente a "espírito" (pneuma) é neutra. Vemos assim que a idéia da personalidade do Espírito é tão forte que na passagem supra ela tem precedência sobre a ordem gramatical. Em Romanos 8:16,26, numa construção mais próxima, prevalece a ordem gramatical, mas isto não anula a significação de na outra passagem arredar-se a ordem gramatical.
7. A APLICAÇÃO DO NOME MASCULINO "PARAKLETOS" AO ESPÍRITO.
"O nome "parakletos"... não pode ... ser traduzido por "conforto", ou ser tomado como nome de qualquer influencia abstrata. O Confortador, Instrutor, Protetor, Guia, Advogado, que este termo traz perante nós, deve ser uma pessoa" (Strong, Systematic Theology).
"Parakletos" é a palavra grega para "Consolador" em João 14:26; 15:26; 16:7.
II. A RELAÇÃO DE PENTECOSTES COM O ESPÍRITO SANTO
1. ESPÍRITO SANTO JÁ EXISTIA ANTES DO PENTECOSTES.
Gênesis 1:2; Neemias 9:20; Salmos 51:11; Isaías 63:10; 2 Pedro 1:21. Temos visto que o Espírito Santo, como um membro da Trindade, é co-eterno com o Pai.
2. ELE TEVE ACESSO À TERRA E OPEROU NO HOMEM ANTES DO PENTECOSTES.
Vide todas as passagens imediatamente antes que seguem a primeira passagem.
3. ELE VEIO NO DIA DE PENTECOSTES NUMA CAPACIDADE ESPECIAL.
Isto explica os significados da promessa de Cristo de mandar o Espírito. Esta capacidade especial foi:
(1) Talvez como o antítipo da Shequína.
Números 9:15-22; 2 Crônicas 7:1-3. A Shequína, no caso de tabernáculo, foi para liderança e, no caso do templo foi um símbolo de propriedade e possessão. A vinda do Espírito Santo no Pentecostes significou ambas as coisas à igreja.
(2) Em cumprimento de profecia e promessa.
Joel 2:28; Mateus 3:11. Não sustentamos, todavia, que o dia de Pentecostes marcou o cumprimento completo e ultimado da profecia de Joel. Este dia viu somente um cumprimento parcial e espiritual dessa profecia. Efetivamente, as palavras de Pedro precisam ser entendidas como significando não mais além que a coisa ora testemunhada nesse dia era a mesma em espécie como aquela da qual Joel predissera. O cumprimento literal, ultimado e completo de Joel 2:28-32 virá com a conversão da nação judaica na segunda vinda de Cristo. Vide Zacarias 12:9-11; 13:8,9; Romanos 11:26.
(3) Autorizar a igreja.
Atos 1:4,8
(4) Como o consolador residente e mestre dos crentes.
João 14:16,17; 1 João 2:20,27. Antes do Pentecostes, como indicado supra, o Espírito Santo teve acesso à terra, mas Ele veio e foi; não morou nos crentes constantemente. Durante a dispensação do Velho Testamento o Espírito Santo veio até mesmo sobre ímpios, tais como Balaão e o rei Saul. E Ele inspirou os escritores da Escritura. Também regenerou homens; mas uma união inseparável entre a alma do crente e o Espírito Santo não se formou então como acontece agora sob a presente dispensação. É a esta união indissolúvel entre a alma do crente e o Espírito Santo que o escritor aos Hebreus se refere quando ele fala de escrever a Lei de Deus no coração do crente. Vide Hebreus 8:10. O fato de o Espírito Santo não morar constante e inseparavelmente nos crentes antes do Pentecostes explica porque Davi orou: "Não tires o Teu Espírito Santo de mim" (Salmos 51:11). O pecado podia então afugentá-lo do peito, porquanto o Seu presente era transiente. Mas, não assim agora, como mais tarde veremos mais claramente; e essa oração é totalmente inadequada ao crente nesta dispensação.
(5) Para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
João 16:8-11. Sustentamos esta passagem como se referindo primariamente a uma obra indireta do Espírito, porque a diferença entre a obra direta e indireta do Espírito é para se ver mais tarde sob o exame do Seu trabalho nos perdidos.
4. SUA VINDA NO PENTECOSTES FOI DISPENSACIONAL E FINAL.
Não há absolutamente nada que justifique a crença que o Pentecostes é para repetir-se na experiência de cada crente. Ele veio em cumprimento de profecia e promessa definitas e particulares, marcou o princípio de uma dispensação especial do Espírito. O pentecostalismo é disparate dos mais absurdos. Podia alguém com a mesma razão falar de uma repetição da ressurreição e ascensão de Cristo como de uma repetição do Pentecostes, que nunca se repetiu e nunca se repetirá. A ocorrência na casa de Cornélio foi meramente suplementada ao Pentecostes (Atos 10:44-47) e aconteceu para que Pedro pudesse saber que os crentes gentios foram recebidos por Deus no mesmo nível como os crentes judeus.
5. DESDE O PENTECOSTES O ESPÍRITO SANTO ENTRA EM TODO O CRENTE NA CONVERSÃO E JAMAIS PARTE.
João 7:38,39; Atos 10:1; Romanos 8:9; Gálatas 3:2; 4:6; Efésios 1:13; 4:30; Judas 19. É loucura o crente orar pelo Espírito Santo, ainda que possa orar pelo Seu poder e plenitude. Tão pouco precisa o crente orar para que Deus não lhe tire o Espírito Santo; porque, ainda que o crente possa entristecer e apagar o Espírito (1 Tessalonicenses 5:19) - recusar Seus impulsos, o crente, não obstante, está permanentemente selado pela presença do Espírito (Efésios 1:13; 4:30).
6. O CRENTE, PORTANTO, NÃO DEVERÁ BUSCAR NEM A PRESENÇA NEM O BATISMO DO ESPÍRITO, MAS SUA PLENITUDE.
Efésios 5:18. Mostramos que cada crente tem o Espírito. Agora só resta ser observado que não há na Escritura garantia para afirmar-se um batismo do Espírito hoje tanto na regeneração como depois dela. A Escritura está calada sobre a noção de um batismo do Espírito para este tempo. A passagem costumeiramente referida para substanciar um batismo do Espírito na regeneração refere-se ao batismo na água. Vide seu exame sob batismo na água.
O crente tem tudo do Espírito Santo, mas o Espírito comumente não tem tudo do crente. Sua presença é expansiva: Ele enche tanto do crente do que estiver vazio de egoísmo e pecado. Assim, a exortação para encher-se do Espírito é uma exortação de completa rendição a Ele. Quanto mais Ele nos enche, maior será a manifestação do Seu poder em nossas vidas (Atos 6:3-5; 11:24).
III. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
1. SUA OBRA EM GERAL.
(1) Ele foi o agente de Deus na criação.
Gênesis 1:2
(2) Ele inspirou os escritores da Escritura.
2 Pedro 1:21. Vide outras passagens sob a discussão da inspiração verbal.
(3) Ele é, em geral, o agente de Deus em todas as obras de Deus.
Jó 33:4; Salmos 104:29,30; Isaías 40:7; Lucas 1:35; Atos 10:38.
2. SUA OBRA NOS PERDIDOS.
(1) Sua obra indireta nos perdidos.
Por obra indireta do Espírito nos perdidos queremos dizer tal obra como a que Ele executa mediatamente através da Palavra e não imediatamente por impacto pessoal sobre a alma. Qualquer obra produzida pela Palavra é uma obra do Espírito, porquanto Ele é o autor da Palavra. Está isto provado em Atos 7:51,52, onde resistência à palavra falada pelos profetas é dita como resistindo ao Espírito Santo.
Na obra indireta do Espírito nos perdidos Ele:
A. Luta com Eles.
Gênesis 6:3. Esta luta se faz por meio de homens, tais como Enoque e Noé, na pregação da Palavra.
B. Ele os convence do pecado, da justiça e do juízo.
João 16:8-11. A presença e as operações do Espírito no mundo, como um que veio tomar o lugar e levar adiante a obra de um rejeitado e crucificado Cristo, constitue um convencimento potencial do pecado. Tivesse Cristo sido um impostor, Sua promessa do Espírito não se teria cumprido. É como se a alma (espírito) de um homem voltasse a rondar seus assassinos e prosseguir a obra que eles tão vãmente tentaram acabar. Tal tenderia a convencer os assassinos de sua culpa e testemunhar da justiça do homem que mataram. Assim é com o Espírito Santo: O Espírito de Cristo (Romanos 8:9; Gálatas 4:6). E assim é que o Espírito Santo dá prova da justiça de Cristo, por manifestar que Ele foi para o Pai e por manifestar que Ele assim se vê ter triunfado sobre Satanás, o qual buscou por todos os meios impedir o propósito de Deus por meio de Cristo. Por este meio Ele convence os homens do pecado de rejeitarem a Cristo e da certeza do juízo a todos que permanecem ligados ao Diabo, porque Satanás já está julgado (João 12:31). "Este juízo de Satanás foi alcançado na Cruz e Satanás foi feito potencialmente impotente" (Bancroft).
Note-se que o Espírito Santo, na Sua obra de convencer ou convicção, "convicta, não primariamente do pecado de transgressão, mas do pecado de incredulidade, - do pecado, porque não crêem em mim?. Atos 2:36-37. Como todo pecado tem sua raiz na incredulidade, assim a forma mais agravada de incredulidade é a rejeição de Cristo. O Espírito, contudo, ao prender esta verdade sobre a consciência, não extingue, mas, pelo contrário, consuma e intensifica o senso de todos os demais pecados." (Bancroft, Elemental Theology).
Chamamos especial atenção para esta última sentença acima. Muitos entenderiam que a incredulidade é o único pecado danoso. Muitos mesmo diriam que isto é tudo por que os homens sofrerão no inferno. Semelhante noção está abundantemente contraditada pela Bíblia. Vide Romanos 2:5,6; 7:7-11; Gálatas 3:10,24; 1 João 3:4; Apocalipse 20:12. O Espírito não convence meramente do pecado de incredulidade, mas do pecado por causa da incredulidade. Isto é, Ele mostra aos homens sua condição pecaminosa por fazê-los ver que estão rejeitando ao Cristo de Deus, mostrando assim rebelião contra Deus. A incredulidade é o principal sintoma da doença do pecado, cuja essência é a anarquia.
A obra indireta do Espírito não só pode ser resistida, mas é resistida constantemente pelos pecadores. Os pecadores nada mais fazem que resistir ao Espírito até que o Espírito, por impacto direto e pessoal sobre a alma, vivifica o pecador cadáver á vista. Isto, como já indicado, explica Atos 7:51,52.
(2). Sua obra direta nos perdidos.
Referimo-nos aqui à regeneração. A regeneração é instantânea. Não pode ser doutra maneira, por não ser possível um homem estar em parte vivo e em parte morto sob um ponto de vista espiritual. É por essa razão que colocamos a convicção antes da regeneração. Os pecadores evidenciam vários graus de convicção através de períodos de extensão variável. É só no momento de regeneração, sem duvida, que a convicção alcança a intensidade mais elevada. A obra indireta do Espírito na convicção é trazida a cumprimento instantâneo no momento em que a alma cadáver é vivificada à vida. Mas a convicção existe antes da vivificação. Vide Paulo na sua experiência, Atos 26:14. Vide também e compare Atos 2:37. Notai que na parábola dos ossos secos no vale (Ezequiel 37:1-10) houve um efeito produzido pela pregação antes de Espírito (simbolizado pelo fôlego) vir sobre eles. Isto ilustra a obra indireta do Espírito na convicção antes da vivificação.
A obra direta do Espírito na regeneração é irresistível. Não quer isto dizer que o Espírito viole a vontade: Ele simplesmente opera posto-vontade. A regeneração tem lugar na "região da alma sob senso comum" (Strong). É o meio pelo qual nossas vontades se conformam à de Deus rigorosamente segundo as leis da vontade e sua ação. Vide o capítulo sobre a livre agencia do homem. A regeneração é irresistível porque é uma obra de Deus e não depende da vontade de homens (João 1:12,13). É na regeneração que Deus habilita os homens a virem a Cristo (João 6:65). É assim que ele entrega os seus eleitos a Cristo (João 6:37). A regeneração é a atração a que se refere em João 6:44,45, na sua consumação. O homem nada pode fazer agradável a Deus enquanto estiver espiritualmente morto, estando na carne (Romanos 8:7,8). Mas, quando vivificado à vida, ele está certo de agir em harmonia geral com a vontade de Deus (1 João 5:4; 3:9). Assim a regeneração é necessariamente irresistível.
3. SUA OBRA NOS SALVOS.
Já vimos que o Espírito habita em todo o crente. Esta moradia é para a realização de uma obra nos crentes. A obra consiste de:
(1) Dar garantia de salvação.
Romanos 8:16; 2 Coríntios 1:22; Efésios 1:14. O Espírito não só testemunha aos crentes da filiação atual, mas da garantia de salvação final. É neste ultimo sentido que a obra do Espírito é um "penhor", que quer dizer "hipoteca, uma parte do preço de compra adiantada como garantia de que a transação será completada". A presença do Espírito em nossos corações proporciona-nos uma prelibação do céu e é uma garantia de recebermos a herança "incorruptível e impoluta, que não fenece, reservada no céu" para nos "que somos guardados pelo poder de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no ultimo tempo" (1 Pedro 1:4,5).
(2) Confortando, ensinando e iluminando.
João 16:7; 1 Coríntios 2:9-12; Efésios 1:17; 1 João 2:20,27.
(3) Liderando em obediência e serviço.
Romanos 8:14; Gálatas 5:16; Atos 8:27,28.
(4) Chamando para serviço especial.
Atos 13:2,4. "O Espírito Santo não só dirige o teor geral da vida cristã, mas chama homens para trabalhos especiais, tais como missões, o ministério, ensino, etc."
"Esta passagem não nos conta como o Espírito chama homens, presumivelmente porque Ele não chama sempre homens do mesmo modo. Cabe-nos a nós estarmos prontos a ser chamado, desejá-lo e então esperar que o Espírito Santo nos chame. Ele não chama a todos para o trabalho missionário estrangeiro, ainda que todo cristão devera estar pronto a responder a esse chamado. Ele chama, contudo, todo cristão para algum campo de serviço e o conduzirá, se ceder, a esse campo especifico" (Bancroft).
(5) Distribuindo dons espirituais.
1 Coríntios 12:4-11. Notai que "a manifestação do Espírito é dada a todo o homem (Isto é, todo o homem salvo) para o que for útil" (1 Coríntios 12:7). Nenhum homem salvo pode dizer verdadeiramente, portanto, que está falto de habilidade espiritual no serviço do Senhor.
(6) Fortificando no serviço.
Atos 1:8; 1 Coríntios 2:4; 1 Tessalonicenses 1:5.
(7) Fazendo frutífero.
Gálatas 5:22-25.
(8) Ditando oração e intercedendo.
Romanos 8:26,27; Gálatas 4:6.
(9) Movendo a adorar.
Filipenses 3:3. Foi dito: "Em nossas orações somos tomados com as nossas necessidades, em nossas ações de graça somos tomados com as nossas bênçãos, mas em nossa adoração somos tomados com Deus mesmo".
(10) Finalmente, vivificando o corpo do crente.
Romanos 8:11-23.
domingo, 6 de outubro de 2013
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
A NATUREZA E ATRIBUTOS DE DEUS.
A NATUREZA E ATRIBUTOS DE DEUS
EV.ROBÉRIO OLIVEIRA(75-99536335.71-87981356)
Estamos preparados agora a descobrir pelas Escrituras o modo do ser de Deus.
I. A NATUREZA DE DEUS
Duas expressões bastarão para indicarem a natureza de Deus.
1. DEUS É UM ESPÍRITO.
Temos estas palavras exatas da boca de Jesus em João 4:24. Este estatuído significa que Deus é puro, inteiro e unicamente um espírito. Um espírito pode habitar um corpo, mas um espírito puro não tem e não habita um corpo; pois Jesus disse outra vez depois da ressurreição: "Um espírito não tem carne e ossos como vós vedes que eu tenho" (Lucas 24:39). Conseqüentemente, nunca se diz de o homem ser um espírito enquanto habita o corpo. Diz-se que ele possui um espírito, mas, quando sua natureza mista se descreve, diz-se ser ele uma "alma vivente" (Gênesis 2:7; 1 Coríntios 15:45) antes que um espírito.
Também sabemos que Deus é um espírito puro, não possuindo ou habitando um corpo, por causa da Sua invisibilidade (Colossenses 1:15; 1 Timóteo 1:17; Hebreus 11:27) e por causa de Sua onipresença.
Isto nos traz a considerarmos aquelas passagens da Escritura que atribuem a Deus partes corporais tais como olhos e ouvidos, mãos e pés. Em vista do que já se disse, claro é que estas passagens se tomem num sentido figurado e simbólico. Semelhantes representações são conhecidas teologicamente como antropomorfismos.
Robert Young, autor de "Analytical Concordance to the Biblie", diz: "Sentimentos, ações e partes humanas se atribuem a Deus, não que elas estejam realmente n?Ele, mas porque tais efeitos procedem d?Ele como iguais àqueles que fluem de tais coisas nos homens".
Doutro lado, há outras passagens que são explicadas por A. H. Strong como segue: "Quando de Deus se diz como aparecendo aos patriarcas e andando com eles, as passagens são para ser explicadas como se referindo a manifestações temporárias dEle mesmo em forma humana, manifestações que prefiguram o tabernáculo final do Filho de Deus em carne humana" (Systematic Theology, pág. 120).
A personalidade de Deus está envolvida na Sua espiritualidade e portanto não é tratada como uma característica separada.
2. DEUS É UM.
Por este estatuído pensamos afirmar Sua unidade em toda a plenitude desse termo. Queremos dizer que há um só Deus e também queremos dizer que a Sua essência é homogênea, individida e indivisível.
Que há um só Deus, está ensinado em Deuteronômio 6:4; Isaías 44:6; João 17:3; I Coríntios 8:4; I Timóteo 1:17; 2:5. E é irracional, ainda mais, assumir a existência de uma pluralidade de deuses, quando um só explica todos os fatos. Também as passagens que representam Deus como infinito e perfeito (Cf. Salmos 145:3; Jó 11:7-9; Mateus 5:47-48) e provas indiretas de Sua unidade; porquanto infinidade e perfeição absolutas são possíveis a um só. Dois seres semelhantes não podiam existir, pois um limitaria o outro.
Que a essência de Deus é homogênea, individida e indivisível, é uma inferência necessária do fato que Deus é um espírito puro. Tudo quanto sabemos do espírito nos compele a crer que sua essência é simples e não composta.
J. P. Boyce dá as três seguintes razões para afirmar-se a unidade de Deus no sentido em que a estamos agora discutindo:
"1. Porque a composição (ou um por junto) envolve a possibilidade de separação, o que envolveria a destrutibilidade e mutabilidade, cada qual inconsistente com a perfeição absoluta e a existência necessária.
"2. A composição envolve um tempo de existência separada das partes componentes". Isto necessitaria de um tempo em que as partes existiram separadamente e, portanto, de um tempo em que Deus não existiu, ou "quando Ele existiu imperfeitamente, não tendo ainda recebido para Sua natureza essencial as adições feitas subseqüentemente, o que tudo é inconsistente com a perfeição absoluta e a essência necessária.
"3. Se as partes foram compostas, foram feitas por alguma força de fora, ou tem sido um crescimento em Sua natureza". E ambas essas idéias são inconsistentes com a perfeição absoluta e a existência necessária.
Todavia, a unidade de Deus não impede Sua trindade e Sua trindade não está de modo algum em discrepância com a Sua unidade. A trindade, como veremos mais claramente depois, consiste de três distinções eternas no mesmo ser e na mesma pura essência, distinções que nos são apresentadas sob a figura de pessoas.
II. OS ATRIBUTOS DE DEUS
"O termo "atributo", diz J. M. Pendleton, "na sua aplicação a pessoa ou coisas, significa algo pertencente a pessoas ou coisas. Os atributos de uma coisa são tão essenciais a ela que sem eles ela não podia ser o que é; o que é igualmente verdade dos atributos de uma pessoa. Se um homem fosse despido dos atributos que lhe pertencem, ele cessaria de ser um homem, pois esses atributos são inerentes naquilo que o constitui um ser humano. Se transferirmos estas idéias a Deus, acharemos que os Seus atributos lhe pertencem inalienávelmente e, portanto, o que Ele é deve ter sido sempre. Os seus atributos são suas perfeições, inseparáveis de Sua natureza e constituindo o Seu caráter" (Christian Doctrines, pág. 42).
J. P. Boyce diz: "Os atributos de Deus são aquelas particularidades que marcam ou definem o modo de Sua existência, ou que constituem o Seu caráter. Não são separados ou separáveis de Sua essência ou natureza e contudo não são essa essência, mas simplesmente fundamento ou causa de sua existência nela, e são ao mesmo tempo as particularidades que constituem o modo e o caráter do Seu ser" (Abstract of Systematic Theology, pág. 65).
"Os atributos de Deus", segundo definição de A. H. Strong "são aqueles característicos distinguintes da natureza divina inseparáveis da idéia de Deus e que constituem a base e o fundamento para Suas várias manifestações às Suas criaturas. Chamamo-los atributos, porque somos compelidos atribuí-los a Deus como qualidades ou poderes fundamentais do Seu ser, para podermos dar conta racional de certos fatos constantes nas auto-revelação de Deus" (Systematic Theology, pág. 115).
É comum dividir-se os atributos de Deus em duas classes. Isto ajuda tanto à memória como ao entendimento. A estas divisões deram-se vários pares de nomes, tais como comunicável e incomunicável; imanente e transiente; positivo e negativo; natural e moral; absoluto e relativo. Estas duas últimas classificações foram adotadas nestes estudos.
1. ATRIBUTOS ABSOLUTOS.
Os atributos absolutos de Deus são aqueles que dizem respeito ao Seu Ser independente de Sua aliança com qualquer outra coisa.
(1) Auto-existência.
O ser de Deus é inderivado. Sua existência é auto-causada. Sua existência é independente de tudo o mais. A auto-existência de Deus está implicada em o nome "Jeová", que quer dizer "o existente" e também na expressão "Eu sou o que sou" (Êxodo 3:14), que significa que SER é a natureza de Deus.
A eternidade de Deus, que figura na segunda classe de atributos, também implica sua auto-existência. Se Deus existiu para sempre, então Sua existência é uma auto-existência necessária, inderivada, autocausada. Auto-existência é um mistério que é incompreensível ao homem; todavia, uma negação dela envolveria a nós outros num maior mistério. Se não existe no universo alguma pessoa auto-existente, então a ordem presente de coisas veio a existir do nada, sem causa ou criador. Elas não podiam ter sido o produto de mera energia, porquanto a energia é a propriedade tanto da matéria como da vida. E desde que a ciência provou que a matéria não é eterna, cabe-nos assumir uma pessoa eterna e portanto auto-existente como explicação da presente ordem de coisas.
(2) Imutabilidade.
Notai as seguintes afirmações:
"Por imutabilidade definimos a Deus como imutável na Sua natureza e nos Seus propósitos" (E. Y. Mullins, The Christian Religion in its Doctrinal Expression, págs. 223, 224).
"Por imutabilidade de Deus defini-se que Ele é incapaz de mudar, tanto na duração da vida, como em a natureza, no caráter, na vontade ou felicidade. Em nenhuma destas, nem em nenhum outro respeito, há qualquer possibilidade de mudança" (J. P. Boyce, Abstract of Systematic Theology, pág. 73).
A imutabilidade está implicada em infinidade e perfeição. Qualquer mudança, quer para melhor, quer para pior, implica imperfeição e finidade tanto antes como depois.
As principais passagens que ensinam a imutabilidade geral de Deus são Salmos 102:27; Malaquias 3:6; Tiago 1:17.
As seguintes passagens ensinam especificamente a imutabilidade da vontade de Deus: Números 23:19; I Samuel 15:29; Jó 23:13; Salmos 33:11; Provérbios 19:21; Isaías 46:10; Hebreus 6:17.
As passagens precedentes dão-nos declarações positivas e absolutas. Todas as passagens que representam Deus como se arrependendo, tais como Gênesis 6:6,7; Êxodo 32:14; I Samuel 15:11; Salmos 106:45; Amos 7:3; Jonas 3:10 e as que de qualquer maneira parecem implicar ou sugerir qualquer mudança nos propósitos de Deus, devem ser explicadas à luz delas. Estas últimas contêm antropomorfismos.
Ao comentar Êxodo 32:14, diz A. W. Pink: "Estas palavras não querem dizer que Deus mudou de mente ou alterou Seu propósito, porque Ele é "sem variação ou sombra de mudança" (Tiago 1:17). Nunca houve e nunca haverá a menor ocasião de o Todo-Poderoso efetuar o mais leve desvio do Seu eterno propósito, pois tudo foi a Ele pré-conhecido desde o principio e todos os Seus conselhos foram ordenados por infinita sabedoria. Quando a Escritura fala de Deus arrepender-se, ela emprega uma figura de retórica em que o Altíssimo condescende em falar na nossa linguagem. O que se intenta pela expressão acima é que Jeová respondeu a oração de um mediador típico.
E, sobre tais passagens, diz J. P. Boyce; "Pode ser asseverado que estas são meramente antropomórficas, visando simplesmente a inculcar sobre os homens Sua grande ira pelo pecado e Sua ardente aprovação do arrependimento daqueles que tinham pecado contra Ele. A mudança de conduta no homens, não em Deus, mudará a relação entre eles e Deus. O pecado os fizera suscetíveis do Seu justo desprazer. O arrependimento os trouxera para dentro das possibilidades de Sua misericórdia. Não os tivesse Ele tratado diferentemente, então teria havido uma mudança n?Ele. Sua própria imutabilidade fá-lo necessário que Ele trate diferentemente os que são inocentes e os que são culpados, os que se endurecem contra Ele e os que se viram para Ele por misericórdia com corações arrependidos" (Abstract of Systematic Theology, pág. 76).
Devemos do mesmo modo entender todas as alusões que parece indicarem uma sucessão de emoções em Deus. Todas as emoções em Deus existem lado a lado uma da outra no mesmo momento e assim tem sido desde toda a eternidade. Ele se tem sempre agradado da justiça e desagradado do pecado. E desde toda a eternidade conheceu toda a justiça e todo o pecado. O pecado expõe o homem ao desprazer de Deus. A justiça o sujeita ao prazer de Deus. A passagem do desprazer ao prazer de Deus efetua-se por uma mudança no homem e não em Deus. O sol derrete a cera, mas, se a cera pudesse ser mudada em barro, o sol a endureceria. Representaria isso qualquer mudança que fosse no sol?
A oração não muda Deus: ela muda-nos e as coisas e as circunstâncias com que temos de tratar; mas não muda Deus. Jamais teremos a justa atitude para com Deus enquanto pensarmos que a oração é um meio de alcançarmos de Deus o que Ele não intentou fazer. Muito longe de a oração mudar a vontade de Deus, devemos orar segundo Sua vontade, se esperarmos obter uma resposta. Diz-nos João: "Esta é a confiança que temos nEle, que se pedirmos qualquer coisa segundo Sua vontade, Ele nos ouve" (I João 5:14). É o Espírito Santo que nos faz orar (Romanos 8:15; Gálatas 4:6), e é ao Espírito Santo que devêramos procurar por direção nas coisas que pedimos (Romanos 8:26). A oração, então, é a obra de Deus em nossos corações preparando-nos para o uso mais proveitoso e o desfruto mais grato de Suas bênçãos. É a Sua própria chave com que Ele destranca os diques do rio de Suas bênçãos. Nos sábios conselhos de Deus, antes da fundação do mundo, Ele ordenou a oração como um dos meios de execução da Sua vontade. A oração não muda Deus mais do que a fé do pecador arrependido muda Deus. Um e outro são simplesmente meios na realização do propósito eterno e imutável de Deus.
(3). Santidade.
A santidade de Deus é sua perfeita excelência moral e espiritual. Deus é perfeitamente puro, impoluto e justo em Si mesmo. Santidade é o fundamento de todos os outros atributos morais em Deus. A santidade de Deus tipificou-se nas vestes imaculadas do Sumo Sacerdote quando ele entrou nos Santo dos santo.
Diz R. A. Torrey: "O sistema inteiro mosaico de lavagens; divisões do tabernáculo; divisões do povo em israelitas comuns, levitas, sacerdotes e sumos sacerdotes, a quem se permitiam diferentes graus de aproximação a Deus, sob condições rigorosamente definidas; o insistir sobre sacrifícios como meios necessários de aproximação a Deus; as direções de Deus a Moisés em Êxodo 3:5, a Josué em Josué 5:15, o castigo de Usias em 2 Crônicas 26:16-26, as ordens rigorosas a Israel sobre aproximarem-se do Sinai quando Moisés falava com Deus - tudo visou a ensinar, acentuar e ferretear nas mentes e corações dos israelitas a verdade fundamental que Deus é santo, irrepreensivelmente santo. A verdade que Deus é santo é a verdade fundamental da Bíblia, do Velho e do Novo Testamento, da religião judaica e cristã" (What The Bible Teaches, pág. 37).
As seguintes passagens da Escritura são as principais a declararem a santidade de Deus: Josué 24:19; Salmos 22:3; 99:9; Isaías 5:16; 6:3; João 17:11; 1 Pedro 1:15,16.
A santidade de Deus fá-Lo aborrecer o pecado e, portanto, provoca Sua justiça, a qual consideraremos sob os atributos relativos.
2. ATRIBUTOS RELATIVOS.
Os atributos relativos de Deus são os que se vêem por causa da conexão de Deus com o tempo e a criação.
(1) Eternidade.
Isto quer dizer que Deus não teve princípio e que Ele não pode ter fim. Quer dizer também que Ele de modo algum está limitado ou condicionado pelo tempo. A. H. Strong diz: "Deus não está no tempo. Mais correto é dizer que o tempo está em Deus. Conquanto haja sucessão lógica nos pensamentos de Deus, não há sucessão cronológica" (Systematic Theology, pág. 130).
Deus vê os eventos como tendo lugar no tempo, mas desde toda a eternidade esses eventos têm sido os mesmos para Ele como depois que aconteceram. A eternidade tem sido descrita como segue: "A eternidade não é, como os homens crêem, antes e depois de nós, uma linha sem fim. Não, é um circulo, infinitamente grande, toda a circunferência com a criação aglomerada; Deus reside no centro, contemplando tudo. E, ao passo que nos movemos nesta eterna volta, a porção finita que só vemos, atrás de nós está o passado; o que nos fica adiante chamamos futuro; mas para Ele que reside no centro, igualmente afastado de todo o ponto da circunferência, ambos são iguais, futuro e passado" (Murphy, Scientific Basis, pág. 90).
(2) Onipresença.
Por onipresença de Deus quer dizer-se que Deus está presente no mesmo momento em toda a Sua criação.
A onipresença de Deus está bela e incisivamente declarada no Salmos 139:7-10 e em Jeremias 23:23,24.
Aquelas passagens que falam de Deus como estando presente em lugares especiais são para se entenderem como referindo-se a manifestações especiais e transcendentais de Deus. Assim se fala de Deus como uma habitação no céu, porque é lá que Ele faz a maior manifestação de Sua presença.
(3) Onisciência.
Desde toda a eternidade Deus possuiu todo o conhecimento e sabedoria. João declara que Deus "conhece todas as coisas" (1 João 3:20). A onisciência de Deus pode ser argüida de Sua infinitude. Em toda a parte da Escritura Ele está retratado como um ser infinito. Assim Seu conhecimento deve ser infinito. A onisciência pode ser também argüida da imutabilidade. Se Deus não muda, como a Escritura declara, então Ele deve ter possuído todo conhecimento desde o princípio; doutra sorte Ele estaria aprendendo continuamente e isso por si mesmo constituiria uma mudança nEle e conduziria necessariamente ainda a mais mudanças manifestas.
Mais ainda: a necessidade de onisciência da parte de Deus pode ser vista em Efésios 1:11, a qual diz que Deus "Opera todas as coisas segundo o conselho de Sua própria vontade". Só um ser onisciente podia operar todas as coisas segundo o conselho de sua própria vontade.
(4) Onipotência.
Deus possui todo o poder. Em Gênesis 17:1 Deus declara: "Sou um Deus Todo-poderoso". Este título se aplica a Ele vezes sem conta na Escritura. Significa este título que Ele possui toda potência ou força. Lemos de novo em Mateus 19:26: "Com Deus todas as coisas são possíveis". Muitas outras passagens declaram a onipotência de Deus.
A onipotência de Deus não significa, sem duvida, que Ele pode fazer coisas que são logicamente absurdas ou coisas que são contra a Sua própria vontade. Ele não pode mentir, porque a santidade do Seu caráter obsta a que Ele queira mentir. E Ele não pode criar uma rocha maior do que Ele pode erguer; nem tanto uma força irresistível como um objeto inamovível; nem Ele pode traçar uma linha entre dois pontos mais curta do que uma reta; nem botar duas montanhas adjacentes uma à outra sem criar um vale entre elas. Ele não pode fazer qualquer dessas coisas porque elas não são objetos de poder: são autocontraditórias e logicamente absurdas; violariam as leis de Deus por Ele ordenadas e O fariam atravessar-se a Si mesmo.
(5) Veracidade.
Por veracidade de Deus quer dizer-se Sua veracidade e fidelidade na Sua revelação às suas criaturas e no trato com elas em geral, em particular com o Seu povo redimido.
Algumas das passagens que estabelecem a veracidade de Deus são: João 9:33; Romanos 1:25; 3:4; 1 Coríntios 1:9; 2 Coríntios 1:20; 1 Tessalonicenses 5:24; Tito 1:2; Hebreus 6:18; 1 Pedro 4:19.
(6) Amor.
Usa-se na Bíblia o amor em diferentes sentidos quando atribuídos a Deus nos Seus tratos com Suas criaturas. Algumas vezes refere-se a mera bondade na concessão de benefícios naturais sobre todos os homens (Salmos 145:9; Mateus 18:33; Lucas 6:35; Mateus 5:44,45). O amor redentor de Deus, por outro lado, é soberano, discriminante e particular. Ele diz: "Amei a Jacó e detestei a Esaú" (Romanos 9:13). E de Deus se declara enfaticamente: "Detestas a todos os obradores de iniqüidade" (Salmos 5:5).
(7) Justiça.
A justiça de Deus está ensinada em Gênesis 18:25; Deuteronômio 32:4; Salmos 7:9-12; 18:24; Romanos 2:6.
Foi a justiça de Deus que fez necessário Cristo morrer para que os homens pudessem ser salvos. A justiça de Deus torna impossível Deus deixar que o pecado passe impune. A morte de Cristo tornou possível que Ele fosse justo e contudo justificador de pecadores crentes (Romanos 3:26).
No sacrifício de Jesus cumpriu-se a Escritura que diz: "A misericórdia e a verdade se encontraram, a justiça e a paz se beijaram" (Salmos 85:10).
A salvação dos crentes é um ato de graça para com eles; contudo, é um ato de justiça a Jesus Cristo que morreu em lugar de todos que crêem.
O NOVO NASCIMENTO
O NOVO NASCIMENTO
EV.ROBÉRIO OLIVEIRA(75-99536335.71-87981356)
A última coisa considerada no capítulo anterior é a chamada interna. Esta chamada comunica-se aos homens em o novo nascimento. De modo que somos trazidos, logicamente, a um estudo do novo nascimento ou regeneração.
I. A NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO
1. O FATO DE SUA NECESSIDADE
Jesus não deixou dúvidas quanto a indispensável necessidade do novo nascimento como um pré-requisito à entrada no Reino de Deus quando Ele disse a Nicodemos: “Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus.” (João 3:5).
2. RAZÕES DE SUA NECESSIDADE
O novo nascimento é necessário porque:
(1). As bênçãos espirituais de Deus são somente para os filhos espirituais.
Rom. 8:16,17. O Homem, por natureza, não é um filho espiritual de Deus, ainda que o seja naturalmente. Adão é chamado “o filho de Deus” (Lc. 3:28). Esta filiação baseou-se, não no nascimento, nem na mera criação, mas na semelhança de Deus herdada pelo homem. Essa imagem era dupla: Adão tinha uma parecença moral e espiritual com Deus na santidade. Tinha uma parecença natural com Deus na personalidade. Para discussão mais ampla dessas semelhanças vide o capítulo sobre “O Estado Original e Queda do Homem”. Quando o homem caiu, ele perdeu a parecença moral e espiritual com Deus e assim cessou de ser um filho espiritual de Deus. Mas ele não perdeu sua personalidade, não caiu ao nível de um bruto e assim reteve uma base natural de filiação. Isto explica Atos 17:28-9.
Espiritualmente e moralmente o homem é um filho do diabo (João 8:44; e I João 3:10), porque traz a semelhança espiritual e moral do diabo. Assim ele deve nascer de novo para herdar as bênçãos espirituais de Deus, porque estas, como Rom. 8:16,17 mostra claramente, não são para ninguém exceto Seus filhos espirituais.
(2). O homem está espiritualmente morto e o reino de Deus, tanto aqui como além, é por natureza espiritual.
Rom. 5:12; Efe. 2:1; Col. 2:13; I João 3:14. A afirmação que o homem está espiritualmente morto quer dizer, por causa do pecado, que o homem está espiritualmente privado de vida espiritual divina; contudo, ele tem vida espiritual natural. O seu espírito perdeu toda afinidade real com Deus. Ele não tem afeto por Deus ou pelas coisas espirituais (Rom. 8:7,8). Ele não tem habilidade para as coisas espirituais (Jer. 13:23; João 6:65).
Portanto, nada há em a natureza do homem que o qualifique para a cidadania num reino espiritual. O que estiver espiritualmente morto não pode habitar um reino espiritual mais do que estiver fisicamente morto habitar um reino físico. Assim, deve o homem nascer de novo para poder entrar no reino de Deus.
(3). Estar no reino de Deus implica submissão à Lei de Deus e o homem por natureza está em inimizade com Deus.
Rom. 8:7,8. O reino de Deus é a Sua Lei nos corações de Seus santos; logo, entrar no Seu reino, é submeter-se à Sua Lei. Mas o homem, por natureza, não pode fazer isso porque ele está em inimizade contra Deus. É necessário o novo nascimento para que esta inimizade seja dominada.
II. A NATUREZA DO NOVO NASCIMENTO
1. CONSIDERADA NEGATIVAMENTE
(1). Não é uma erradicação da velha natureza
O novo nascimento pode-se chamar uma mudança de coração no sentido de uma mudança da disposição regente (incluindo os afetos bem como a vontade), mas o novo coração não desarraiga o velho. O velho, ou a natureza carnal, fica. Vide Rom. 7:14-25; Gal. 5:17. O novo coração ou natureza é colocado lado a lado do velho e o santo tem duas naturezas, como indicadas nas passagens pré-citadas. O novo nascimento deixa a velha natureza inalterada.
(2). Não é uma simples aquisição de religião
O homem é naturalmente religioso. Notai os atenienses pagãos em Atos 17. Recordai também as várias religiões e formas de culto nas terras gentias de hoje. Pouco importa quão religioso um homem se torne, sem o novo nascimento ele permanece essencialmente pecaminoso. Lemos num tratado metodista: “Cremos que alguém “adquira religião”, perca-a e fique eternamente perdido.” Escrevemos a margem: “Passar-vos-ei um melhor que esse: creio que um homem adquira religião, guarde-a e vá para o inferno, levando-a consigo.”
(3). Não é reforma humana
A reforma humana é superficial, deixando a natureza inteira essencialmente a mesma. Por essa razão a reforma humana provavelmente não dura. O novo nascimento será seguido de reformas, mas é reforma que provém de uma mudança fundamental na disposição regente e não a que se funda numa simples resolução da mente. A reforma humana nunca pode purgar da alma o pecado e implantar uma nova disposição. 2 Pedro 2:20-22.
(4). Não é adoção
Adoção é um termo legal. É o resultado imediato de justificação. Não é o mesmo que regeneração. Adoção faz-nos filhos de Deus legalmente, ao passo que a regeneração nos faz filhos de Deus experimentalmente. A adoção traz mera mudança de parentesco legal. A regeneração muda nossa natureza. A adoção tem de ver conosco como os filhos espirituais e morais do diabo por natureza. A regeneração tem de ver conosco como aqueles que por natureza estão privados de vida espiritual.
2. CONSIDERADA POSITIVAMENTE
A regeneração é aquele ato instantâneo de Deus na região da alma abaixo do senso íntimo pelo qual se remove toda a nódoa da alma, e pela qual, através da instrumentalidade da verdade, o exercício inicial da disposição santa assim comunicada se efetua. Na regeneração há também formada uma união inseparável entre a alma regenerada e o Espírito Santo.
Da descrição supra de regeneração notemos que:
(1). É um ato de Deus
O homem não pode dar nascimento a si mesmo. João atribui claramente a regeneração a Deus quando, ao falar de nascermos outra vez, diz: “Não do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus” (João 1:13). Esta passagem nos diz que a nova natureza não é hereditária; que ela não provém da vontade da velha natureza (carne); e que não se realiza pela vontade de homem algum, mas é operada por Deus. Na regeneração não temos um homem trabalhando por si mesmo ou por algum outro homem, mas um homem trabalhado por Deus. Daí podemos amplificar a afirmação que encabeça este parágrafo e dizer que a regeneração é um ato soberano de Deus. João 3:8. Na sua fase inicial (vivificação) a regeneração é incondicional. Por ato algum de si mesmo o homem dispõe Deus a regenerá-lo .
(2). É um ato instantâneo
Diz A. H. Strong: “A regeneração não é uma obra gradual. Conquanto possa haver uma obra gradual da providência de Deus e do Espírito, preparando a mudança, e um reconhecimento gradual dela depois que ocorre, deve haver um instante de tempo em que, sob a influência do Espírito de Deus, a disposição da alma, logo antes hostil a Deus, muda-se para amar. Qualquer outra idéia assume um estado intermediário de indecisões que não tem nenhum caráter moral que seja e confunde a regeneração quer como a convicção quer com a santificação.” (System Theology, pág. 458).
A regeneração consiste de gerar e produzir , uma vivificação e um nascimento. E, por causa disso, alguns tem tentado explicar uma tal analogia entre os nascimentos físico e espiritual como interporia um lapso de tempo entre gerar e nascer; mas a separação quanto ao tempo entre gerar e nascer no reino físico é ocasionada por condições que são peculiares ao referido reino. Nenhumas condições tais prevalecem no reino espiritual.
Toda passagem da Escritura conduzindo ao novo nascimento implica que ele é instantâneo.
(3). Ele remove da alma toda a nódoa de pecado
Por natureza a alma do homem é pecaminosa, evidenciado pelo fato que a alma, quando separada do corpo, vai imediatamente ao tormento do fogo (Lc. 16:23). Se a alma dos incrédulos não fosse pecaminosa tanto quanto o corpo, não seria justo a alma sofrer no inferno. Mas que a alma da pessoa regenerada não é pecaminosa está evidenciado pelo fato que tal alma quando separada do corpo na morte, vai imediatamente à presença de Jesus, onde certamente nenhum pecado será permitido entrar. É-nos dito em 1 Pedro 1:22 que a fé purifica a alma.
E, a modo de mais extensa confirmação do precedente, notamos que, em descrever as duas naturezas dos crentes, a Escritura representa a velha natureza como corpo e carne, enquanto que a nova natureza é chamada mente ou espírito. O pecado no crente existe nas luxurias físicas e apetites, não na alma (espírito) ou parte imaterial do homem.
(4). Por meio desta purificação da alma os crentes se tornam “participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4)
Assim a imagem espiritual de Deus se restaura na alma dos crentes. A nova disposição santa assim instilada é a nova natureza ou novo homem... criado em justiça e verdadeira santidade (Efe. 4:24).
(5). O novo nascimento não está completo até que o arrependimento e a fé tenham sido operados na alma.
É a estes que nos referimos quando falamos acima de “o exercício inicial da santa disposição”, cujo exercício é efetuado pela regeneração. O arrependimento e a fé deveriam ser considerados como uma parte da regeneração mais do que como frutos dela. A alma não se renova enquanto ela permanece na impenitência e na incredulidade. Estas atitudes do coração expostas na regeneração. Isto se confirma pelo fato que a verdade é usada instrumentalmente na regeneração. Se a regeneração não consistisse da operação do arrependimento e da fé no coração, não haveria necessidade da instrumentalidade da palavra.
(6). O homem não é totalmente passivo na regeneração
Ele é passivo na vivificação, ou na comunicação inicial da vida. É passivo na mudança da disposição regente ou na remoção de toda a nódoa da alma. Mas no exercício inicial da santa disposição comunicada na regeneração o homem é ativo.
(7). Na regeneração forma-se uma união inseparável entre a alma regenerada e o Espírito Santo.
Rom. 8:26; Efe. 1:13,14. Esta união é tão íntima e completa que os santos gemidos do santo são os gemidos do Espírito Santo, por meio dos quais Ele faz intercessão pelo santo. É por meio desta união entre alma regenerada e o Espírito Santo que temos união moral e espiritual com Cristo (Rom. 7:2-4).
É em respeito a esta união do Espírito Santo com o espírito regenerado do homem que temos a diferença entre a regeneração no Velho Testamento e a regeneração no Novo. A do Velho era exatamente a mesma como a do Novo, exceto por isto:
III. COMO SE CUMPRE O NOVO NASCIMENTO
1. CONSIDERADO NEGATIVAMENTE
(1). Não por educação ou cultura
A educação e a cultura não podem tirar do homem aquilo que não esteja nele. Daí, desde que o homem é essencialmente pecaminoso e totalmente depravado, a educação e a cultura não podem nunca produzir aquela santa disposição regente que é operada na regeneração.
(2). Não por batismo
Que o batismo não é instrumental em o novo nascimento, está provado pelos seguintes fatos:
A. Não há nenhum meio concebível por que o batismo possa remover o pecado da alma ou comunicar uma santa disposição regente.
Os meios físicos não podem nunca operar uma mudança espiritual. A idéia de regeneração batismal “é parte e parcela de um esquema geral mais de salvação mecânica do que moral, mais coerente com uma filosofia materialística que espiritual.” (Strong).
B. Pedro afirma que o batismo não é o despojo da imundícia da carne senão a resposta de uma boa consciência para com Deus (I Pedro 3:21).
Uma boa consciência é a que foi purificada pelo sangue de Cristo (Heb. 9:14). Até que assim se purifica a consciência é má (Heb. 10:22). E quando alguém for purificado, não há mais consciência de pecados (Heb. 10:2). Daí um que tem uma boa consciência nunca fará nada para poder salvar-se, porque não tem consciência de pecados nenhum sentimento de necessidade de salvação. Tudo isto prova que alguém está salvo antes do batismo e não por meio do batismo.
C. As palavras de Jesus em Mat. 3:15 implicam que o batismo é uma obra de justiça e Paulo diz que não somente somos salvos pelas obras de justiça (Tito 3:15).
D. A fé deve preceder o batismo (Atos 2:41, 8:37, 19:1-5), e quando a fé é exercitada, já se está salvo (João 3:18; 5:24; I João 5:1,12).
E. Quando a fé foi exercida, a regeneração está completa; logo, o batismo que segue a fé não pode ser instrumental na regeneração.
A fé é operada no coração, como já foi mostrada e mais claro ainda se fará no capítulo sobre conversão.
F. O Ladrão na cruz foi salvo sem batismo.
A suposição que este ladrão deve ter tido o batismo de João antes de sua crucificação não tem base. Tal batismo não teria sido melhor do que o batismo recebido pelos doze em Éfeso, porque teria sido, como o dos doze, sem fé em Cristo, portanto não válida. O esforço para estabelecer que as palavras de Cristo ao ladrão formaram uma pergunta em vez de uma declaração é absurdo e sem o mais leve pretexto no grego. Que o paraíso é o céu, a presença imediata de Deus, está evidente de Apoc. 2:7 e 22:1,2.
Tomamos “água” em João 3:5 como um símbolo da Palavra de Deus na base dos seguintes fatos escrituristicos:
(a). A regeneração é uma lavagem (Tito 3:5) e é pela Palavra (Tiago 1:18; I Pedro 1:23).
(b). A purificação operada pela Palavra é como a “lavagem da água” Efe. 5:26.
Que é mais natural então do que “água” em João 3:5 representando o efeito purificador da Palavra na regeneração?
Alguns interpretam água em João 3:5 para referir-se ao nascimento natural. Uma interpretação tal é forçada e desnatural. Em nenhuma parte da Bíblia se fala do nascimento natural como um nascimento da água. E não havia necessidade de se dizer a um homem que ele tinha de nascer naturalmente para poder entrar no reino de Deus. A construção da frase também favorece a idéia que um só batismo é aqui referido. A preposição “de” ocorre antes de água só no grego.
2. CONSIDERADA POSITIVAMENTE
A regeneração é operada:
(1). Pelo Espírito Santo
João 3:5 nos diz que o novo nascimento é pelo Espírito Santo. Há dois sérios erros em referência à obra do Espírito Santo na regeneração. Um é que Ele opera (pelo menos em alguns casos) inteiramente independente e à parte da Palavra escrita de Deus. Isto é sustentado pelos Cascaduras. Conseqüentemente, eles crêem que os homens podem salvar-se sem o conhecimento da Palavra de Deus escrita. As passagens que atribuem à Palavra de Deus num lugar na regeneração, que são notadas sob a próxima epígrafe, refutam esta noção. O outro erro a que aqui nos referimos é o ensino que o Espírito na regeneração não age imediatamente sobre a alma, mas somente imediatamente por meio da Palavra. Isto é o ensino dos campbelistas. “As asserções escrituristicas da morada do Espírito Santo e do Seu imenso poder na alma proíbem-nos considerar o divino espírito na regeneração como vindo em contato, não com a alma, mas somente com a verdade. Desde que a verdade é só o que é, simplesmente, não pode haver mudança operada na verdade. As frases “energizar a verdade”, “intensificar a verdade”, “iluminar a verdade”, não tem sentido próprio, uma vez que Deus não pode fazer a verdade mais verdadeira. Se se opera alguma mudança, ela deve ser operada não na verdade senão na alma.” (Strong, Systematic Theology, pág. 453).
A depravação e inabilidade por natureza de receber a verdade e virar-se do pecado para Cristo e para a justiça (Jeremias 13:23; João 6:65; 1 Cor. 2:14) também mostram a necessidade absoluta do impacto imediato e da operação do Espírito Santo sobre a alma na regeneração. “O mero aumento de luz não fará que o cego veja; a doença do olho deve primeiro ser curada para que o cego veja objetos externos. Assim a obra de Deus na regeneração deve ser executada dentro da alma mesma. Sobre a cima de toda a influência da verdade deve estar a influência direta do Espírito Santo sobre o coração.” (ibid).
(2). Usando a instrumentalidade da palavra
A instrumentalidade da Palavra na regeneração está ensinada em Efes. 5:26; Tia. 1:18; 1 Ped. 1:23. É evidente de 1 Ped. 1:25 que a palavra nestas passagens é a Palavra escrita ou pregada antes que o Verbo encarnado (que é Cristo). Em 1 Ped. 1:23 a palavra está caracterizada como aquilo que “vive e permanece para sempre”. Então, no verso 24, está referido a natureza perecível de outras coisas. E, no verso 25, a duração da Palavra está de novo referida, e está plenamente especificada que a referida Palavra é “a Palavra de boas novas que vos foi evangelizada” (tradução correta).
Veremos mais adiante a evidência da instrumentalidade da Palavra na regeneração quando notamos em nossa consideração de fé, o que é o objeto e a base de fé, a qual é operada em nossos corações como parte da regeneração.
Todavia, carece de ficar entendido que na primeira fase da regeneração (vivificação) o Espírito opera sobre a alma independente da Palavra. À alma espiritualmente morta deve-se dar vida antes que ela possa ver e agir sobre a verdade. É na vivificação que se pode vir a Cristo (João 6:65). É assim que Deus dá homens à possessão de Cristo (João 6:37). “Na mudança primaria de disposição, a qual é o traço essencialíssimo da regeneração, o Espírito de Deus age diretamente sobre o espírito do homem. Na consecução do exercício inicial da nova posição – a qual constitui o traço secundário da obra de Deus na regeneração – a verdade é usada como um meio. Daí, talvez, em Tiago 1:18, lemos: “Do seu próprio querer ele nos gerou pela Palavra da verdade”, em vês de “Ele nos ganhou pela Palavra da Verdade” – a referência sendo ao secundário, não ao primário, traço da regeneração” (Strong, Systematic theology, pág. 454)
IV. EVIDENCIAS DO NOVO NASCIMENTO
1. CONFIANÇA GENUÍNA EM CRISTO SÓ PARA A SALVAÇÃO.
Notamos que a fé é operada no coração como uma parte (a secundária) ou regeneração. Isto é necessariamente assim porque a nova natureza não pode estar na incredulidade. A fé que se opera no homem pela regeneração não se detém por menos que implícita confiança e certeza em Cristo como salvador pessoal. Não é meramente crença a respeito dEle, mas fé e confiança nEle e sobre Ele. Isto é tão abundantemente evidente das passagens que tratam da fé que argumento mais extenso não é preciso para substanciá-lo.
Ninguém se regenerou até que esteja pronto a confiar o seu eterno bem-estar inteiramente a Cristo. Deve ter se arrependido das obras mortas (Heb. 6:1) . Todas as obras engajadas para a salvação são obras mortas. Nenhuma fé se conta por justiça e portanto não é fé salvadora. Exceto a fé do que “não obra” para salvação (Rom. 4:5). Enquanto alguém está olhando para qualquer coisa que não Cristo, não esta o tal regenerado.
2. O TESTEMUNHO E A PRESENÇA MORADORA DO ESPÍRITO
Rom. 8:16,9; 1 João 3:24; 4:13. O testemunho e a habitação do Espírito não se evidência por algum sentimento vago, místico, abstrato, mas pelo constante poder regente do Espírito (Rom. 8:14) produzindo devoção a Deus e uma vida obediente. É pela habitação constante do Espírito e Sua operação em nós que Deus executa até ao fim a obra que Ele começa em nós na regeneração (Fil. 1:6, 2:13). O testemunho e a moradia do Espírito estão evidenciados em todos os modos subseqüentes.
3. PRONTIDÃO EM ACEITAR A PALAVRA DE DEUS
João 8:47. Uma pessoa regenerada mostrará sempre um desejo de conhecer a vontade do Seu Pai em tudo a seguir essa vontade quando se torna conhecida. Não se achará andando continuamente em obstinada rebelião contra a verdade.
4. ESTADO CÔNSCIO DE PECADO
Rom. 7:14-25; 1 João 1:8. Nenhuma pessoa salva crer-se-á sem pecado. Os que crêem, estão enganados e sem a verdade, pela qual somos regenerados (Tia. 1:18) e feitos livres (João 8:32). Isto o torna claro que não estão salvos. A nova natureza reconhecerá sempre a presença do pecado no corpo, como no caso de Paulo (Rom. 7:14-25). Essa nova natureza tem em si mesma a unção iluminante do Espírito (1 João 2:27) e participa da natureza de Deus mesmo (2 Ped. 1:4), sendo criada em justiça e verdadeira santidade (Efe. 4:24). Não pode estar cega ao pecado.
5. AMOR DE DEUS E JUSTIÇA
João 8:42; Rom. 7:22; 2 Cor. 5:17; 1 João 4:16-19. Juntamente com o estado cônscio de moradia do pecado estará um amor de Deus e justiça, tal como no caso de Paulo. Paulo achou o pecado no corpo, mas contudo alegrou-se na Lei de Deus segundo o homem interior.
6. UMA VIDA QUE É OBEDIENTE SEGUNDO O SEU TEOR PRINCIPAL
João 14:21-24; Rom. 6:14; 8:6,13; Gal. 5:24; 1 João 1:6; 2:4,15; 3:8,9; 2 João 6. A vida da pessoa salva não será perfeita, mas será justa e obediente quanto ao seu teor principal. Para mais extensa discussão desta matéria vide estudo de 1 João 2:4.
7. PURIFICAÇÃO PROGRESSIVA
1 João 3:3. Enquanto o crente nunca alcançará perfeição sem pecado nesta vida, contudo ele sempre batalha contra os seus próprios pecados.
8. AMOR DE OUTROS CRENTES
1 João 3:14, 5:2. Há uma tal afinidade entre as pessoas regeneradas que elas se amam mutuamente. Uma evidência deste amor é que elas se alegram na presença e amizade de uns pelos outros. Deus, porém, ajuntou um outro teste de nosso amor pelos irmãos: se amarmos a Deus e guardamos os Seus mandamentos sabemos que amamos os filhos de Deus. Vede a segunda passagem à cima. Assim, de novo somos trazidos de volta à matéria de obediência a Deus.
9. PERSEVERANÇA ATÉ AO FIM.
Mat. 10:22; Rom. 11:22; Fil. 1:6; Col. 1:23; 1 João 3:9; 5:4. A perseverança tanto é uma doutrina da Escritura como a conservação. Pela conservação de Deus somos levados a perseverar. Estas duas doutrinas são perfeitamente coerentes e precisam de ser sustentadas e pregadas como verdades gêmeas. Ninguém alcançará o céu senão aqueles que resistem firmes até ao fim e vencem o mundo. Vide as promessas aos vencedores no Apoc. 3 e 4. Nenhumas promessas a outros. Mas todos dentre os regenerados vencerão (1 João 5:4).
SALMO.119 HEBRAICO
Salmo 119
alfabetização hebraica
Letra Nome Da Palavra Verso & Lição
álef
“-”
rva, , (°esher), rva' ' (°¹sh¹r):
“felicidade”, “abençoado”
v.1, “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu
caminho, que andam na lei do SENHOR.”
Lição: Quem segue a Bíblia, é felicitado (ou
endireitado) por Deus!
bêt
“b”, “v”
B (b®) preposição ligada ao
pronome interrogativo hm ' (mâ):
“o que?”, “como?”, “deve”
v.9, “De que maneira poderá o jovem guardar puro o
seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, consegue viver de modo
íntegro, puro!
guímel
“g”
lmG; " (g¹mal): “tratar plenamente
ou adequadamente”,
“desmamar”, “amadurecer”
v.17, “Sê generoso para com o teu servo, para que eu
viva e observe a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, cresce bem!
dálet
“d”, “th”
qbD; ' (d¹baq): “se agarrar”,
“segurar”, “guardar perto”
v.25, “A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me
segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, renova as suas forças!
he
“h”
hry' " (y¹râ): I. “jogar”, “atirar”, II.
“molhar”, III. “ensinar”, “dirigir”,
“guiar”
v.33, “Ensina-me, SENHOR, o caminho dos teus
decretos, e os seguirei até ao fim.”
Lição: Quem segue a Bíblia é quem deseja a direção
de Deus!
vav
“v”
w,> particípio, conjuntivo de w > (w®):
“e”, “e também”, “inclusive”, “que”,
“isto é”
v.41, “Venham também sobre mim as tuas
misericórdias, SENHOR, e a tua salvação, segundo a
tua promessa.”
Lição: Quem segue a Bíblia sabe que Deus o ama e o
salva!
zain
“z”
rkz; " (z¹kar): “lembrar”;
“mencionar”; “pensar (a
respeito)”; “meditar em”
v.49, “Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo,
na qual me tens feito esperar.”
Lição: Quem segue a Bíblia, é consolado por Deus!
hêt “ch”
qlx; ' ( ¹laq): “porção”, “parte”;
“terrritório”
v.57 “O SENHOR é a minha porção; eu disse que
guardaria as tuas palavras.”
Lição: Quem segue a Bíblia, pertence ao Senhor!
tét
“t” bAj (tôb): “bom”
v.65 “Tens feito bem ao teu servo, SENHOR, segundo
a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia é tratado bem por Deus!
iode
“y”
dy " (y¹d): “mão”, “poder”,
“monumento”, “eixo”, “parte”,
“pulso”
v.73 “As tuas mãos me fizeram e me afeiçoaram;
ensina-me para que aprenda os teus mandamentos.”
Lição: Quem segue a Bíblia conhece a soberania do
Deus criador!
cáf
“c”
hlK' ' (k¹lâ): “realizar”, “cessar”,
“consumir”, “determinar”,
“terminar”, “fracassar”
v.81 “Desfalece-me a alma, aguardando a tua
salvação; porém espero na tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia não cansar de aguardar o
socorro de Deus!
lâmed
“l” l preposição: “para”
v.89 “Para sempre, ó SENHOR, está firmada a tua
palavra no céu.”
Lição: Quem segue a Bíblia conhece a sua validade
eterna!
mem
“m” hm ' (mâ): “que”
v.97 “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo
o dia!”
Lição: Quem segue a Bíblia, se apaixiona por ela!
nun
“n” rn E (n¢r): “lâmpada”
v.105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e,
luz para os meus caminhos.”
Lição: Quem segue a Bíblia, enxerga tudo onde vai!
sámech
“s” @[se e (s¢±¢p): “dividido”
v.113 “Aborreço a duplicidade, porém amo a tua lei.”
Lição: Quem segue a Bíblia, só quer fazer as coisas
certas
aín
“-”
hf[' ' (±¹´â): “fazer”, “criar”,
“realizar”
v.121 “Tenho praticado juízo e justiça; não me
entregues aos meus opressores.”
Lição: Quem segue a Bíblia, trata as pessoas bem e
tem a proteção de Deus
pê
“p”
alP' ' (p¹l¹°): “ser maravilhoso”
v.129 “Admiráveis são os teus testemunhos; por isso, a
minha alma os observa.”
Lição: Quem segue a Bíblia vê como Deus é
maravilhoso!
tsádi
“ts” qdce ' (ƒ¹d¢q): “ser justo, reto”
v.137 “Justo és, SENHOR, e retos, os teus juízos.”
Lição: Quem segue a Bíblia reconhece como a sua
instrução é justa e certa
cof
“c”
arq' ' (q¹r¹°): “chamar”, “clamar”,
“recitar (leitura)”
v.145 “De todo o coração eu te invoco; ouve-me,
SENHOR; observo os teus decretos.”
Lição: Quem segue a Bíblia ore a Deus de todo
coração
rêsh
“r”
har' ' (r¹°â): “ver”, “olhar para”,
“inspecionar”
v.153 “Atenta para a minha aflição e livra-me, pois não
me esqueço da tua lei.”
Lição: Quem segue a Bíblia pode confiar no socorro de
Deus na hora da aflição
shin,
sin
“s”, “x”
rf ; (´ar): “príncipe”
v.161 “Príncipes me perseguem sem causa, porém o
que o meu coração teme é a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia não tem medo nem dos
poderosos
tau
“t”
brq; ' (q¹rab): “aproximar de “,
“entrar em”
v.169 “Chegue a ti, SENHOR, a minha súplica; dá-me
entendimento, segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia sabe que Deus escuta os
seus pedidos e ajuda a entender a resposta
Observação: São 22 estrofes para as 22 letras do alfabeto hebraico, cada uma de 8 linhas no hebraico, ou 8
versículos, sendo que todas as linhas duma estrofe começam com a mesma letra do alfabeto. Por exemplo:
Salmo 119.1-8
Alegres são aqueles que são puros na sua caminhada, que andam de acordo com a Palavra de Deus.
Alegres são aqueles que praticam as suas recomendações e procuram fazê-las de todo o coração;
Andam não atrás do mal e sim atrás do bem.
As Tuas ordens estabeleceste para que cumpramos à risca.
A cada passo preciso da Tua força para que possa eu obedecer os seus ensinos.
Acanhado, assim, não serei, porque assimilava as tuas orientações.
A ti renderei graças sem ter que esconder nada quando eu tiver aprendido a Tua justa sabedoria
Acatarei os teus regulamentos. E Tú jamais me abandonará.
Salmo 119
EV.ROBÉRIO OLIVEIRA(75-99536335.71-87981356)
alfabetização hebraica
Letra Nome Da Palavra Verso & Lição
álef
“-”
rva, , (°esher), rva' ' (°¹sh¹r):
“felicidade”, “abençoado”
v.1, “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu
caminho, que andam na lei do SENHOR.”
Lição: Quem segue a Bíblia, é felicitado (ou
endireitado) por Deus!
bêt
“b”, “v”
B (b®) preposição ligada ao
pronome interrogativo hm ' (mâ):
“o que?”, “como?”, “deve”
v.9, “De que maneira poderá o jovem guardar puro o
seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, consegue viver de modo
íntegro, puro!
guímel
“g”
lmG; " (g¹mal): “tratar plenamente
ou adequadamente”,
“desmamar”, “amadurecer”
v.17, “Sê generoso para com o teu servo, para que eu
viva e observe a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, cresce bem!
dálet
“d”, “th”
qbD; ' (d¹baq): “se agarrar”,
“segurar”, “guardar perto”
v.25, “A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me
segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia, renova as suas forças!
he
“h”
hry' " (y¹râ): I. “jogar”, “atirar”, II.
“molhar”, III. “ensinar”, “dirigir”,
“guiar”
v.33, “Ensina-me, SENHOR, o caminho dos teus
decretos, e os seguirei até ao fim.”
Lição: Quem segue a Bíblia é quem deseja a direção
de Deus!
vav
“v”
w,> particípio, conjuntivo de w > (w®):
“e”, “e também”, “inclusive”, “que”,
“isto é”
v.41, “Venham também sobre mim as tuas
misericórdias, SENHOR, e a tua salvação, segundo a
tua promessa.”
Lição: Quem segue a Bíblia sabe que Deus o ama e o
salva!
zain
“z”
rkz; " (z¹kar): “lembrar”;
“mencionar”; “pensar (a
respeito)”; “meditar em”
v.49, “Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo,
na qual me tens feito esperar.”
Lição: Quem segue a Bíblia, é consolado por Deus!
hêt “ch”
qlx; ' ( ¹laq): “porção”, “parte”;
“terrritório”
v.57 “O SENHOR é a minha porção; eu disse que
guardaria as tuas palavras.”
Lição: Quem segue a Bíblia, pertence ao Senhor!
tét
“t” bAj (tôb): “bom”
v.65 “Tens feito bem ao teu servo, SENHOR, segundo
a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia é tratado bem por Deus!
iode
“y”
dy " (y¹d): “mão”, “poder”,
“monumento”, “eixo”, “parte”,
“pulso”
v.73 “As tuas mãos me fizeram e me afeiçoaram;
ensina-me para que aprenda os teus mandamentos.”
Lição: Quem segue a Bíblia conhece a soberania do
Deus criador!
cáf
“c”
hlK' ' (k¹lâ): “realizar”, “cessar”,
“consumir”, “determinar”,
“terminar”, “fracassar”
v.81 “Desfalece-me a alma, aguardando a tua
salvação; porém espero na tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia não cansar de aguardar o
socorro de Deus!
lâmed
“l” l preposição: “para”
v.89 “Para sempre, ó SENHOR, está firmada a tua
palavra no céu.”
Lição: Quem segue a Bíblia conhece a sua validade
eterna!
mem
“m” hm ' (mâ): “que”
v.97 “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo
o dia!”
Lição: Quem segue a Bíblia, se apaixiona por ela!
nun
“n” rn E (n¢r): “lâmpada”
v.105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e,
luz para os meus caminhos.”
Lição: Quem segue a Bíblia, enxerga tudo onde vai!
sámech
“s” @[se e (s¢±¢p): “dividido”
v.113 “Aborreço a duplicidade, porém amo a tua lei.”
Lição: Quem segue a Bíblia, só quer fazer as coisas
certas
aín
“-”
hf[' ' (±¹´â): “fazer”, “criar”,
“realizar”
v.121 “Tenho praticado juízo e justiça; não me
entregues aos meus opressores.”
Lição: Quem segue a Bíblia, trata as pessoas bem e
tem a proteção de Deus
pê
“p”
alP' ' (p¹l¹°): “ser maravilhoso”
v.129 “Admiráveis são os teus testemunhos; por isso, a
minha alma os observa.”
Lição: Quem segue a Bíblia vê como Deus é
maravilhoso!
tsádi
“ts” qdce ' (ƒ¹d¢q): “ser justo, reto”
v.137 “Justo és, SENHOR, e retos, os teus juízos.”
Lição: Quem segue a Bíblia reconhece como a sua
instrução é justa e certa
cof
“c”
arq' ' (q¹r¹°): “chamar”, “clamar”,
“recitar (leitura)”
v.145 “De todo o coração eu te invoco; ouve-me,
SENHOR; observo os teus decretos.”
Lição: Quem segue a Bíblia ore a Deus de todo
coração
rêsh
“r”
har' ' (r¹°â): “ver”, “olhar para”,
“inspecionar”
v.153 “Atenta para a minha aflição e livra-me, pois não
me esqueço da tua lei.”
Lição: Quem segue a Bíblia pode confiar no socorro de
Deus na hora da aflição
shin,
sin
“s”, “x”
rf ; (´ar): “príncipe”
v.161 “Príncipes me perseguem sem causa, porém o
que o meu coração teme é a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia não tem medo nem dos
poderosos
tau
“t”
brq; ' (q¹rab): “aproximar de “,
“entrar em”
v.169 “Chegue a ti, SENHOR, a minha súplica; dá-me
entendimento, segundo a tua palavra.”
Lição: Quem segue a Bíblia sabe que Deus escuta os
seus pedidos e ajuda a entender a resposta
Observação: São 22 estrofes para as 22 letras do alfabeto hebraico, cada uma de 8 linhas no hebraico, ou 8
versículos, sendo que todas as linhas duma estrofe começam com a mesma letra do alfabeto. Por exemplo:
Salmo 119.1-8
Alegres são aqueles que são puros na sua caminhada, que andam de acordo com a Palavra de Deus.
Alegres são aqueles que praticam as suas recomendações e procuram fazê-las de todo o coração;
Andam não atrás do mal e sim atrás do bem.
As Tuas ordens estabeleceste para que cumpramos à risca.
A cada passo preciso da Tua força para que possa eu obedecer os seus ensinos.
Acanhado, assim, não serei, porque assimilava as tuas orientações.
A ti renderei graças sem ter que esconder nada quando eu tiver aprendido a Tua justa sabedoria
Acatarei os teus regulamentos. E Tú jamais me abandonará.
QUANDO A VIDA CHEGA AO FIM.
Quando a Vida Chega ao Fim
EV.ROBÉRIO OLIVEIRA(75-99536335-71-87981356
Quebra-gelo: O que faz com que a morte seja preciosa?
Texto: Salmo 116:15
Introdução:
- Um dia todos nós morreremos, esse é um destino certo, mas a Bíblia diz que, para Deus, a morte de alguns se torna preciosa. Ela que diz que para Deus a morte dos seus santos é preciosa.
O que faz com que a morte de algumas pessoas seja preciosa para Deus? O que torna a morte preciosa?
1) O dia da morte é o dia que estaremos face a face com o Senhor.
- Sabemos que um dia Jesus voltará e todos estarão face a face com Ele para prestar contas de como utilizaram o presente da vida, mas para as pessoas que morrem esse dia chega antes.
- Quando morremos vamos para estar face a face com Deus e prestar contas da nossa vida. Isso torna o dia da morte um dia precioso, pois é o dia em que passamos a ter intimidade total com o Senhor Jesus Cristo.
2) As escolhas que fazemos em vida tornam a morte preciosa ou não.
- O que torna a morte preciosa aos olhos do Senhor, ou um desperdício, são as escolhas que fazemos em vida.
- Se escolhermos dedicar nossa vida para conhecer e andar com Deus, para conhecer e obedecer a sua vontade, fazemos da nossa existência aqui algo precioso e a nossa morte será preciosa para Deus.
- Se as nossas escolhas nos levam para longe de Deus e da obediência a Sua vontade, nossa vida é um desperdício.
Conclusão:
- Quando a sua vida chegar ao fim sua morte será preciosa aos olhos do Senhor ou você terá desperdiçado sua vida?
- Você tem se afastado de Deus através de suas escolhas ou tem procurado conhecer e andar com Deus?
- Tem entregado sua vida a Jesus para que Ele seja Seu Senhor e Salvador e tem procurado conhecer e fazer Sua vontade? Gostaria disso?
- Gostaria de ter uma vida preciosa para Deus e quando a vida chegar ao fim ir para o céu e estar para sempre com Deus? Levante a mão, vamos orar.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
AMIGOS DE VERDADES.LUCAS 5;17-26
AMIGOS DE VERDADE
Texto: Lucas 5:17-26
- Estamos diante de uma história de salvação e cura.
- O segredo nessa história está na fé dos quatro amigos e não do paralítico.
- Feliz a pessoa que tem amigos como esses, que se sacrificam para abençoá-lo. Pelo menos um amigo desses nós temos – é Jesus – Leia João 15:13.
- Iniciamos um período de 21 dias de jejum e fixamos alguns alvos: Salvação, relacionamentos, saúde, restituição de sonhos e finanças e resgate da ovelha desgarrada.
- Nosso alvo é abençoar pessoas. Você concorda com isso? Vai estar nesse Jejum conosco?
- Precisamos ser amigos como esses quatro foram e como Jesus é. Você está disposto a ser?
- Os resultados que queremos nesse jejum vão depender da fé de cada um de nós que está jejuando.
- É de acordo com o que cremos que vamos ver a bênção ser derramada sobre outras pessoas. Eles podem não ter fé, mas se nós tivermos o milagre vai acontecer. Mas, se sua fé está doente precisa ser curada, para ver os milagres acontecerem.
- Tinham muitas pessoas naquela casa, mas o texto diz que apenas um homem foi curado.
- E os demais? Porque outros não foram curados?
- Um dos motivos pode ser – só queriam adquirir cultura religiosa - não queriam desfrutar do poder que estava em Jesus para curar doentes.
- A multidão só queria ouvir Jesus falar bonito sobre as leis de Deus, e alguns até queriam pegá-lo em contradição, achando que sabiam mais.
- Não temos visto tantas curas em nosso meio hoje, e talvez seja por causa desse mesmo motivo – queremos a cultura religiosa e não cremos que milagres possam acontecer.
- Outro motivo talvez fosse: Ninguém estava disposto a dar honras a Jesus.
- Não conheciam um princípio que Jesus ensinou sobre honra: Mc. 6:4 .
- Quem não honra o profeta não recebe a bênção que vem através dele - Leia Mt. 10:41.
- Quem honra a pessoa que Deus envia para o abençoar recebe parte de sua bênção. O ap. Paulo aprendeu e ensinou isso em Rm 13:7.
- Quem aprende honrar e pratica é abençoado – Mas, quatro amigos creram no poder de Deus que estava em Jesus, e fizeram algo para honrar a pessoa do Senhor. Por causa disso aquele amigo paralítico foi curado.
- Quantos aqui estão dispostos a honrar ao Senhor Jesus fazendo algum tipo de sacrifício, como jejuar, a fim de abençoar alguém que precisa, mas não tem fé suficiente?
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DESSES 4 AMIGOS DE VERDADE.
1. Por Amor abriram mão da comodidade e conforto,- v.18
– trouxeram o paralítico até Jesus porque amavam o amigo e fizeram algo para vê-lo abençoado.
- Leia 1 Coríntios 13:7 - com certeza, amor foi a motivação primária. Ninguém sem amor lembraria de alguém que estivesse sofrendo.
- A casa estava repleta de pessoas, mas quem se lembrou do paralítico? Só quem ama lembra-se da pessoa amada e se dispõe ao desconforto de um jejum em seu benefício.
- Jesus diz em João 13:35.
- Quem se diz discípulo de Jesus precisa cultivar amor por outras pessoas. Leia 1 João 3:10.
2. Estavam dispostos ao sacrifício: V.19
- Carregar um paralítico com cama e tudo, e ainda puxar o homem para cima e descobrir o telhado são atitudes de quem realmente está disposto a tudo.
- O que estamos dispostos a fazer como sacrifício a favor de alguém?
- Queremos fazer um buraco no mundo espiritual para colocar pessoas diante de Jesus.
- O paralítico foi curado porque alguém fez um sacrifício por ele. Eles creram e se esforçaram para abençoá-lo.
3. Estavam dispostos a pagar o preço
- sabiam do custo de quebrar e consertar o telhado. O verdadeiro amigo paga o preço para abençoar o amigo.
- Nada é de graça, mas quem é amigo não reclama do preço e paga.
- Jejuar 21 dias será que é um preço muito caro para ver alguém salvo e abençoado por Jesus?
- Até onde estamos dispostos a ir para ver alguém salvo, transformado e restaurado?
CONCLUSÃO:
Os quatro amigos do paralítico mostraram que queriam 2 coisas:
1 - Desfrutar do poder de curar que estava sobre Jesus. Queremos isso também?
2 - Honrar a Jesus mostrando com atitudes a fé que tinham nele.
- Queremos isso mesmo?
- Nesses 21 dias vamos ter nossa oportunidade para demonstrar isso.
- Jejuar a favor de alguém ou algum propósito agrada a Deus- Isaias 58:5-9.
- vamos buscar em Deus coragem para sermos verdadeiros amigos de alguém que sabemos estar necessitado? Amem.
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