domingo, 18 de agosto de 2013

HOMILÉTICA:

HOMILÉTICA: A ARTE  DE   FALAR EM   PUPLICO..
 Ev.robério oliveira(Pregador e Conferêncista)Tel.075-99536335-07187981356

Já apareceram grandes pregadores neste mundo, mas Jesus Cristo é o modelo de pregador eficiente. Qual era Seu segredo? Seu segredo era que Suas mensagens não vinham dEle mesmo. Ele mesmo afirmou:“Porque eu nãotenhofalado por Mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse Me tem prescrito o que dizer e o que anunciar”. Jo 12:14.
O segredo do êxito de Jesus em mudar vidas com Sua forma de pregar é que Sua fonte de inspiração era o Deus Pai. Suas palavras surtiam efeito.
Transformavam vidas. Através das palavras, Jesus conseguia atrair as pessoas e levá-las a uma nova experiência de vida, esperança e confiança em Deus.
Por que as vezes nossos sermões são fracos e pobres em transformar vidas? Por que não conseguimos levar almas contritas aos pés de Jesus? Por que as vezes pregamos e nada acontece em nossa vida e na vida de nossos ouvintes?
É que falta-nos o poder da Palavra de Deus. Jesus estava sempre em harmonia com a vontade da Palavra de Deus. Deus era Sua fonte em todos os momentos. “Não tenho falado de Mim mesmo”. Jesus possuía uma mensagem vinda de fora dEle. O Pai conduzia o que Ele deveria falar. “O Pai, que me enviou, tem prescrito o que dizer e anunciar. “ Jo 12:49.
Como pregar de tal forma que transformemos vidas? Poderemos fazê-lo, quando permitirmos que o Espírito Santo nos guie, iluminando nossa mente para entendermos as necessidades de nossos ouvintes e supri-las com o poder da pregação bíblica. “Assim diz o Senhor!” Esta deve ser a tônica de nossa pregação.
Mostrar aos nossos ouvintes qual a vontade de Deus para eles, e como podem colocar suas vidas em conformidade com esta vontade; eis a mais urgente necessidade em nossas pregações.
                                        Pr. Jones Ross
Secretário Ministerial
ARJ - Sul

CAPÍTULO I

ORATÓRIA é a expressão pública das idéias por meio de palavras com um fim de caráter prático.

“Qualquer pessoa, física e mentalmente capacitada para falar, pode tornar-se orador eficiente sem que para isso, necessite de dotes de eloquência. Basta aprender, pelo estudo e pela prática, a desenvolver suas qualidades naturais e os recursos de saber e experiência.”
Oratória Eficiente de Hoje, pag. 24
“O orador eficiente não é o que exibe qualidades de boa voz, facilidade de expressão e simpatia pessoal, apenas. O orador eficiente é o que tendo em vista determinado objetivo, seja informar, persuadir ou deleitar, plenamente o consegue pela influência que exerce no auditório.”
“O homem é um ser que se aperfeiçoa. Pela instrução conhece a vida; pela educação adapta-se à vida; pela cultura, eleva-se na vida... E é a leitura, principalmente a leitura que oferece ao homem a preciosa oportunidade de se aprimorar: física, intelectual e moralmente.”
Oratória Sacra, pag. 24


1. CARÁTER
2. SATISFAÇÃO
3. CORAGEM
4. SAÚDE
5. CONHECIMENTO DE:
a) Jesus
b) Bíblia
c) Natureza Humana
1. Não deve colocar as mãos ou a mão nos bolsos das calças ou paletó.
2. Não deve ficar o tempo todo com o dedo indicador em forma acusadora.
3. Não deve dar socos na mesa.
4. Não deve ficar abotoando e desabotoando o paletó.
5. Não deve ficar arrumando a gravata.
6. Não deve alisar os cabelos a todo instante.
7. Não deve brincar nervosamente com a gola do paletó.
8. Não deve ficar pondo e tirando o relógio.
9. Não jogar a Bíblia sobre o púlpito depois de lida.

As três divisões de um sermão são:
1. Introdução ou Exórdio
2. Corpo ou Exposição
3. Conclusão ou Epílogo


“Cícero definiu a introdução como sendo a oração que prepara o ânimo do ouvinte para bem receber o restante do discurso. É o cartão de visitas do orador. Apresenta-o ao público, dizendo da sua competência e pretensões.”
Oratória sacra, pag, 115
Na introdução o pregador prepara e desperta a mente dos ouvintes para o assunto a ser abordado e introduz o assunto.
Tipos de Introdução:
a) Direta
b) Indireta
c) Improviso

Evitar na Introdução:
a) Desculpas
b) Sensacionalismo
c) Excesso de Humor
d) Excesso de Humildade
e) Expressões Rotineiras

Os três tipos são:
a) Sermão Temático
b) Sermão Textual
c) Sermão Expositivo

1. É aquele cuja divisão das idéias é extraída do tema. Ou aquele cuja forma ou estrutura resulta das palavras ou idéias contidas no assunto.
2. É o tipo de sermão mais usado por ser o de mais fácil divisão e mais fácil de ser preparado.
3. É muito apropriado para a evangelização, o ensino das doutrinas, o estudo bíblico, discussão de temas éticos, etc.
4. A divisão está independente do texto.
a) Uma vez usado o texto, não tem que usar-se mais. A não ser que contenha a idéia central.
5. É o de mais lógica. O sermão temático é o que mais se presta à observação da ordem e harmonia das partes.
6. É o mais apropriado para os que estão iniciando no púlpito.
7. Escolhe-se o tema e busca-se em qualquer pane da Bíblia, textos que apoiem as idéias selecionadas.
8. Exemplos de sermões temáticos:
ü Não podemos nos esconder de Deus:
    a) Jó 34:21- Seus olhos estão sobre os caminhos dos homens.
    b) l Samuel 16:7 - Deus olha o coração.
   c) ll Crônicas 16;9 - Jeová contempla para fortalecer.
ü As quatro ressurreições por Jessus:
    a) Ressurreição logo após a morte - Marcos 5:21-23 e 35-43
    b) Ressurreição após 24 horas - Lucas 7:11-17
    c) Ressurreição após 4 dias - João 11;17; 38-45
    d) Ressurreição após vários séculos - João 5:28-29; Apoc. 20: 6
ü Jesus chorou:
    a) Por causa do homem - João 11:32.36
    b) Por causa de uma cidade - Lucas 19:28; 41-44
    c) Por causa do mundo - Mateus 26:36-38; Lucas 22:44

1. É aquele cuja divisão(idéias principais)é tirada do  texto bíblico.
a) As idéias secundárias podem ser buscadas em outros textos bíblicos.
2. Este gênero de trabalho para o púlpito faz fixar a atenção numa parte das Escrituras.
3. É profundamente bíblico e ajuda a levar o ouvinte mais perto do coração da Bíblia.
4. Obriga o pregador a estudar constantemente a Bíblia.
5. É muito apropriado para as pregações sistemáticas e consecutivas de livros da Bíblia e de textos isolados.
6. Geralmente usa-se um ou dois versos.
7. Exemplos de sermões textuais:
ü Seleção das idéias apenas:
    O que Deus espera do cristão: Miquéias 6:8
    a) Que pratique a justiça.
    b) Que ame a beneficência.
    c) Que ande humildemente com o Senhor.
ü Passos para Deus nos ouvir: II Crônicas 7:18
    a) Conversão.
    b) Buscá.lo.
    c) Humildade.
    d) Oração.
ü Segredo para vitória: Filipenses 3:13 e 14
a) Uma coisa faço.
b) Esqueço-me do que para trás fica.
c) Prossigo para o alvo.
d) Busco o prêmio em Jesus.
ü  Reverência para com Deus: Apocalipse 14:7
a) Temei a Deus.
b) Dai-lhe glória.
c) Adorai-o.

1. “É aquele  que  surge  de  uma  passagem  bíblica  com   mais  de   dois      ou três versículos.Teoricamente este tipo de sermão difere do sermão textual, principalmente pela extensão da passagem bíblica em que se baseia; na prática ambos se sobrepõem.
    A Pregação de Sermões, pag. 70
2. É o que se ocupa principalmente da exegese ou exposição completa de um texto, frases ou palavra das Escrituras.
3. A palavra chave é “exposição”, que dá uma idéia de “explicar”, “por diante de”.
4. O pensamento bíblico ou do escritor bíblico que determina a essência da pregação expositiva.
5. A pregação expositiva seria a forma mais autêntica da pregação e segue a prática dos grandes pregadores do passado, como: Santo Agostinho, Lutero, Calvino,etc.
6. A mensagem expositiva faz mais das Escrituras, contribuindo para um maior conhecimento bíblico, criando maior interesse na Bíblia e não nos assuntos. Isto honra as Escrituras e alimente os ouvintes.
7. “Nos quatro Evangelhos quase todos os parágrafos contêm material para um sermão expositivo, que pode não ser difícil de preparar. Especialmente as parábolas se prestam a isso, pois todas elas evidenciam a imaginação inspirada operando como os fatos da vida.”
    A Pregação de Sermões, pag. 74
8. Exemplos de sermões expositivos:
    a) Apenas sugerimos as idéias que deverão ser desenvolvidas       pelos alunos do curso.
ü A importância do cristão para o mundo:
    a) Vós sois o sal da terra - v.13
    b) Vós sois a luz do mundo - v,14
    c) Resplandeça a vossa luz- Em boas obras - v. 16
ü Atos giganetes em direção a Cristo: Marcos 10:46-52
    a) Assentado junto do caminho (ato de humildade) - v.46
    b) Começou a clamar (ato de coragem) - v. 47
    c) Levantou-se (ato de fé) - v.50
    d) Seguiu a Jesus (ato de perseverança) - v.52
ü Subamos a Betel:
    a) Tirai os deuses estranhos do meio de vós - v.2
    b) Purificai-vos - v.2
    c) Mudai os vossos vestidos - v.2
    d) E levantemo-nos - v.3
ü Quando um jovem vai à igreja: Isaias 6:1-8
    a) Tem ampla visão de Deus - v. 1-14
    b) Reconhece o seu pecado - v. 5
    c) Sente necessidade de purificação - v.7
    d) Alista-se para o serviço - v.8


1. SERMÃO só é sermão, quando sai do coração, vai para a mente do pregador e dela para a mente do ouvinte e depois para o seu coração.
a) Sermão é o extravasar do coração.
2. Não pregue sobre a volta de Cristo se você não está de todo coração querendo que Ele volte,
3. Por isso, desde o preparo do sermão até a sua apresentação, temos de ter absoluta consciência da presença do Espírito Santo e de uma comunhão com Cristo.
I. A escolha do assunto:
1. Quatro fatores devem ser levados em consideração para a escolha do assunto:
    a) O interesse de pregador pelo assunto;
    b) A competência do pregador para desenvolvê-lo;
    c) O interesse do auditório pelo assunto;
    d) A oportunidade do fato (condição da época).
2. Verificar a freqüência com que o assunto tem sido pregado naquela congregação; ou que ângulos do assunto têm sido abordados.
3. Buscar a aprovação de Deus para o assunto através da oração.
4. Defina o tema ou assunto.

1. Ore e medite para que haja desenvoltura na pregação do sermão.
2. A primeira preocupação na estrutura do sermão é em preparar o corpo, depois a conclusão e por último a introdução.
3. Defina a idéia central do sermão.
4. Depois de definida a idéia central, responda para você mesmo as seguintes perguntas:
    a) O que o autor quer dizer com este texto?
    b) Que aplicação o autor queria dar ao povo dos seus dias?
    c) Que aplicação tem o texto para a minha vida?
    d) Que aplicação tem o texto para a congregação onde vou pregá-lo?
5.      Estabelecer as divisões principais do sermão, que chamamos de “o esqueleto do sermão.”
6. Fazer um rascunho.
7. Descobrir um grupo de pensamentos que sejam úteis no desenvolvimento do tema.
8.      Acrescente as idéias complementares que serão “a carne no esqueleto”, e que servirão de apoio as idéias principais. Faça uso de uma chave  bíblica para facilitar  a  desenvoltura  do  corpo.
9. Veja algumas ilustrações que contribuam para a beleza do conteúdo.
a) Um sermão sem ilustrações é como um edificio sem janelas.
    b) Deve-se evitar ilustrações longas, sarcásticas, histórias que ridicularizam ou piadas.
ü “Os pregadores não se devem habituar a relatar anedotas importunas em conexão com seus sermões, pois isso re- dunda em detrimento da força da verdade presente.A ver- dade deve ser revestida de linguagem casta e digna e as ilustrações empregadas precisam ser do mesmo caráter.” O.E- pag. 166
ü “...De seus lábios não sairá palavra alguma leviana, frívola, pois não é ele embaixador de Cristo, podador de uma mensagem divina para as almas que perecem? Toda pilhéria e gracejo, toda leviandade e frivolidade é dolorosa para o discípulo que carrega a cruz de Cristo. Atendei à ordem: “Sede santos como Eu também Sou santo.”
      Evangelismo, pags. 206, 207

c) As ilustrações explicam e iluminam:
ü Despertam e aumentam o interesse.
ü Ajudam a relembrar a pane prática do sermão.
ü Fortalecem a idéia central do sermão.
ü Provêm descanso mental.
ü Deleitam.
ü Comovem os sentimentos.


a) Suba à plataforma bem preparado, mas dependente do Espírito Santo.
b) Comece com calma.
c) Prossiga de modo modesto.
d) Não trema.
e) Fale com clareza, sem declamar.
f)  Empregue frases curtas e bem claras.
g) Evite monotonia.
h) Seja sempre senhor da situação.
i)  Não empregue sarcasmos, expressões maliciosas, nem provoque risos, pois o pregador é representante de Deus   e não de um circo.
j)  Não ataque hostilmente.
k) Ande na plataforma com a devida dignidade.
l)  Não ilustre com narrações longas.
m)      Não se elogie a si mesmo.
n) Não se afaste do texto ou do tema.
o) Não canse os ouvintes com discursos extensos.
p) Procure suscitar interesse.
q) Fale com autoridade, mas não em tom de mando.
r)  Fixe o olhar nos ouvintes.
s) Não crave os olhos nem no chão, nem no teto, nem tampouco em algum ouvinte particular.
t)  Quando for citar um texto bíblico, cite primeiro o livro, depois o capítulo e por último o verso.
u) Exalte a Cristo.
“As pessoas não vêm à igreja para ouvir um sermão. Vêm à igreja esperando que o sermão chegue ao coração, satisfaça as suas necessidades e modifique a sua vida. As pessoas querem ser mudadas. Estão cansadas, tão cansadas da vida de fracassos que vivem. Não querem somente pregação, mas ajuda e se alguém pode dar-lhes esta ajuda o povo vem”.
Para você que quer ser Líder, pag. 206
“Não se trata de alguém que “toma a hora” ou “ocupa o púlpito”. Isto não é o que o povo quer. Necessitam de ajuda para viver vitoriosamente.
Necessitam de ajuda para a difícil viagem da vida. Necessitam de reprovação, encorajamento, advertência e amor. Necessitam disto urgentemente, porque a hora é avançada e suas necessidades são grandes.”.
“O pregador que o povo mais ama é aquele que lhes dá ajuda para sua vida diária.”
Para você que quer ser Líder pag. 207


CAPITULO II

1.1.É indispensável possuir os seguintes materiais: uma Bíblia, uma Concordância (Chave Bíblica) e um Dicionário Bíblico.
1.2. O estudo principal deve ser feito na Bíblia, mas há um importante material de apoio nos livros do Espírito de Profecia e Comentários Bíblicos em geral.
1.3.O ideal é montar seu próprio esboço evitando mensagens prontas; é mais difícil, mas é a mensagem de maior poder.
1.4. O semão deve ser simples e claro para que todos compreendam a mensagem de Deus.

2.1. O fator mais importante no preparo do sertão é o preparo do pregador.
2.2.         Conhecimento, técnicas ou talentos naturais não podem substituir um coração fervoroso, humilde, consagrado e entregue à direção de Cristo.
2.3. Só quem está em comunhão com Deus pode influenciar e inspirar os ouvintes e levá-los ao cresdmento espiritual.
2.4. O Pregador deve ser uma pessoa de oração. O sermão deve ser resultado da influência de Deus na mente do pregador em resposta às suas orações.
2.5. Deve ser um habitual estudante da Bíblia e não apenas usá-la para preparar o sermão.

3.1. A   mensagem deve suprir a necessidade pessoal do ouvinte.
3.2. As pessoas esperam que a mensagem traga solução para seus problemas.
3.3. Todos tem dificuldades, a mensagem deve trazer alento e sugerir soluções. Eis alguns dos problemas que as pessoas enfrentam:
a. Solidão.
b. Sentimento de Culpa.
c. Dificuldades Financeiras.
d. Medo do Futuro.
e. Problemas Familiares .

Seu objetivo é despertar o interesse no assunto do sermão e esclarecer o propósito da mensagem.
São as seções principais do sermão. É a distribuição ordenada do assunto.
As divisões:
2.1. Tomam as idéias claras.
2.2. Promovem a unidade do assunto.
2.3. Enfatizam os ponto principais.
É um dos elementos mais importantes do sermão, é a apresentação prática da mensagem e a explanação de como torná-la parte do modo de vida pessoal.
É o momento de falar ao coração, solicitando que o ouvinte aceite a mensagem e decida colocar sua vida em conformidade com a mesma.
4.1. Partes da Conclusão:
a. Recapitulação - Ressalta as idéias principais.
b. Ilustração - Alcança o coração do ouvinte.
c. Apelo - Convite para mudar.
d. Motivação -   É  o“como” obter a mudança que o apelo sugere.

5.1. Título do sermão -  É a expressão do assunto que será pregado.
5.2.    Propósito do Sermão - É a frase que resume toda a idéia que o sermão vai apresentar.
5.3.    Ilustração - É um recurso que toma a mensagem mais clara e o ouvinte mais suscetível ao sermão. Ela está para o sermão assim como a janela está para casa.
A janela permite a entrada de luz, a ilustração possibilita o esclarecimento da mensagem.
Ilustrar significa “lançar luz”.


É aquele que apresenta um assunto, doutrina ou verdade Bíblica independente  dos textos usados.Seu conteúdo é totalmente Bíbli-co.É um assunto Bíblico apoiado por várias passagens da Bíblia.

Exemplo de Sermão Temático:
Causas das Orações não Respondidas
   I. Pedir Mal - Rago4:3.
  II. Pecado no Coração - Salmo 66:18.
  III. Duvidar da Palavra de Deus - Rago 1:6, 7.
IV. Vãs Repetições - Mateus 6:7.
  V. Desobediência - Provérbios 28:9.

É aquele que apresenta um texto ou pequena porção da Bíblia. Cada frase oferece um argumento que aponta para o assunto principal do texto.
Exemplo de Sermão Textual:
Dando Prioridade às Coisas Importantes
Texto: Esdras 7:10.
Assunto: O propósito do coração de um homem de Deus.

l. Disposição de Conhecer a Palavra de Deus.
“Esdras tinha disposto o coração para buscar a lei do Senhor”.
1. Numa corte pagã.
2. De maneira completa,
II. Disposição de Obedecer a Palavra de Deus.
“e para a cumprir”.
1. Prestar obediência imediata.
2. Prestar obediência completa.
3. Prestar obediência contínua.

III. Disposição para Ensinar a Palavra de Deus.
“e para ensinar em Israel os Seus estatutos e os seus juízos”.
1. Com Clareza.
2. Ao Povo de Deus.

Observação - As subdivisões foram extraídas do contexto do livro de Esdras e de passagens que ele conhecia como escriba: Esdras 7:6,11,12,14,21 e 25; Esdras cap. 9 e 10; Josué 1:8; Provérbios 8:34,35; Jeremias 29:13 e Neemias 8:5-12.

É aquele que apresenta o assunto de uma porção maior da Bíblia. A maior parte do conteúdo provém diretamente da passagem. O esboço consiste em uma série de idéias que giram em tomo do assunto principal.

Exemplo de Sermão Expositivo:
A Luta da Fé e a Condição para a Vitória
Texto: Efésios 6: 10-18.
Assunto: Aspectos relacionados com a batalha espiritual do cristão.

l. A Moral do Cristão. v 10 -14a.
1. Deve ser elevada. v 10.
2. Deve ser time. v 11-14a.
ll. A Armadura do Cristão. v 14-17
1. Armas de defesa. v 14-17a.
2. Armas de ataque. v 17b.
lll. A Vida de oração do Cristão. v 18.
1. Deve ser persistente. v 18.
2. Deve ser intercessora. v 18b.


1. Escolher a Passagem Bíblica.
Ao escolher a passagem tenha em mente as necessidades espirituais e temporais da congregação, dificuldades, tensões ou ocasiões especiais.
O texto deve ser apropriado para a ocasião e precisa-se confiar na direção do Espírito Santo.
2. Estudar o Assunto.
Pesquisar a passagem para não aplica-la fora do contexto.
3. Descobrir o Ponto Principal da Mensagem.
Descobrir o princípio bíblico da mensagem que se aplique a todas as épocas e a todas as pessoas.
Estabelecer o relacionamento da mensagem com a vida dos ouvintes.
4. Construir do Esboço.
Depois do estudo do assunto, estabelecer as divisões do tema de forma progressiva, do mais simples para o mais amplo esclarecimento da verdade bíblica.
5. Preencher o Esboço.
Acrescentar subdivisões para que o assunto seja bem esclarecido. Onde for próprio ilustrar o assunto, usar a ilustração de forma apropriada para ajudar no esclarecimento do tema.

6. Preparar a Conclusão, Introdução e Título.
Enquanto os pensamentos da mensagem estão claros na mente, preparar a conclusão. A conclusão não deve ser longa, pois a atenção da maioria dos ouvintes é limitada.
A introdução e o título são feitos por último. Depois de tudo pronto a visão do assunto é mais clara e é mais fácil preparar estas partes que despertam o interesse no sermão.


1. Não Usar Títulos Impróprios.
O título deve estar de acordo com a dignidade do púlpito, não deve ser sensacionalista ou extravagante.
2. Não Usar Textos fora do Contexto.
Não fazer uma aplicação indevida do texto bíblico, dizendo o que a Bíblia não diz.
3. Não Preparar Sermões Longos.
4. Não Fugir do Assunto.
5. Não Usar Passagens Bíblicas em Excesso.
6. Não Usar Temos Impróprios para o Púlpito.
O púlpito não é um lugar para contar anedotas.

Por Alejandro Bullón

Esta  parte  do seminário será  apresentada  em  forma  de  avaliação, coloque sua opinião e depois analisaremos a opção carreta.

1. Para que seu semão seja compreendido em público, em primeiro lugar:
[ ] A mensagem deve estar clara para você.
[ ] O sermão deve estar bem esboçado.
[ ] O sermão deve ter boas ilustrações.

2. O que o povo pensa quando você está pregando?
[ ] O que mais gosto neste pregador?
[ ] O que há nesta mensagem para mim?
[ ] Preciso aprender alguma coisa deste sermão?
3. Qual deve ser seu primeiro objetivo ao pregar?
[ ] Convencer e persuadir as pessoas.
[ ] Provar que a mensagem está baseada na Bíblia.
[ ] Ser Compreendido.
4. O que motiva as pessoas ao ouvirem o sermão?
[ ] Você as convenceu com seus argumentos.
[ ] Elas serem beneficiadas.
[ ] O fato de ouvirem um pregador eloqüente.
5. A Diferença entre o discurso e o sermão é:
[ ] O Discurso é a exposição de um tema, enquanto o sermão persuade e leva pessoas à ação.
[ ] O discurso é mais didático, o sermão é espiritual.
[ ] O sermão usa ilustrações, o discurso não.
6. Quando você cresce como pregador?
[ ] Quando grava o sermão em vídeo para assisti-lo.
[ ] Quando observa a reação do povo ao pregar.
[ ] Quando grava o sermão para observar o tom de voz que usou para apresentar o tema.
7. Como pregar com esboço?
[ ] Usar  palavras chaves que destaquem os pontos principais.
[ ] Escrever todo o sermão e sublinhar as bases chaves.
[ ] Digitar o esboço no computador e ter uma cópia impressa para facilitar a leitura.
8. Como envolver o auditório?
[ ] Fazer muitas perguntas.
[ ] Usar ilustrações visuais envolvendo o público. (Segurando faixas, cartazes, etc.)
[ ] Usar palavras que tornem a mensagem pessoal. (Técnica você e Eu“)

9. As melhores ilustrações são adquiridas:
[ ] Nos livros.
[ ] Na observação da vida das pessoas e das circunstâncias.
[ ] Nos jornais, revistas e noticiários.
10. A Música é importante para:
[ ]  Que o público tenha a oportunidade  de ouvir um canto sacro.
[ ] Reforçar a mensagem do sermão.
[ ] Alcançar partes do coração onde a palavra falada não consegue atingir.
11. O apelo eficaz é o que apela:
[ ] Só para a razão.
[ ] Só para a emoção.
[ ] Para ambas.
DICAS
1. Movimento das mãos
1.1 Abertas: Convite.
1.2 Fechadas: Poder.
1.3. Indicador em riste: Toque ao coração, endereçar.
2. Naturalidade
O público o aceitará mais se for natural, desta forma você passará credibilidade às pessoas.
3. Avaliação
Peça para sua esposa criticar sua pregação.
4. Estilo
Use seu próprio estilo, não tente imitar alguém.
5. Preparo
Pregar sem esboço não significa pregar sem estudo e preparo.
6. Diversas informações importantes
6.1.Leve a pessoa a comprometer-se com o tema.
6.2.Observe o brilho dos olhos.
6.3.Se uma criança de 6 a 9 anos entender o sermão, todos      entenderão.
6.4.Nenhum sermão deve ser terminado sem um apelo.

CAPÍTULO III

O sermão não deve ser pregado apenas para informar, mas também para mudar. Mudança é  o inicio do crescimento em todos os níveis.Tiago, inspirado pelo poder do Espírito Santo, escreveu: “E lembrem-se: esta mensagem é para obedecer, e não apenas para ouvir.”Tiago 1:22.BV. O   pregador tem de ter em mente que seu sermão deve levar os seus ouvintes a mudarem de atitudes, precisam obedecer não somente ouvir a Palavra do Senhor.
Salomão também tinha isto em mente quando escreveu: “As palavras do homem sábio nos forçam a tomar uma atitude. Elas explicam claramente verdades muito importantes. Os Alunos que aprendem bem o que os professores ensinam serão sábios.” EM. 12:11 BV. Tomar atitude de mudar, de permitir ser transformado pelo poder da Palavra de Deus.


1. A quem vamos estar pregando?
Há muita sabedoria  no que o Apóstolo Paulo diz:“Quando estou com  aqueles cuja consciência  facilmente os inquieta,não  ajo como se eu soubesse tudo e não digo que eles são tolos; o resultado é que assim eles estão dispostos  a me deixar ajudá-los. Sim, qualquer que seja o tipo de pessoa, eu procuro achar um terreno comum com ela, para que me permita falar-lhe de Cristo e permita a Cristo salvá-la. Faço isto para levar o Evangelho a eles e também pela bênção que eu próprio recebo, quando os vejo ir a Cristo”.
I Cr. 9:22-23. BV.
Precisamos perguntar antes de preparar  o sermão:Quais são as necessidades de meu auditório? Quais suas preocupações? Quais são suas feridas emocionais? Então procurar apresentar a Cristo como solução para suas necessidades. Paulo orienta: “... Digam só o que é bom e útil àqueles com quem vocês estiverem falando, e o que resulte em bênçãos para eles.” Ef. 4:29. BV.
Na base de nosso cérebro há uma glândula denominada de RAS (Sistema Ativante Reticular), que faz com que focalizemos uma coisa por vez. Ou seja, prestamos atenção em uma coisa por vez. Quando pregamos, é bom entendermos que as pessoas que estão nos ouvindo, prestam atenção em um assunto por vez. Então, se falamos aquilo que as interessam faz com que focalizem sua atenção para o assunto e o entenda; pois sabem que iremos falar aquilo que preencherá suas necessidades.
Os cientistas dizem que a pessoa focaliza três coisas:
1. Coisas que possuam valor - Aquilo que é de valor  para ela.
2. Coisas fora do comum - Aquilo que é extraordinário, espetacular.
3. Coisas que ameaçam - Aquilo que ameaça sua vida.
O sermão tem de iniciar onde o povo está, para levá-lo onde deveriam estar. Deus sabe as necessidades do povo e Ele dará ao pregador a mensagem para suprir as necessidades do povo. A necessidade do povo é freqüentemente a chave, para o que Deus quer que falemos.

2. O que a Bíblia diz sobre suas necessidades?
Jesus, estando em uma sinagoga em Nazaré, deixou claro a missão do Messias ao ler estas palavras: “O Espírito do Senhor está sobre Mim; Ele Me nomeou para pregar a Boa Nova aos pobres; mandou-me anunciar que os presos serão libertados e os cegos verão; que os oprimidos serão libertados de seus opressores, e que Deus está pronto a abençoar todos aqueles que vêm a Ele.” Lc. 4:18-19 BV. Não seria também nossa missão? Não somos embaixadores de Cristo para pregarmos Sua mensagem ao povo? Que tipo de necessidades Jesus quer atender através de nossa voz? Que necessidades nossos sermões têm suprido?
Paulo ao escrever ao ministro da Palavra, Timóteo, diz: “A Bíblia inteira  nos  foi dada  por inspiração de Deus,e é útil para  ensinar   o que é verdadeiro,e nos fazer compreender o que está errado em nossas vidas; ela nos endireita e nos ajuda a fazer o que é correto.” II Tm. 3:16 BV.
Se aproveitássemos mais as riquezas contidas na Palavra de Deus para instruirmos e mostramos ao povo o caminho a seguir, teríamos mais sucesso em ver pessoas rendidas aos pés de Jesus e serem transformadas pelo poder da   Palavra. “A Palavra de Deus está repleta de princípios gerais para a formação de hábitos corretos de vida, e os testemunhos, tanto gerais como individuais, visam chamar a sua atenção particularmente para esses princípios”. Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. III, pag. 31.
O propósito da vida é transformar o caráter, não ensinar doutrinas. É urgente a necessidade de pregarmaos de forma que coloquemos diante   do povo, o que a Palavra de Deus diz a respeito de seus problemas. Como ele pode encontrar em Deus e na Sua Palavra, conforto, esperança, luz e soluções para suas apreensões e insegurança. Como pregadores, ensinamos  as pessoas que elas precisam melhorar seu relacionamento com Deus. Que precisam confiar nEle. Mas o grande dilema é: como? Esta é a pergunta que vai na mente de nossos ouvintes. Como posso ser melhor? Como posso encontrar soluções para meus problemas? Como ser fiel a Deus? Como conduzir minha família nos caminhos do Senhor? Sim, ser bom cristão, mas como? Precisamos responder estas perguntas com o “Assim diz o Senhor”.


I - Qual a maneira mais prática de apresenta-lo?
Se o alvo da pregação é transformar vidas, a primeira preocupação do pregador deve ser com a aplicação.
a) Um sermão sem aplicação, é um aborto. Paulo ao escrever à Tito, diz: “Mas quanto a você, defenda a vida decente que acompanha (ensina viver) o verdadeiro cristianismo”.  Tito 2: 1BV.
A Bíblia é um conjunto de aplicações para a vida. O livro de Tiago é 100% aplicação. Romanos 50% é aplicação. Efésios também contém 50% de seu conteúdo de ensinamentos para a aplicação prática. O que dizer do sermão da montanha? Não é ele 100% aplicação à vida diária do cristão? E a sua conclusão apela para que o homem sábio construa sua casa sobre a rocha e não sobre a areia.
a) Como tomar o sermão prático?
1. Sempre tenha como alvo uma ação específica. Nada se torna dinâmico antes que se torne específico. O que queremos que a congregação se torne?
2. Sempre dizer-lhes por quê? Explicar-lhes porque precisam fazer mudança. Quais os benefícios para eles, para suas famílias, para a igreja, para a sociedade, em fazer a mudança. As pessoas secularizadas querem saber como que a mensagem poderá ajudá-las a  mudar a vida   para melhor.
3. Mostre para eles, como? Sim, ser um bom cristão, mas como? Como eles devem fazer para colocar em prática aqueles conceitos que estão ouvindo? Não podemos dar só o diagnóstico, mas temos que ministrar o medicamento.

II - Qual a maneira mais positiva de apresenta-lo?
O sábio Salomão inspirado pelo Senhor, diz: “O homem sábio se toma famoso pelo seu bom senso; um professor que fala com delicadeza e interesse ensina muito melhor que qualquer outro,” Pv.16:21 BV.
Devemos pregar de modo agradável e não com raiva. O sermão não pode dar a idéia de negativismo. Devemos dar uma mensagem positiva, que possa ajudar o membro a adorar. Não condenar mas mostrar o caminho da salvação.
Devemos fazer duas perguntas ao prepararmos um sermão:
1. É esta mensagem Boas-Novas?
2. O título do meu sermão sugeri Boas-Novas?
Efésios 4:19, diz: “....transmita graça aos que ouvem”. Ao pregarmos sobre o 7° mandamento, a ênfase deve ser a fidelidade conjugal e não o adultério.A bênção da fidelidade para o lar, etc.

II - Qual a maneira mais encorajadora de apresentá-lo?
Vejamos o que a Palavra do Senhor nos diz: “Um coração ansioso deixa o homem frustrado e derrotado mas uma palavra amiga de ânimo e simpatia renova as forças. ”Pv. 12:25 BV. “Estas coisas que foram registradas nas Escrituras há tanto tempo servem para nos ensinar a paciência e para nos animar, a fim de que aguardemos esperançosamente o tempo em que Deus vencerá o pecado e a morte.” Rm. 15:4 BV.
As pessoas que vão a igreja têm três necessidades básicas:
1. Renovar a fé.
2. Renovar a esperança.
3. Restaurar o amor.
Se queremos transformar a vida de pessoas que estão com problemas, precisamos dizer como podem fazer isto. Mostrar o lado positivo. Dar ânimo e esperança para seus problemas. As pessoas precisam saber que Jesus pode ajudá-las; que não estão longe demais que Deus não as possa alcançar.
“Há mais pessoas do que pensamos ansiando por encontrar o carinho para Cristo. Os que pregam a derradeira mensagem de misericórdia, devem ter em mente que Cristo tem de ser exaltado como refúgio do pecador”. Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, pag. 158.
As pessoas vivem na expectativa de auto realização (efeito Rozental). Nossa função como pregadores é   cumprir as orientações contidas na Palavra do Senhor: “Entretanto, aquele que profetiza, pregando  as  mensagens  deDeus, está ajudando os outros a crescer no Senhor, animando-os e confortando-os”. I Cr. 14:3 BV.

IV - Qual a maneira mais simples de apresentá-lo?
O Apóstolo Paulo sabia o que era pregar com simplicidade, ele escreveu:“Queridos irmãos, mesmo quando estive com vocês pela primeira vez, não usei palavras empoladas nem idéias pomposas para lhes apresentar amensagem de Deus. Decidi-me a falar só de Jesus Cristo e de Sua morte na cruz. Fui até a vocês em fraqueza - temeroso e trêmulo,e  minha pregação foi muito simples, não com abundante oratória e sabedoria humana; entretanto, o poder do Espírito Santo estava em minhas palavras, provando a todos quantos as ouviram que a mensagem vinha de Deus. Fiz isso, porque desejava que vocês tivessem uma fé firmemente baseada em Deus, e não em grandes idéias de algum homem”. l Cr. 2:1-5 BV. O mesmo Paulo ao escrever à Tito, diz: “Sua linguagem deve ser tão sensata e equilibrada que alguém que quiser questionar, sinta vergonha de si mesmo, porque não haverá nada a censurar em tudo o que você diz”. Tito 2:8 BV.
Como tomar o sermão simples? Temos algumas formas de tomar nossos sermões simples, de tal forma que as pessoas possam entendê-lo sem perder o conteúdo.
1. Condensar a mensagem em uma única sentença.
2. Evite os termos teológicos. Ex: Sotereologia, etc.
3. Conserve simples o esboço.
4. Faça de suas aplicações os pontos fortes de seu sermão.
Aqui está a chave para pregar de forma que se transforme vidas. O que mais uma pessoa se lembra de um sermão, são suas principais divisões. Torne-as passos para a ação.

Como se faz isto?
Inclua um verbo nas divisões. Procure mostrar o que as pessoas devem fazer para melhorar ou mudar de vida.
Vejamos um exemplo em Tiago 3:13-18.
Idéia Textual: Sabedoria.
Idéia do Sermão: Relacionando-se sabiamente com os outros.
Interrogativa: Como relacionar-se sabiamente com os outros?
Idéia Central: O cristão pode relacionar-se sabiamente uns com os outros seguindo os passos da sabedoria.
I - Se eu sou sábio-  não  comprometo  minha integridade. v 17.
II - Se eu sou sábio - sou pacificador, não vou provocar sua ira. v 17.
III - Se eu sou sábio - não serei indulgente, não vou minimizar seus sentimentos. v 17.
IV - Se eu sou sábio- eu não vou criticar suas sugestões. v 17.
V - Se eu sou sábio - eu não darei ênfase ao seus erros. v 17.
VI - Se eu sou sábio  eu não  vou   encobrir   minhas fraquezas. v 17.
VIl - Seu eu sou sábio - em Jesus encontro toda fonte de sabedoria. Col.2:3

Outro exemplo:
Texto: Mt 4 :1.1 1.
Idéia Textual: Tentação.
Idéia do Sermão: A tentação para pecar  é nossa sorte comum.
Sentença: A tentação, que se resiste vitoriosamente, pode ser um meio para bênção espiritual.
Tese: Pode-se resistir vitoriosamente à tentação.
Interrogativa : Como pode-se resistir a tentação?
Transição: À semelhança de Cristo, devemos preencher certas condições. (palavra chave: “Condições”)
I - Temos que conhecer a Palavra de Deus. (“Está Escrito”)
II - Temos que crer na Palavra de Deus. ( “Está Escrito”)
III - Temos de obedecer a Palavra de Deus. ( “Está Escrito”)
Conclusão: Se nós, como Crísto no deserto, conhecermos.., crermos... obedecermos..., também nos erguremos em triunfo.

V - Qual a maneira mais pessoal de apresenta-lo?
As idéias precisam ser pessoais para que se tornem em ação. É muito importante sabermos como transmiti uma mensagem na qual estamos comprometidos com nossos ouvintes.

Temos três classes de pregadores:
1. Pregadores que manipulam por meio de monólogo.
2. Pregadores que transmitem informações.
3. Pregadores que comunicam relacionamento.

Como pregadores precisamos ser Bíblias vivas. Nossa voz deve ser a voz de Deus comunicando o relacionamento que Deus deseja ter com o pecador, Somos portadores de Boas Novas de salvação, e as pessoas esperam ver qual o caminho pelo qual se salvar. Ao transmitirmos a mensagem de Deus, não podemos deixar dúvidas na mente de nossos ouvintes, pois aquela pode ser a última vez que alguém poderá estar ouvindo a advertência divina. Não basta gostar de pregar, precisamos amar os ouvintes.

CAPÍTULO IV

1. Junte dados. A fonte de pesquisa é a Bíblia. Mas é necessário uma Bíblia com referências e notas marginais. Ter uma boa concordância, Dicionário da Bíblia, Atlas bíblico e Comentário. Anote tudo o que encontrar sobre o assunto que está sendo pesquisado.
2. Faça uma breve, mas inteligente análise do texto. Isto dará segurança ao pregador ao transmitir sua mensagem.
3.Faça um  esboço procurando responder  as seguintes perguntas:
Que lições estão contidas no texto? Qual a palavra chave? Sobre o que o autor está falando? Qual era o contexto histórico? Em que este sermão ajudará meus membros?
4. Ore pedindo ao Espírito Santo iluminação para entender a passagem escolhida e que a mensagem possa ser transmitida de tal forma, que as necessidades dos ouvintes sejam atendidas.
“Um sermão sem propósito e progressão reconhecível pode levar à confusão, e não à convicção e decisão”. Charles W. Koller, Pregação Expositiva Sem Anotações, pág.71.
Um sermão para que possa ser entendido deve ter bem definido os seguintes passos:
1. Título ou Tema.
a) Este Título ou Tema deve ser breve. A brevidade tem a capacidade de prender a atenção.
b) Deve ser atraente. O título de um livro quando é sugestivo, atrai o leitor levando-o a comprá-lo e se interessar de lê-lo.
c) Deve estar em harmonia com todo o sermão.
d) Deve ser reverente e sacro.
e)   Deve estar relacionado com as necessidades da congregação.

2. A introdução.
a) Deve preparar a congregação para ouvir a Palavra do Senhor e deixar claro a importância desta mensagem. Se quiser-mos atenção durante todo o sermão, precisamos criar interesse já na introdução.
b) Deve se deixar claro a idéia central do sermão. Qual o objetivo do sermão?
3. O Pontos Principais ou Corpo do Sermão (em algarismos romanos).
a) Deve ser em forma de uma sentença.
b) Deve ser tirado da idéia central do sermão.
c) Deve ter uma seqüência lógica.
d) Deve ter um crescimento de idéias para chegar a um final glorioso.
e) Deve ter como base e ser fortalecidos pela Palavra de Deus.
4. Subdvisões. (em algarismos arábicos).
5. Ilustrações.
As ilustrações são consideradas as janelas do sermão. Mas cuidado para que seus ouvintes não saiam por estas janelas e não voltem mais. Cuidados que devemos ter com as ilustrações:
a) As ilustrações devem estar de acordo com o assunto do sermão.
b) Devem ser verídicas.
c) Que sejam razoáveis.
d) De bom gosto.
6. Conclusão.
A conclusão deve responder a pergunta da congregação: Que faremos? Esta pergunta deve ser provocada pelo sermão. Os nossos ouvintes precisam saber como mudar de vida. E agora perguntam: Sim, mas como? Que faremos para colocar estes conceitos bíblicos em prática?
A conclusão deve refletir a nossa proposta para o sermão. Devemos levar a mente de nossos ouvintes para o objetivo, o alvo proposto durante o sermão. A conclusão precisa levar as pessoas a um compromisso de mudança de atitude, de comportamento, de vida.
Estes esboços são apenas esqueletos que precisarão ser completados, enxertados com conteúdo e isto deixaremos que cada um faça conforme sua criatividade e entendimento do texto.

Esboço I
Texto: I Cr. 10:13
Idéia do Sermão: Deus é Fiel Quando Você é Tentado
Pergunta: Como Deus é fiel quando você é tentado?
Divisões:
I - Deus é fiel tomando a tentação previsível.
II - Deus é fiel em manter a tentação dentro de limites.
III - Deus é fiel em  prover uma  maneira para sairmos da tentação.

Esboço II
Texto: Lc 1 8:1.8
Idéia do Sermão: O Poder da Oração
Divisões:
I . A oração poderosa é perseverante (v 3-5)
II - A oração poderosa é pública (v 3-6)
III A oração poderosa é oportuna (v 3)
IV - A oração poderosa é comovente (v 3-7)
V - A oração poderosa é persistente (v 5.8)

Esboço III
Texto: I Jo 4:1 1
Idéia do Sermão: A Verdade Sobre o Amor
Divisões:
I - Fonte do Amor
II - Manifestação do Amor
III - Reprodução do Amor
VI - Aperfeiçoamento do Amor

Esboço IV
Texto: 1Co 13
Idéia do Sermão: A Excelência do Amor
Divisões:
I - O Amor Toma os Dons da Vida Úteis
II - O Amor Toma as Relações da Vida Bela
III - O Amor Toma as Contribuições da Vida Eterna

Esboço V
Texto: Col 1 :9-13
Idéia do Sermão: Crescimento na Graça
Divisões:
I - Conhecendo a Vontade de Deus
II - Na Obediência aos Seus Mandamentos
lll - Alegria de Sua Presença
lV - Submissão a Sua Dispensação
V - Gratidão por Suas Misericórdias

Como pregadores, somos os porta-vozes de Deus diante dos homens. E como tais, devemos ter a preocupação de representar a Voz Original, ou seja, a Voz de Deus. Devemos pregar apenas aquilo que o Senhor disse. Nossa pregação não pode possuir aquilo que o Senhor não disse.
Fomos chamados como pregadores, para ajudarmos as pessoas a mudarem de vida. Era isto que Jesus procurava fazer. Via em cada pessoa um potencial, alguém que poderia ser uma bênção. As palavras de Jesus davam alento às pessoas, mostrando-lhes que Deus as amava.
Ao nos preocuparmos em preparar e pregar sermões capazes de transformar vidas, passaremos a amar as pessoas e nos identificar com seus problemas. Este tipo de mensagem só pode sair de uma mente em comunhão constante com Deus e Sua Palavra. Se quesermos ajudar as pessoas a mudarem de vida, primeiro teremos que ir à Fonte das soluções dos problemas da vida - Jesus Cristo. A Sua Palavra é vida. Nela encontramos o lenitivo para as almas que clamam por um Deus real e que atende suas necessidades.
Que sejamos homens de oração em busca de poder, homens da Palavra, para podermos representar bem a Deus e seu caráter diante de nossos ouvintes.



os anônimos de Deus

Personagens Anônimos da Bíblia O autor nos leva a ver em fatos marcantes, em episódios fartamente comentado, mas ele nos faz ver algo passa desapercebidamente diante de nossos olhos, este o fator de destaque nesta obra; o personagem anônimo. O livro nos cativa, pois ele realça alguém que parece oculto em acontecimentos que todos nós já estamos cansados de ler e ouvir. Extraem-se ótimas lições, ricas em orientações motivacionais, subsídios para o crescimento espiritual e lança luzes em meio a escuridão para o amadurecimento da fé. Os personagens são extraídos de sete acontecimentos relatados em histórias bíblicas, sendo três do velho testamento e quatro do novo testamento. Do velho testamento os personagens são os seguintes: 1- A menina israelita que serviu na casa do grande general Sírio Naamã (II Reis 5:1-6). 2- . As mulheres que doaram seus espelhos . quando da confecção da pia de cobre do Tabernaculo em pleno deserto (Êxodo 30:17-21). 3-. Os quatro leprosos no episódio do terrível sitiamento da cidade de Samaria (II Reis7:3-11). Já do novo testamento os personagens são os seguintes: 1- Os quatro amigos do paralítico que Jesus curou dentro de uma casa em Cafarnaum (Marcos 2:1-12) 2- O carcereiro no episódio de Paulo e Silas em Filipos na Macedônia (Atos 16:23-24) 3- O centurião de Cafarnaum que procurou Jesus para curar um servo seu que estava enfermo (Lucas 7:2-10). 4- O moço que doou os cinco pães e dois peixinhos para Jesus realizar o milagre que alimentou mais de cinco mil pessoas (João 6:1-15). Em todos estes episódios os personagens destacados têm algo em comum: Não é dada ênfase a sua descendência, não está registrado de que tribo eram, eram de diferentes profissões, nada se diz sobre suas posição social, nem sobreo grau de instrução. Mas o que está escrito a respeito deles e que merece destaque é, que estavam na hora e no local exato para se tornarem agentes de milagres. A maioria contrariou as circunstâncias, tiveram que extrapolar limites, mostraram muita ousadia e intrepidez; pois só agindo desta maneira é que conseguiram sair do anonimato para se tornarem Personagens Anônimos da Bíblia.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

a videira verdeira

A Videira Verdadeira “A relação entre Cristo e os cristãos” Disse Jesus aos seus discípulos: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor” (João 15.1). O Mestre utilizava figuras relacionadas ao cotidiano para falar de fatos espirituais. Aquela alegoria faz parte do discurso de encerramento do ministério terreno de Cristo. Grande parte da sua obra pessoal na terra já estava concluída. Era chegada a hora de passar mais responsabilidades aos discípulos. Dentro de poucos dias, Cristo subiria ao céu. Portanto, caberia aos seus seguidores a tarefa de frutificar, dando continuidade ao que ele mesmo vinha fazendo. A videira frutifica através de seus ramos. Hoje, Cristo age na terra por meio da sua igreja. Cristo é “a” videira e não “uma” videira. Ele é a única opção para quem quiser vida espiritual. Quem não estiver em Cristo, secará e será lançado ao fogo (João 15.6). A figura da videira nos traz uma série de lições: Fica evidente a unidade entre Cristo e seus discípulos. Se alguém nos fere, ele também sente. A relação entre Cristo e os discípulos acompanha o modelo da relação existente entre Cristo e o Pai (15.9,10,15). O discípulo é dependente de Cristo. Os ramos dependem da árvore para terem vida, sustento, crescimento, produção de folhas, flores e frutos. Tudo isso é possível por causa da seiva que percorre o interior da planta a partir das raízes. Nenhum cristão pode se julgar independente de Jesus ou dos irmãos. Um ramo depende também do outro. A comunhão é fundamental. Desligamento e isolamento trazem a morte. Se todos os ramos forem cortados, o tronco sobrevive e lança renovos. Entretanto, nenhum ramo sobrevive sem a árvore. Não podemos abandonar o evangelho e afastar da igreja. Não podemos viver sem Cristo. Os ramos tem a natureza na árvore. Se estamos ligados a Jesus, temos a sua natureza em nós (IIPd.1.4). Na medida em que a natureza de Adão vai sendo superada, passamos a nos parecer cada vez mais com Jesus. Permanência No texto de João 15, Jesus enfatiza o estar e o permanecer (15.4, 5, 6, 7, 9, 10, 11, 16). Não basta estar ligado a Cristo por algum tempo. Nosso compromisso não deve ser provisório ou ocasional mas contínuo e irrevogável. A perseverança é imprescindível para que possamos produzir fruto, pois este depende de tempo, o período necessário para o crescimento e maturidade do ramo. Nenhuma árvore produz imediatamente. Queremos tanto de Deus. Desejamos tantos resultados da nossa fé e das nossas orações. Entretanto, é preciso permanecer ligado a Cristo para que tudo o que Deus tem para nós possa acontecer na ocasião oportuna (15.7,16). Nessa relação entre o discípulo e Cristo, a Palavra de Deus tem papel fundamental. Observe o destaque dos termos “mandamento” e “palavra” (15.3, 7, 10,12, 20, 25). É através dela que o ramo é limpo. Quem despreza as Sagradas Escrituras acaba cultivando pragas pecaminosas em sua vida. Essa mesma Palavra deve permanecer no coração do discípulo, sendo sempre guardada (15.10), lembrada (15.20), obedecida (15.14) e anunciada (15.20, 27), para que o fruto seja produzido (15.3, 7). Se alguém quiser estar em Cristo sem a palavra, não frutificará, e será cortado e lançado ao fogo. O corte é uma possibilidade concreta que deve ser considerada com temor (João 15.2; Rm.11.20-22). Jesus disse que o Pai limpa os ramos produtivos para que produzam mais. Nota-se a necessidade de limpeza na vida do cristão (15.2, 3), tratando com seus erros, imperfeições e pecados. A limpeza se dá por meio da poda, que consiste num processo de retirada de tudo aquilo que está desviando a seiva, a energia, a vitalidade da planta, sejam folhas secas, amareladas, murchas, frutos mirrados ou podres. A poda implica em perda, renúncia, para que o fruto novo e sadio possa surgir sem impedimento. Algumas coisas, atividades ou compromissos, ainda que não sejam pecaminosos, podem gastar todo o nosso tempo e energia, de modo que não consigamos nos dedicar a Deus. Isto precisa ser podado. Embora possua beleza, a videira não é planta ornamental. Além disso, sua madeira não serve para construir casas ou fabricar móveis. Portanto, sua utilidade está em produzir frutos. O cristão só será útil para Deus e para a humanidade se produzir fruto. Não estamos neste mundo como enfeite. Aquele que não produz ocupa inutilmente a terra (Lc.13.7). Aquele que faz o mal, além de inútil, é prejudicial. Qual é o significado do fruto citado por Jesus? O fruto do cristão não pode consistir apenas da renúncia ao pecado. Isto é o mínimo que o evangelho pode realizar em nós. Frutificar significa produzir algo positivo. Jesus marcou a história não apenas pelo fato de ter evitado o pecado, mas pela demonstração do amor do Pai pela humanidade através das suas obras. A produção da videira é sempre plural. O ramo não produz uma uva, mas um cacho ou mais. Da mesma forma, o cristão não pode produzir apenas um traço do caráter de Cristo. Não seria suficiente. O fruto da videira representa tudo o que Jesus espera de nós. O que ele queria dos discípulos? De acordo com o texto, o Mestre esperava que eles guardassem os mandamento, fossem obedientes, se amassem, e permanecessem assim até o fim. Em outras palavras, Jesus queria que seus seguidores tivessem um tipo de vida semelhante à dele, pois este é o propósito do discipulado: que o discípulo seja semelhante ao Mestre, começando por virtudes morais e espirituais. Em segundo lugar, o fruto pode também incluir o resultado do trabalho ministerial. Observe-se a presença do “ide” relacionado ao fruto em João 15.16, bem como o testemunho dos discípulos em 15.27. Na seqüência das palavras de Jesus, ele enfatiza o amor, que é o primeiro aspecto do fruto do Espírito, sendo a causa de todos os outros (Gál.5.22). Cristo deixou bem clara sua intenção e seu maior desejo em relação aos discípulos: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo.15.12). Se não houver amor entre os irmãos na igreja, como amaremos os que estão lá fora? O amor não deve ser considerado apenas um sentimento, mas uma atitude, resultado de uma decisão, com efeitos práticos. Jesus disse que o maior amor faz com que se dê a vida pelo amado (15.13). Ele mesmo daria a sua vida dentro de algumas horas. Os discípulos também precisavam ter tal disposição, pois quase todos eles dariam suas vidas pelo evangelho alguns anos mais tarde. Amar é dar a vida, ainda que não seja preciso morrer. O fruto pode ser compreendido como a manifestação do caráter de Cristo em nós, vivendo como ele viveu. Essa relação de semelhança está contida no texto através das expressões: “meus discípulos” (15.8) e “do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor” (15.10) e “assim como eu vos amei” (15.12); “se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa” (15.20). Frutificar é agir como Jesus agiu, ainda que possamos sofrer por isso. Os frutos pertencem ao agricultor, que é Deus, e serão úteis para muitas pessoas. O fruto não é para o ramo. É para os outros. O propósito de Jesus é que produzamos algo para o benefício do próximo e não apenas para nós mesmos. Frutificar é dar, e não receber. O egoísmo não faz parte da natureza da videira verdadeira. O mais importante na vida de um homem não é o que ele fez por si mesmo, mas o que realizou pelos outros. É fácil contatar isso ao lembrarmos de personagens importantes da história geral. Aqueles que só fizeram por si mesmos foram totalmente esquecidos. Deus espera uma produção abundante. Jesus fala em “fruto” (15.2), “mais fruto” (15.2) e “muito fruto” (15.5, 8). Não podemos ficar satisfeitos com o que já fizemos para Deus. Ele espera mais. Prova disso é o fato de ainda estarmos neste mundo. Temos o potencial de Cristo em nós para produzir mais. Não podemos parar. Deus quer quantidade e qualidade: “Muito fruto” (15.8) e “fruto que permanece” (15.16). "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor" (ICo.15.58). O agricultor é o dono da videira. Ele é o Senhor. Aqueles que trabalham na igreja nunca devem se esquecer de quem é o proprietário, pois a ele hão de prestar contas. O Pai cuida da sua vinha, protege, rega, supre as necessidades, elimina as pragas, limpa, poda. Seu investimento é grande, mas um dia ele virá procurar o resultado. O agricultor espera o fruto da sua vinha (Tg.5.7). Deus tem expectativas a nosso respeito. Será que colocamos as nossas expectativas em primeiro lugar? Talvez tenhamos uma lista do que queremos do Senhor, mas já procuramos conhecer e cumprir a sua vontade para nós? O texto mostra que a comunicação e o vínculo entre os discípulos e o Pai passam pelo Filho. Ele é o mediador (15.9, 10, 15, 16, 26). Jesus estava ali representando o Pai. Ele mostra que do Pai vem o amor (15.9), os mandamentos (15.10), o ensinamento (15.15), a resposta das orações (15.16) e o dom do Espírito Santo (15.26). Entretanto, atingindo aos discípulos e também a Cristo, chega ao Pai o ódio do mundo em forma de perseguição (15.18-24). Portanto, o capítulo 15 de João fala sobre as relações existentes entre o Pai, o Filho, os discípulos e o mundo. O amor flui de cima para baixo, mas o contrário nem sempre acontece. O pai ama o Filho (15.9), que ama os discípulos, que devem se amar (15.12, 17) e levar este amor a todas as pessoas do mundo. Entretanto, o mundo os odeia e persegue, pois odiou o Filho e também ao Pai (15.23). Jesus deixou bem claro que a vida dos discípulos não seria um paraíso na terra. A vida cristã provoca o ódio e a perseguição (João 16.1-3). Se vivermos como Cristo viveu, o mundo nos tratará como tratou a Cristo e como trataria o Pai se pudesse vê-lo. Se os discípulos frutificassem, Jesus ficaria alegre com eles (15.11). E se ele estivesse alegre, eles também se alegrariam porque tudo o que acontece à videira alcança seus ramos. Os cristãos experimentam a alegria de Cristo, apesar das circunstâncias e das perseguições. O maior propósito da videira, dos ramos e dos frutos é a glória de Deus (15.8). O evangelho e a vida cristã não devem ser usados para a glória humana. “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos” (João 15.8).

A COLHEITA

Texto Chave: Gálatas 6.6-10 - "Mas aquele que está sendo instruído na palavra faça participante de todas as coisas boas aquele que o instrui. Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé". Introdução: O Reino de Deus é Reino de legalidades, regido por princípios e limites. Há muitas leis que regem o universo físico (leis físicas, químicas, biológicas, etc.), Mas também há o que podemos chamar de leis espirituais. Conhecer sobre a lei da semeadura é fundamental para quem tem o desejo e o sonho de plantar muito e colher muito. O Supremo Agricultor estabeleceu princípios para que sejamos prósperos na vida espiritual, emocional, familiar, e também pessoal. A Lei da Semeadura pressupõe a plantação da semente 1 - a - É necessário que haja a intenção de semear. Em 2 Coríntios 9.6, Paulo diz: "Aquele que semeia". Em Mateus 13.13, lemos: "Eis que o semeador saiu a semear...". b - É necessário perder a semente para recebê-la de volta muitas vezes mais. c - Aquilo que não foi plantado é perdido - Disse Jesus:" Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer produz muito fruto" (João 12.24). d - A plantação da semente deve ser sistemática: "Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabe qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas" (Eclesiastes 11.6). e - Uma cautela: mesmo plantando a boa semente, muitas vezes, a má semente plantada por outros irá ter a mesma aparência daquela boa semente plantada. Mas a colheita irá revelar os resultados (a parábola do joio e do trigo). 2 - A Lei da Semeadura pressupõe a plantação de uma boa semente a - Nós temos o poder de plantar aquilo que queremos b - Existe uma grande variedade de sementes: Ruins: Ira, inveja, maledicência, ódio, porfia, contendas, ciúmes, intrigas... Conseqüência: Semear na carne: - "Conforme tenho visto, os que lavram iniqüidade e semeiam o mal segam o mesmo" (Jó 4.8). - "O que semeia injustiça segará males..." (Pv 22.8). - "Porque semeiam ventos e segarão tormentas..." (Oséias 8.7). Boas: bondade, mansidão, misericórdia, amor, compaixão... Conseqüência: Semear no espírito - "Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes" (Salmo 126.6). - "Os justos..., na velhice darão ainda muitos frutos, serão cheio de seivas e verdor" (Salmo 92.14) 3 - A Lei da Semeadura aponta para o óbvio a - Quem semeia pouco - colhe pouco b - Quem semeia muito - colhe muito c - É o contrário da poupança: Na poupança, "quanto mais guarda mais tem'. Na semeadura, "quanto mais semeia, mais colhe'. d - Nesta vida, tudo o que fazemos é considerado uma semeadura. Qualquer ato que fizermos aqui, é uma verdadeira plantação. Seja para o bem ou para o mal, um dia colheremos o que plantamos. e - A Lei da Semeadura é infalível. Nunca se colhe apenas o que se plantou. Planta-se um grão de milho, colhe-se uma espiga com centenas de grãos ou mais. Planta-se uma mudinha de abacate, colhe-se fruto por muitos anos. Há um ditado popular que diz: "quem planta vento, colhe tempestade". Portanto, ninguém colhe apenas o que plantou, mas, muitas vezes mais. Conclusão: Necessita-se somente de um momento para ser amável, porém, o resultado pode durar para sempre. Nós fomos chamados para dar frutos. Os frutos surgem com a plantação da boa semente - "Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes" (Sl 126.5,6). Hoje, nós podemos decidir o que vamos colher, ainda nesta vida, e principalmente na vida futura. Ousemos decidir em favor da boa semente. Introdução: JEFTÉ O VENCEDOR. Todas as vezes que um presidente de uma nação visita outro país, é da cerimônia protocolar levar flores ao Túmulo do Soldado Desconhecido. Por que honrar um desconhecido? Porque boa parte da batalha foi travada por homens que nunca saberemos o nome, mas que foram imprescindíveis na guerra. SOMOS UM SOLDADO SEM NOME. Lutamos diariamente contra nós mesmos, medos, traumas, marcas que as feridas da vida deixaram em nós, imprecações malditas de um destino maldito assombram a nossa porta. Hoje gostaríamos de extrair algumas lições da história de um homem chamado Jefté, eu quero provar para você que o destino de sua origem ou de seu meio não precisa ser terminal na sua existência. Esta é a história de um menino judeu que nasceu “na zona” e terminou “na corte”! Nasceu e viveu sem dignidade, mas acabou a vida como JUIZ DO SEU POVO, o mais alto cargo daquela época! Vejamos sua trajetória e suas lições! Elucidação da História de Jefté: 1. Jefté era um homem que carregava consigo uma marca que não queria cicatrizar, pelo menos aos olhos do mundo ao seu redor: ERA FILHO DA PROSTITUTA! 2. Era um guerreiro corajoso, mas ERA FILHO DA PROSTITUTA. Currículo pesado para quem quisesse ser grande na vida! 3. Seus irmãos o rejeitaram e o expulsaram de casa por que ERA FILHO DA PROSTITUTA 4. Foi obrigado a viver entre marginais, pois só ali havia lugar para um rejeitado filho da prostituta; filho do pecado, filho da iniqüidade, do preconceito, do desamor, da crueldade humana que vende e compra o corpo humano como um objeto. 5. Mas um dia o sol da justiça raiou na vida de Jefté. Os terríveis amonitas fizeram guerra contra Israel e assim como nos tempo de Davi e Golias, não havia quem liderasse o povo judeu. Jefté aceitou a oferta desde que fosse feito Juiz de Israel após a vitória. Deus lhe deu a vitória e Jefté venceu o estigma do destino. 6. O Novo Testamento lhe coloca na galeria dos heróis da fé! OS QUATRO ERROS DO SEU JULGAMENTO: 1. Foi julgado pela sorte de sua origem e não pelo seu caráter. 1.1 – Era filho de uma prostituta, mas era incapaz de ser insincero, vivia no meio de homens levianos, mas não se deixou influenciar. É um desafio a psicologia comportamentalista (behaviorismo)... 1.2 – Quantos filhos de papais matam e roubam e a sociedade cala a boca, porque ele é filho de fulano, mas Jefté era filho da Prostituta, qualquer erro seu seria hiper dimensionado como destino certo. 2. Foi julgado com desprezo por ter uma desvantagem na arena da vida 2.1 – Como ele muitos de nós nascemos com desvantagens, negros, cegos, coxos, nordestino, matuto, brasileiro, pobre, filho de pobres iletrados, filho de ladrões, prostitutas, mas Jefté foi abandonado pelos próprios irmãos por parte de pai... 2.2 – Hoje em dia o dinheiro nos divide. A sociedade tem a tendência de excluir aqueles que de uma forma ou de outra não se incluem, não se conectam conosco, não nos interessam. É como em um avião. Primeira classe tem tudo até banheiro demais. 2.3 – Inteligência Artificial de Steven Spielberg é uma crítica a esta desumanização. Quando os robôs são considerados obsoletos, são jogados fora, assim como acontece conosco hoje! 3. Foi Julgado Prematuramente 3.1 – Expulsaram o futuro Líder do seu povo... O mesmo se você olhasse para o Lula há 30 anos atrás e dissesse “este rapaz vai terminar numa favela traficando crack...” 3.2 – Einstein foi reprovado em Física um dia e seu professor disse “esse menino é burro demais pra física...” 3.3 – Não diga aos 17 o que vai acontecer aos quarenta... 4. Foi julgado como se Deus o tivesse esquecido 4.1 – Deus tem preferências – Lia diante de Raquel...Davi em meio aos seus irmãos fortes e bonitos 4.2 – A preferência de Deus é pelos rejeitados....Deus pega o barro jogado fora e transforma no futuro rei do sue povo.... 4.3 – Por isso Jesus disse, Alegrai-vos quando vos rejeitarem e perseguirem e disserem todo mal contra vós... TRÊS CONSELHOS BÁSICOS AOS JEFTÉS DA VIDA 1. NÃO SE DEIXE ARRASAR PELAS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA PELAS QUAIS VOCÊ NÃO É O RESPONSÁVELA a. Se eu não pedi isto para minha vida eu não devo me arrasar por isto. Jefté não se limitou por seu filho de uma prostituta. Vamos construir um templo, pode achar que é pretensão de paraibano metido... b. Francis Bacon, poeta e filósofo inglês, “Não se pode negar que elementos externos influenciam nossas vidas. São favores, oportunidades, mortes, ocasiões apropriadas; mas o molde básico do destino de cada um está em suas próprias mãos” c. Não permita que as circunstâncias sejam determinantes para seu futuro. A vida não pode lhe derrotar se você chamar Deus para sua frente e lutar com ânimo...”eu venci o mundo...” d. A maioria das pessoas está presa a sua sorte...sou feio, sou baixinho, nariz muito grande, filho de um pai alcoólatra, mãe prostitua. Seu papel é mostrar que as forças do destino cruel não prevalecem na sua história. e. O Que Deus honra ninguém desonra...não seja um Jefté de braços cruzados f. Winston Churchill – O mando de campo é nosso e chegamos nas finais – agora é nós e eles somente! Avante! 04 anos depois Hitler se suicidava. 2. NÃO DESPREZE O TEMPO DE EXÍLIO a. Jefté usa o tempo entre os marginais para aprender a lutar com eles. O que você tem aprendido no exílio da vida, quando pessoas lhe menosprezam? 3. QUANDO DEUS ABRIR A PORTA QUEIRA O MELHOR Jefté bradou, Quero ser Líder, quero ser cabeça. E você? Mercador de pérolas vendeu tudo por uma pérola de maior valor. Read more: http://www.mefibosete.com/2011/07/jefte-um-homem-valoroso-esbocos-e.html#ixzz2U9dqfDVn

CRISTO VENCEDOR

CRISTO: O VENCEDOR Cristo: O Vencedor Leitura: Ap 5.1-5 Texto: Ap 5.5, !E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos?. A palavra !Vencer? no grego: # 3528, nikaw nik-ah?-o; submetir c força (literal ou figurativamente):? conquistar, vencer, prevalecer, ter a vitória. Exemplos de vitória de Cristo, O Vencedor Limitações da Natureza • O que Ele criou não podia impedir Ele de vir como Salvador dos pecadores. • Porém Ele nasceu de uma virgem ! Mt 1.18-23; Gl 4.4. • Satanás e todos os seus exércitos de anjos caídos e ímpios, não podiam estorvar o Seu nascimento e desenvolvimento como homem normal. • Porém, Ele !cresceu em sabedoria e em estatura, e em graça para com todos os homens?, Lc 2.52 • A profecia rege que Satanás fere o calcanhar de Jesus, Gn 3.15 • Porém, isso não impediu Cristo de ser o Salvador que o pecador precisa: Gl 4.5, !Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos?. Cristo é Vencedor Incredulidade dos homens • O Homem pecador é preso pela sua natureza pecaminosa e não pode ser algo diferente do que um pecador que não entenda a Verdade espiritual (I Co 2.14; Jo 3.1-5). Se Deus não fizer uma mudança básica no coração do homem pecador, não pode crer, mesmo que o próprio Cristo estivesse presente, Mt 13.58. • Porém, a incredulidade do homem não triunfou sobre a obra de Cristo ! Mt 4.4; Jo 17.4; 19.30 Cristo é Vencedor Tentação de Satanás • Logo que Cristo foi batizado para começar o Seu ministério publico, Satanás O encontrou: Mt 4.1-11 • Todas as artimanhas que Satanás teve Ele empregou para derrubar Cristo. • As suas artimanhas eram: !a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida?, I Jo 2.16. • Porém Cristo não desistiu por medo. Cristo não acovardou-se. • Cristo teve a vitória sobre todo tipo de tentação que era possível ser lançado contra Ele por Satanás: Mt 4.1-11. • Cristo não somente venceu, mas aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo, Hb 2.14-18. Cristo é Vencedor A Lei • Todo homem é nascido com a Lei sobre ele: Gl 4.4 • Se quebrar a lei em um único ponto, está culpado de quebrar toda parte dela: Tg 2.10 • Jesus Cristo cumpriu toda parte da lei, ficou sem pecado: Mt 5.17, ?Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir?; Hb 4.15, !Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado?. Cristo é Vencedor da Lei • Cristo resgatou da maldição da lei todos que se arrependam e crêem nEle ! Gl 3.13, !Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro?. Cristo é O Salvador • Cristo mostrou-se Salvador vitorioso e apto para ajudar os Seus em tempo oportuno: Hb 4.16. Cristo é Vencedor Condenação do Pecado • Cristo nunca pecou mas tomou sobre Si o pecado de todo homem pecador que se arrependa e crê nEle. • A condenação do pecado é a morte: Ez 18.20; Rm 6.23 • Cristo tomou sobre Si o pecado e portanto ficou condenado à morte como qualquer maldito pecador: Gl 3.13 • Cristo venceu a condenação e alegrou o Seu Pai: Fp 2.5-8 • Cristo Venceu a condenação, e imputa as Suas justiças aos que venham a Ele: II Co 5.21 Cristo é Vencedor A Morte • Sendo homem e por tomar sobre Si o pecado Cristo submeteu-se à morte: Jo 19.30 • Mas a morte não podia o conter. Ele ressurgiu da morte: I Co 15.55-57 • Agora Deus O estabeleceu para ser o Juiz de todos: At 17.31 • Cristo dá Vida Eterna a todos que confiam nEle: Jo 3.16, 36 Cristo é Vencedor Cristo conseguiu o favor eterno com Deus: Ap 5.5; Fp 2.8-11; Ef 1.20-23 Nós podemos prevalecer com O Vencedor: Jo 3.16, 36; Rm 7.22-25; Fp 4.13 Você é vencido pelo pecado para a condenação? Olhe pela fé ao Vencedor! Olhe a Cristo, O Vencedor do começo até ao fim! Deseja ter a vitória sobre a tentação e viver vitorioso na sua obediência? Cristo é Vencedor! Cristo é O Exemplo supremo! Seja Feito conforme a Imagem dEle mais e mais pela graça de Deus

ARQUEOLOGIA BIBLICA

INSTITUTO TEOLÓGICO GAMALIEL CURSO BACHAREL EM TEOLOGIA. Aluno:José Robério Oliveira da silva Matéria: ARQUEOLOGIA BÍBLICA INTRODUÇÃO A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, archaios e logos, que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a eras anteriores. arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos. A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, tais como a química, a antropologia e a zoologia. Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como obeliscos, tempos egípcios e o Partenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido. FUNÇÕES DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos. A Arqueologia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas. Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de interpretar o   relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma localidade na Síria) e o Código Mosaico. Pode-se, todavia, confiantemente crer que respostas a tais problemas virá com o tempo. Até o presente não houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e conclusivamente que a Bíblia estivesse errada! POR QUE ANTIGAS CIDADES E CIVILIZAÇÕES DESAPARECERAM Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente observadas. As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era reconstruir na mesma localidade. Uma cidade podia ser amplamente destruída por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formavam-se, assim, pequenos morros ou taludes, chamados de tell, com muitas camadas superpostas de habitação. Às vezes, o suprimento de água se esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os ventos da política sopravam noutra direção -o que resultava no permanente abandono de um local. A ESCAVAÇÃO DE UM SÍTIO ARQUEOLÓGICO O arqueólogo bíblico pode ser dedicar à escavação de um sítio arqueológico por várias razões. Se o talude que ele for estudar reconhecidamente cobrir uma localidade bíblica, ele provavelmente procurará descobrir as camadas de ocupações relevantes à narrativa bíblica. Ele pode estar procurando uma cidade que se sabe ter existido, mas ainda não foi positivamente identificada. Talvez procure resolver dúvidas relacionadas à proposta identificação de um sítio arqueológico. Possivelmente estará procurando informações concernentes a personagens ou fatos da história bíblica que ajudarão a esclarecer a narrativa bíblica. Uma vez que o escavador tenha escolhido o local de sua busca, e tenha feito os acordos necessários (incluindo permissões governamentais, financiamento, equipamento e pessoal), ele estará pronto para começar a operação. Uma exploração cuidadosa da superfície é normalmente realizada em primeiro lugar, visando saber o que for possível através de pedaços de cerâmica ou outros artefatos nela encontrados, verificar se certa configuração de solo denota a presença dos resto de alguma edificação, ou descobrir algo da história daquele local. Faz-se, sem seguida, um mapa do contorno do talude e escolhe-se o setor (ou setores) a ser (em) escavado (s) durante uma sessão de escavações. Esses setores são geralmente divididos em subsetores de um metro quadrado para facilitar a rotulação das descobertas. A ARQUEOLOGIA E O TEXTO DA BÍBLIA Embora a maioria das pessoas pense em grandes monumentos e peças de museu e em grandes feitos de reis antigos quando se faz menção da arqueologia bíblica, cresce o conhecimento de que inscrições e manuscritos também têm uma importante contribuição ao estudo da Bíblia. Embora no passado a maior parte do trabalho arqueológico estivesse voltada para a história bíblica, hoje ela se volta crescentemente para o texto da Bíblia. O estudo intensivo de mais de 3.000 manuscritos do N.T. grego, datados do segundo século da era cristão em diante, tem demonstrado que o N.T. foi notavelmente bem preservado em sua transmissão desde o terceiro século até agora. Nem uma doutrina foi pervertida. Westcott e Hort concluíram que apenas uma palavra em cada mil do N.T. em grego possui uma dúvida quanto à sua genuinidade. Uma coisa é provar que o texto do N.T. foi notavelmente preservado a partir do segundo e terceiro séculos; coisa bem diferente é demonstrar que os evangelhos, por exemplo, não evoluíram até sua forma presente ao longo dos primeiros séculos da era cristã, ou que Cristo não foi gradativamente divinizado pela lenda cristã. Na virada do século XX uma nova ciência surgiu e ajudou a provar que nem os Evangelhos e nem a visão cristã de Cristo sofreram evoluções até chegarem à sua forma atual. B. P. Grenfell e A. S. Hunt realizaram escavações no distrito de Fayun, no Egito (1896-1906), e descobriram grandes quantidades de papiros, dando início à ciência da papirologia. Os papiros, escritos numa espécie de papel grosseiro feito com as fibras de juncos do Egito, incluíam uma grande variedade de tópicos apresentados em várias línguas. O número de fragmentos de manuscritos que contêm porções do N.T. chega hoje a 77 papiros. Esses fragmentos ajudam a confirmar o texto feral encontrado nos manuscritos maiores, feitos de pergaminho, datados do quarto século em diante, ajudando assim a forma uma ponte mais confiável entre os manuscritos mais recentes e os originais. O impacto da papirologia sobre os estudos bíblicos foi fenomenal. Muitos desses papiros datam dos primeiros três séculos da era cristã. Assim, é possível estabelecer o desenvolvimento da gramática nesse período, e, com base no argumento da gramática histórica, datar a composição dos livros do N.T. no primeiro século da era cristã. Na verdade, um fragmento do Evangelho de João encontrado no Egito pode ser paleograficamente datado de aproximadamente 125 AD! Descontado um certo tempo para o livro entrar em circulação, deve-se atribuir ao quarto Evangelho uma data próxima do fim do primeiro século -é exatamente isso que a tradição cristã conservadora tem atribuído a ele. Ninguém duvida que os outros três Evangelhos são um pouco anteriores ao de João. Se os livros do N.T. foram produzidos durante o primeiro século, foram escrito bem próximo dos eventos que registram e não houve tempo de ocorrer qualquer desenvolvimento evolutivo. Todavia, a contribuição dessa massa de papiros de todo tipo não pára aí. Eles demonstram que o grego do N.T. não era um tipo de linguagem inventada pelos seus autores, como se pensava antes. Ao contrário, era, de modo geral, a língua do povo dos primeiros séculos da era cristã. Menos de 50 palavras em todo o N.T. foram cunhadas pelos apóstolos. Além disso, os papiros demonstraram que a gramática do N.T. grego era de boa qualidade, se julgada pelos padrões gramaticais do primeiro século, não pelos do período clássico da língua grega. Além do mais, os papiros gregos não-bíblicos ajudaram a esclarecer o significado de palavras bíblicas cuja compreensão ainda era duvidosa, e lançaram nova luz sobre outras que já eram bem entendidas. Até recentemente, o manuscrito hebraico do A.T. de tamanho considerável mais antigo era datado aproximadamente do ano 900 da era cristã, e o A.T. completo era cerca de um século mais recente. Então, no outono de 1948, os mundos religioso e acadêmico foram sacudidos com o anúncio de que um antigo manuscrito de Isaías fora encontrado numa caverna próxima à extremidade noroeste do mar Morto. Desde então um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de couro e alguns de papiro forma ali recuperado. Embora a maior parte do material seja extra bíblico, cerva de cem manuscritos (em sua maioria parciais) contêm porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do A.T., exceto Éster, estão representados nas descobertas. Como se poderia esperar, fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no N.T. também são mais comuns em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, Isaías e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados e têm maior extensão são dois de Isaías, um de Salmos e um de Levítico. O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. Eles fizeram recuar em mais de mil anos a história do texto do A.T. (depois de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os primeiros séculos AC e AD). Eles oferecem abundante material crítico para pesquisa no A.T., comparável ao de que já dispunham há muito tempo os estudiosos do N.T. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto oferecem um referencial mais adequado para o N.T., demonstrando, por exemplo, que o Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. E ainda, ajudaram a confirma a exatidão do texto do A.T. A Septuaginta, comprovaram os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que comumente se pensa. Por fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na determinação do sentido de certas palavras hebraicas. PROVA No final do curso, após o estudo de todas as matérias, você fará uma prova ÚNICA de Conhecimentos Gerais. Página 7 de 7

A IMPECABILIDADE DE JESUS

A IMPECABILIDADE DE CRISTO Introdução: Por favor, peço-lhes a sua gentileza que abram as suas Bíblias, para o livro aos Hebreus, ao capítulo número quatro e versículo treze. Segurando esta referência em suas Bíblias, também abram à primeira Epistola de Pedro capítulo número um e versículo dezoito. Na epistola aos Hebreus capítulo quatro e versículo treze a Escritura diz, !E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar. Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado?. I Pedro 1.18 diz, !Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós?. Eu tenho dois textos co-adjuntos com estes essa manhã: Hebreus 4.15, !Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado?. E também I Pedro 1.19,20, !Mas com o sangue precioso de Cristo,? ! tratando da nossa redenção ! ?como de um cordeiro imaculado e incontaminado? - e eu quero que considerem esses dois versículos e mantê-los no seu pensamento. Como Pastor Smith falou ontem à noite, e como Pastor Laurêncio Justice o seguiu, eu pensei algo e até comentei isto ontem à noite a estes colegas na saída: !se vocês levassem as implicações necessárias e lógicas das suas mensagens à sua devida conclusão ! quero dizer que se levassem os pensamentos abordados às conclusões lógicas ! esta mensagem seria absolutamente desnecessária. Ninguém que segui essas verdades às suas conclusões poderia duvidar a impecabilidade de Cristo. Todavia, é um assunto que é precioso para nossa consideração. Eu sou convicto que você não faz cristãos pela pregação do Cristianismo; você faz cristãos por pregar Cristo. Cristãos amadurecem, mesmo que devemos ensiná-los os princípios de comportamento piedoso. Certamente vocês entendem isso. Mas o mistério de piedade não é piedade na nossa parte, mas é a piedade na Pessoa de Jesus Cristo e crescemos como Cristãos pela aprendizagem crescente de Cristo, como diz o tema desta conferência. E todas as outras coisas que deveríamos ser ensinados e que devemos ensinar não têm a mínima importância até refletindo a imagem do Cordeiro de Deus somos transformados na Sua imagem. Portanto doutrina é importante. Estes pontos não são argumentações inúteis ou sendo contenciosos em pontos doutrinários desnecessários; são verdades valiosas para nosso crescimento na imagem do nosso Senhor Jesus Cristo. Impecabilidade: O significado em inglês da palavra impecável é: ser limpo, completo, consumado, sem defeito (Nota do Tradutor: impecável em português: Não sujeito a pecar; imaculável. Dicionário Aurélio Eletrônico - Século XXI ver. 3.0, nov 1999). Você provavelmente já sabe que ninguém realmente pode construir uma doutrina sem entender o significativo das palavras usadas na Escritura. Mas, não pode corretamente construir uma doutrina apenas pelo significado de palavras. As palavras isoladas não significam nada ! e eu não importo se for em grego ou hebraica ou inglês ou qualquer outra ! as palavras não têm significado definitivo fora do contexto em que se encontram, ou seja, a construção gramatical das frases. Então, quando falamos sobre a impecabilidade de Cristo, tratamos além de somente a Sua caráter quando perguntamos: Ele foi completo? Ele era sem defeito? Mas estamos tratando da pergunta: Cristo poderia ter pecado? Sei que este pode parecer algo acadêmico. Mas a realidade do assunto enquanto tratamos disto, o ponto tratado é: a capacidade hipotética de Cristo. Não há muita gente que afirmariam que Cristo pecou. Contudo eu lembro de um homem que disse Cristo pecou o Seu primeiro pecado quando tinha doze anos na ocasião que Ele não seguiu Seus pais de Jerusalém. Mais estúpido disso impossível. Mas não existem muitos que afirmariam que Cristo realmente pecou ou mesmo que Ele quase pecou, mas hipoteticamente dizem que poderia, então a afirmação do meu assunto hoje é que era absolutamente, indubitavelmente impossível para Cristo a ter cometido pecado. Agora você sabe do que eu estou falando. Sabemos o alvo da mensagem. Argumentos para Pecabilidade Então, quais são as razões afirmadas por aqueles que afirmam pecabilidade? Os argumentos que eu tenho ouvido vieram de uma lógica humana e afirmam isto: não teria glória na Sua inocência. Em outras palavras, argumentam a Sua inocência. Mas isto não é impecabilidade. Isto não é o que diz a doutrina Bíblica da impecabilidade de Cristo. A doutrina vai além disso e afirma que Ele nem tinha a capacidade. E eles dizem, !Mas se Ele não tivesse a capacidade, não teria glória na Sua perfeição?. Isto quer dizer que Ele lutou contra todos os pecados contra quais nós lutamos, e Ele venceu tal guerra. Louvado seja Deus! Temos a salvação nEle porque Ele lutou e venceu. Basicamente, isto é o argumento. Eles afirmarão que Ele foi tentado em todos os pontos como somos tentados, e se eles experimentam tentações e, presta atenção aqui, eles reconheçam que ! segue o meu pensamento cuidadosamente e não pula na frente de mim ! a capacidade de ser tentado não só implica, mas prova que temos uma falha inata. E isto está correto. Não é completa a argumentação, mas é correta até aquele ponto. Então eles argumentam isto. Não só este, argumentariam que sem a capacidade a pecar, ou em outras palavras, se Ele não tivesse a capacidade para pecar, a tentação seria inexistente e Ele não poderia Se compadecer com as nossas fraquezas como a Bíblia indica que Ele compadece. Eles também afirmam que se Ele não tivesse a capacidade a pecar, Ele realmente não tinha uma natureza humana, porque junto com a natureza humana há a capacidade de pecar. Pr. Justice claramente, também Pr. Smith, os dois, introduziram este assunto ontem à noite quando trataram do primeiro Adão e o último Adão. A diferença, ou o pensamento tratado aí por Paulo é que não estamos tratando da natureza caída de Adão quando pregamos sobre Cristo tornando carne. Mas eles não entendem isso. Há dezenas mais destas argumentações e, quero ser gentil quando digo que existem alguns pregadores que estão alunos apurados da Bíblia que absolutamente afirmam a pecabilidade de Cristo. Eu creio que eles são absoluto e inteiramente errados. É a minha opinião que eles tenham tal posição é porque têm lido livros demais antes que consultaram as suas Bíblias; ou seja, escolheram um livro escrito por alguém influenciado pelos homens, como Pr. Justice mencionou ontem à noite, que realmente duvidem a divindade de Cristo mas são eruditos e tenham a capacidade boa para produzir um livro. Os outros absorvem aquele erro antes mesmo a entender o que a Bíblia ensina. Daqui para frente, lêem as suas Bíblias com uma mente preconceituosa. Eu não quero ser menos do que gentil, mas creio que essa avaliação é correta. Problemas com Pecabilidade Agora, vamos examinar rapidamente alguns problemas com a idéia hipotética de pecabilidade. Em outras palavras, eles dizem que Cristo hipoteticamente poderia ter cometido pecado. E alguém outro dirá, !Bem, porque estamos estudando assuntos hipotéticos?? Bem, em essência, este é um caso hipotético e creio que o seu estudo é válido porque em quase todos os casos, o argumento não é que Cristo pecou, mas que hipoteticamente poderia ter cometido pecado. Portanto isso torna hipotético em si mesmo. A Profecia Agora, deixa-me afirmar: qualquer pecado na parte de Jesus Cristo ! pense disto; é somente lógica, mas não há nada errada com lógica ! qualquer pecado na parte do Senhor Jesus Cristo violaria necessariamente centenas de profecias. Portanto a Escritura seria anulada e o Senhor afirmou que a Escritura não pode ser anulada, não pode ser anulada. Pensem das profecias que não seriam cumpridas se o Senhor Jesus Cristo teria cometido pecado. Eu estou tratando o problema com a hipótese que este povo apresentam. Não somente isto ! isto não é para confundi-lo, mas segue o meu raciocínio comigo ! se a ação foi possível, ou seja, qualquer ação de pecado, se fosse possível, necessariamente o evento ou a eventualidade dela seria possível. Presta atenção: neste caso, não seria consumada a obra da nossa salvação ! e está só consumada no Calvário ! mas ela seria indeterminada; a obra da salvação seria incerta. Está me seguindo? Se fosse possível para nosso Senhor ter cometido pecado, a certeza da salvação de todos os eleitos seria em dúvida e incerta até que Ele de fato tornou vitorioso das tentações que foram diante dEle. Em outras palavras, tal argumentação diria que a salvação não foi feita até a cruz, mas a própria salvação era incerta até a cruz. Não é a verdade? Qualquer outra conclusão é impossível, na minha opinião. Os Tipos do Velho Testamento Não somente isto, tratando do Velho Testamento ! ou seja, por exemplo: milhares de ovelhas imaculadas foram imoladas. Qual diferença seria se fossem imaculadas ou não? Uma ovelha morta é simplesmente uma ovelha morta! O que? Com certeza, não! O Senhor deu instruções exatas que este tinha que de ser um cordeiro do primeiro ano, um macho sem mancha e sem mácula. Por que? Foi por causa de ser o único tipo de cordeiro que poderia tirar os pecados dos filhos de Israel? Nenhum cordeiro tirou seus pecados. Não é possível que o sangue de touros e bodes tirassem pecados! Por que tinham que ser imaculados? Porque foram um tipo, ou a figura, do Senhor Jesus Cristo. Se tivesse pecado nEle, todos aqueles tipos, cada um sem exceção, teriam falhado. Isto é lógica hipotética. Eu entendo isso. Mas o assunto em pauta é hipotético em essência. O Que É Tentação? Creio eu que é importante que reservamos um tempinho para tratar dos usos da palavra ?tentado?. É necessário, pois tentação é muito importante neste assunto. (Hebreus 4.15) Este grande sumo sacerdote que compadece-Se da nossas fraquezas foi tentado em tudo como nós. E eu penso que justamente aqui é o problema, não em definir a palavra corretamente, mas em nosso entendimento do próprio assunto de tentação. O que é tentação? Tem sido sugerido por alguns que a palavra aqui traduzida ?tentado? devia ser traduzida !provado?. Não fará diferença nenhum se damos um novo nome ao veneno. Chamando o veneno de canja será a mesma. Trocando ?tentado? pela palavra !provado? não ajudaria pois a verdade é que !tentar? significa: provar a fé ou virtude ou caráter pela indução a pecar. Isto é o que estamos tratando. Tentação Objetiva Tentação é objetiva e subjetiva. Segue o meu raciocínio, por favor. Quero fazer isto tão simples como posso, ou seja, o Diabo sai para tentar os homens e ele apresenta diante deles atrativos para fazer o que é vil. Mas estes atrativos a fazer bem ou mal, quaisquer que sejam, tem nenhum efeito a não ser em relação aquele que está dentro daquele homem. Está pegando a idéia do que estou falando? A natureza do homem vai ser o fator determinante se algo é uma tentação ou não. Por exemplo, alguém se refere a um certo prato de comida e dirão, !Não é uma tentação?? Todavia, aquele mesmo prato não é uma tentação a todos. Eu gosto de espinafre; mas alguns não gostam de espinafre. Eu gosto muito de brócolis; meu irmão mais velho não gosta de brócolis. Mas eu gosto de brócolis; mas existe alguns que não são tentados pelo brócolis. Eu gosto de brócolis. Especialmente quando tem muito queijo derretido nele. Está percebendo o que eu quero dizer? Mas existem alguns que não são tentados pelo brócolis. Em outras palavras, a nossa natureza faz a diferença. Sabe, existem pessoas que Deus entregou a um sentimento perverso e estes são tentados pelos assuntos acerca da homossexualidade. Mas contrariamente, eu me revolto, e posso tornar-me violento até ferir alguém pela simples sugestão deste assunto. Quando era moço, de vinte anos de idade, um homem sentou-se ao meu lado num cinema e começou a me tocar. Eu conheci este homem e não tive idéia nenhuma que era dessa persuasão. Ele me seguiu até o cinema e sentou-se ao meu lado. Eu virei a ele e afirmei claramente: !Se você me tocar de novo, eu te mato." Este levantou-se e saiu, que era uma boa idéia. Entende? Nem todos reagem desta maneira. Entendam, eu tenho uma natureza pessoal que se revolta por tais coisas. Todavia, como posso ser tentado por uma mulher, nunca posso ser tentado por um homem. Tentação Subjetiva Agora o assunto da tentação não é somente objetivo, mas subjetivo. O Diabo ronda e procura objetivamente a tentar outros. Mas ele só pode incentivar ou somente pode sujeitá-los a si mesmo somente na medida que houver uma natureza que possa se submeter a tal provação. Está podendo seguir essa linha de lógica? O Senhor Jesus Cristo disse, !se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim?. Você pode afirmar o mesmo? Eu não posso. Amado, quando Satanás aparece, eu preciso orar! Isto porque ele pode achar todo tipo de fraqueza e falha comigo. Mas não no Senhor Jesus Cristo. Está vendo, quando a Bíblia afirma, !como nós, em tudo foi tentado? ela se refere a todas estes atrativos que Satanás apresenta diante nós, ele apresentou diante do Senhor Jesus Cristo. Mas! Existe uma natureza caída dentro de nós que não existe no Senhor Jesus Cristo. A Natureza Divina de Cristo E agora chego a meu último e, creio eu, o ponto mais importante. Penso eu que a grande lição necessário está no entendimento da natureza do Senhor Jesus Cristo. Agora, quase todos que querem afirmar a pecabilidade de Cristo dirão: !Com certeza, não cremos que Cristo pudesse ter pecado na Sua natureza divina. Mas na Sua natureza humana que poderia ter cometido pecado." Este é o cerne do seu argumento. A encarnação não incluía o esvaziamento da Sua divindade imutável. Eu quero dizer disso de novo: A encarnação de Jesus Cristo em nenhuma forma, negava a Sua divindade imutável. Temos que de ser cuidadosos em nosso estudo, que sejam assuntos soteriológicos, proféticos, qualquer que sejam, temos que de ser cuidadosos a relacioná-los à pessoa de Deus. Deus é Imutável Por exemplo, a os que fiquem dizendo: !Deus olhou no futuro e viu quem seria salvo." Por favor, amado, acorde! Deus não olha no futuro. Ele é onipresente. Ele está em todo lugar em todo o tempo. Ele também não aprenda nada pela observação como ?viu quem seria salvo? e baseado nisso fez uma decisão. Se estes amados gastaram tempo com Deus entenderiam melhor. E quando tratamos da divindade de Cristo, ou quando tratamos a natureza de Deus, devemos entender que um dos grandes atributos de Deus é imutabilidade! Ele não só não muda, como não pode mudar, pois Ele deve mudar para o melhor, que implicaria que Ele era imperfeito antes da mudança; ou Ele deve mudar para o pior, que implicaria que Ele tornou inferior à posição prévia. Ele tem que ser imutável pela Sua natureza divina. A União das Naturezas de Cristo Agora, se isto for verdadeiro, quando Ele se encarnou, é completamente impossível para nós criarmos hipóteses que dizem que Ele poderia ter deixado ao lado qualquer atributo da Sua divindade. Somente se for possível para Jeová morrer ! e isto não é uma hipérbole ? somente na mesma medida que é possível o Jeová morrer, pode mudar a Sua divindade. Agora, alguém vai argumentar: !Mas este não importa, pois não estamos tratando a Sua pessoa como Deus, mas estamos tratando a Sua pessoa como homem." Vou tratar disso daqui um pouco. Com certeza, eu não sou um perito de qualquer forma quando tratamos esta união misteriosa (a união da natureza humana com a natureza divina) de Cristo. Às vezes brincamos entre nós que essa união misteriosa é algo além da nossa capacidade a entender, mas tal união é um fato. É um fato Bíblico. Neste homem que chamamos Jesus Cristo é ?Deus conosco?, !Jeová conosco?. Isto é o que verdadeiramente significa o Seu nome. Neste !Jeová conosco?, houve uma união da natureza de Jesus Cristo como homem e a natureza de Jesus Cristo como Deus. Houve uma união que não podemos ver, que não podemos tocar, que não podemos analisar, que não podemos definir; mas ela existe. É inconcebível e é anti-Bíblico que a natureza humana poderia de qualquer maneira violar a natureza divina. Ela não podia de qualquer forma alterar a natureza divina pois divindade é imutável. Estou enfático que isto não é possível. Então, quando tratamos disto, usamos I Timóteo 3:16: !E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade?. Como podemos aprender de Deus? !...Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória." Quem é o assunto aqui? Não está tratando de um conceito ou mera manifestação de Deus! Está tratando uma Pessoa! Jesus Cristo. Mas o fato do assunto é que quando tratamos desta união, logo entendemos que ela vai além da nossa capacidade de analisar, a defini-la completamente, entender absolutamente tudo, mas mesmo assim, sabemos que existe uma união destas duas naturezas. O Apóstolo Paul afirmou: !Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." De alguma forma, Paulo estava confessando: !eu tenho uma personalidade dupla." Eu não gosto de usar estes termos frequentemente pois hoje em dia os psicólogos fazem bastante bagunça destes termos. Todavia freqüentemente ouvimos pessoas honestas dizerem: !Parte de mim quer fazer isto, outra parte de mim quer fazer aquilo." Você já sentiu assim? Sabe por quê? É porque você é a descendência de Adão. Mas não é assim com Cristo. Ele não é descendência de Adão. Ele não tinha uma personalidade dupla. Eu não tenho tempo para confirmar tudo, mas nunca houve um momento na vida de Cristo quando parte dEle quis fazer uma coisa e parte dEle uma outra. Nunca. Mesmo que fosse homem, mesmo que fosse Deus, não existia conflito nEle. Não achará nada ao contrário nas Escrituras. Busque-o, acha-o, e me mostre e eu pedirei desculpas. Mas você não descobrirá nada nas Escrituras que apresenta Cristo em dúvida dizendo: !Eu não sei o que Eu vou fazer. Eu gostaria de fazer isto, mas também Eu gostaria de fazer??. Não existe isso nEle. Há união. É uma união misteriosa que vai além do meu entendimento. Ele era Deus manifesto na carne. A Divindade Não Pode ser Comprometida Preste bem a atenção e assenta isso como um princípio básico: deidade verdadeira não se compromete. Mas eu não estou dizendo se ela for comprometida ela cessa a ser deidade verdadeira. Existe uma diferença. Eu estou afirmando que deidade legítima não pode ser comprometida. É infalível. É imutável. Ela entende todas as eventualidades. Ela controla tudo. Está vendo, eu faço decisões que são erradas e às vezes tenho circunstâncias em dúvida; e tenho decisões quando quero fazer algo, mas às vezes tenho medo. Sabe por que? Porque existem tantas eventualidades que eu não posso controlar. Mas a mesma não é verdadeira com Deus. Existem tantas coisas cotidianas que eu não conheço, mas isto não é verdade com Deus. E existem tantas coisas das quais eu estou incerto, mas isto não é verdade com Deus. Você já fez algo e depois pediu desculpas? Deus nunca faz isso. Está vendo? A própria natureza de Deus impede toda a argumentação daqueles que promovem a possibilidade de Cristo a cometer pecado. Ele não é descendente de Adão. Pastor Laurêncio Justice tratou bem o assunto disto ontem à noite quando tratou da maneira que Cristo foi concebido no ventre de Maria. E, eu não sou um cientista. Eu tenho ouvido muitos argumentos deste assunto e eu estou maravilhado às vezes de algumas idéias apresentadas. Talvez seja do seu conhecimento de um artigo de M. R. De Haan sobre a composição química do sangue e multidões foram fisgados por este artigo. E eu até fiquei envergonhado quando alguns dos meus colegas promoveram esta idéia. Eu quero lhe dizer algo importante: tudo disso é além do nosso entendimento; e as afirmações que o M. R. DeHaan fez, nem eram de um ponto de vista médico. Não podem ser provadas de um foco médico. Mas a verdade é que tudo disso é além de nós. Ele não foi da geração de Adão; Ele foi o último Adão. Observe 1Co 15.45: !o último Adão em espírito vivificante." Adão foi feito alma vivente e !o último Adão em espírito vivificante?. Entende-se, existe uma diferença entre !vivente? e ?vivificante?. Por exemplo, eu sou uma alma vivente. Mas eu não sou nada vivificante pois ?vivificante? significa a capacidade ou envolvimento em ativar vida. Não um ?espírito vivificado? pois, isto seria igual à uma alma vivente, entende Cristo não foi um espírito vivificado, mas um espírito vivificante. Este é um gênero completamente diferente. Cristo é o último Adão, Ele é Deus. Ele é feito na semelhança de Deus, até na Sua humanidade. O tempo não me permitirá a abrir este assunto e eu não devo, pois é um assunto diferente. Mas deixa me avançar a uma outra verdade. Adão ! preste bem a atenção ? sendo uma criatura foi absolutamente dependente na graça de Deus para manter a sua santidade. Eu estou sempre envergonhado quando escuto um pregador Batista afirmar publicamente, !Adão foi criado inocente." Obviamente Adão foi, e também foram todas as árvores no jardim e todos os cachorros e os passarinhos e tudo demais. O que importa o fato que Adão foi criado inocente? Dizem que Adão pecou porque Deus criou nele a capacidade de fazer uma escolha. Este raciocínio iguala a afirmação que gatos sobem nas árvores porque eles têm quatro pernas. Jumentas têm quatro pernas, também, mas elas não sobem nas árvores. É um argumento estúpido. É lógica desarrazoada. Adão foi criado positivamente santo. Como poderia Adão perder aquela santidade? Me ajude aqui um pouco. Ele caiu por pecar? Ou ele pecou caindo ou porque ele caiu? Agora, eu conheço a resposta desta porque a Bíblia me dá a razão, mas sem a Bíblia eu não poderia lhe dar uma resposta. A Bíblia diz de Judas que se desviou, ou seja pelo pecado o homem caiu (At 1.25; I Jo 3.4). Mas como pode um homem não caído cometer iniqüidade? Ou, se olhasse de forma diferente, como poderia ele ter caído sem pecar? Em outras palavras, você não pode descrever a origem de pecado. A não ser que você afirma isto: Deus criou Adão com o propósito de trazer a Ele um povo eleito que seriam salvos pelo sacrifício do Senhor Jesus Cristo. Eu entendo que esta idéia entra na área de lapsarianismo e entendo que a minha afirmação me colocaria do lado de supralapsarianismo, mas realmente não me importa tanto um quanto o outro, pois creio que estamos pensando além da nossa capacidade de raciocinar quando falamos deste assunto. Por isso, se eu for errado nem mesmo me faça nervoso. O Propósito do Decreto Eterno de Deus Eu creio que Deus reteve a graça de Adão para Se glorificar pela redenção que está em Jesus Cristo. E eu creio que a Bíblia provaria isso se tivesse tempo a desenvolvê-lo. A Bíblia confirmará isso. O cerne do assunto é que, como este assunto desenrola, a queda de Adão foi decretado por Deus. Isto não quer dizer que Adão não era culpado. O decreto não justifica o seu pecado, mas a sua queda foi decretada por Deus. Se você não crê nisso, o problema é que você não entende os desígnios de Deus. O decreto de Deus inclui todos os eventos que virão a acontecer. Adão transgrediu porque foi decretado; por que o decreto de Deus incluiu a queda? Porque Deus fazendo isso nos mostra que somos dependentes totalmente na graça de Deus por tudo. Quero dizer, você cairia da graça depois de ter entrado no Céu se não fosse a graça de Deus. Se não existisse a natureza da graça não existiria a segurança eterna. Quem Peca São os Pecadores Preste bem a atenção: Adão tornou um pecador por pecar. Você não torna um pecador por pecar. Adão sim, mas você não. Você peca por ser pecador. Agora se segue este princípio ? que você peca por ser um pecador; quer dizer, você faz o que você faz por ser o que você é. Agora pergunto: como Cristo poderia ter pecado se não fosse um pecador? Você entende o que estou afirmando. Em outras palavras, porque a própria natureza de Cristo de não ser pecadora nos afirma que Ele não poderia ter pecado. Jesus Cristo não poderia ter cometido pecado porque Ele não era a descendência de Adão. Ele era a descendência da Divindade. Escuta as Suas palavras a Sua mãe em Caná: !Mulher, que tenho eu contigo?? Você já quis saber o que esta frase significava? Eu não sei o que significava; quando você descobre, me diga. Mas eu acho que tem a ver com este assunto. Conclusão Grave isso na sua mente ! e eu estou terminando ? grave na sua mente a natureza de Cristo: Quem Ele foi; o que Ele era; O que Deus é; e, fazendo assim, necessitará a rejeitar a idéia de qualquer pecabilidade hipotética do nosso Senhor Jesus Cristo. Ele era o Cordeiro sem mancha e mácula. Ele era !o santo? que de Maria havia de nascer sem qualquer efeito e influência da natureza pecaminosa de Adão. Pastor Laurêncio Justice mencionou ontem à noite que seria tolice a pensar que Maria foi nascida sem pecado ou veio ao tempo de dar a luz sem ter cometido pecado. Eu concordo plenamente com ele. Ela era uma pecadora; Ele era o Salvador dela. Somente pecadores necessitam de salvadores. Portanto, a idéia que ela não era pecadora é tolice. Mas a verdade é, tanto mais se reconheça Quem Cristo é, quanto entenderá que é indubitavelmente necessário a impecabilidade absoluta. Obrigado por seu tempo. Como a Bíblia Apresenta Jesus? Os títulos, nomes e atributos de Jesus são inerentes à Sua Divindade e missão. Vejamos: • Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Is 9.6) • Porta e Pastor (Jo 10.10) • Luz do mundo (Jo 8.12) • Caminho, Verdade e Vida (Jo 14.6) • Libertador (Jo 8.36) • Videira Verdadeira (Jo 15.l) • Ressurreição e Vida (Jo 11.25) • Adão (1 Co 15.45) • Advogado (1 Jo 2.1) • Alfa e Ômega (Ap 1.8; 22.13) • Amém (Ap 3.14) • Apóstolo da nossa confissão (Hb 3.1) • Autor da Salvação (Hb 2.10) • Autor da Vida (At 3.15) • Autor e Consumador da Fé (Hb 12.2) • Bem-aventurado e único soberano (1 Tm 6.15) • Braço do Senhor (Is 5.19; 53.1) • Cabeça da Igreja (Ef 1,22) • Chefe (Is 55.4) • Consolação de Israel (Lc 2.25) • Cordeiro de Deus (Jo 1.29) • Criador (Jo 1.3) • Cristo de Deus (Lc 9.20) • Desejado de todas as nações (Ag 2.7) • Deus bendito (Rm 9.5) • Deus Unigênito (Jo 1.18) • Deus (Is 40.3) • Emanuel (Is 7.14) • Eu Sou (Jo 8.58) • Filho Amado (Mt 12.18) • Filho de Davi (Mt 1.1) • Filho de Deus (MT 2.15) • Filho do Altíssimo (Lc 1.32) • Filho do Homem (Mt 8.20) • Filho do Deus Bendito (Mc 14.61) • Glória do Senhor (Is 40.5) • Grande Sumo Sacerdote (Hb 4.14) • Guia (Mt 2.6) • Herdeiro de todas as coisas (Hb 1.2) • Homem de dores (Is 53.3) • Imagem de Deus (2 Co 4.4) • Jesus de Nazaré (Mt 21.11) • Jesus (Mt 1.21) • Juiz de Israel (Mq 5.1) • Justiça nossa (Jr 23.6) • Justo (At 7.52) • Leão da Tribo de Judá (Ap 5.5) • Legislador (Is 33.22) • Mediador (1 Tm 2.5) • Mensageiro da Aliança (Ml 3.1) • Messias, o Ungido (Dn 9.25, Jo 1.41) • Nazareno (Mt 2.23) • Nossa Páscoa (1 Co 5.7) • Pão da Vida (Jo 6.35) • Pai Eterno (Is 9.6) • Pastor e Bispo das Almas (1 Pe 2.25) • Pedra Angular (Sl 118.22) • Poderoso de Jacó ( Is 60.16) • Poderoso Salvador (Lc 1.69) • Precursor (Hb 6.20) • Primogênito (Ap 1.5) • Príncipe dos Pastores (1 Pe 5.4) • Princípio da Criação de Deus (Ap 3.14) • Profeta (Lc 24.19) • Raiz de Davi (Ap 22.16) • Redentor (Jó 19.25) • Rei dos reis (1 Tm 6.15) • Rei dos santos (Ap 15.3) • Rei dos Judeus (Mt 2.2) • Rei dos séculos (1 Tm 1.17) • Rei (Zc 9.9) • Renovo(Is 4.2) • Resplandecente Estrela da Manhã (Ap 22.16) • Rocha (1 Co 10.4) • Rosa de Sarom (Ct 2.1) • Santo de Deus (Mc 1.24) • Santo de Israel(Is 41.14) • Santo servo (At 4.27) • Santo (At 3.14) • Semente da mulher (Gn 3.15) • Senhor da glória (1 Co 2.8) • Senhor de todos (At 10.36) • Senhor Deus (Is 26.4) • Senhor dos senhores (1 Tm 6.15) • Siló (Gn 49.10) • Soberano dos reis (Ap 1.5) • Sol da justiça (Ml 4.2) • Sol nascente (Lc 1.78) • Testemunha fiel (Ap 1.5) • Testemunho (Is 55.4) • Todo-Poderoso (Ap 1.8) • Verbo de Deus (Ap 19.13) • Verbo (Jo 1.1) • Verdade (Jo 1.14) • Doador do Espírito Santo (Mt 3.11) • Primeiro e Último (Is 41.4) • Fundamento da Igreja (Mt 16.18) • Onipresente, Onipotente e Onisciente (Ef 1.20-23; Ap 1.8; Jo 21.17) • Santificador (Hb 2.11) • Mestre (Lc 21.15) • Inspirador dos profetas (1 Pe 1.17) • Supridor de Ministros à Igreja (Ef 4.11) • Salvador (Tt 3.4-6)